sexta-feira, 24 de maio de 2013

Misurata la luce dell'universo

 


 

Misurata la luce dell'universo dall'istante del Big Bang (fonte: NASA)  
Misurata la luce dell'universo dall'istante del Big Bang (fonte: NASA)

E' stata ottenuta la misura finora più precisa di tutta la luce che ha brillato nell'universo dall'istante del Big Bang. E' la luce emessa da tutte le stelle e galassie mai esiste, la cui eco viene conservata nella Luce extragalattica di fondo (Ebl). La sua evoluzione negli ultimi cinque miliardi di anni, descritta sull' Astrophysical Journal, è stata ricostruita con l'aiuto dei telescopi spaziali e di quelli basati a Terra.

Ad ottenere il risultato è il gruppo internazionale di ricerca coordinato dall'Università della California a Riverside, che ha pubblicato l'analisi dei dati ottenuti da decine di telescopi e terrestri e spaziali.

Misurare la Luce extragalattica di fondo, ossia la luce emessa dalle stelle che si è andata 'accumulando' nell'Universo e che forma una sorta di diffuso 'bagliore' o 'nebbia', rappresenta un dato fondamentale per comprendere la storia del cosmo a partire dal Big Bang. Misurare però in modo diretto questo bagliore, oscurato dalla radiazione emessa dal Sole e dalle altre stelle della Via Lattea, equivale ad osservare una debolissima stella osservando il cielo dal centro di una città trafficata e piena di luci.

Per aggirare questo problema i ricercatori hanno messo a punto negli ultimi anni una tecnica per osservare la Luce extragalattica di fondo in modo indiretto. Si sono cioé basati sull'attenuazione che la presenza della Luce extragalattica di fondo provoca nell'osservazione di oggetti particolarmente brillanti e lontani che si comportano come fari cosmici, come gli oggetti quasi stellari (quasar) chiamati blazer. I fotoni emessi da queste fonti possono infatti scontrarsi con i fotoni della Ebl e disperdersi: misurando la differenza tra luce che dovrebbe arrivare e quella che effettivamente arriva, i ricercatori hanno potuto misurare con grande precisione l'entità della Ebl.

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Un triangolo nel cielo

In queste sere la danza di Venere, Giove e Mercurio


Il triangolo di pianeti fotografato nei cieli della Repubblica Ceca da Petr Horálek (fonte: Petr Horálek, SpaceWeather.com)  
Il triangolo di pianeti fotografato nei cieli della Repubblica Ceca da Petr Horálek 
(fonte: Petr Horálek, SpaceWeather.com)
 
Comincia al tramonto la danza dei pianeti che darà spettacolo nel cielo durante queste sere di fine maggio. I ballerini in scena sono Venere, Mercurio e Giove: nubi permettendo, formeranno un luminoso triangolo visibile a ovest, e col passare dei giorni giocheranno a rincorrersi e sorpassarsi generando una rapida sequenza di congiunzioni imperdibili. Per la prossima tripla congiunzione planetaria, infatti, bisognerà attendere fino a ottobre del 2015.

Il primo 'atto' del balletto planetario è fissato per la sera di sabato 25 maggio, con la congiunzione di Mercurio e Venere; lunedì 27 maggio ci sarà il secondo atto, con Mercurio e Giove; infine l'ultimo è previsto per martedì 28 maggio, con la congiunzione di Venere e Giove.

Per chi volesse assistere allo spettacolo, meglio affrettarsi per scegliere un posto in 'prima fila'. ''I tre pianeti sono osservabili con qualche difficoltà, perché l'altezza è estremamente limitata sull'orizzonte occidentale'', ricordano gli esperti dell'Unione astrofili italiani (Uai). ''Data la loro luminosità, in particolare per quanto riguarda Giove e Venere – aggiungono - con il cielo sereno e l’orizzonte libero da ostacoli si può tentare l'osservazione del suggestivo triangolo formato dai tre astri''.

Dopo il 28 maggio i tre pianeti saranno quasi allineati e sempre più distanziati. Giove, ormai vicino all’orizzonte, sarà più difficile da osservare, mentre Mercurio e Venere saranno sempre più visibili e alti sull’orizzonte.


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Telescópio Hubble registra novas imagens da Nebulosa do Anel

Região fica na constelação de Lira, a cerca de 2 mil anos-luz da Terra.
Centro contém estrela anã branca, que deve morrer dentro de 10 mil anos.

Do G1, em São Paulo
 
Nebulosa do Anel (Foto: Nasa/ESA/C.R. Robert O’Dell, G.J. Ferland, W.J. Henney and M. Peimbert/Large Binocular Telescope data: David Thompson) 
Nebulosa do Anel tem estrela anã branca no centro, que deve morrer em 10 mil anos (Foto: Nasa/ESA/C.R. Robert O’Dell, G.J. Ferland, W.J. Henney e M. Peimbert/Large Binocular Telescope: David Thompson)
 
 
Novas imagens feitas pelo Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, mostram detalhes da Nebulosa do Anel, localizada na constelação de Lira, a cerca de 2 mil anos-luz da Terra.

Essa região, que tem sido alvo de muitas observação por parte de astrônomos amadores, mede cerca de 1 ano-luz de diâmetro e se expande a uma velocidade de 69 mil km/h. As cores indicam diferentes temperaturas de gás, sendo o azul o mais quente e o vermelho o mais frio.

As imagens combinam registros feitos em luz visível pelo Hubble com dados infravermelhos do Grande Telescópio Binocular, instalado no Arizona, nos EUA. Essas informações ajudaram os cientistas a construir modelos em 3D da nebulosa. Também foram usadas informações do observatório astronômico San Pedro Mártir em Baja Califórnia, no México.

As novas observações do Hubble revelam detalhes de um gás brilhante que se formou em volta de uma estrela anã branca à beira da morte, no centro da nebulosa. Esse astro compacto, com massa várias vezes maior que a do Sol, um dia se pareceu com a nossa principal estrela, mas ao longo de bilhões de anos foi queimando seu combustível de hidrogênio e perdendo suas camadas externas de gás. Nos próximos 10 mil anos, essa anã branca deve ficar cada vez mais fraca, até se fundir com o meio interestelar.

Agora, os cientistas começam a entender melhor a Nebulosa do Anel, que até então era tratada como uma formação clássica.

"Não é como um bagel, mas como um donut de geleia, pois está cheia de matéria no meio", comparou o pesquisador C. Robert O'Dell, da Universidade Vanderbilt em Nashville, no Tennessee. O cientista lidera uma equipe – que envolve instituições como as universidades do Arizona, do Kentucky e Autônoma do México – que usa o Hubble e vários telescópios terrestres para obter uma melhor visão dessa região do Universo.

Observações anteriores já haviam detectado o material gasoso no centro da nebulosa, mas esta é a primeira vez que imagens sugerem que o anel envolve uma estrutura em forma de bola de futebol azul – cuja cor vem do brilho do gás hélio. Cada extremidade dela se projeta para fora em lados opostos.

A equipe também foi surpreendida com "nós" de gás denso ao longo da borda interna do anel, semelhantes aos raios de uma roda de bicicleta. Todo esse material foi expulso pela estrela há cerca de 4 mil anos.

Segundo os astrônomos, estudar a Nebulosa do Anel vai fornecer informações sobre a morte do Sol dentro de 6 bilhões de anos. Mas, como a nossa estrela não é tão massiva quanto essa, seu fim deve ser menos pomposo.


Temperatura do gás da nebulosa diminui do centro para fora  (Foto: Nasa/Hubble Heritage Team ) 
Temperatura do gás da nebulosa aumenta de fora em direção ao centro 
(Foto: Nasa/Hubble Heritage Team)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pesquisadores da UFRN anunciam descoberta de estrela gêmea do Sol

Estrela CoRot Sol 1 é cerca de dois bilhões de anos mais velha que o Sol.
Para cientistas, análise do astro ajuda a prever futuro do Sistema Solar.

Felipe Gibson Do G1 RN
 
Representação artística de CoRoT Sol 1 e uma cronologia da evolução do Sol (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN) 
Representação artística de CoRoT Sol 1 e uma cronologia da evolução do Sol
 (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN)
 
 
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciaram a descoberta da CoRot Sol 1, nome dado à estrela gêmea solar conhecida como a mais distante da Via Láctea, galáxia que abriga o sistema solar. De acordo com os cientistas, a análise do astro ajuda a prever o futuro do Sol, além de dar aos astrônomos a oportunidade de testar as atuais teorias da evolução estelar e solar.

O líder da equipe de pesquisadores, José Dias do Nascimento, explica que a CoRoT Sol 1 é cerca de 2 bilhões de anos mais velho que o Sol, e seu período de rotação é aproximadamente o mesmo da maior estrela do sistema solar. "É a única estrela com essas características que é mais velha do que o Sol", informa o astrônomo. A massa e composição química de ambas é semelhante, conforme o estudo desenvolvido na UFRN. No entanto, ao contrário das outras gêmeas solares, que são relativamente brilhantes, o brilho da CoRoT Sol 1 é 200 vezes mais fraco do que o do Sol.

O fato de a estrela gêmea estar em um estágio ligeiramente mais evoluído que o Sol será utilizado para análises sobre o futuro do Sistema Solar. "Em 2 bilhões de anos, na idade que o Sol terá a idade atual da gêmea solar CoRoT Sol 1, a radiação emitida pelo Sol deve aumentar e tornar a superfície da Terra tão quente que a água líquida não poderá mais existir lá em seu estado natural", comenta Nascimento. As informações analisadas pela equipe foram captadas por uma satélite CoRoT, lançado em 2006 e operado do Havaí, nos Estados Unidos.
Imagem do satélite que captou as imagens do CoRoT Sol 1 (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN) 
Imagem do satélite que captou as imagens do CoRoT Sol 1 (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN)
O astrônomo pondera que determinar a idade de uma estrela é, provavelmente, um dos aspectos mais difíceis da analise, porém espectros de alta qualidade podem ajudar a determinar as idades estelares. O grande espelho de 8,2 metros e a precisão do telescópio Subaru foram essenciais para tornar possível a realização do estudo dos espectros da estrela gêmea.

Satélite captou 530 mil estrelas
A equipe planeja usar o Subaru para continuar a investigação sobre novas estrelas similares ao Sol. "Nos últimos 30 anos, apenas cinco estrelas foram descobertas", informa José Dias do Nascimento. De acordo com o astrônomo, o satélite forneceu a observação de 230 mil estrelas. Usando um método criado na própria UFRN, foram escolhidas as candidatas a gêmea.

"Sobraram 500 estrelas e, dessas, pedimos para observar 30. Analisamos quatro e duas se apresentaram muito parecidas com o Sol, com a diferença que em uma delas o espectro não ficou bom e na outra fico excelente, muito parecido com o Sol. Isso tornou a descoberta ainda mais preciosa", detalha Nascimento, que continuará a investigação. "Agora vamos atacar outras estrelas. Queremos achar a estrela gêmea dois, três e daí por diante".

Pesquisa e descoberta
O anúncio da estrela gêmea solar foi feito na última sexta-feira (17). A descoberta faz parte do artigo intitulado “"The Future of the Sun: An Evolved Solar Twin Revealed by CoRoT", que está aceito para publicação e sairá em breve na revista "Astrophysical Journal Letters" (ApJL).


Estrela gêmea solar fica fora da Via Láctea, galáxia que abriga o sistema solar (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN) 
Estrela gêmea solar fica fora da Via Láctea, galáxia que abriga o sistema solar
 (Foto: Reprodução/DFTE-UFRN)

A equipe de cientistas responsável pela descoberta é composta por José Dias do Nascimento, da UFRN, que lidera o grupo; Jefferson Soares Costa e Matthieu Castro, também da UFRN; Yochi Takeda, do Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ); Gustavo Porto de Mello, do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Jorge Melendéz, da Universidade de São Paulo (USP).

terça-feira, 21 de maio de 2013

Una staffetta di asteroidi visita la Terra

L'asteroide 1998 QE2, che raggiungerà la distanza minima dalla Terra alle 23,00 del 31 maggio (fonte: Gianluca Masi, Virtual Telescope)
L'asteroide 1998 QE2, che raggiungerà la distanza minima dalla Terra alle 23,00 del 31 maggio (fonte: Gianluca Masi, Virtual Telescope)


Una staffetta di asteroidi sta visitando la Terra: sono quattro che arriveranno nell'arco di una decina di giorni, senza contare che un quinto ha già salutato il nostro pianeta il 17 maggio. Non è un pericoloso sciame e non c'é nessun allarme in vista: "é soltanto una coincidenza, un grappolo di scoperte annunciate in queste ore", spiega l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma.

"I passaggi di questi oggetti - aggiunge - sono molto più frequenti di quanto si possa immaginare e il fatto che oggi siano avvistati molto più frequentemente anche rispetto a soli 2 o 3 anni fa dipende dalla maggiore abilità di osservarli".

Non c'é nessun legame, quindi con il meteorite caduto in febbraio sulla Russia, così come con l'asteroide DA 14 che ha 'sfiorato' la Terra nello stesso periodo, o ancora con i meteoriti che hanno bombardato la Luna nel marzo scorso.

Il primo passaggio ravvicinato è stato, il 17 maggio, quello dell'asteroide 2013 KA, scoperto appena il giorno prima: un piccolo oggetto dal diametro di circa 10 metri, passato a 800.000 chilometri dalla Terra.

Il 21 maggio è stata la volta di 2013 KT1, del diametro di circa 20 metri, che alle 16,30 ha raggiunto la distanza minima della Terra, passando a 1,3 milioni di chilometri. "Nessun pericolo in vista perché la distanza, che supera di poco quella che separa la Terra dalla Luna, è di tutta sicurezza", rileva Masi.

La particolarità, aggiunge, è che questo corpo celeste fa parte di una sorta di staffetta cosmica che il 22 maggio vedrà il passaggio ravvicinato di altri due asteroidi, un po' più piccoli e più distanti rispetto a quello di oggi.

Il primo si chiama 2013 KB, ha un diametro compreso fra 15 e 18 metri e alle 8,05 del 22 maggio passerà all'incirca alla stessa distanza di 2013 KT1. Il secondo, 2013 KS1, ha un diametro di circa 15 metri e alle 13,30 dello stesso giorno passerà a circa 2 milioni di chilometri dalla Terra. Il 31 maggio sarà la volta di 1998 QE2, dal diametro di 2,1 chilometri, che alle 23,00 passerà a 15 distanze lunari, ossia a circa 5,8 milioni di chilometri dalla Terra. "Non sarà alto sull'orizzonte, ma sarà molto brillante", prosegue Masi. Per questo, aggiunge, "sarà osservabile anche dall'Italia e con piccoli telescopi.

Perché tanti passaggi ravvicinati in così poco tempo? "Non c'é alcun motivo per allarmarsi: è soltanto una coincidenza - spiega l'astrofisico - dovuta ai migliori strumenti oggi a disposizione degli astronomi".

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Misteriose nubi di gas fra le galassie Andromeda e Triangolo

Rappresentazione artistica dei grappoli di nubi di gas scoperte fra le galassie di Andromeda e del Triangolo (fonte: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF)  
Rappresentazione artistica dei grappoli di nubi di gas scoperte fra le galassie di Andromeda e del Triangolo (fonte: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF)
 
C'é un grappolo di misteriose e dense nubi di idrogeno fra due galassie vicine, Andromeda e il Triangolo. Queste bolle rarefatte di gas potrebbero essere la spia della presenza di materia oscura, che forse avrebbe fornito l'impalcatura gravitazionale sulla quale le nubi si sono condensate. Pubblicata su Nature, la scoperta si deve al gruppo dell'università americana West Virginia coordinato da Spencer Wolfe.

Le nubi, ciascuna grande quanto una galassia nana, potrebbero costituire una fonte di idrogeno neutro che in futuro potrebbe cadere sulle due galassie alimentando la nascita di nuove stelle. "Precedenti osservazioni fra le due galassie – ha osservato Wolfe - hanno suggerito la presenza di idrogeno, ma non abbiamo potuto vedere tutti i dettagli per determinarne le caratteristiche o per verificare se si trattava di un nuovo tipo di struttura cosmica".

Grazie al radiotelescopio americano Green Bank (Gbt), i ricercatori sono stati in grado di individuare le nubi rilevando le deboli emissioni di onde radio del gas. E' stato scoperto, inoltre, che le nubi si muovono nello spazio alla stessa velocità delle due galassie di Andromeda e del Triangolo.

"Queste osservazioni suggeriscono che le nubi sono entità indipendenti e non la periferia remota delle galassie", ha detto uno degli autori, l'astronomo Felix Lockman, che lavora presso il telescopio Green Bank.
"La loro struttura a grappolo é altrettanto interessante – ha proseguito - e può essere il risultato di un filamento di materia oscura. L'ipotesi è che un filamento di materia oscura, se esiste, potrebbe costituire l'impalcatura gravitazionale su cui le nubi si sarebbero condensate”.


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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Relógio do Sol - Fortaleza de Santa Cruz da Barra

As fotos abaixo, de minha autoria mostram o relógio do sol construído na Fortaleza de Santa Cruz da Barra, Jurujuba, Niterói, RJ,  O relógio feito em pedra de lioz, com algarismos romanos, data de 1820.









fotos Leila Ossola tiradas em 18.05.2013.






Primo successo del Sardinia Radio Telescope

Identificata una magnetar nella Via Lattea


La regione Sgr A verso il centro galattico. Evidenziata la magnestar SgrA* (fonte: NASA's Chandra X-Rayservatory)  
La regione Sgr A verso il centro galattico. Evidenziata la magnestar SgrA*
 (fonte: NASA's Chandra X-Rayservatory)
 
Arriva il primo successo del Sardinia Radio Telescope (Srt): nelle prime osservazioni ha identificato al centro della Via Lattea una magnetar, ossia una stella di neutroni super compatta e con un intenso campo magnetico.

Realizzato da Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi), con il supporto del ministero per l’Istruzione, l’Università e la Ricerca (Miur) e della Regione Sardegna, il Srt è il più grande radiotelescopio d'Europa ed uno degli strumenti più sofisticati strumenti del suo campo.

“Si è trattato di un formidabile gioco di squadra fra chi si è offerto di andare a fare le osservazioni all’alba, in una situazione logistica ancora non perfettamente adeguata, e fra chi ha avuto la pazienza di operare alcune operazioni di filtraggio sui dati, necessarie per mettere in evidenza senza alcun dubbio il segnale che stavamo cercando'', spiega il direttore del progetto Str, Nicola D'Amico.

Il grande radio telescopio si trova ancora in fase di test, sta infatti completando le procedure di validazione degli strumenti e ancora non viene sfruttato operativamente per le campagne di osservazione. La scoperta di una magnetar, probabilmente in orbita attorno al buco nero al centro della Via Lattea, rappresenta però già un importante traguardo e un banco di prova molto confortante per comprendere la reale capacità degli strumenti, che saranno a pieno regime solo nei prossimi mesi.

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Equipamento da Nasa capta forte impacto de rocha com a Lua

A explosão foi maior desde o início do monitoramento de impactos na Lua.
Rocha de 40 quilos tinha 30 cm de diâmetro e viajava a 90 mil km/h

Da Reuters

 
 
Equipamento da Nasa detecta impactos na Lua (Foto: Nasa/Reuters) 
Imagem mostra centenas de impactos de rochas com a Lua, registrados por equipamento da Nasa. O ponto em vermelho é a colisão mais recente, considerada a mais forte (Foto: Nasa/Reuters)
 
Um telescópio que monitora a lua capturou imagens de uma rocha de 40 quilos chocando-se contra a superfície lunar e criando um flash de luz, disseram cientistas da agência espacial americana (Nasa) nesta sexta-feira (15).

A explosão, que ocorreu em 17 de março, foi a maior registrada desde que a Nasa começou a controlar os impactos de meteoritos na lua, há oito anos. Até agora, houve mais de 300 choques. O ponto mais forte pode ser visto na imagem acima na marcação em vermelho.

"Ele explodiu em um clarão quase 10 vezes mais brilhante do que qualquer coisa que tenhamos visto antes", disse em comunicado Bill Cooke, do escritório de estudos de meteoritos da Nasa no Centro Espacial Marshall de Huntsville, no Alabama.

Um satélite da Nasa a orbitar a lua busca agora a cratera recém-formada que os cientistas acreditam que teria um tamanho de até 20 metros. O clarão era tão brilhante que qualquer pessoa que estivesse olhando para a lua no momento do impacto poderia tê-lo visto sem telescópio, afirmou a agência.

Depois de analisar as gravações digitais, os cientistas determinaram que a rocha espacial tinha 30 centímetros de diâmetro e viajava a cerca de 90.123 km/h quando bateu na lua.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Occhi su Saturno, star del cielo


Sabato 18 maggio 'Occhi puntati su Saturno' (fonte: Stellaria)  
Sabato 18 maggio 'Occhi puntati su Saturno' (fonte: Stellaria)
 
Occhi su Saturno in tutta Italia domani sera, con oltre 100 eventi fra osservazioni astronomiche, mostre, conferenze, attivita' per bambini. Il pianeta degli anelli si trova infatti in questi giorni alla distanza minima dalla Terra e, pioggia permettendo, poterlo osservare significa assistere ad uno spettacolo unico.

''Occhi su Saturno'' e' il nome dell'iniziativa nazionale lanciata nel 2012 dall'Associazione Stellaria di Perinaldo (Imperia) in collaborazione con l'Istituto di Astrofisica e Planetologia Spaziali (Iaps). ''A Perinaldo e' nato l'astronomo Gian Domenico Cassini e la manifestazione e' nata per celebrare i 300 anni dalla sua scomparsa'', spiega il segretario di Stellaria, Nicolo' Conte. A Cassini, autore della scoperta di quattro lune di Saturno e pdelle osservazioni sulla struttura degli anelli, e' dedicata la sonda che porta il suo nome e che dal 2004 invia a Terra straordinarie immagini di Saturno, delle sue lune e degli anelli.

''Senza dubbio - aggiunge Conte - Saturno e' una star del cielo. Dopo la Luna e' l'oggetto celeste piu' interessante per il grande pubblico''. Avvicinare all'astronomia sempre piu' persone e' l'obiettivo dell'iniziativa anche per Mario Di Sora, presidente della Unione Astrofili Italiani (Uai). Dalle associazioni di astrofili collegate alla Uai sono organizzate circa 80 degli oltre 100 eventi in programma per il 18 maggio. ''Un evento dedicato a uno specifico oggetto celeste diventa l'occasione per far conoscere anche altri oggetti del cielo e far osservare, per esempio, la Luna e altri pianeti'', rileva Di Sora.

''In questo periodo Saturno Saturno ha appena superato la minima distanza dalla Terra ed e' visibile per tutta la notte, spiega l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. In occasione della Notte dei Musei, domani sera il Virtual Telescope sara' attivo dallo spazio antistante il Planetario, anziche' dall'osservatorio Bellatrix di Ceccano (Frosinone).

Le immagini del Virtual Telescope saranno trasmesse in diretta streaming sul canale ANSA Scienza e Tecnica a partire dalle 22,30 di sabato 18 maggio.


Mais

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Il nastro di fuoco di Orione

Il nastro di fuoco nella costellazione di Orione osservato dal telescopio Apex (fonte: ESO/Digitized Sky Survey 2)  
Il nastro di fuoco nella costellazione di Orione osservato dal telescopio Apex 
(fonte: ESO/Digitized Sky Survey 2)
 
C’è un nastro di fuoco nella costellazione di Orione, a 1,350 anni luce dalla Terra: è dovuto al bagliore emanato dai grani di polveri fredde da cui nasceranno le stelle.

Osservata dal telescopio Apex in Cile, questa struttura è formata da emissioni di luce di colore arancione che viaggiano su lunghezze d'onda invisibili per l'occhio umano.

Le nubi di gas e polveri interstellari sono le materie prime da cui sono fatte le stelle, ma sono difficili da osservare. Il telescopio Apex, situato a 5.000 metri di quota sulle Ande Cilene e gestito dall'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso) è invece lo strumento ideale per questo tipo di osservazioni. Riesce infatti a rivelare le deboli emissioni di questi grani freddissimi, che hanno temperature di poche decine di gradi sopra lo zero assoluto.

Questa nuova spettacolare immagine mostra solo una parte della Nube Molecolare di Orione, ricca di nebulose brillanti, giovani stelle calde e fredde nubi di polvere. La grande nube luminosa in alto a destra dell'immagine è la Nebulosa di Orione, la parte più brillante di un enorme vivaio di astri ed è anche la culla di stelle più vicina alla Terra. La nebulosa è facilmente visibile a occhio nudo come una stella leggermente sfocata nella spada di Orione.
 
Le nubi di polvere formano invece filamenti e bolle scolpiti dai venti emessi dai giovani astri. In questa regione, grazie alle immagini di Apex e del telescopio spaziale Herschel dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa), sono stati scoperti 15 embrioni di stelle, oggetti rarissimi, probabilmente fra le più giovani protostelle mai individuate, che permettono di osservare i primi momenti in cui una stella comincia a formarsi.


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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Eclissi anulare di Sole

Il Sole è diventato un cerchio di
fuoco, nella spettacolare eclissi anulare avvenuta fra il 9 e il 10 maggio nell’emisfero Sud, visibile da Australia, Nuova Guinea e Isole Salomone. E’ un fenomeno piuttosto raro, nel quale la Luna raggiunge una posizione intermedia fra la Terra e il Sole, raggiungendo una distanza dalla Terra superiore rispetto a quella media, di 384.400 chilometri.


In questi giorni infatti la Luna si sta avvicinando al punto della sua orbita più lontano dalla Terra (apogeo) e si trova a poco più di 400.000 chilometri dal nostro pianeta. Il diametro del suo disco appare perciò leggermente più piccolo rispetto a quello del Sole. Di conseguenza, nella fase massima dell’eclissi, quando la Luna raggiunge la posizione intermedia fra la Terra e il Sole, il diametro di quest’ultimo appare coperto solo fino al 95% e tutto quello che resta visibile della nostra stella è un anello luminoso.

Anche le prossime eclissi anulari di Sole saranno visibili lontano dall’Italia. Secondo i dati resi noti dall’Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) la prossima è prevista il 3 novembre 2013 e sarà visibile da Oceano atlantico e Africa, il 29 aprile 2014 dall’Antartide 20, il primo settembre 2016 da Madagascar e Oceano Indiano, il 26 febbraio 2017 da Sud America, Oceano Atlantico e Africa. L’eclissi anulare di Sole del 26 dicembre 2019 sarà visibile da Arabia, India, Sumatra e Borneo, quella del 21 giugno 2020 da Africa, Arabia. Il 10 giugno 2021 lo spettacolo sarà visibile da Canada, Artico e Siberia.


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