sexta-feira, 4 de maio de 2012

Lua em maio


 


4 de maio – sexta-feira:

Bela configuração entre a Lua, a estrela Spica (Alpha Virginis), situada à esquerda da Lua, e o planeta Saturno (à esquerda dos dois astros), vista ao anoitecer a leste (E). Observe a olho nu ou por binóculo.


5 de maio – sábado:

Bela configuração entre a Lua e a estrela Zubenelgenub (Alpha Libræ), vista a és-sudeste (ESE) ao anoitecer. Observe a olho nu ou por binóculo.


6 de maio – domingo:

A Lua passa pela fase de cheia à 0h 35min e atinge o perigeu de sua órbita (ponto onde ela se encontra mais próxima à Terra) à 1h. Em 6 de maio teremos uma noite de luar magnífico.

7 de maio – segunda-feira:

Bela configuração entre a Lua e a estrela Antares (Alpha Scorpii), vista a és-sudeste (ESE) a partir das 19h 30min, com Antares um pouco acima da Lua. Observe a olho nu ou por binóculo.


Extraído de: http://www.ceuaustral.pro.br

Lua cheia de sábado vai ser a maior de 2012

A Lua de sábado à noite estará especialmente perto da Terra e vai estar cheia. Por isso, durante o seu nascimento, o astro vai estar maior e mais brilhante.

“Às 5h da madrugada de domingo a Lua vai estar no seu perigeu, no ponto da órbita mais próximo da Terra”, diz ao PÚBLICO Susana Ferreira, astrónoma do Observatório Astronómico de Lisboa. O facto de a aproximação coincidir com uma Lua cheia, torna o fenómeno mais espectacular.

No perigeu, a Lua fica a 363 mil quilómetros de distância, em média, da Terra. No apogeu, quando o astro está mais longe, fica a 405 mil quilómetros. Esta diferença faz com que amanhã a Lua esteja 14% maior e 30% mais brilhante.

Mas a altura melhor para observar esta diferença será umas horas antes, ainda no sábado, durante o nascer da Lua, às 20h09, quando esta parece sempre maior.

O Observatório Astronómico de Lisboa não vai fazer nenhuma actividade de observação devido à nebulosidade anunciada para sábado.

Mas haverá mais oportunidades. Segundo Susana Ferreira, o fenómeno é cíclico. A última vez que aconteceu foi a 19 de Março de 2011 e as próximas oportunidades para se observar uma Lua tão grande serão a 19 de Março de 2013 e a 10 de Agosto de 2014. 

http://www.publico.pt

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Céu em Maio


Principais constelações de Maio
roteiro de observação
 
Neste mês, o céu mostra-se característico da estação do outono. para os lados do norte (N), à meia-altura, situa-se Leo, o Leão (Leo), constelação símbolo da atual estação do ano. Ao norte de Leo estão Leo Minor, o Leão Menor (LMi) e Ursa Major, a Ursa Maior (UMa). Junto ao horizonte noroeste (NO) destaca-se Gemini, os gêmeos (Gem). Um pouco mais alto no céu situa-se Cancer, o Caranguejo (Cnc).
Elevando-se a nordeste (NE) está a constelação de Boötes, o Boieiro (Boö). Ao norte de Boötes vemos a pequenina constelação de Canes Venatici, os Cães de Caça (CVn). A leste de Boötes está Corona Borealis, a Coroa Boreal (CrB) e, junto ao horizonte, vão surgindo as primeiras estrelas de Hercules, o herói Hércules (Her).
Em direção ao oeste (O) avistamos Canis Major (CMa), o Cão Maior, um dos cães de caça do gigante Orion, Monoceros, o Unicórnio (Mon), e Canis Minor (CMi), o Cão Menor, o outro cão de caça do gigante caçador. Na região mais alta do céu vemos a constelação de Hydra, a Hidra Fêmea (Hya). Junto à Hydra estão Sextans (Sex), o Sextante, e o inconfundível trapézio de Corvus (Crv), o Corvo.
Em direção ao sudoeste (SO) vemos as constelações de Carina, a Quilha do Navio (Car), Puppis, a Popa do navio (Pup), e Vela, as Velas da embarcação (Vel), Volans, o Peixe Voador (Vol), Dorado, o Dourado (Dor), e Reticulum, o Retículo (Ret). Columba, a Pomba (Col), está pouco acima do horizonte sudoeste.
Ao sul (S) encontra-se Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru), a constelação mais conhecida entre os brasileiros, em excelentes condições de observação, pois a cruz encontra-se "em pé". Musca, a Mosca (Mus), Centaurus, o Centauro (Cen), são vistas nas proximidades de Crux. Mais para os lados do sul estão Chamæleon, o Camaleão (Cha), Apus, a Ave do Paraíso (Aps) e Octans, o Oitante (Oct), onde encontra-se a estrela polar do sul, e Hydrus, a Hidra Macho (Hyi). Próximas ao horizonte sul-sudeste (SSE) vemos Triangulum Australe, o Triângulo Austral (TrA), constelação utilizada para processos noturnos de orientação no campo, e Ara, o Altar (Ara).
No alto do céu encontra-se a constelação de Virgo, a Virgem (Vir). Mais a leste (E) está Libra, a Balança (Lib). A sudeste (SE), avistamos Scorpius, o Escorpião (Sco), associada às noites do inverno. Entre Scorpius e Centaurus localizam-se as constelações de Lupus, o Lobo (Lup) e Norma, o Esquadro (Nor).
De Scorpius em direção ao horizonte leste vão surgindo as constelações de Ophiuchus, o Serpentário (Oph), Serpens, a Serpente (Ser) e a sudeste, Corona Australis, a Coroa Austral (CrA), e Sagittarius, o Sagitário (Sgr).
 
resumo extraído de  "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação"
de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim

OBSERVAÇÕES:

marcador
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.
marcador
Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.

mapa com as principais constelações visíveis neste mês

 clique para ampliar


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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Telescópio mostra poeira cósmica lançada na formação de estrelas

Do G1, em São Paulo

O Observatório Europeu do Sul (ESO), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quarta-feira (2) imagem que mostra a região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, localizada a norte do Cinturão de Órion.

Nuvens de poeira cósmica (em laranja) são observadas e mostram aos astrônomos onde novas estrelas estão se formando. A imagem feita pelo telescópio Apex (Atacama Pathfinder Experiment) utiliza o brilho do calor dos grãos de poeira interestelar para mostrar onde ocorre a formação de novas estrelas.

Segundo o ESO, a poeira é importante já que são nas nuvens densas de gás e poeira que ocorre o nascimento de novas estrelas. No centro da imagem está a nebulosa Messier 78, também conhecida como NGC 2068.
 Imagem da região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, situada a norte do Cinturão de Órion, mostra nuvens de poeira cósmica. (Foto: ESO/APEX (MPIfR/ESO/OSO)/T. Stanke et al./Igor Chekalin/Digitized Sky Survey 2)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Un cacciatore di pianeti alle Canarie


I Telescopio Nazionale Galileo, alle Canarie (fonte: G. Tessicini, INAF)
 
E' fra i più potenti cacciatori di pianeti esterni al Sistema Solare, insieme al suo collega spaziale Kepler: e' il nuovo strumento installato sul Telescopio Nazionale Galileo (Tng) dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf), presso l'Osservatorio Roque de Los Muchachos nell'arcipelago delle Canarie.

Lo strumento è realizzato nell'ambito di un progetto internazionale guidato dall'Osservatorio dell'Università di Ginevra e si chiama Harps- N (High Accuracy Radial velocity Planet Searcher). E' uno spettrografo di precisione progettato per identificare pianeti esterni al Sistema Solare simili alla Terra per massa e struttura. E' il gemello di quello già installato e operativo nel telescopio da 3,6 metri dell'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso) che si trova a La Silla, sulle Ande cilene.

Poichè si trova nell'emisfero Nord, il nuovo strumento avra' le condizioni osservative migliori per la zona di cielo finora considerata il miglior ''terreno di caccia'' per individuare i sosia della Terra, quella occupata dalle costellazioni del Cigno e della Lira.

Proprio in questa porzione di cielo il telescopio Kepler della Nasa ha indicato centinaia di possibili candidati. Per avere la conferma che questi ''allarmi'' siano realmente prodotti da pianeti sono necessarie lunghe e ripetute osservazioni con misure di alta precisione realizzate da telescopi sulla Terra. Per questo motivo lo spettrografo Harps-N promette di diventare un indispensabile alleato di Kepler. Grazie al nuovo strumento ''la comunita' astronomica e astrofisica italiana potra' inserirsi attivamente, con il Tng, in un importante filone di ricerca, quale quello della ricerca e analisi dei pianeti extrasolari'', ha detto il presidente dell'Inaf, Giovanni Bignami.

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A maggio Marte e Saturno concedono bis

In maggio Marte e Saturno concedono il bis: sia all'inizio che alla fine del mese daranno spettacolo in congiunzione con la Luna, rileva l'Unione Astrofili Italiani. E mentre andrà in onda l'ultimo 'film' della cometa Garrad, Venere si nasconderà per prepararsi a un incontro speciale previsto per l'inizio di giugno. Il primo maggio Marte si troverà in congiunzione con la Luna, e sarà facilmente distinguibile per il suo colore rosso da Regolo, la stella più luminosa della costellazione del Leone.

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Un’eruzione di polvere da una stella morente


La stella morente è il puntino arancione in alto a sinistra (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
Un’eruzione di polvere da una stella che sta morendo è stata scoperta dal telescopio spaziale Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer) della Nasa. Le immagini mostrano una vecchia stella in preda ad un’eruzione di fuoco e permettono di gettare lo sguardo sul raro processo grazie al quale stelle come il Sole, giunte alla fine della loro vita, seminano nell'universo mattoni da cui nasceranno altre stelle e pianeti. La scoperta, pubblicata sull’Astrophysical Journal Letters, si deve alla ricerca coordinata da Poshak Gandhi, dell’Agenzia Spaziale Giapponese Jaxa.

La stella, catalogata come WISE J180956.27-330500.2, è stata scoperta analizzando una mappa a infrarossi del cielo messa a punto con i dati raccolti dal telescopio Wise nel 2010. Questa stella si distingue da altri oggetti celesti perché brilla intensamente di luce infrarossa. Secondo i ricercatori l’astro è esploso di recente ed ha scagliato nello spazio grandi quantità di polveri fresche equivalenti alla massa del pianeta Terra. La luce della stella sta riscaldando le polveri e le fa brillare agli infrarossi. '’Osservare fenomeni come questo mentre sono in  corso è molto raro'', osserva uno degli autori, Issei Yamamura, anch’egli della Jaxa. "Queste eruzioni di polveri – prosegue - probabilmente si verificano solo una volta ogni 10.000 anni nella vita di vecchie stelle e si pensa durino meno di poche centinaia di anni ogni volta. E' un batter d'occhio in termini cosmologici''.

Questa stella che sta invecchiando è in una fase della sua vita chiamata di ''gigante rossa''. Lo stesso destino che attende il Sole fra circa 5 miliardi di anni. In questa fase le stelle iniziano a finire il carburante, si raffreddano e si espandono. Così la stella scoperta da Wise si gonfia si disfa degli strati di gas scagliandoli nello spazio dove si raffreddano e congelano in piccole particelle di polveri. Questo, spiegano gli esperti, è uno dei principali modi in cui la polvere viene riciclata nell’universo: prodotta dalle stelle più vecchie, diventa il materiale dal quale nascono altre stelle. ''E ' uno sguardo intrigante nel programma di riciclaggio cosmico'', rileva Bill Danchi, del programma Wise della Nasa. ''Stelle evolute come questa - aggiunge - contribuiscono per circa il 50 per cento delle particelle che compongono gli esseri umani''.

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Astronautas retornam à Terra após seis meses na estação espacial

Soyuz TMA-22 pousa no Cazaquistão (Foto: AFP Photo/Kirill Kudryatsev)

Da AP - Três astronautas -- os russos Anton Shklaperov e Anatoli Ivanishin e o americano Dan Burbank -- retornaram nesta sexta-feira (27) à Terra depois de uma missão de seis meses na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), anunciou o Centro Russo de Controle dos Voos Espaciais (TSOUP).
"Pouso de sucesso", afirma uma mensagem do TSOUP nas câmeras de controle, quando a nave espacial Soyuz tocou a terra às 8h45 (horário de Brasília, 17h45 no horário local) no Cazaquistão. A viagem durou cerca de três horas de meia.

Pouco depois da aterrissagem, os astronautas apareceram em boa forma e sorridentes diante das câmeras.
Depois de sair da cápsula Soyuz, os três astronautas foram envolvidos por um cobertor azul, enquanto os médicos iniciavam os primeiros exames.

Lava vulcânica esculpiu solo de Marte em passado geológico recente

Do G1 em SP



Imagem da Nasa (agência espacial norte-americana), divulgada nesta quinta-feira (26), mostra fluxo de lava em formas circulares próximo à região equatorial de Marte. Analisando as imagens em alta resolução da região, pesquisadores da agência determinaram que a área foi esculpida por atividade vulcânica no passado geológico recente. Esta é a primeira vez que tais características geológicas foram descobertas fora da Terra. (Foto: AP Photo / Nasa)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Asteroides gigantes caíram na Terra e na Lua há bilhões de anos

Da EFE - Há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, a Terra e a Lua receberam impacto de inúmeros asteroides gigantes, maiores do que os que extinguiram os dinossauros, e durante um período mais longo do que se achava, informou nesta quarta-feira (25) a revista científica "Nature".

 Ilustração da queda de um asteroide na Terra há bilhões de anos (Foto: Don Davis/Divulgação)
 
"Descobrimos que asteroides gigantes, similares ou maiores aos que acabaram com os dinossauros, se chocaram contra a Terra com muito mais frequência do que se pensava", explicou à Agência Efe o astrofísico William Bottke, do Instituto de Pesquisas Southwest, no estado norte-americano do Colorado.

Autor de um dos dois artigos publicados na última edição da "Nature", sobre o impacto dos meteoritos, Bottke aponda que cerca de 70 asteroides de grandes dimensões se chocaram contra a Terra durante o período Arqueano, que está compreendido entre 2,5 bilhões e 3,8 bilhões de anos atrás. Segundo ele, a Lua também foi atingida.

"Nosso trabalho sugere que o Arqueano, um período de formação da vida e de nossa biosfera, foi também uma época marcada por muitos impactos de meteoritos de grande magnitude. Isto nos ajudará a entender melhor os primeiros períodos da história da vida na Terra", declarou Bottke.

Já Brandon Johnson, da Universidade de Purdue, no estado de Indiana, também nos EUA, afirma em outro estudo que estes violentos impactos tiveram um papel maior do que imaginávamos na evolução das primeiras formas de vida terrestre.

"Apesar de sempre pensarmos nos meteoritos como um detrimento para a vida, eles poderiam ter contribuído para a formação da mesma ao trazer material orgânico à Terra e produzir sistemas hidrotermal capazes de gerar vidas", detalhou Johnson à Agência Efe.
 
 
Esférula' encontrada na Austrália  (Foto: Bruce M. Simonson )'Modelo de Nice'


As descobertas de ambos os cientistas respaldam o "Modelo de Nice", uma hipótese que defende que os planetas gigantes gasosos do Sistema Solar -- Júpiter, Saturno, Urano e Netuno -- migraram a partir de uma distribuição inicial mais compacta até suas atuais posições.

O deslocamento destes planetas originou muitos asteroides, que, posteriormente, se viram atraídos em direção ao interior do Sistema Solar. Alguns destes asteroides bateram violentamente na Terra, na Lua e em outros corpos, um fenômeno conhecido como "bombardeio intenso tardio".

"Estes impactos geraram grandes crateras sobre a superfície lunar, que, por sinal, foram muito mais bem conservadas do que as da Terra. Esse fato pode apresentar uma grande quantidade de informações e explicar melhor este fenômeno", explicou Bottke.

No total, os cientistas contabilizaram na Lua 30 crateras com um diâmetro maior que 300 quilômetros e com idades que oscilam entre os 4.1 bilhões e os 3.8 bilhões de anos, mais antigas que as crateras encontradas na Terra.

Muitas crateras da superfície terrestre se perderam por causa da erosão e dos movimentos das placas tectônicas, sendo que poucas rochas dessa era sobreviveram. Por isso, o estudo de impacto de meteoritos caídos há mais de 2 bilhões de anos é mais complicado.

No entanto, o choque desses meteoritos fundiu algumas das rochas salpicadas que se esfriaram até se transformar em pequenos pedaços de vidro, denominadas esférulas. A partir dessas amostras, Bottke e Johnson estimaram a data do impacto, além do número e do tamanho dos asteroides.

Existem aproximadamente 20 jazidas de esférulas na Terra, que, segundo os especialistas, serão de grande utilidade para estudos futuros.


Astrônomos fazem imagem de um aglomerado estelar dentro de outro

Do G1 em SP -O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quarta-feira (25) uma nova imagem do aglomerado estelar NGC 6604. Na imagem, ele aparece no canto superior esquerdo.

Este agrupamento de estrelas é, na verdade, parte de uma associação maior e mais brilhante que contém uma centena de estrelas brilhantes levemente azuladas. NGC 6604 é, portanto, um aglomerado dentro de outro aglomerado.

Além de ser bonita, a imagem obtida pelo telescópio de La Silla, no Chile, serve para que os astrônomos estudem as colunas de gás quente e ionizado que emanam do aglomerado.


Aglomerado estelar NGC 6604 (Foto: ESO)

terça-feira, 24 de abril de 2012

Próxima equipe da ISS realiza últimos testes na Rússia


Do G1 em São Paulo -Integrantes da próxima expedição à Estação Espacial Internacional (ISS) realizam últimos testes na Rússia. O astronauta norte-americano Joseph Acaba e os cosmonautas russos Genady Padalka e Sergey Revin devem partir dia 15 de maio, a bordo da Soyuz TMA-04M, cujo lançamento será feito a partir da base Baikonur. (Foto: Mikhail Metzel / AP Photo)


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