terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sonda da Nasa que hibernava acorda para começar missão rumo a Plutão


Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)

Do G1 em São Paulo - Depois de nove anos e uma jornada de 4,8 bilhões de km, a sonda robótica New Horizons, da Nasa, foi acordada da hibernação para dar início à sua missão sem precedentes: o estudo do planeta anão Plutão e seu lar, o Cinturão de Kuiper.

O "despertador" estava preparado para tocar neste sábado (6) e, 90 minutos depois, o veículo já começou a transmitir informações para a Terra sobre suas condições, incluindo o dado de que estava de volta ao modo "ativo".
A observação científica de Plutão, suas muitas luas e outros corpos no quintal congelado do Sistema Solar começam em 15 de janeiro, segundo o gerente do programa.
Plutão fica no Cinturão de Kuiper, uma região de miniplanetas congelados orbitando o Sol além de Netuno. É a última região inexplorada do Sistema Solar.
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Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto: Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)
Concepção artística da espaçonave New Horizons
(Foto:Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied
Physics Laboratory/Southwest Research Institute)
"É difícil subestimar a evolução que está acontecendo em nossa visão da arquitetura e do conteúdo de nosso Sistema Solar como resultado da descoberta do Cinturão de Kuiper", disse o cientista Alan Stern, líder da pesquisa. A sonda deve fazer sua maior aproximação de Plutão em 14 de julho.
Desde sua descoberta, em 1930, Pluão em sido um mistério, parcialmente por causa de seu tamanho relativamente pequeno. Cientistas lutaram para explicar por que um planeta com um raio de 1.190 km poderia existir além dos planetas gigantes de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Em 1992, astrônomos descobriram que Plutão, que fica 40 vezes mais longe do Sol do que a Terra, não estava sozinho em seu tamanho diminuto, o que levou a União Astronômica Internacional a reconsiderar sua definição de "planeta".
Em 2006, com a sonda New Horizons já a caminho, o título de "nono planeta do Sistema Solar" foi tirado de Plutão, que se tornou um planeta anão, categoria que tem mais de mil exemplares no Cinturão de Kuiper.
Com a aproximação do New Horizons, cientistas estão ansiosos pela primeira espiada no domínio inexplorado.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Oggi il passaggio ravvicinato di un asteroide

E' probabilmente un frammento di Luna l'asteroide ch oggi si avvicinerà alla Terra, a distanza di sicurezza (fonte: NASA/JPL-Caltech)


Sembra un frammento di Luna l'asteroide 2014 WX202 che oggi passa vicino alla Terra. Con un diametro di appena cinque metri, raggiungerà la minima distanza dalla Terra di 385.000 chilometri alle 20,56 italiane. Dopo pochi giorni, il 10 dicembre, anche un altro asteroide si avvicinerà al nostro pianeta. 

Oer entrambi la distanza è di tutta sicurezza, senza alcun rischio di impatto. 

Il piccolo 2014 WX202 ha attirato l'interesse degli astronomi per le sue caratteristiche, che non lo fanno somigliare a un asteroide. L'ipotesi è che possa essere stato scagliato nello spazio dopo lacollisione di un meteorite con la Luna. ''Ha una velocità relativa rispetto alla Terra alquanto modesta, pari a 1,6 chilometri al secondo. Di solito gli asteroidi sono più veloci e questo fa pensare che sia un frammento di Luna, oppure spazzatura spaziale'', spiega l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma 

L'ipotesi del frammento lunare è alimentata anche dalla distanza a cui passerà l'oggetto, che è molto simile a quella della Luna, che dista dalla Terra 384.400 chilometri. ''Osservazioni ottenute nelle prossime ore – sottolinea Masi - potranno chiarire la questione''. 

Il 10 dicembre si avvicinerà anche 2014 WU200. Del diametro di circa sei metri, raggiungerà il massimo avvicinamento alle ore 17,15 italiane, quando transiterà a 460.000 chilometri dal nostro pianeta. E' il terzo asteroide a salutare la Terra nell'arco di pochi giorni. Il 2 dicembre si infatti è avvicinato 2014 WC201 alla distanza di 540.000 chilometri, ed è stato visibile anche dall'Italia.


www.ansa.it

Parceria entre Brasil e China, satélite Cbers-4 é lançado ao espaço


Fábio França
Do G1 Vale do Paraíba e Região


O satélite Cbers-4, feito em parceria entre Brasil e China, foi lançado na madrugada deste domingo (7) ao espaço. O equipamento foi lançado ​a 1h26 (horário de Brasília) pelo foguete Longa Marcha​ 4B da base localizada na cidade de Taiyuan, nordeste da China. O sucesso da operação foi confirmado à ​1h39, quando o equipamento atingiu altitude de 778 quilômetros, ​distância necessária para que entrasse em órbita e iniciasse a abertura do painel solar.
Uma comitiva brasileira que contou com o ministro da Ciência e Tecnologia, Clélio Campolina Diniz, com o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi, e com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, acompanhou o lançamento no país asiático.
No Brasil, o lançamento foi acompanhado por pesquisadores do Inpe, em São José dos Campos (SP). "​O lançamento foi um sucesso e o satélite se separou do foguete sem problemas​. Já recebemos informações sobre os primeiros sinais vitais e ele deve passar sobre o Brasil por volta das 11h deste domingo", disse o ​chefe do centro de rastreio e controle de satélites do Inpe​, Dr.​ Pawel Rozenfeld​.
De acordo com Rozenfeld, os três primeiros meses do satélite em órbita serão voltados a testes​ nas câmeras.
Satélite Cbers4 (Foto: G1/Arte)Satélite Cbers4 (Foto: G1/Arte)
Tecnologia
O satélite é equipado com quatro câmeras de alta resolução que vão coletar imagens com alta fidelidade de atividades agrícolas e contribuir com o monitoramento da Amazônia, auxiliando no combate de possíveis desmatamentos ilegais e queimadas.

O Cbers-4 tem o mesmo formato e mecanismos do Cbers-3, com modernização da tecnologia das câmeras de observação da Terra. Segundo a AEB, uma das inovações do Cbers-4 é a MUX, primeira câmera para satélite inteiramente desenvolvida e produzida no Brasil.
O Cbers-4 foi acoplado ao veículo lançador no dia 1º de dezembro na base chinesa. Na última quinta (4), o Cbers-4 passou por diversas checagens de sistemas de rastreamento elétrico, de combustível, câmeras, telemetria - monitoramento de dados à distância - e pressão. A bateria de testes levou mais de cinco horas para ser concluída.
O satélite é o quinto equipamento construído em parceria com o país asiático e teve o lançamento adiantado após o fracasso na tentativa de enviar ao espaço o Cbers-3, em dezembro do ano passado. Inicialmente, o Cbers-4 só seria lançado em 2015.
Projeto
Iniciado nos anos 1980, o programa Cbers (sigla em inglês para China-Brazil Earth Resources Satellite) é coordenado pela AEB e desenvolvido pelo Inpe.

O Cbers-4 é o quinto satélite do Programa Cbers. Antes dele foram lançados o Cbers-1 (1999), Cbers-2 (2003) e o Cbers-2B (2007). Uma falha no lançador chinês impediu a colocação em órbita do Cbers-3, em dezembro de 2013.


sábado, 6 de dezembro de 2014

Nave Orion da Nasa é lançada para primeiro voo de testes

Da France Presse/g1.globo.com

Nasa realizou nesta sexta-feira (5) o lançamento bem-sucedido de sua nave não tripulada Orion para um voo de testes da cápsula espacial que no futuro pode levar seres humanos a um asteroide e inclusive a Marte.
O lançamento ocorreu às 7h05 (10h05 de Brasília) a partir da base de Cabo Canaveral.
O potente foguete Delta IV Heavy, que havia apresentado problemas na quinta-feira (4), foi lançado normalmente, segundo imagens transmitidas ao vivo.
Orion é a primeira cápsula americana projetada para levar seres humanos ao espaço exterior desde as missões Apolo, que há quatro décadas transportaram o homem à Lua.
Neste primeiro voo de testes da Orion será avaliado o rendimento da cápsula espacial diante de desafios-have, como a separação por etapas do foguete, a elevada radiação, o forte calor (de 2.200°C) e o pouso com para-quedas perto do sudoeste de San Diego, na Califórnia.

Cientistas alertam para asteroides e dizem que Terra está na 'linha de tiro'

Da BBC - Um grupo de mais de 100 cientistas, astronautas e líderes empresariais pede às autoridades o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e destruição de asteroides que coloquem em risco a vida no planeta Terra.

Reunidos em um evento no Museu de Ciência de Londres para lançar o Dia do Asteroide, a ser celebrado a partir de 2015, os cientistas alertaram para o "catastrófico" risco de um impacto.

"Há um milhão de asteroides no sistema solar que têm o potencial de atingir a Terra e destruir uma cidade inteira. Até agora, localizamos menos de 10 mil - somente 1% - deles. Mas temos tecnologia para mudar esta situação", declarou Martin Rees, professor emérito de Cosmologia e Astrofísica da Universidade de Cambridge.

Ao lado de nomes como o guitarrista da banda Queen, Brian May, também doutor em astrofísica, Rees listou as sugestões do grupo de cientistas:

- Empregar a tecnologia disponível para detectar e monitorar asteroides com traçado próximo à Terra e que representem ameaças à população através da ação de organizações filantrópicas e governos.

- Acelerar em 100 vezes a descoberta e o monitoramento de asteroides que circulem próximos à Terra para um número de cerca de 100 mil (descobertas) por ano nos próximos dez anos.

-Adoção global do Dia do Asteroide, em 30 de junho, para aumentar a consciência sobre os danos que os corpos celestes poderiam provocar e sobre a necessidade de prevenção. Embora diga que este tipo de fenômeno é improvável, o astrofísico afirma que a Terra está "na linha de tiro".

Já o guitarrista e astrofísico Brian May disse que, embora as chances sejam pequenas, "basta um asteroide" em um milhão com risco de acertar a Terra para que ocorra uma tragédia global.

"Um corpo de 200 metros de diâmetro que caia no oceano pode provocar tsunamis que poderiam devastar toda a costa Leste dos Estados Unidos e uma parte da Europa", agregou Martin Rees.

"A cada dez milhões de anos, um corpo de alguns quilômetros de diâmetro - um asteroide ou um 
cometa - vai acertar a Terra, causando uma catástrofe global equivalente a milhões de bombas atômicas", concluiu Rees.

A declaração com as sugestões foi assinada por cientistas, físicos, artistas, astronautas e homens de negócios de 30 países.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

L'asteroide 2014 KC46 non colpirà la Terra

Si temeva la probabilità di un impatto nel 2091


Rappresentazione artistica degli oggetti vicini alla Terra (Neo) (fonte: Esa)

Non colpirà la Terra l'asteroide 2014 KC46, che si temeva potesse avere la probabilità di collidere con il nostro pianeta nel 2091. È quanto mostrano le osservazioni del Large Binocular Telescope (Lbt), il grande telescopio binoculare operativo in Arizona, al quale partecipa anche l'Italia con l'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).

Scoperto nel maggio scorso, l'asteroide 2014 KC46 fa parte dei cosiddetti 'Near-Earth Objects' (Neo), oggetti vicini alla Terra potenzialmente a rischio di collisione. Del diametro di circa 100 metri, l'asteroide è stato subito classificato tra gli oggetti celesti che avevano una probabilità non trascurabile, per quanto piccola, di colpire la Terra. Tuttavia le prime indagini non avevano la precisione sufficiente per chiarire la situazione. In questi casi, rileva l'Inaf, bisogna osservare nuovamente l'asteroide per calcolare l'orbita con accuratezza sempre maggiore, fino a escludere o confermare definitivamente la probabilità di impatto. ''Noi stessi siamo rimasti sorpresi dei risultati'' sottolinea l'astronomo Adriano Fontana, dell'Inaf e responsabile del centro italiano delle osservazioni di Lbt. Il telescopio binoculare, rileva Fontana, ''è infatti riuscito nella difficilissima impresa di catturare la flebile traccia dell'asteroide, 120 miliardi di volte meno luminoso di Sirio, la stella più brillante del nostro cielo''. 

Un successo possibile, secondo l'esperto, grazie alle caratteristiche uniche del telescopio: ''grande campo di vista, abbinato alla capacità di scorgere oggetti molto deboli grazie ai due specchi principali da 8,4 metri di diametro''. Per Ettore Perozzi, responsabile delle operazioni presso il centro dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) per la sorveglianza dei Neo, il risultato dimostra ''come sia di fondamentale importanza riuscire a condurre osservazioni di Neo in tempi molto rapidi, così da 'mettere in sicurezza' la loro orbita e, allo stesso tempo conferma la straordinaria capacità che possiede Lbt di individuare oggetti celesti assai deboli e la cui posizione nel cielo non è nota con sufficiente precisione''

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fotógrafo filma momento em que meteoro explode ao atingir atmosfera

Imagem foi gravada na Dakota do Sul (Foto: Reprodução/Youtube/Wes Eisenhauer)

Do G1 em São Paulo - O fotógrafo Wes Eisenhauer estava fotografando e filmando o céu noturno do estado americano da Carolina do Sul quando registrou uma imagem rara: um meteoro atinge a atmosfera terrestre e explode, provocando uma dispersão de gases no formato de um anel.

Em seu blog, Eisenhauer conta que estava fazendo um vídeo com a técnica de timelapse entre 22h e 23h (horário local) no dia 16 de outubro. Segundo ele, a escolha do horário foi aleatória. "Eu apenas olhei para cima e estava lá", comentou em seu canal no YouTube. Veja o vídeo.
O vídeo, composto de 120 fotografias com exposição de 30 segundos, foi publicado nas plataformas Vimeo, YouTube e Reddit, onde se tornou viral. "Parece que o que eu capturei foi uma ocorência bem rara. Os acontecimentos tomaram um rumo emocionante", escreveu o fotógrafo em seu blog.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Cometa da missão Rosetta pode ter moléculas orgânicas

Roma - Sinais da presença de moléculas orgânicas podem ter sido encontrados no cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, segundo o Centro Aeroespacial Alemão (DLR), que se baseou em dados preliminares enviados pelo robô Philae.

    No entanto, de acordo com o órgão, a análise das substâncias achadas ainda está em andamento. A descoberta foi feita por um instrumento responsável por "aspirar" e avaliar os gases emitidos pelo cometa.

    Além disso, um braço mecânico colocado no Philae "martelou" a superfície do astro e descobriu que ele tem uma superfície dura, comparável à do gelo e coberta por uma camada de 10 a 20 centímetros de pó. (ANSA)

www.ansabrasil.com.br

domingo, 16 de novembro de 2014

Após pouso em cometa, veja quais os próximos desafios no espaço

Da BBC - O robô Philae fez história ao pousar na superfície de um cometa a 500 milhões de quilômetros da Terra. O módulo, enviado pela sonda Rosetta, enviará para a Terra dados com os quais os cientistas pretendem ajudar a elucidar questões fundamentais sobre a formação do Sistema Solar e a própria vida no nosso planeta.
Uma teoria sustenta que os cometas foram responsáveis pela distribuição de água aos planetas. Outra ideia é que eles poderiam ter "semeado" a Terra com a química necessária para dar o pontapé inicial na biologia.
Enquanto os cientistas analisam as imagens que começam a ser enviadas pela sonda, outras explorações espaciais estão em andamento - com prospectos igualmente animadores para a Ciência. Veja algumas das iniciativas.

Hubble, Spitzer e Kepler

Imagem captada pelo telescópio Hubble mostra galáxia a 25 milhões de anos-luz da Terra
Com esses três telescópios, os cientistas vêm explorando o universo há alguns anos. A missão Kepler, lançada em 2009 para identificar planetas habitáveis, já encontrou um planeta do tamanho da Terra orbitando uma estrela -a uma distância do corpo em que água líquida pode se concentrar em sua superfície.

Curiosity

Buraco em Marte realizado pela exploração da sonda Curiosity
Curiosity explora atualmente uma montanha em Marte
A sonda da Nasa em Marte encanta os fãs de exploração espacial com as imagens do planeta vermelho. Atualmente, o veículo está explorando uma montanha em Marte e, como resultado, já levou à criação de um mapa mineral do planeta, que vai ajudar a guiar futuras missões.

New Horizon

Desenho artístico da missão New Horizon orbitando Plutão
Plutão ainda não recebeu nenhuma espaçonave, portanto os cientistas não têm uma visão detalhada de sua geografia. No entanto, a missão da Nasa chamada "Novos Horizontes", lançada em 2006, deve mudar isso no ano que vem. A sonda deve ser retirada de seu período de hibernação nas próximas semanas para se preparar para sua missão histórica com o corpo celeste.

Missão Dawn

Croquis artístico ilustrando a aproximação da missão Dawn do planeta-anão Ceres
Em uma ambiciosa missão da Nasa, uma nave foi lançada para orbitar dois gigantescos corpos celestes localizados entre Marte e Júpiter. O veículo já orbitou o protoplaneta Vesta por mais de um ano e agora deve atingir o planeta-anão Ceres em abril de 2015. A expectativa dos cientistas é que a missão forneça novos dados sobre a formação e a evolução do Sistema Solar.

Cassini

Imagem mostra reflexo do sol na lua de Titã
A missão conjunta entre Estados Unidos e Europa foi lançada em 1997. A sonda já explorou os anéis de Saturno e muitas de suas luas congeladas. A Cassini pousou em Titã, a maior lua de Saturno, em 2005. Os cientistas estão especialmente interessados em Titã porque pode haver semelhantes com a Terra em seus primeiros anos. A missão seguirá em curso até 2017, pelo menos.

sábado, 15 de novembro de 2014

Torna la super macchia solare

In Italia nasce la rete di sorveglianza del 'meteo spaziale'


Un gigantesco filamento solare (fonte: NASA)

È tornata la più grande macchia solare degli ultimi 25 anni. Chiamata AR12192, la macchia è di nuovo visibile, anche se la sua attività appare più moderata rispetto alla sua prima comparsa, a metà ottobre, quando aveva generato intense eruzioni.


Prevedere gli effetti delle eruzioni solari
Il punto ''non è tanto prevedere se ci sarà o meno un'eruzione solare, quanto riuscire a comprendere quali siano le caratteristiche che permettono di stabilire subito se l'eruzione avrà un impatto sulla Terra'', spiega Vincenzo Carbone, presidente del primo gruppo di lavoro italiano dedicato alla meteorologia spaziale, lo Swico (Space Weather Italian Community) e docente di Fisica dei sistemi complessi nell'università della Calabria. Fra gli obiettivi dello Swico c'è la realizzazione entro il 2016 del primo servizio di 'meteo spaziale' in Italia.

Allerta rapida
Compito di iniziative come questa è riuscire a dare in tempo utile l'allerta nel caso in cui le particelle liberate dall'attività solare possano colpire la Terra, causando tempeste geomagnetiche capaci di danneggiare i satelliti per le telecomunicazioni o di provocare blackout elettrici. Oltre a tenere d'occhio il Sole, obiettivo del servizio sarà controllare le possibili minacce che potrebbero arrivare da detriti spaziali e asteroidi che rischiano di incrociare l'orbita della Terra.

Limitare i danni delle tempeste solari
''Siamo una società molto dipendente dalla tecnologia spaziale'' sottolinea Carbone. Basti pensare, aggiunge, che l'intensa tempesta geomagnetica accaduta nel 1859 causò solo spettacolari aurore e problemi ai telegrafi ma oggi, solo negli Stati Uniti, provocherebbe danni per 2.000 miliardi di dollari, fra guasti alla rete elettrica e ai satelliti per le telecomunicazioni. ''Sapendo in anticipo che sta per arrivare una tempesta geomagnetica, per non subire danni - rivela l'esperto - basta spegnere i dispositivi interessati''.

Studiare le spie degli eventi più pericolosi
Ovviamente non si può spegnere una centrale elettrica ogni volta che c'è il rischio di una tempesta geomagnetica ma, aggiunge, ''possiamo concentrarci solo sugli eventi potenzialmente più dannosi e monitorali''. Inoltre, aggiunge, la rete di esperti italiani che fa parte di Swico, intende intensificare gli studi sui fenomeni solari, come eruzioni e l'emissione di bolle di gas dalla corona, attualmente imprevedibili, per comprendere se ci siano 'spie' che possano annunciarli

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Módulo Philae envia dados de cometa, mas está ficando sem energia

Do G1 em São Paulo

Imagem divulgada pela Agência Espacial Europeia mostra o robô Philae na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Montada a partir de duas das seis fotos feitas pelo instrumento Çiva, a imagem mostra o módulo Philae na superfície do cometa (Foto: Reuters/ESA/Rosetta/Philae/ÇIVA)


O módulo Philae começou a enviar dados de dois dos experimentos realizados sobre o cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, no qual aterrissou na última quarta-feira (12), após se separar da sonda Rosetta.
Mas os cientistas estão preocupados com uma possível falta de energia do equipamento, que pode interromper o fluxo de dados para a Terra.
Segundo informou a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), durante a noite começaram a funcionar os sensores projetados para estudar a densidade e as propriedades térmicas e mecânicas da superfície do cometa (Mupus, em inglês).
Também foi iniciado o espectômetro APXS, que deve detectar partículas alfa e raios X para coletar informação sobre a composição elementar da superfície.
A coleta de informações científica se apresenta muito rica, mas as horas de vida que o robô tem pela frente são poucas, porque no ponto em que se encontra pousado não há exposição à luz solar. "Ele só tem poucas horas de vida com sua bateria. Depois são as baterias solares que deverão assumir a função, mas o robô está na sombra", explicou Philippe Gaudon, chefe do projeto Rosetta no Centro Nacional de Estudos Espaciais da França.
"Temos apenas 1,5 hora de luz solar invés das 6 ou 7 horas previstas", afirmou, por sua vez, Koen Geurts, um dos diretores de voo da ESA. "Não é a situação que esperávamos", admitiu.
Nestas circunstâncias e, apesar de tudo parecer operar corretamente no robô, os especialistas decidiram adiar algumas de suas operações de observação científica, como a perfuração do solo destinada a analisar as entranhas do cometa.
Pouca luz solar

O módulo, apoiado na superfície com duas de suas patas e com a terceira no ar, leva uma bateria que lhe dá autonomia energética de até dois dias. Depois, o que lhe resta de vida útil dependerá dos painéis solares.
A ESA esperava que o Philae tivesse entre seis e sete horas de luz solar por dia, mas só recebe uma hora e meia. O módulo, que mantém sem problemas sua comunicação com a Rosetta durante as horas nas quais esta tem visibilidade, já enviou as primeiras imagens do cometa.
O Philae se comunica através da Rosetta e os sinais que enviam chegam à Terra 28 minutos depois, porque viajam à velocidade da luz e as naves se encontram a uma distância de 511 milhões de quilômetros.

Feito inédito
A Europa fez história na quarta-feira (12) ao conseguir pousar seu primeiro robô em um cometa. O laboratório mecanizado, do tamanho de uma geladeira e com cerca de 100 quilos de peso, tocou a superfície do cometa em uma manobra de alto risco, a mais de 510 milhões de quilômetros da Terra.

Aprovada em 1993 e com custo de 1,3 bilhão de euros (US$ 1,6 bilhão), a missão Rosetta se lançou ao espaço em 2004, levando junto o módulo Philae, equipado com 10 instrumentos. Sonda e robô alcançaram seu alvo em agosto deste ano, usando o empuxo gravitacional da Terra e de Marte como verdadeiros estilingues espaciais.
Ao orbitar lentamente o "67P" desde agosto, Rosetta fez algumas observações surpreendentes sobre o cometa. Seu contorno lembra de alguma forma o de um patinho de borracha, mais escuro que o carvão e com uma superfície retorcida e bombardeada por bilhões de anos no espaço, o que fez dele um ponto difícil de pousar.
Segundo a teoria corrente, os cometas bombardearam a nascente Terra há 4,6 bilhões de anos, trazendo moléculas de carbono e a preciosa água, partes importantes da "caixa de ferramentas" fundamental para a vida no nosso planeta.
O que quer que aconteça com sua carga, a Rosetta continuará a acompanhar o cometa, analisando-o com 11 instrumentos quando orbitar o Sol no ano que vem. A missão está prevista para terminar em dezembro de 2015.
Montagem mostra uma combinação panorâmica de fotos tiradas pelo módulo Philae (Foto: Divulgação/ESA)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agência espacial capta 'canto' de cometa

Música inaudível para ouvido humano está intrigando cientistas. Internautas sugerem que barulho seja de um ET.


Da BBC








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