segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Nossos Cálculos - Lua


Aqui estão alguns resultados dos cálculos obtidos nas planilhas Excel para a Lua:

Quarto Minguante: 2007 novembro 1º, às 21h19

nodo descendente: 2007 novembro 5, às 0h36

apogeu: 2007 novembro 9, às 12h32

Lua Nova: 2007 novembro 9, às 22h47

nodo ascendente: 2007 novembro 18 às 13h47

Quarto crescente: 2007 novembro 17 às 22h33

Lua cheia: 2007 novembro 24 às 14h30


Marco Aurélio A da Silva
Pirassununga - SP

Discovery se desacopla de estação espacial e começa retorno à Terra


O ônibus espacial Discovery se desacoplou da Estação Espacial Internacional (ISS) e começou o retorno à Terra com sete tripulantes a bordo, informou um porta-voz da Nasa na Rússia.
Durante os dezesseis dias de missão, os ocupantes do Discovery realizaram quatro caminhadas espaciais e consertaram os painéis solares que limitavam o fornecimento energético da plataforma orbital, segundo as agências russas.


A aterrissagem do Discovery deve ocorrer na quarta-feira (7) no Centro Espacial Kennedy, no sul da Flórida, às 16h17 de Brasília.


Fonte: Globo on line

Satélite chinês começa a orbitar ao redor da Lua


O satélite chinês "Chang'E I", que marca o início do programa lunar do país asiático, iniciou neste domingo (4), com sucesso a primeira de suas órbitas ao redor da Lua, segundo fontes do Centro de Controle Aeroespacial de Pequim citadas pela agência estatal "Xinhua". O "Chang'E I", lançado no dia 24 de outubro na base espacial de Xichang, reduziu sua velocidade pouco antes de chegar ao perilúnio (ponto mais próximo entre o satélite e a Lua) para entrar na órbita lunar, por volta das 11h38 (1h38 de Brasília).


O chefe do centro de controle, Wang Yejun, explicou que a partir de agora o satélite "Chang'E I" reduzirá sua velocidade - que no perilúnio era de 2,4 quilômetros por segundo - para que a gravidade da Lua lhe atraia gradualmente.


A sonda lunar deve enviar sua primeira imagem da Lua no final de novembro e continuará explorando o astro durante um ano, com fotografias em três dimensões e análise da distribuição dos elementos em sua superfície.


Fonte: EFE

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Urânia

Talvez já tenham lido em emails uma saudação onde dizemos "saudações em Urânia". Sabem o que significa?

Urânia era, na Mitologia Grega, uma das nove Musas - as Ninfas que inspiravam as Artes.
Urânia era responsável pela Astronomia.
Na Mitologia, Urânia (em grego: Ουρανία - A celestial) era a musa da Astronomia e da Astrologia. Segundo diversas fontes, era filha de Urano, gerada sem mãe ou, ainda, de Zeus e Mnemósine.

Urânia era mãe de Lino, cujo pai era Apolo. É a menor de todas as musas.

Esta saudação é muito comum entre os astrônomos.

Saudações em Urânia !

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Astrônomos anunciam a descoberta de três planetas extra-solares

O astrônomo e caçador de planetas Andrew Collier Cameron, da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, anunciou nesta quinta-feira (31), junto com sua equipe, a descoberta de três novos planetas fora do Sistema Solar. Acredita-se que os novos astros sejam tão grandes quanto Júpiter -- o maior planeta em órbita do Sol.

Eles receberam o nome de WASP-3, WASP-4 e WASP-5 por conta do projeto WASP -- coordenado em conjunto por três universidades --, que busca justamente encontrar grandes planetas no espaço.

Fonte: Globo on line












Cientistas detectam possível existência de água na região equatorial de Marte


Vista da divisa topográfica entre os planaltos e as planícies marcianas(Foto: ESA/ASI/NASA/Univ. of Rome/Smithsonian)


As colinas do equador de Marte poderiam conter água em volume similar ao de uma calota polar, revelou um estudo divulgado nesta quinta (1) pela revista "Science".

Segundo cientistas da Universidade do Kansas e do Instituto Tecnológico da Califórnia, a possível existência de água foi revelada por dados proporcionados pelo radar da sonda "Mars Express". A existência de água no passado remoto de Marte foi confirmada há três anos pelos veículos exploradores "Spirit" e "Opportunity" da Nasa. Outras observações do planeta indicaram que também poderia haver água em grandes quantidades em seus pólos. Até agora, não havia suspeitas de que pudesse haver água no equador marciano.

As colinas se encontram na formação "Medusae Fossae", no equador de Marte, e até agora se supunha que eram compostas por cinza vulcânica e sedimentos arrastados pelo vento. No entanto, ao analisar o eco do radar após sua passagem através dos sedimentos, os cientistas determinaram que ele tinha as mesmas características da água congelada.

Se for confirmado que as colinas contêm grandes quantidades de gelo, o volume de água poderia ser similar ao dos depósitos do pólo sul, assinalaram. No entanto, os cientistas advertiram que não se descarta a possibilidade de que os sedimentos sejam formados por material de baixa densidade, que conteria pouco volume de gelo.

Fonte: Globo on line


Danos na ISS fazem Nasa adiar saída ao espaço

Às voltas com dois problemas graves na construção da Estação Espacial Internacional, a Nasa adiou pelo menos até sexta-feira uma importante saída em que astronautas tentariam consertar um painel de energia solar danificado.

A caminhada espacial que estava prevista para quinta-feira inicialmente serviria para inspecionar uma junta defeituosa que serve para girar outro painel de energia solar na direção do Sol. Mas na quarta-feira o centro de controle da missão avisou aos astronautas que os planos haviam mudado.

"Vamos apostar (em fazer a caminhada) no dia 11 do vôo (sexta-feira), e se realizarmos isso o conteúdo disso será o negócio da asa do equipamento solar", disse ele aos dez astronautas do ônibus Discovery e da Estação Espacial.

A repentina mudança de planos revela a incerteza da Nasa sobre como lidar com os problemas simultâneos, que obriga a agência a travar três enormes equipamentos de energia solar, para evitar mais danos e para manter a estabilidade da estação.A missão até então tranquila se complicou no domingo, quando aparas de metal foram achadas na junta de três metros que gira um dos painéis. Os astronautas Scott Parazynski e Douglas Wheelock deveriam examinar a peça mais detalhadamente na quinta-feira e eventualmente consertá-la. Mas na terça-feira um outro painel solar sofreu um rasgo de 75 centímetros quando era aberto, e o gerente do programa da estação, Mike Suffredini, disse então que preferia que os astronautas cuidassem disso.

A Nasa não sabe o que provocou os problemas nem se haverá conserto possível. A comandante do ônibus Discovery, Pamela Melroy, disse na quarta-feira a jornalistas que a luz do sol estava prejudicando a visão dos astronautas que monitoravam por vídeo o processo de abertura do painel solar rasgado, como a vela de um barco, e por isso não viram o estrago acontecendo.

"Podemos agora rever o que fizemos, e poderia haver outras coisas que poderíamos ter feito, mas acho que certamente abortamos (a abertura do painel) assim que vimos que alguma coisa não estava certa", afirmou.

A Nasa prepara a chegada de dois novos laboratórios à estação, a partir de dezembro, mas Suffredini disse que relutaria em manter os planos de ampliação do complexo orbital até que os painéis solares sejam restaurados. A agência já acrescentou um dia à missão do Discovery, que agora tem volta à Terra marcada para o dia 7, e funcionários do Centro Espacial Johnson dizem que uma nova prorrogação é possível.

A Nasa tem pressa em concluir as obras da estação antes de 2010, quando aposentará sua frota de ônibus espaciais.

Fonte: O Globo on line

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Casal galáctico 'dança' e gera novas estrelas

Baile cósmico foi flagrado em detalhes por observações do Telescópio Espacial Hubble.

As galáxias se dividem em diversos tipos morfológicos e diversas classes, dependendo do critério escolhido. Uma dessas classes é a de galáxias em interação: galáxias que efetivamente interagem com outras, roubando ou cedendo matéria. Existem catálogos inteiros só de galáxias desse tipo. Talvez o mais famoso deles seja o Arp, compilado por Halton Arp nos anos 1960.


Esta nova foto do Hubble mostra em detalhes sem precedentes o par de galáxias conhecido como Arp 87. A excelente resolução do telescópio espacial mostra as galáxias NGC 3808 (à direita) e NGC 3808A (à esquerda) unidas por um braço de matéria.NGC 3808 é uma galáxia do tipo espiral vista quase totalmente de frente, e sua companheira de dança também é uma espiral, mas vista de perfil.


O detalhe interessante em NGC 3808A é que ela possui um anel de estrelas que orbita o plano do disco quase na perpendicular. Esse anel é chamado de "anel polar". Ele é formado por gás e poeira que saem de NGC 3808 e são atraídos pela companheira, e contém diversas regiões extremamente jovens.É fácil de notar que ambas as galáxias mostram os sinais da deformação provocada pela presença da outra galáxia.


Essas deformações são produzidas pela interação gravitacional de ambas, que também é responsável pela formação de novos berçários de estrelas. Já se sabe há algum tempo que choques entre galáxias são capazes de produzir novas regiões de formação estelar. Em especial, algumas galáxias em colisão têm os maiores níveis de formação estelar já observados.


Essas galáxias possuem um grande número de superaglomerados de formação de estrelas, muito mais do que estamos acostumados a ver nas vizinhanças de nossa galáxia. Essas regiões com intensa atividade de nascimento de estrelas são evidenciadas pelas cores azuladas nas duas galáxias.


Fonte: Globo on line

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Painel solar rasga ao ser instalado na Estação Espacial Internacional

Um dos painéis solares instalados pelos astronautas da Nasa na Estação Espacial Internacional (ISS) se rasgou, nesta terça (30), no momento em que foi acionado, levando à interrupção da operação.
Os astronautas Scott Parazynski e Doug Wheelock completaram às 13h53 (em Brasília) o terceiro dos cinco dias de trabalho externo que estão previstos nesta missão da nave Discovery, acoplada à Estação desde quinta-feira (25).

Dano no painel solar da Estação Espacial Internacional (ISS) (Foto: Nasa)

A caminhada espacial desta terça durou sete horas e oito minutos. O objetivo foi instalar uma viga com painéis solares de mais de 15 toneladas que servirão para aumentar a geração de energia na ISS.

Parazynski e Wheelock saíram do compartimento Quest, foram até o extremo da viga de bombordo e ajudaram os operadores do braço mecânico a fixar a viga. Ambos deram instruções verbais ao engenheiro de vôo Daniel Tani e à especialista de missão Stephanie Wilson enquanto alinhavam a viga.

Quando a estrutura ficou no lugar certo, os astronautas conectaram a fonte de energia, o que acionou o funcionamento do painel. Nessa hora, uma faixa de painéis se enrugou e rasgou na beirada.

Operação suspensa
Os astronautas a bordo da estação espacial observavam a extensão dos painéis quando a comandante da ISS, Peggy Whitson, pediu a Houston para suspender a operação.
"Vimos que estava rasgando e paramos a instalação", disse Whitson.
Ela explicou que no início os astronautas não podiam ver o que ocorria porque estavam contra o Sol.

A Nasa disse que tinham instalado 25 metros dos painéis que medem 35 metros antes de interromper a operação. Não foi determinado de que forma o rasgo afetará a capacidade de geração de energia no painel solar.

O especialista italiano Paolo Néspoli, da Agência Espacial Européia, coordenou os lentos movimentos dos dois astronautas que flutuavam em torno dos braços mecânicos e da estrutura da ISS. Durante a excursão Parazynski inspecionou a junta rotatória dos painéis solares Alpha, no bombordo da ISS.

Lascas de metal
A junta similar a boreste da ISS apresentou recentemente vibrações e um aumento do consumo de energia. Uma inspeção feita no domingo (28) encontrou lascas de metal que podem causar o problema.

Parazinski disse aos técnicos que os anéis da junta estavam limpos e em boas condições. Agora os técnicos compararão esta informação com a recolhida no domingo. Na quinta-feira (1) haverá a quarta caminhada, durante a qual os astronautas voltarão a inspecionar a junta rotatória de boreste e revisarão as coberturas térmicas da nave.

ISS
A Estação Espacial Internacional orbita cerca de 380 quilômetros da Terra a 27.700 km/h. A construção custou US$ 100 bilhões e tem a participação de 16 nações.

A missão do Discovery serviu para levar até a ISS o módulo Harmony, de fabricação italiana, que ampliará o espaço de habitação da estação. Por enquanto, o Harmony ficou conectado ao módulo Unity, à espera de o Discovery descoplar e deixar livre o local onde será definitivamente instalado.O reposicionamento do Harmony ocorrerá em novembro, antes de chegar outra missão da nave, e a levará a cabo com trabalhos externos os residentes da ISS, que estão sob comando da americana Peggy Whitson.

O dia começou às 1h38 (de Brasília) com a música mariachi "Malagueña Salerosa", do mexicano Miguel Aceves Mejía, transmitida do Centro Espacial Johnson, em Houston (Texas), para despertar os astronautas do Discovery e da ISS. A canção foi escolhida por Sofia Pérez, mãe de Zamka e nascida na Colômbia. "Isto foi para mim. Mamãe, muitíssimo obrigado", disse ele para as câmeras, sorridente.

Fonte: Globo on line

Descoberto buraco negro 30 vezes maior do que o Sol

Astrônomos descobrem buraco negro gigante maior que 30 'sóis'

Descoberta ultrapassou recorde anunciado há duas semanas. Astro é o mais maciço dentre os que orbitam estrelas.

Ajudados por dois satélites da Nasa, os astrônomos descobriram a existência de um buraco negro que já ultrapassou um recorde anunciado há apenas duas semanas, em 17 de outubro. Com massa que pode chegar a 33 vezes a do Sol, ele é, agora, o buraco negro mais maciço que orbita outra estrela de que se tem notícia.

Esta concepção artística mostra gases espiralando dentro do buraco negro recém-descoberto, o maior de sua categoria. Aquecidos, os gases emitem raios-X, o que faz com que os astrofísicos deduzam a existência do astro (Foto: Aurore Simonnet/Sonoma State University/NASA )

Pertencente à categoria dos buracos negros de massa que podem ser comparadas às de grandes estrelas, ele é menor do que os gigantes encontrados em centros de galáxias. A nova descoberta foi localizada na constelação Cassiopéia, em uma galáxia-anã -- a IC 10 --, a 1,8 milhões de anos-luz da Terra.

Os astrofísicos não esperavam encontrar um buraco negro deste tipo tão grande e passaram a crer que eles podem ser bem maiores do que antes se imaginava.


Fonte: Globo on line

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

O mistério do cometa Holmes


Semana passada um evento chamou a atenção dos astrônomos pelo mundo afora. Um cometa obscuro aumentou seu brilho em um milhão de vezes em poucas horas. Ele saiu da magnitude 17 (visível apenas em poucos telescópios) para algo próximo de 2, visível a olho ao cair da tarde em grandes cidades!

O que teria acontecido com este cometa?O cometa 17P/Holmes foi descoberto há mais de 100 anos e possui uma órbita de sete anos de período, o que não permite uma grande aproximação do Sol -- por isso ele é tão fraquinho. O seu perihélio (a menor distância até o Sol) se deu em maio deste ano e foi além da órbita de Marte.

A descoberta do cometa também aconteceu quando ele teve um aumento de brilho repentino. Primeiro, ele apareceu como um objeto fraco, observado nas imediações da galáxia de Andrômeda no dia 06 de novembro de 1892, mas em poucos dias ele se tornou visível a olho nu. O que faz este cometa se comportar assim?Ninguém sabe, mas algumas hipóteses são boas. Sabe-se hoje em dia que os cometas não são necessariamente rochas cobertas de gelo compacto. O gelo se estrutura como um queijo suíço, com túneis e galerias que sofrem com o regime de aquecimento/resfriamento durante o percurso da órbita.

As variações de temperatura devem forçar o gelo a se expandir e contrair o que faz com que estas galerias colapsem de vez em quando. Quando isso acontece, uma parte interna do núcleo, rica em material volátil que ficava protegida pelas camadas superiores fica exposta, provocando uma súbita explosão de gás. Esta explosão lança para o espaço uma grande quantidade de gás misturado com poeira que reflete a luz do Sol. Esta é uma boa teoria, mas que dada a distância até o cometa, vai ser difícil de ser comprovada. Acredita-se que o mesmo tenha ocorrido em 1892, fazendo com que o cometa Holmes pudesse ser descoberto.Infelizmente, o show só está disponível para o Hemisfério Norte.

Quem estiver acima da linha do Equador deve procurar um disco difuso e amarelado (como na imagem de Igor Chekalin acima) na constelação de Perseu, na direção nordeste, logo após o entardecer.Eric Allen do Canadá montou esta seqüência (abaixo) de imagens mostrando a expansão do gás em volta do núcleo e colocou lado a lado com o disco de Júpiter para comparar seus tamanhos. Como a distância da Terra até o cometa é agora quase a mesma da Terra até Júpiter, os tamanhos físicos podem ser comparados. Trocando em miúdos: a nuvem em volta do cometa poderia engolir Júpiter!
Mas o mistério em volta (literalmente) do cometa Holmes ainda não acaba aí. Até agora não há indícios de cauda neste cometa. Mesmo com tanto gás da explosão, ainda não existem evidências fortes de que exista uma cauda proeminente. Nesta segunda-feira (29) saíram duas fotos que sugerem de leve a existência dela, mas estranhamente a possível cauda não aponta para a direção contrária ao Sol, como se esperaria.Ainda será preciso esperar mais um pouco até que a nuvem se dissipe para termos uma visão melhor do núcleo.
Fonte: Globo on line

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Astrônomos procuram buraco negro e acham centenas

Astrônomos passaram décadas procurando uma população de buracos negros considerados 'desaparecidos'. A busca por esses objetos, até agora, havia revelado apenas o topo do iceberg. Nesta sexta-feira (26), os cientistas da Nasa revelam o iceberg inteiro: centenas deles, se escondendo nas profundezas das galáxias a bilhões de anos-luz de distância.

A descoberta, que será publicada na edição de 10 de novembro da revista científica especializada "Astrophysical Journal", foi possível com o trabalho conjunto dos telescópios espaciais Spitzer e Chandra e, na verdade, é apenas uma fração do que se espera que exista no Universo. Os astrônomos acreditam que há milhões de buracos negros crescendo no Cosmos -- e nós não conhecemos nem a metade deles.

Ilustração mostra como seria um gigantesco buraco negro supermaciço, como os que foram encontrados, em crescimento (Foto: Nasa/JPL-Caltech)

Imagem feita em infravermelho pelo Spitzer mostra alguns dos buracos negros descobertos (Foto: Nasa)
Fonte: G1

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