segunda-feira, 7 de março de 2011

Discovery deixa a Estação Espacial e parte rumo à Terra






Do G1, com inforações da France Presse - O ônibus espacial Discovery partiu da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em direção à Terra nesta segunda-feira (7). A chegada de volta ao Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Flórida, está prevista para esta quarta. A missão, que começou há dez dias, é a última do ônibus espacial. A Nasa pretende aposentá-lo e deixá-lo exposto num museu. (Foto: Nasa/AFP)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Agência europeia divulga ilustração do telescópio Planck

A agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira (3) uma ilustração do telescópio espacial Planck, que orbita o Sol a 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Os astrônomos europeus estudam o movimento do objeto - responsável por investigar a radiação cósmica de fundo, a primeira 'luz' possível de ser detectada, emitida após 380 mil do Big Bang - para poder lançar, na mesma órbita, um outro instrumento, conhecido como Gaia, que irá mapear as estrelas de nossa galáxia. (Crédito: C. Carreau / ESA)

Do G1

quarta-feira, 2 de março de 2011

Astrônomos corrigem distância de galáxia em relação à Terra


Imagem mostra a galáxia NGC 247, localizada na direção da constelação do Escultor, e distante 11 milhões de anos-luz da Terra. O afastamento da galáxia em relação ao planeta foi recalculado após observações feitas com o telescópio MPG, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). A nova medição diminuiu a distância em 1 milhão de anos-luz. As manchas rosas mostram berçários estelares. (Foto: ESO)

Do G1

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Observação de estrela pode mostrar os 'primeiros passos' de um planeta

Estrela 'T Cha' foi estudada com telescópio do Observatório Europeu do Sul.Astro está a 350 anos-luz de distância da Terra.

Do G1, em São Paulo - Uma equipe de astrônomos internacional utilizou o Telescópio Very Large, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) para estudar um possível planeta em redor da estrela T Chamaeleontis (T Cha), na constelação do Camaleão.
A estrela está a 350 anos-luz de distância da Terra. Um disco de poeira e gás contorna o astro, que ainda está em um estágio inicial de desenvolvimento. Apesar de ser parecida com o Sol, ela está uma idade muito menor: aproximadamente 7 milhões de anos.

Uma falha neste anel de poeira e gás - que fica a uma distância de 20 milhões de quilômetros de T Cha - foi detectada pelo telescópio do ESO e divulgada nesta quinta-feira (22). O "buraco" pode indicar a presença de um planeta na região.


Reprodução artística da presença de um planeta em disco de poeira e gás ao redor de uma estrela com pouca idade localizada na constelação do Camaleão, a 350 anos-luz de distância (Crédito: L. Calçada / ESO)

O próximo passo dos astrônomos é descobrir se esta falha é de fato causada por um planeta durante os seus "primeiros passos", que tenta se livrar do material à frente para poder estabelecer uma órbita, ou de uma anã-marrom - uma estrela pequena, com pouco luminosidade e energia, menor que as estrelas comuns.

Segundo o ESO, esta é a primeira vez que um objeto com dimensões comparáveis as de um planeta é detectado dentro do disco de formação planetária de uma estrela jovem.

Ônibus espacial Discovery é lançado rumo à sua última missão

Do G1, em São Paulo - Após quatro meses de tentativas frustradas e adiamentos, o ônibus espacial Discovery foi lançado no Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos, partindo para sua última missão no espaço nesta quinta-feira (24), às 18h50 (horário de Brasília).

O lançamento acontece após uma série de adiamentos por conta de vazamentos, problemas elétricos e rachaduras nos tanques externos. A equipe também sofreu baixas, com a substituição do especialista Tim Kopra, que se machucou após cair da bicicleta, pelo astronauta Steve Bowen.


Lançamento da Discovery acontece após quase quatro meses de adiamentos (Foto: Nasa / arquivo)

Após reparos no sistema de combustível do veículo, a Discovery retornou ao complexo de lançamento 39A, no Centro Espacial Kennedy, em fevereiro de 2011. Os tanques externos foram completamente abastecidos durante a manhã desta quinta-feira.

A missão STS-133 leva seis astronautas e um robo humanoide à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A equipe deve permanecer no espaço durante 11 dias, levando novos instrumentos aos posto orbital. Para instalá-los, duas caminhadas no espaço serão feitas pelos especialistas a bordo Steve Bowen e Alvin Drew.

Será a 35ª viagem de um ônibus espacial à ISS. O programa de ônibus espaciais da Nasa será aposentado até o final de 2011, com o voo final da Endeavour, na missão STS-134, e da Atlantis, que será utilizada novamente após a agência espacial norte-americana ter anunciado o fim do uso desta nave em 2010.


Da esquerda para a direita, os tripulantes da missão STS-133, a última da Discovery: Nicole Scott, Michael Barratt, Alvin Drew, Steve Bowen, Eric Boe e Steve Lindsey, comandante da tripulação (Foto: Nasa)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Imagens da Nasa mostram grande explosão solar

Assista o vídeo


BBC - A mais forte explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos foi registrada por observadores recentemente. A erupção emitiu um intenso feixe luminoso em direção à Terra. O fenômeno, chamado de "X-flare" pelos cientistas, é do tipo mais forte e pode afetar as comunicações aqui na Terra.

Feixe é o mais forte a ser observado nos últimos quatro anos

O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (SDO, na sigla em inglês) gravou na última terça-feira imagens da chama intensa, com radiação ultravioleta extrema sendo emanada a partir de um ponto do Sol.

As erupções devem chegar ao campo magnético da Terra nos próximos dias, causando um aumento da atividade geomagnética.

O Serviço Geológico Britânico (BGS) emitiu um alerta, dizendo que luzes noturnas decorrentes da atividade solar podem ser observadas no norte da Grã-Bretanha e que esse tipo de atividade radioativa pode afetar nossas comunicações e navegação via satélite, redes elétricas e operações de aeronaves que voam em altitudes elevadas.

Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de diversos anos de pouca atividade. As erupções e consequentes feixes luminosos são causados por uma repentina liberação de energia magnética guardada na atmosfera solar.

O BGS acredita que o estudo das atividades solares prévias pode ajudar a estabelecer previsões sobre feixes futuros e evitar eventuais danos a infraestruturas terrestres.

Em 1972, uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois.

E, em 1989, a rede elétrica de Québec, no Canadá, foi prejudicada pela atividade solar.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sonda da Nasa se aproxima da órbita de Mercúrio

Lançada em 2004, nave Messenger está perto de chegar ao planeta mais próximo do Sol.

Da BBC

Crateras na superfície do planeta foram mostradas pela sonda Messenger (Foto: Nasa / via BBC)

Nas próximas semanas, a sonda Messenger, enviada ao espaço pela Nasa em 2004, deve entrar na órbita de Mercúrio, o menor planeta do Sistema Solar e também o mais próximo do Sol.


Como as temperaturas em Mercúrio chegam a 400 graus Celsius, um dos maiores desafios para a Nasa foi construir um isolamento térmico capaz de evitar que a sonda derreta ao chegar a seu destino.

"Fizemos uma espécie de sombrinha extremamente fina, como um biscoito. Ela mantém a temperatura exterior a mais de 315ºC, enquanto atrás da barreira, onde estão os equipamentos, ela fica por volta de 20ºC", afirmou à BBC o engenheiro Eric Finnegan, da universidade Johns Hopkins.

O centro de controle, em Washington, está enviando os últimos comandos para reduzir a velocidade da nave. Qualquer erro nesta fase pode levar a sonda a se despedaçar na superfície de Mercúrio ou a se perder no espaço.

O próximo passo vai ser a ignição dos retrofoguetes para a entrada em órbita. Só então a sonda começará a observar Mercúrio de perto - embora já tenha enviado à Terra fotos nítidas da superfície do planeta.

Cientistas acreditam que, ao conhecer Mercúrio mais a fundo, será possível compreender melhor como a Terra e os outros planetas do Sistema Solar se formaram.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Nova foto do Hubble mostra galáxia na constelação de Ursa Maior

Nova foto do Hubble mostra galáxia na constelação de Ursa Maior.   Conjunto de estrelas está a 46 milhões de anos-luz de distância da Terra.   Pontos brilhantes na imagem mostram estrelas de diferentes idades.

Do G1, em São Paulo



Uma nova imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) mostra a galáxia NGC 2841, uma espiral localizada na direção da constelação da Ursa Maior. O conjunto de estrelas está a 46 milhões de anos-luz de distância da Terra. A foto foi obtida com o Telescópio Espacial Hubble, com quatro filtros de cor diferentes e dados tanto em luz visível como em ondas infravermelhas e ultravioletas. Os pontos azuis, nos 'braços' da galáxia espiral, mostram estrelas grandes e jovens. Os(Foto: Nasa / ESA)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Observatório europeu divulga foto de nebulosa perto das 'Três Marias'

'Messier 78' reflete radiação ultravioleta de estrelas ao redor.   Imagem foi obtida por meio de telescópio localizado no Chile.

Do G1, em São Paulo




A nebulosa Messier 78, a 1.350 anos-luz de distância da Terra, foi fotografada pelo telescópio MPG/ESO no Observatório La Silla, no Chile. O local faz parte do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). A foto foi divulgada nesta quarta-feira (16) e mostra uma nuvem de poeira e gás que reflete a radiação ultravioleta de estrelas ao redor. Messier 78 pode ser vista com um telescópio pequeno perto do grupo de estrelas conhecido no Brasil como Três Marias, na constelação de Órion (Foto: Igor Chekalin / ESO)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nasa divulga imagem de nebulosa que lembra a América do Norte

Imagem feita pelo telescópio Spitzer e cedida pela Nasa mostra um grupo de estrelas conhecido como Nebulosa Norte-americana, por causa da semelhança com o mapa do continente. Este formato é causado por nuvens de poeira obstruindo a luz. (Foto: Nasa / ASSOCIATED PRESSAP)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Telescópios fotografam duas galáxias em formato de 'anéis'

Dados do Chandra e do Hubble foram reunidos para gerar a imagem.Os conjuntos de estrelas estão a 440 milhões de anos-luz de distância.

Do G1, em São Paulo


Os telescópios espaciais Chandra e Hubble fotografaram uma região a 440 milhões de anos-luz de distância, mostrando duas galáxias em formato de anéis. A imagem é obtida pela montagem de dados colhidos em luz visível (parte vermelha, verde e azul) e em raios-x (parte violeta). No 'anel' da direita, as cores azuis são estrelas jovens, com muita massa. Já os pontos rosa mostram possíveis buracos negros, que 'puxam' matéria das companheiras ao redor, segundo os cientistas. O conjunto é conhecido como Arp 147 e está localizado na direção da Constelação da Baleia. (Foto: Nasa)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vídeo registra aurora boreal no céu da Noruega

Eirik Evjen deixou a câmera fixa por oito horas no topo de uma montanha para capturar imagens do fenômeno natural.

BBC - O cinegrafista Eirik Evjen registrou uma aurora boreal, no céu da Noruega.   Fotógrafo deixou a câmera fixa ao longo de oito horas.


Ele deixou sua câmera fixa no topo de uma montanha e registrou o céu da cidade de Lofoten, no norte do país, ao longo de oito horas.O fotógrafo diz ter ficado impressionado com as iamgens que conseguiu capturar.

Fotógrafo diz ter ficado impressionado com as imagens que conseguiu capturar (Foto: BBC)

A aurora boreal é causada pelos ventos solares que carregam um fluxo contínuo de partículas elétricas liberadas pelas explosões que ocorrem na superfície do Sol.

Quando estas partículas atingem os campos magnéticos da Terra algumas ficam retidas provocando a luminosidade intensa pela liberação de energia ocorrida com a colisão destas partículas com as moléculas e átomos presentes na atmosfera.

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