domingo, 3 de agosto de 2008

Observando o Céu em Agosto de 2008


Para você que gosta de observar o céu com lunetas, telescópios, binóculos ou mesmo a olho nu, visite a relação de fenômenos astronômicos observáveis durante o mês de agosto de 2008, no site URANOMETRIA NOVA, nos links abaixo:




URANOMETRIA NOVA (Página Inicial)http://www.uranometrianova.pro.br/

Irineu Gomes Varella/Priscila Di Cianni Ferraz de Oliveira

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Hemisfério Norte observa eclipse total do Sol


Moradores do Canadá, da Groenlândia, do leste da Rússia e da China puderam se deleitar nesta sexta (1º) com um eclipse total do Sol. O fenômeno, gerado pela passagem da Lua entre a Terra e o Sol, obscurecendo o astro-rei, foi visto como sinal de mau agouro para alguns chineses, às vésperas do começo das Olimpíadas. A crendice tem pouco a ver com os fatos astronômicos: na verdade, o aparente sumiço temporário do Sol deriva apenas de uma coincidência de distâncias, já que a estrela está posicionada a uma distância tal da Terra que gera a impressão de ela ter o mesmo tamanho do nosso satélite natural.Milhares de turistas foram para as cidades da Sibéria e para o extremo leste da China de forma a conseguir uma vista privilegiada do fenômeno.


Globo on line

NASA Brings Total Eclipse of the Sun to the Masses


August 1, 2008, to watch a total eclipse of the sun. NASA Television will share this stunning visual treat with observers around the world in a live streaming webcast, thanks to a partnership with the University of California at Berkeley and the Exploratorium.On August 1, a total solar eclipse will be visible in parts of Canada, northern Greenland, the Arctic, central Russia, Mongolia, and China. The eclipse will sweep across Earth in a narrow path that begins in Canada’s northern province of Nunavut and ends in northern China’s Silk Road region at sunset.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Cientistas explicam como nasceram as primeiras estrelas do Universo


Concepção artística de como seriam as primeiras estrelas do Universo (Foto: David A. Aguilar/CfA)




O Universo, logo após o seu nascimento, era um lugar bem chatão. Só existia uma nuvem difusa composta por hidrogênio e hélio -- os dois elementos mais simples -- e nada mais. Nada de planetas. Nada de estrelas. Nada de nada. Mas eis que a gravidade começou a operar sua magia, e, de algum modo, nasceram as primeiras estrelas. Um trio de cientistas do Japão e dos Estados Unidos agora parece ter descoberto como isso aconteceu. O achado é produto de uma sofisticadíssima simulação. Com um supercomputador de última geração, a equipe encabeçada por Naoki Yoshida, da Universidade de Nagoya, reproduziu em computador o que teria acontecido no cosmos em seus primeiros anos de vida. Ou melhor, num pequeno pedaço do cosmos, para que coubesse na simulação. O processo exigiu basicamente introduzir as leis da física e as condições conhecidas do universo nessa época e, daí em diante, apenas observar o computador realizando seus cálculos e mostrando como os gases hidrogênio e hélio se comportavam. "É por isso que nos referimos à simulação como 'ab initio'. Por exemplo, não usamos nenhuma equação a priori para o gás. Para uma dada temperatura e densidade, o estado do gás no momento seguinte é determinado por processos microscópicos como reações químicas", explica Yoshida ao G1. Qual não foi a satisfação do grupo ao observar que, depois de um tempo, houve aglomeração dos átomos num espaço cada vez mais comprimido -- o que os cientistas chamam de protoestrelas. Com um centésimo da massa do Sol, essas protoestrelas devem ter sido as "sementes" ao redor das quais surgiram as primeiras estrelas maduras -- astros gigantescos, com massa equivalente a dezenas de sóis como o nosso. Infelizmente, não foi possível conduzir a simulação além da etapa de protoestrela. Isso porque a temperatura sobe muito a partir daí, e se torna cada vez mais necessário tocar a simulação em doses menores de tempo -- o que exigiria tempo demais para vê-la se desenrolar diante dos olhos dos cientistas. Afinal, ninguém está disposto a passar milhares de anos vendo o que vai rolar antes de finalizar o estudo. "E claro que há outro obstáculo real -- em algum ponto, precisamos implementar a queima nuclear", afirma Yoshida, referindo-se ao processo que faz com que a estrela "acenda" e comece a produzir sua energia. De toda forma, o avanço é gigantesco. Primeiro, porque demonstra como realmente devem ter surgido as primeiras estrelas -- astros essenciais para tornar o Universo um lugar verdadeiramente interessante. Afinal, foram elas as fornalhas que produziram em seu interior, durante a queima nuclear, elementos mais pesados, como oxigênio e carbono. São átomos essenciais para a existência de planetas como a Terra e seres vivos como nós. Mas o que talvez seja mais interessante para os cientistas é que essa é a primeira simulação bem-sucedida feita "ab initio" que dá uma pista de como as estrelas nascem. Embora os astrônomos tenham uma idéia vaga de como isso ocorre, os detalhes ainda não estão claros. E tentar simular o surgimento de uma estrela no Universo de hoje é complicado demais; com uma química cósmica mais complexa como a atual, fica difícil incluir tudo numa simulação. Por isso, o trabalho de Yoshida e seus colegas é um ótimo início. "A condição singular do Universo primordial, onde as condições iniciais e a física que as governa são simples, pode nos fornecer uma pedra de Rosetta cósmica, permitindo finalmente destravar o velho problema da formação das estrelas", afirma o astrofísico Volker Bromm, da Universidade do Texas em Austin, em comentário publicado junto com o estudo de Yoshida e seus colegas na edição desta semana da revista "Science".

Globo on line

Sonda Phoenix 'bebe' água de Marte

A equipe da Nasa responsável pela sonda Phoenix acaba de anunciar que conseguiu "provar" um pouco da água de Marte. Para a surpresa dos cientistas, que esperavam mais uma amostra seca em sua última tentativa de levar solo marciano a um dos instrumentos da sonda, havia alguns cristais de gelo de água em meio à areia do planeta vermelho.





Imagem panorâmica, composta por mosaico de fotografias obtidas pela Phoenix (Foto: Nasa)

É o primeiro processamento químico feito pela sonda do gelo no planeta vermelho. A análise é feita no instrumento Tega, uma espécie de forno que "cozinha" as amostras em várias temperaturas diferentes e analisa sua composição com base nas moléculas que evaporam. Resultados empolgantes devem surgir conforme os dados forem analisados, nos próximos dias. Quiçá a Phoenix poderá até detectar certos compostos orgânicos -- tijolos de que a vida é feita -- em meio às amostras. A Nasa aproveitou a ocasião para noticiar a decisão de ampliar a missão da espaçonave. Originariamente destinada a operar por 90 dias, a Phoenix está em "boa saúde" e por isso ganhou uma extensão de 30 dias em seus trabalhos. A agência espacial americana também divulgou uma nova imagem panorâmica do local onde a sonda pousou, próximo ao pólo Norte marciano.
Globo on line

Eclipse total do Sol

Você gostaria de acompanhar um eclipse total do Sol na Rússia? É fácil, basta acessar o site www.nasa.gov/eclipse. A Nasa e a Universidade da Califórnia montaram uma parceria para transmitir esse eclipse ao vivo na internet. Ele deve acontecer entre 7 e 9 da manhã do dia 01 de agosto. A totalidade, a melhor parte do eclipse, deve ocorrer entre 08:08 e 08:10 da manhã, todos horários de Brasília.


Este post foi publicado em Observatório, Quinta-feira, (31/07/2008), às 13h51.

Solar Eclipse: Friday, August 1st

On Friday, August 1st, the Moon will pass directly in front of the Sun producing a total solar eclipse. The narrow path of totality stretches from arctic Canada through Greenland, Siberia, and Mongolia, and comes to an end in China, where millions of people will witness the event. Even more people will see the partial eclipse, visible from almost all of Europe, the Middle East, India, Asia and a corner of North America. The action begins at approximately 09:20 UT (5:20 am EDT) when the Moon's shadow first hits Earth in northern Canada and begins its rapid sweep toward China.> > Visit http://spaceweather.com for photos, webcasts, timetables and full coverage of the eclipse.

Marco Aurélio Álvares da Silva

O olho do gato

Estrelas nascem, vivem e morrem em um ciclo que se parece muito com o ciclo de vida de seres humanos. Algumas estrelas vivem mais, outras menos. Tudo depende da quantidade de massa que elas têm. Aquelas com muita massa (mais de 10 vezes a massa do Sol) dão um show no momento derradeiro e explodem em supernovas. Já aquelas com menos massa (como o nosso Sol) morrem de uma maneira mais pacífica, mas deixam para trás verdadeiros tesouros no céu, as nebulosas planetárias. O termo nebulosa planetária não caracteriza planetas, mas sim um dos estágios finais da vida de estrelas com pouca massa. Ele é decorrente de observações antigas, com equipamentos que ainda não forneciam imagens nítidas. Assim, quem as observava achava que esses objetos poderiam ser planetas. Por razões históricas, ninguém mexeu no termo.



Uma dessas nebulosas é esta, conhecida como o “olho do gato”, mas que vem a ser a nebulosa planetária NGC 6543, a 3.000 anos-luz de distância, na constelação do Dragão. NGC 6543 não é exatamente uma novidade para os astrônomos, mas essa última imagem em raios X obtidas pelo Chandra (nesta composição, representada pela coloração azulada) trouxe novidades.

Logo ali no centro, aquela mancha branca é na verdade uma estrela prestes a se tornar uma anã branca, rodeada por uma nuvem de gás aquecido a vários milhões de graus. Uma comparação entre a imagem em raios X e a imagem do Hubble (em vermelho e roxo) mostra que a composição química na região central é diferente da composição química do gás mais distante, que está mais frio.

Acelerado pelo vento da estrela central (uma gigante vermelha, provavelmente), o gás adquire velocidades de quase 5 milhões de quilômetros por hora, mas ninguém sabe ao certo como são formadas as estruturas vistas nesta imagem. Várias teorias existem, considerando a presença de uma estrela companheira, jatos ou até mesmo um sistema planetário, mas até agora não há nenhuma explicação definitiva Mas, sabemos que a estrela central deve ser tornar uma anã branca em alguns milhões de anos.

P.S. Você gostaria de acompanhar um eclipse total do Sol na Rússia? É fácil, basta acessar o site www.nasa.gov/eclipse. A Nasa e a Universidade da Califórnia montaram uma parceria para transmitir esse eclipse ao vivo na internet. Ele deve acontecer entre 7 e 9 da manhã do dia 01 de agosto. A totalidade, a melhor parte do eclipse, deve ocorrer entre 08:08 e 08:10 da manhã, todos horários de Brasília.

Este post foi publicado em Observatório, Quinta-feira, (31/07/2008), às 13h51.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Batalha de manchas vermelhas domina a atmosfera de Júpiter

Mancha menor está perdendo cor, provavelmente sendo absorvida pela Grande Mancha.Outra tempestade gigante na superfície do planeta deve, por enquanto, escapar.

Henry Fountain Do 'New York Times'
Será que um planeta pode mudar suas manchas? O planeta Júpiter, onde as manchas são grandes tempestades, parece estar no processo de fazer exatamente isso. Uma pequena mancha vermelha que se formou na superfície este ano aparentemente encontrou seu par na Grande Mancha Vermelha. Imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble em 28 de junho e 8 de julho mostram que a pequena mancha, que teve o azar de estar na mesma latitude da grande, moveu-se do lado oeste da gigante para o lado leste. Mais do que isso: a mancha pequena, conhecida informalmente como Mancha Vermelha Bebê, parece ter sido pega no turbilhão que é a grande mancha (que tem cerca de 29 mil quilômetros de largura e acumula ventos de aproximadamente 643 quilômetros por hora). A Mancha Bebê parece estar entrando em colapso e definitivamente está ficando mais pálida. Acredita-se que as manchas em Júpiter se tornam vermelhas quando os ventos são tão poderosos que puxam certos gases do fundo da atmosfera, que mudam de cor quando expostos à luz solar. Então se a Mancha Bebê está perdendo sua cor, isso provavelmente significa que seus ventos estão diminuindo e sua energia estaria sendo absorvida pela mancha gigante. Incorporar manchas menores pode ser uma ótima maneira para a mancha grande persistir – pelo menos ela tem estado ali por séculos. Uma mancha de tamanho médio, oficialmente conhecida como BA Oval, mas geralmente chamada de Mancha Vermelha Jr., também está nas imagens, ao sul da gigante. Ela tem crescido desde 2000 e ficou vermelha há cerca de dois anos. Ela está longe o suficiente da gigante para não ser afetada por ela – pelo menos por enquanto.

Aviões 'siameses' levarão nave de turismo ao espaço

A empresa britânica Virgin Galactic apresentou nesta segunda-feira (28) a aeronave WhiteKnightTwo, que servirá de "plataforma de lançamento" para a primeira nave particular de turismo espacial, a SpaceShipTwo. Com isso, fica faltando apenas a própria SpaceShipTwo ser apresentada ao público. Os vôos comerciais devem começar em 2009 -- e um brasileiro já está na fila de espera para os primeiros lugares.

Leia reportagem sobre o lançamento


WhiteKnightTwo tem a aparência de dois aviões "grudados" pelas asas (Foto: Divulgação)

Aeronave faz parte de ambicioso projeto da empresa do bilionário Richard Branson (Foto: Divulgação)

Companhia promete fazer os primeiros vôos já no próximo ano (Foto: Divulgação)


Ilustração mostra o WhiteKnightTwo soltando a nave espacial SpaceShipTwo (Foto: Divulgação)


Globo on line




Nasa/Università di Padova: l'etá delle stelle, rosolto un giallo astronomico


Enigma astronomico: un gruppo di ricercatori italiani e statunitensi ha risolto un dilemma che da tempo era diventato un vero rompicapo per gli astronomi. Foto: Nasa/UniPadova



Grazie al Telescopio Spaziale Hubble (HST) della NASA e dell’Agenzia Spaziale Europea (ESA), un gruppo di ricercatori italiani e statunitensi ha risolto un dilemma che da tempo era diventato un vero rompicapo per gli astronomi.

Usando l’eccezionale capacità di HST di vedere oggetti deboli, alcuni anni fa, lo stesso gruppo aveva identificato nell’ammasso stellare aperto NGC 6791 nella costellazione della Lira tre gruppi di stelle che mostravano avere tre età diverse. Questo risultato è rimasto un vero e proprio puzzle per alcuni anni, in quanto gli astronomi hanno sempre ritenuto che le stelle degli ammassi stellari si siano formate tutte contemporaneamente e quindi abbiano tutte la stessa età. Invece, in NGC 6791 le stelle non evolute, molto simili al Sole e che come il Sole stanno ancora bruciando idrogeno nel loro nucleo centrale, hanno una età di 8 miliardi di anni, mentre le loro sorelle nate con una massa più grande e che ora sono in fase di spegnimento sotto forma di nana bianca sembravano dividersi in due gruppi: uno con una apparente età di 4 miliardi di anni e uno di 6. È come se gli astronomi si fossero trovati davanti un orologio con tre quadranti, ognuno dei quali avanza con un ritmo diverso dagli altri.

Dopo ulteriori osservazioni con HST e ulteriore lavoro teorico gli astronomi sono riusciti a capire che in realtà le nane bianche più giovani apparivano tali solo perché sono in sistemi binari, due nane bianche in orbita uno attorno all’altra. Anche l’enorme potere risolutivo di HST non può distinguere le due singole stelle a causa della enorme distanza di NGC 6791 (13300 anni luce): così la loro luce combinata le fa apparire più brillanti. Ed è questa anomala luminosità che ha fatto pensare fossero più giovani. Questo risultato conferma come molte stelle nella nostra Galassia, anche all’interno degli ammassi stellari, non viaggiano da sole (come il nostro Sole), ma siano in sistemi che comprendono due o più stelle in mutua attrazione gravitazionale.Gli autori di questa scoperta sono molto sollevati per aver sistemato uno degli orologi di NGC 6791, in quanto le nane bianche (stelle che, esaurito il loro combustibile nucleare, si stanno lentamente spegnendo) sono spesso usate per misurare l’età degli ammassi. Ora si tratta di sincronizzare gli altri due orologi, ma questo è più semplice in quanto basterà individuare il meccanismo che rallenta il tempo di raffreddamento di una nana bianca.

Tra i ricercatori che hanno finalmente chiarito quello che era diventato un inspiegabile enigma astronomico ci sono il Professor Giampaolo PIOTTO, Direttore della Scuola di Dottorato di Ricerca in Astronomia dell’Università di Padova, e il Dott. Luigi BEDIN, allievo del Professor Piotto, ora ricercatore presso lo Space Telescope Science Istitute of Baltimora. Hanno collaborato alla ricerca anche il Dott. Antonino Milone, dottorando in Astronomia a Padova, il Dott. Santi Cassisi dell’INAF-Osservatorio Astronomico di Collurania, il Prof. Maurizio Salaris della Liverpool John Moores University in Inghilterra, il Prof. Ivan R. King dell’University of Washington in USA e il Dr. Jay Anderson dello STSCI di Baltimora.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Nasa descobre '2ª estrela mais brilhante da Via Láctea'



A estrela brilha com intensidade de 3,2 milhões de Sóis



Astrônomos da Nasa identificaram uma estrela que pode ser a segunda mais brilhante da Via Láctea.

Identificada como “estrela da nebulosa Peony”, o astro foi revelado por meio de imagens do telescópio espacial Spitzer. A descoberta foi divulgada pela em artigo na publicação científica Astronomy and Astrophysics. Segundo os astrônomos, ela brilha com a intensidade estimada de cerca de 3,2 milhões de Sóis como o do sistema solar. Os cientistas acreditam que a estrela poderia até competir com a Eta Carinae – que tem brilho aproximado ao de 4,7 milhões de Sóis - pelo título de estrela mais brilhante da galáxia. Isso porque, de acordo com os astrônomos, é difícil medir com exatidão a luminosidade dos astros, e a estrela da nebulosa Peony poderia ser mais brilhante.

Luz infravermelha
"A estrela da nebulosa Peony é uma criatura fascinante. Parece ser a segunda estrela mais brilhante que conhecemos na galáxia e está localizada bem do centro da Via Láctea", disse Lidia Oskinova, da equipe de astrônomos. "Há provavelmente outras estrelas tão brilhantes, se não mais brilhantes, que permanecem escondidas de nossa visão", afirmou. Os cientistas já sabiam da existência da estrela, mas por causa de sua localização, numa região com muitas nuvens de poeira cósmica, sua luminosidade não havia sido revelada até agora. Segundo a Nasa, o brilho da estrela foi identificado graças à tecnologia do telescópio Spitzer, que permite a visualização de regiões com um sensor de luz infravermelha.
BBC

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