quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fim do mundo já começou, mas agonia será lenta, alertam cientistas

Da AFP -Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia maia do fim do mundo não será cumprida, mas o apocalipse já começou e a agonia será lenta, alertam os cientistas.

"A ideia de que o mundo acabará subitamente, por uma causa qualquer, é absurda", declarou o cientista da Nasa e especialista em vida no espaço David Morrison.

"A Terra existe há mais de 4 bilhões de anos, e passarão ainda muitos outros antes de o Sol tornar nosso planeta inabitável", afirmou o cientista, que criticou as "ridículas" versões que preveem o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012, injustamente atribuído ao calendário maia.

Mais um dia de sol e temperaturas sobem em todas as regiões do estado do Rio (Foto: Foto: Marcos Teixeira Estrella / TV Globo) 
Aquecimento é o que mais preocupa cientistas sobre fim do mundo 
(Foto: Marcos Teixeira Estrella/TV Globo)
 
Daqui a quase 5 bilhões de anos, o Sol se transformará em um "gigante vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O astro se resfriará depois, até a extinção.

"Até lá, não existe nenhuma ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra", disse Morrison.

Mas será que a ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteroides em choque com a Terra? Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 km a 15 km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán, causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos.

Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma catástrofe similar em um futuro previsível.

"Estabelecemos que não há asteroides tão grandes perto do nosso planeta como o que terminou com os dinossauros", declarou o cientista, acalmando os temores de alguns sobre um fim do mundo em breve.

Além disso, se um asteroide provocou a extinção dos dinossauros e de muitas espécies, não conseguiu erradicar toda a vida na Terra. A espécie humana teria a oportunidade de sobreviver, destacou Morrison.

Risco de pandemias
Sobreviver a uma pandemia mundial de um vírus mutante, como a gripe aviária H5N1, poderia ser mais complicado, mas "não provocaria o fim da humanidade", explica Jean-Claude Manuguerra, especialista em virologia do Instituto Pasteur de Paris.

"A diversidade de sistemas imunológicos é tão importante que há pelo menos 1% da população que resiste naturalmente a uma infecção", afirmou o especialista da revista francesa "Sciences & Vie", que consagrou um número especial ao fim do mundo.

Apesar da tese de uma guerra nuclear ter perdido força desde o fim da Guerra Fria, ela não desapareceu completamente.

O número de vítimas dependeria de sua magnitude, mas inclusive um conflito regional – como entre Paquistão e Índia – bastaria para causar um "inverno nuclear" com efeitos em todo o planeta, como uma queda das temperaturas que impossibilitaria a agricultura, por exemplo.

Mas os cientistas demonstram inquietação com a mudança climática a alertam que o aquecimento do planeta é o que mais se parece com o temido fim do mundo.

E desta vez não são simples temores e hipóteses. Secas, tempestades e outras catástrofes naturais se tornariam mais frequentes e intensas com o aumento das temperaturas mundiais, que poderiam registrar alta de 2° C, 4° C e até 5,4° C até 2100.

Isso equivaleria a um suicídio coletivo da espécie humana, advertem os cientistas, que intensificam os pedidos para conter o devastador aquecimento do planeta.

Svelata origine luce galassia Andromeda

Roma - Risolta l'origine della misteriosa e intensa luce osservata nella galassia di Andromeda: e' stato il getto di un piccolo buco nero che sta mangiando la sua stella compagna. Descritta sulla rivista Nature, la scoperta si deve a un gruppo coordinato da Matthew Middleton dell'universita' britannica di Durham e dell'Istituto di Astronomia Anton Pannekoek ad Amsterdam. Al lavoro ha partecipato Massimo della Valle direttore dell'Osservatorio astronomico di Capodimonte 

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L'asteroide Toutatis è arrivato puntuale

L'orbita dell'asteroide Toutatis nella fase di massimo avvicinamento alla Terra (fonte: NASA/JPL)  
L'orbita dell'asteroide Toutatis nella fase di massimo avvicinamento alla Terra
(fonte: NASA/JPL)
 
L’asteroide Toutatis è arrivato puntuale all’incontro ravvicinato con la Terra, passando alla distanza di sicurezza di 6,9 milioni di chilometri.

Dall’Italia non e’ stato possibile seguire la fase del massimo avvicinamento, avvenuto alle 7,40 di oggi. Ma astronomi e astrofili non si perdono d’animo: già nella serata dell'11 dicembre ''rispetto ai giorni scorsi, la luminosità apparente era sensibilmente maggiore e questa continuerà ad aumentare'', ha detto l’astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.

‘’Il moto apparente di Toutatis tra le stelle – ha proseguito Masi – era assai evidente anche a distanza di pochi secondi’’. L’attenzione è tanta anche da parte di curiosi e appassionati del cielo: già nella serata dell'11 dicembre, ha detto ancora Masi, ''sul sito del Virtual Telescope vi è stata una straordinaria presenza di curiosi da tutto il mondo, decine di migliaia in poche ore’’ e per la sera del 13 dicembre alle 21 è prevista un’osservazione diretta gratuita. Per il 12 alle 21 saranno puntati su Toutatis i telescopi remoti dell'Unione Astrofili Italiani (Uai)e quelli del servizio Skylive.

Altri due asteroidi
Toutatis non è arrivato solo: ad accompagnarlo fin dall’11 dicembre ci sono due asteroidi più piccoli: 2012 XE54, che ha diametro di 36 metri, e 2009 BS5, con un diametro di 15 metri. E’ un passaggio da seguire attentamente, rileva Diego Turrini dell’Istituto di Astrofisica e Planetologia Spaziali e dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Iaps-Inaf), non perché crei un pericolo per il nostro pianeta ma ''perché le orbite di questi oggetti possono subire lievi modifiche a causa della gravità della Terra e della Luna (le orbite possono cambiare quanto più è ravvicinato il passaggio) e queste misure servono per determinare con sempre maggiore dettaglio le previsioni future relative ai passaggi di questi oggetti vicini alla Terra, chiamati Near Earth Objects o Neo''.

Le Geminidi
Sempre fra il12 e 13 dicembre è in arrivo anche il picco delle Geminidi, le stelle cadenti d’inverno generate dallo sciame periodico di meteoriti che ogni anno incrocia l’orbita terrestre. Quest’anno, osservano gli esperti dell’Inaf, l’assenza della Luna in quei giorni renderà più facile avvistare anche le più deboli tra queste stelle cadenti. Per vederle, bisogna guardare verso la costellazione dei Gemelli: è proprio dai dintorni dalla stella Alpha di questa costellazione, che sembra provenire la pioggia di meteoriti. Le Geminidi tendono a muoversi più lentamente rispetto ad altre stelle cadenti, e per lo più hanno una luce giallastra.

È uno sciame particolare, quello delle Geminidi: anziché da una cometa, come avviene per la maggior parte delle stelle cadenti, sembra avere avuto origine da un asteroide, chiamato 3200 Phaeton, rimasto vittima di uno scontro oltre l’orbita di Marte e che ora si porta dietro una nuvola di detriti.

Scoperte solo nel 1862, la pioggia delle Geminidi sembra diventare sempre più intensa negli ultimi anni, con picchi fino 120-160 meteore per ora.

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Cientista Stephen Hawking ganha prêmio de US$ 3 milhões

Da Reuters

Físico britânico Stephen Hawking completou 70 anos neste domingo. (Foto: AFP) 
O físico britânico Stephen Hawking tem 70 anos. (Foto: AFP)

O físico britânico Stephen Hawking ganhou um prêmio de US$ 3 milhões por seu trabalho sobre como os buracos negros emitem radiação.

O prêmio foi oferecido pelo bilionário empresário russo do setor de internet Yuri Milner, que ainda concedeu outros US$ 3 milhões aos pesquisadores do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), que este ano descobriram um novo componente subatômico que se comporta como, na teoria, o bóson de Higgs - a chamada “partícula de Deus”.

A fundação do milionário russo criou o prêmio para suprir o que ele considera ser uma falta de reconhecimento para cientistas de renome. O montante concedido aos vencedores é maior do que ofecere o Nobel, que este ano foi reduzido de US$ 1,5 milhão para US$ 1,2 milhão.

Hawking disse que pretende usar o dinheiro para ajudar a filha com seu filho autista e pode comprar uma casa de férias.

12/12/2012 09h05 - Atualizado em 12/12/2012 09h05 Telescópio no Chile ganha aparelho para analisar 24 galáxias de uma vez

KMOS ajudará a entender como sistemas evoluíram no início do Universo.
Instrumento europeu tem braços robóticos e mais de mil superfícies ópticas.

Do G1, em São Paulo

Um novo instrumento inaugurado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, será capaz de registrar e estudar 24 galáxias ao mesmo tempo em luz infravermelha. O KMOS vai fornecer dados que ajudarão a entender como galáxias distantes cresceram e evoluíram no começo do Universo.

Construído por um consórcio de cinco universidades e institutos do Reino Unido e da Alemanha, em parceria com o ESO, o aparelho acaba de ser testado com sucesso no Very Large Telescope (VLT), em Paranal, no deserto do Atacama. Ele reúne 24 braços robóticos – um para cada galáxia analisada – e mais de mil superfícies ópticas.

Eso (Foto: ESO/Divulgação) 
KMOS tem 24 braços robóticos que poderão estudar galáxias do início do Universo 
(Foto: ESO/Divulgação)
 
De agosto até agora, o KMOS foi enviado da Europa para o Chile, montado, avaliado e instalado. Foram oito anos de planejamento, concepção e construção até pôr esse instrumento de segunda geração para funcionar. Antes dele, foi instalado no VLT o X-shooter, capaz de ver todo o espectro de radiação e comprimento de onda de um objeto, desde o ultravioleta até o infravermelho.

Segundo o co-pesquisador Ray Sharples, da Universidade de Durham, no Reino Unido, "a equipe aguarda com expectativa as muitas descobertas científicas futuras" do KMOS.

Em questão de meses, o instrumento poderá fazer duas coisas simultâneas para observar as galáxias em suas fases iniciais: observar muitos objetos ao mesmo tempo e mapear as características de cada um, que variam de uma região para outra. Até agora, os astrônomos só podiam fazer uma coisa de cada vez – ou captar muitos objetos ao mesmo tempo, ou analisar com detalhes um só.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Astrônomo do Vaticano diz que mundo não acabará este mês

Da EFE

Padre Jose Funes (Foto: Divulgação) 
Padre Jose Funes (Foto: Divulgação)
 
O Vaticano anunciou nesta terça-feira (12) que "por enquanto" o fim do mundo não chegará, segundo declaração do diretor da Specola Vaticana, o observatório astronômico do estado papal, José Funes, que afirmou que as pessoas não devem se preocupar com "profecias" como a dos maias.

De acordo com o calendário maia, o fim do mundo vai ocorrer no dia 21 de dezembro. Funes disse que nos últimos dias tem se falado muito no fim do mundo, e que basta fazer uma busca pela internet para ver que esse tema registra 40 milhões de resultados.

"Segundo essa profecia, ocorreria um alinhamento dos planetas e do sol com o centro da Via Láctea e uma inversão dos pólos magnéticos do campo terrestre. Não vale a pena discutir a base científica dessas afirmações, obviamente falsas", disse Funes no jornal do Vaticano 'L'Osservatore Romano'.

Funes explicou que, em 2003, enquanto participava de um curso de astronomia na Universidade de Tegucigalpa, visitou as ruínas de Copán (Honduras) e constatou a capacidade de observação do espaço dos maias.

Ciclos
Em qualquer caso, prosseguiu Funes, os maias não se perguntavam se a Terra ou o Sol eram o centro do cosmos, pois estavam mais interessados em encontrar "um desenho repetitivo de observações passadas que pudessem se reproduzir no futuro, já que nessa cultura o tempo tinha uma dimensão cíclica e repetitiva".

O astrônomo refletiu sobre o destino do cosmos e disse que se sabe que o universo começou há cerca de 14 bilhões de anos, que está composto por 4% de matéria ordinária, 23% de matéria escura e 73% de energia escura, e que segundo os dados mais confiáveis, expande-se continuamente.

Se esse modelo está certo, em um futuro muito distante, "falamos de bilhões de bilhões de anos, o universo acabará por se romper", e isto é o único que a cosmologia pode dizer neste momento com uma certa base científica sobre o futuro, acrescentou o jesuíta argentino.

O diretor da Specola Vaticana afirmou que a visão cristã do universo e da história têm um sentido e que no ser humano existe a convicção de que a morte não pode ter a última palavra.

"A cosmologia nos mostra que o universo caminha rumo a um estado final de frio e escuridão e a mensagem cristã nos ensina, pelo contrário, que na ressurreição final, a do último dia, Deus reconstruirá cada homem, cada mulher e todo o universo", ponderou.

Estado de Atenção - Chuva forte em grande parte do Brasil


Chuva forte em grande parte do Brasil

Estado de Atenção

Nesta terça-feira (11/12) haverá chuva forte no norte do RS, oeste, litoral norte, capital e planalto norte de SC, sudoeste e sul do PR. As chuvas fortes também atingirão de forma localizada as demais áreas do PR, SP, sul, capital e região serrana do RJ, grande parte de MG (incluindo a capital), áreas serranas do ES, MS, MT, GO (com menor chance no nordeste), centro-sul do MA, centro do PI, região central da BA (Chapada Diamantina e Planalto), TO (com menor chance no sudeste), centro-sul do PA ( e algumas áreas a sul da Ilha de Marajó e a norte da região de Carajás), AM (principalmente o sudoeste, centro-sul e nordeste), sul e sudoeste de RR, AC e RO. 


Ressalta-se que na faixa leste e nordeste de SP (incluindo a capital) a chuva acontecerá principalmente entre o fim da tarde e durante a noite, e pode vir acompanhada de rajadas de vento forte e queda de granizo isolado. 


Na quarta-feira (12/12) haverá chuva forte no oeste, centro, norte e nordeste do RS (com menor chance na região da capital), SC, PR, SP, sul, capital e baixada fluminense, região serrana e noroeste do RJ, grande parte de MG (incluindo a capital), áreas serranas do ES, MS, MT, GO, DF, centro-sul do MA, sul do PI, região oeste da BA, TO, centro-sul do PA, AM, sul e sudoeste de RR, AC e RO. 


Ressalta-se que entre as áreas do RS até o sul e Triângulo de MG poderão vir acompanhadas de rajadas de vento e queda de granizo isolado. 



IMPORTANTE 


RESSALTA-SE QUE AS CHUVAS FORTES PREVISTAS PARA ESTAS ÁREAS DE AVISO SERÃO PROVOCADAS PRINCIPALMENTE PELA COMBINAÇÃO ENTRE TEMPERATURAS E UMIDADE ELEVADAS. POR ISSO, AS CHUVAS OCORRERÃO DE FORMA ISOLADA, SENDO IMPRESCINDÍVEL O USO DE RADARES METEOROLÓGICOS. 


O CPTEC recomenda contatar os Núcleos Estaduais para a obtenção de uma previsão mais precisa e detalhada. 



INPE-CPTEC

Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
Defesa Civil
Atualizado em 11/12/2012 10:09

Toutatis arriva in compagnia

Scortato da due asteroidi più piccoli


L'asteroide Toutatis (fonte: NASA)  
L'asteroide Toutatis (fonte: NASA)
Arriva in compagnia l'asteroide Toutatis, 'scortato' da due asteroidi più piccoli. L'appuntamento con i tre oggetti è fra domani 11 dicembre e il 12 dicembre. I primi a transitare vicini alla Terra, ma a una distanza di tutta sicurezza, saranno i due oggetti più piccoli: 2012 XE54, che ha un diametro di 36 metri, e 2009 BS5, con il diametro di 15 metri. Poi toccherà a Toutatis, che in confronto è un gigante, con il lato maggiore che misura circa 5 chilometri.

Toutatis si troverà alla minima distanza dalla Terra il 12 dicembre, alle 7,40 del mattino, quando passerà a 6,9 milioni di chilometri dalla Terra, ossia ad una distanza pari a 18 volte quella che separa la Terra dalla Luna.

Il piccolo 2012 XE54 passerà invece all'interno dell'orbita lunare e 2009 BS5 transiterà ad una distanza circa 8,4 volte maggiore della distanza Terra- Luna.

Nessuno dei passaggi comporta rischi di impatto con il nostro pianeta, sottolinea l'astrofisico Diego Turrini dell'Istituto di fisica dello Spazio Interplanetario dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Ifsi-Inaf).

Dei tre oggetti il più interessante è Toutatis perché e il più grande, anche se non abbastanza da essere visibile a occhio nudo.

Nonostante non sia una minaccia per la Terra, il passaggio dell'asteroide Toutatis e altri eventi simili vengono seguiti attentamente, rileva Turrini, ''perché le orbite di questi oggetti possono subire lievi modifiche a causa della gravità della Terra e della Luna''. Le orbite possono cioè modificarsi quanto più è ravvicinato il passaggio, di conseguenza ''queste misure sono utili per determinare con sempre maggiore dettaglio le previsioni future relative ai passaggi di questi oggetti vicini alla Terra chiamati Near Earth Objects, o Neo''. 

Del passaggio ravvicinato di questo asteroide approfitterà la sonda cinese Chang'e 2, che, spiega Turrini, era nell'orbita lunare ed è stata spostata per fotografare l’oggetto in avvicinamento e in allontanamento.
 
 
 
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ritratto mozzafiato della Nebulosa Eta Carinae

Diffuso per l'inaugurazione del telescopio Vst

 


La Nebulosa Eta Carinae fotografata dal telescopio Vst 
(ESO/ VPHAS- Consortium/Cambridge Astronomical Survey Unit)

É la più dettagliata immagine ottenuta finora della Nebulosa di Eta Carinae: è stata scattata e diffusa in occasione dell’inaugurazione del telescopio Vst (Vlt Survey Telescope) che si trova in Cile ma che è stato progettato e realizzato in Italia. Frutto di una collaborazione avviata dall'Osservatorio di Capodimonte dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e l'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso), Vst è un telescopio del diametro di 2,6 metri situato sul picco andino di Cerro Paranal.

La foto è un ritratto mozzafiato della nebulosa Eta Carina, distante 7.500 anni luce dalla Terra, nella costellazione della Carena. E' fra gli oggetti più importanti e fotografati del cielo australe prchè è un laboratorio perfetto per studiare la violenta nascita delle stelle e i primi loro istanti di vita. Il colore rosso dell’immagine proviene dall’idrogeno nella nebulosa, osservata nell'ultravioletto. Appena sopra il centro dell'immagine si trova la luminosa stella Eta Carinae, un astro enorme e altamente instabile che si pensa sia un buon candidato per esplodere in futuro come supernova.

La nube di gas incandescente è enorme ed è difficile da fotografare per la maggior parte dei grandi telescopi, che riprendono porzioni di cielo più piccole. Ma non per il grande campo di Vst in grado di fotografare una porzione di cielo grande quanto quattro lune piene.

La foto di Eta Carnea è frutto della composizione di due immagini: la prima scattata di recente, la seconda il 5 giugno scorso, quando il presidente del Cile, Sebastian Pinera, ha visitato il Vst e ha preso parte alle osservazioni.

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Anel mais denso de Saturno é visto em detalhes pela sonda Cassini

Do G1, em São Paulo

Uma nova imagem do anel B de Saturno, o mais denso e maciço de todos os anéis do sexto planeta do Sistema Solar, foi divulgada nesta segunda-feira (10) pela agência espacial americana (Nasa).

O registro foi feito pela sonda Cassini no dia 22 de julho, em luz visível e com uma câmera grande angular.
Os cientistas ainda tentam entender a origem e a natureza das diferentes estruturas que formam o anel B de Saturno. O anel C também é visível no interior do B, e o A aparece nos cantos superior e inferior da foto abaixo.

Anéis B Saturno (Foto:  Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute ) 
Anel B é visto na cor mais clara, entre os anéis A e C 
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute )
 
Essa perspectiva mostra o lado dos anéis iluminado pelo Sol, 7 graus acima do plano dos anéis. O ponto de vista foi obtido a uma distância de 324 mil quilômetros de distância de Saturno, e a escala da imagem é de 16 quilômetros por pixel.

A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI). O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, projetou, desenvolveu e montou a sonda e suas duas câmeras. Atualmente, o JPL administra a missão, e o Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado, fica responsável por operar as imagens.
Quem quiser ver mais informações e fotos da missão, basta clicar aqui.

Para ler mais notícias do G1 Ciência e Saúde, clique em g1.globo.com/ciencia-e-saude. Siga também o G1 Ciência e Saúde no Twitter e por RSS.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Astrônomos buscam voluntários para estudar galáxia de Andrômeda

Da AP

Uma equipe internacional de astrônomos, que conta com pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa, está em busca de voluntários para ajudar no estudo da galáxia de Andrômeda. Via internet, eles procuram milhares de colaboradores para identificar e contar os aglomerados de estrelas presentes na área.

Segundo os pesquisadores, há imagens demais da região disponíveis e, sozinhos, eles levariam muito tempo para concluir os estudos.

A imagem abaixo, publicada pela Nasa, foi captada pelo telescópio espacial Wise, mostra a imensa galáxia de Andrômeda, também conhecida como Messier 31.

Galáxia de Andrômeda (Foto: AP Photo/Nasa) 
Galáxia de Andrômeda (Foto: AP Photo/Nasa)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Inaugurato il telescopio Vst

Occhio italiano in Cile


Il telescopio Vst (fonte: ESO/G. Lombardi)  
Il telescopio Vst (fonte: ESO/G. Lombardi)
 
Nel suo genere, è il più grande del mondo: è un telescopio dedicato a 'sorvegliare' il cielo, si chiama Vst (Vlt survey telescope), si trova in Cile ed è stato inaugurato oggi a Napoli presso l'Osservatorio Astronomico di Capodimonte dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

Frutto di una collaborazione avviata dall'Osservatorio di Capodimonte e l'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso), Vst è il primo telescopio medio-grande progettato e realizzato totalmente in Italia, che l'Osservatorio di Capodimonte ha concepito e portato a compimento con il concorso di altre sedi Inaf.

Quest'occhio italiano in Cile si erge a 2.600 metri di altitudine su un picco andino del Cerro Paranal ed ha lo scopo di sorvegliare il cielo con l'obiettivo di fare indagini sugli aspetti ancora misteriosi del cosmo, come la materia oscura e l'energia oscura, ma anche monitorare gli asteroidi potenzialmente pericolosi per la Terra.

Il telescopio è costato circa 14 milioni di euro e la sua storia è iniziata nel 1997. In quell'anno, spiega il responsabile scientifico del Vst, Massimo Capaccioli, ''ricevemmo un grosso finanziamento e decidemmo di costruire un telescopio di classe medio grande con nuove tecnologie e lo proponemmo all'Eso che approvò il progetto''.spiega il responsabile scientifico del Vst, Massimo Capaccioli "Oggi è un giorno di festa - ha rilevato il direttore dell'Osservatorio di Capodimonte, Massimo Della Valle - ma tutto il 2012 è stato un anno fantastico abbiamo festeggiato i 200 anni dell'Osservatorio e nel giro di tre settimane abbiamo avuto due inaugurazioni importanti: il Museo degli antichi strumenti astronomici e oggi il telescopio Vst".

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