Imagem feita pelo telescópio Spitzer e cedida pela Nasa mostra um grupo de estrelas conhecido como Nebulosa Norte-americana, por causa da semelhança com o mapa do continente. Este formato é causado por nuvens de poeira obstruindo a luz. (Foto: Nasa / ASSOCIATED PRESSAP)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Telescópios fotografam duas galáxias em formato de 'anéis'
Dados do Chandra e do Hubble foram reunidos para gerar a imagem.Os conjuntos de estrelas estão a 440 milhões de anos-luz de distância.
Do G1, em São Paulo
Os telescópios espaciais Chandra e Hubble fotografaram uma região a 440 milhões de anos-luz de distância, mostrando duas galáxias em formato de anéis. A imagem é obtida pela montagem de dados colhidos em luz visível (parte vermelha, verde e azul) e em raios-x (parte violeta). No 'anel' da direita, as cores azuis são estrelas jovens, com muita massa. Já os pontos rosa mostram possíveis buracos negros, que 'puxam' matéria das companheiras ao redor, segundo os cientistas. O conjunto é conhecido como Arp 147 e está localizado na direção da Constelação da Baleia. (Foto: Nasa)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Vídeo registra aurora boreal no céu da Noruega
Eirik Evjen deixou a câmera fixa por oito horas no topo de uma montanha para capturar imagens do fenômeno natural.
BBC - O cinegrafista Eirik Evjen registrou uma aurora boreal, no céu da Noruega. Fotógrafo deixou a câmera fixa ao longo de oito horas.
Ele deixou sua câmera fixa no topo de uma montanha e registrou o céu da cidade de Lofoten, no norte do país, ao longo de oito horas.O fotógrafo diz ter ficado impressionado com as iamgens que conseguiu capturar.
Fotógrafo diz ter ficado impressionado com as imagens que conseguiu capturar (Foto: BBC)
A aurora boreal é causada pelos ventos solares que carregam um fluxo contínuo de partículas elétricas liberadas pelas explosões que ocorrem na superfície do Sol.
Quando estas partículas atingem os campos magnéticos da Terra algumas ficam retidas provocando a luminosidade intensa pela liberação de energia ocorrida com a colisão destas partículas com as moléculas e átomos presentes na atmosfera.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Nasa apresenta pela 1ª vez imagens completas do Sol
Foto http://www.nasa.gov/
Washington, 6 fev (EFE).- A Nasa, agência espacial americana, apresentou neste domingo pela primeira vez imagens da superfície solar e de sua atmosfera, que darão uma visão do astro e ajudarão a melhorar os prognósticos climatológicos.
Este trabalho é o resultado das observações realizadas pelas duas sondas solares do Observatório de Relações Solares -Terrestres (Stereo, por sua sigle em inglês), que a Nasa enviou em 2006.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Le esplosioni solari somigliano alle nuvole
Si increspano come le nuvole, i getti liberati dalle esplosioni che avvengono nel Sole
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Roma - Si increspano come le nuvole, i getti liberati dalle esplosioni che avvengono nel Sole e studiarne il comportamento potrebbe aiutare i fisici nelle ''previsioni del tempo'' solari, ad esempio a capire quando sono in arrivo tempeste magnetiche. Lo ha scoperto una ricerca condotta dall'universita' britannica di Warwick e pubblicata sulla rivista Astrophysical Journal Letters.
Riuscire a riconoscere il tipo di movimento che avviene nelle nubi prodotte dalle esplosioni solari e' stato possibile studiando le nuove immagini fornite dal satellite della Nasa Solar Dynamics Observatory (Sdo), lanciato lo scorso anno.
Gli strumenti dell'osservatorio solare sono riusciti a cogliere, nell'estremo ultravioletto, immagini dell'attivita' del Sole che avvengono a temperature vicine a 11 milioni di gradi e che finora non era mai stato possibile osservare.
Sono state queste immagini a rivelare che nelle nubi create dalle esplosioni solari i movimenti avvengono secondo gli stessi schemi seguiti, sulla Terra, dai movimenti delle nuvole e da quelli delle onde. Movimenti come questi sono descritti dai fisici come instabilita' di Kelvin-Helmholtz e avvengono quando vengono a contatto due superfici di tipo diverso (come aria e acqua nel caso delle onde) e che si muovono a velocita' diverse.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Chuva forte localizada em parte do Brasil - ESTADO DE ATENÇÃO
Chuva forte localizada em parte do Brasil
Estado de Atenção
Hoje (04/02) ocorrerá chuva forte localizada no noroeste do RS, centro-oeste e nordeste de SC, PR, MS, grande parte de SP (poucas chances no Vale Histórico e exceto no litoral norte), Triângulo Mineiro, GO (poucas chances no leste e no DF), TO, MT, AC, RO, centro-sul e leste do AM, grande parte do PA (exceto o noroeste), AP, MA (menores chances no litoral), grande parte do PI (exceto no norte), e centro-sul do CE.
Amanhã (05/02) a chuva forte localizada se concentrará entre o extremo norte do RS, SC, PR, grande parte de SP (exceto o Vale do Paraíba), mas incluindo a capital), sul e oeste de GO, TO, PI, oeste de PE, CE, MA, PA (exceto o noroeste), AP, centro-sul do AM, AC, RO, MT e MS.
Neste dia poderão ocorrer acumulados diários de chuvas superiores aos 70 mm em algumas localidades do centro-leste de SC, principalmente na faixa litorânea.
IMPORTANTE
No domingo (06/02) a chuva forte deverá se concentrar sobre grande parte de SC, PR, sul, centro-oeste, norte e centro de SP, SP Capital, sudoeste e centro-oeste de GO, sudoeste e centro-norte do TO, PI, CE, centro-oeste do PE e da PB, CE, MA, PA, AP e no centro-sul do AM.
Neste dia ainda poderão ocorrer acumulados significativos de chuva no centro-leste e nordeste de SC. Em algumas localidades os acumulados diários de chuva poderão ultrapassar os 100 mm.
Na segunda-feira (07/02) ainda poderá chover intensamente no centro-leste de SC.
Ressalta-se que as chuvas fortes previstas para estas áreas de aviso deverão ser localizadas, porém acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e ocasional queda de granizo. Embora os acumulados de chuva previstos não sejam significativos, o poder destrutivo do fenômeno poderá ser alto.
Por outro lado o impacto do fenômeno meteorológico previsto sobre uma determinada área dependerá principalmente do grau de vulnerabilidade da mesma. Por isso, o GPT recomenda entrar em contato com os centros de previsão de tempo dos diferentes Estados ou municípios.
Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
Hoje (04/02) ocorrerá chuva forte localizada no noroeste do RS, centro-oeste e nordeste de SC, PR, MS, grande parte de SP (poucas chances no Vale Histórico e exceto no litoral norte), Triângulo Mineiro, GO (poucas chances no leste e no DF), TO, MT, AC, RO, centro-sul e leste do AM, grande parte do PA (exceto o noroeste), AP, MA (menores chances no litoral), grande parte do PI (exceto no norte), e centro-sul do CE.
Amanhã (05/02) a chuva forte localizada se concentrará entre o extremo norte do RS, SC, PR, grande parte de SP (exceto o Vale do Paraíba), mas incluindo a capital), sul e oeste de GO, TO, PI, oeste de PE, CE, MA, PA (exceto o noroeste), AP, centro-sul do AM, AC, RO, MT e MS.
Neste dia poderão ocorrer acumulados diários de chuvas superiores aos 70 mm em algumas localidades do centro-leste de SC, principalmente na faixa litorânea.
IMPORTANTE
No domingo (06/02) a chuva forte deverá se concentrar sobre grande parte de SC, PR, sul, centro-oeste, norte e centro de SP, SP Capital, sudoeste e centro-oeste de GO, sudoeste e centro-norte do TO, PI, CE, centro-oeste do PE e da PB, CE, MA, PA, AP e no centro-sul do AM.
Neste dia ainda poderão ocorrer acumulados significativos de chuva no centro-leste e nordeste de SC. Em algumas localidades os acumulados diários de chuva poderão ultrapassar os 100 mm.
Na segunda-feira (07/02) ainda poderá chover intensamente no centro-leste de SC.
Ressalta-se que as chuvas fortes previstas para estas áreas de aviso deverão ser localizadas, porém acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e ocasional queda de granizo. Embora os acumulados de chuva previstos não sejam significativos, o poder destrutivo do fenômeno poderá ser alto.
Por outro lado o impacto do fenômeno meteorológico previsto sobre uma determinada área dependerá principalmente do grau de vulnerabilidade da mesma. Por isso, o GPT recomenda entrar em contato com os centros de previsão de tempo dos diferentes Estados ou municípios.
Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
Lucimary Vargas
Presidente
Presidente
Estação Meteorológica 083/MG-5ºDISME-INMET
Observatório Astronômico Monoceros
Planetário Além Paraíba
AHAP/CEPESLE
Além Paraíba-MG-Brasil
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com
http://arqueoastronomy.blogspot.com
http://cepesle-news.blogspot.com
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://verbodeluz.ning.com
Observatório Astronômico Monoceros
Planetário Além Paraíba
AHAP/CEPESLE
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Principais constelações de Fevereiro
O céu, este mês, é característico do verão. Dominando a região mais alta do céu notamos Orion, o caçador Órion (Ori), constelação símbolo da estação, onde brilham, bem no centro, as Três Marias. Ao sul de Orion estão Lepus, a Lebre (Lep) e Columba, a Pomba (Col). De Orion em direção ao noroeste vemos Taurus, o Touro (Tau), com seus dois aglomerados abertos de estrelas: Híades e Plêiades. Ao norte de Taurus situa-se Auriga, o Cocheiro (Aur). Perseus, o herói Perseu (Per), formada por estrelas de fraco brilho encontra-se junto ao horizonte noroeste.
Ao norte, à meia altura, destaca-se Gemini, os gêmeos (Gem). Para os lados do noroeste, vemos Aries, o Carneiro (Ari) e a pequenina constelação de Triangulum, o Triângulo (Tri). A nordeste destacam-se as constelações de Cancer, o Caranguejo (Cnc) e, junto ao horizonte, Leo (o Leão), constelação símbolo da estação do outono.
De Orion em direção ao sudeste, avistamos Canis Major (CMa), o Cão Maior, um dos cães de caça de Orion . A leste de Orion estão Monoceros, o Unicórnio (Mon), e Canis Minor (CMi), o Cão Menor, o outro cão de caça do gigante caçador.
A oeste de Orion, à meia altura, encontra-se Cetus (Cet), a Baleia. A sudeste de Cetus avistamos Eridanus, o rio Eridano (Eri), grande constelação que se estende das proximidades de Orion em direção ao sul. Phœnix, a Fênix (Phe), Hydrus, a Hidra Macho (Hyi), e Tucana, o Tucano (Tuc), estão para os lados do sul junto a Eridanus.
A sudeste, altas no céu, vemos as constelações de Carina, a Quilha do Navio (Car), Puppis, a Popa do navio (Pup), e Vela, as Velas da embarcação (Vel). Volans, o Peixe Voador (Vol), Dorado, o Dourado (Dor), e Reticulum, o Retículo (Ret), estão a oeste de Carina e são formadas por estrelas de fraco brilho aparente. Próximas ao horizonte sul-sudeste encontram-se Musca, a Mosca (Mus), Crux, o Cruzeiro do Sul (Cru) e parte da constelação de Centaurus (cen), o Centauro.
Mais para os lados do sul estão Chamæleon (Cha), o Camaleão, Apus (Aps), a Ave do Paraíso e Octans (Oct), o Oitante, onde encontra-se a estrela polar do sul. A leste vemos boa parte da constelação de Hydra, a Hidra Fêmea (Hya). Junto à Hydra estão Sextans (Sex), o Sextante, e o inconfundível trapézio de Corvus (Crv), o Corvo.
resumo extraído de "Estrelas e Constelações - Guia Prático de Observação" de autoria de Paulo G. Varella e Regina A. Atulim
OBSERVAÇÕES:
O mapa assinala o aspecto do céu visto ao longo deste mês, nos seguintes horários: início do mês às 21h 20min; meio do mês às 20h 40min; final do mês às 20h 00min. Junto ao círculo que delimita o mapa (e que representa o horizonte do observador) estão as direções dos quatro pontos cardeais e dos quatro colaterais, que devem estar orientados para os seus correspondentes na natureza; o centro do círculo é o Zênite, ponto do céu diretamente acima da cabeça do observador.
Os instantes fornecidos são para o fuso horário de Brasília.
mapa com as principais constelações visíveis durante este mês
Mais
http://www.ceuaustral.astrodatabase.net/ceunestemes.htm
Nasa anuncia descoberta de 'sistema planetário' em estrela similar ao Sol
Do G1, em São Paulo - A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta quarta-feira (2) a descoberta de seis planetas fora do Sistema Solar, localizados nas proximidades de uma estrela chamada Kepler-11. O nome vem da sonda responsável por detectar a estrela - muito parecida com o nosso Sol e a 2.000 anos-luz de distância da Terra. Este é o sistema com mais planetas - com exceção do próprio Sistema Solar - já descoberto por astrônomos. Todos os seis planetas possuem densidade menor que a da Terra, um dado que permite a análise da composição dos astros. Cinco deles giram ao redor de Kepler-11 em menos de 50 dias e possuem massas de 2,3 a 13,5 vezes maior que a do nosso planeta. O sexto exoplaneta não teve seu peso determinado e sua órbita é mais longa, durando 118 dias.
Representação divulgada pela Nasa de Kepler 11 e seus seis planetas. (Crédito: Tim Pyle / Nasa)
Os tamanhos e órbitas dos exoplanetas foram determinados por especialistas da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. Esses dados serão relatados na edição da primeira semana de fevereiro da publicação científica "Nature".
A sonda Kepler foi lançada em 6 de março de 2009, com o objetivo de procurar planetas fora do Sistema Solar, especialmente aqueles nos quais as condições de vida poderiam ser desenvolver. A pesquisa é feita em uma região próxima à constelação de Cisne. Para isso, normalmente os astros precisam estar em uma região em relação a estrela que orbitam conhecida como "zona habitável" (goldilocks, em inglês) - sob esta condição, os planetas poderiam ter água líquida em sua superfície.
Coletiva da Nasa - Uma coletiva de imprensa foi convocada pela Nasa na tarde desta quarta-feira (2) para comentar os dados obtidos pela sonda Kepler. Participaram os membros da missão Douglas Hudgins, William Boruchi e Jack Lissauer, além da professora de astronomia da Universidade Yale, Debra Fischer.
Segundo Douglas Hudgins, a descoberta de um planeta do tamanho da Terra levará tempo. Já William Boruchi afirmou que os astrônomos já trabalham com candidatos a planetas menores que a Terra, com diâmetros similares ao de Marte, porém ainda não confirmados.
Representação mostra diâmetro do sistema planetário Kepler-11. (Crédito: Tim Pyle / Nasa)
Desde o início das investigações da missão Kepler, foram descobertos 68 candidatos a planetas do tamanho da Terra, 288 maiores que o nosso planeta, 662 planetas com o tamanho de Netuno, 165 com a dimensão de Júpiter e 19 maiores que o maior planeta do Sistema Solar.
A grande parte deles não foi confirmada, já que a detecção é baseada em oscilações nas estrelas observadas pela sonda. Estas interferências podem ser fruto de outras fontes, diferentes de planetas.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Baby boom stelle a 500 mln anni da Big bang
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di Enrica Battifoglia, Roma - Il più celebre dei telescopi spaziali, Hubble, diventa un archeologo del cosmo: non soltanto ha visto la galassia più antica e distante mai osservata, che risale all'epoca in cui l'universo aveva 500 milioni di anni, ma ha scoperto che in questo stesso periodo è avvenuto un vero e proprio baby boom stellare, nel quale nuove stelle si formavano con un ritmo rapidissimo. La scoperta, pubblicata su Nature, è stata annunciata questa sera dalla Nasa, che gestisce il telescopio in collaborazione con l'Agenzia Spaziale Europea (Esa). "Stiamo vivendo un momento affascinante. Soltanto due anni fa gli astronauti hanno installato sul telescopio spaziale Hubble il nuovo strumento che ci ha permesso di vedere immagini straordinarie di galassie nate quando l'universo era giovanissimo", ha detto nella conferenza trasmessa questa sera dalla Nasa il coordinatore della ricerca, Rychard Bouwens, del dipartimento di Astronomia dell'Università della California a Santa Cruz.
Hanno collaborato anche tre italiani che da tempo lavorano in centri di ricerca esteri: Michele Trenti, dell'Università del Colorado, Marcella Carollo, dell'Istituto di Astronomia del Politecnico di Zurigo, e Massimo Stiavelli, dello Space Telescope Science Institute di Baltimora. "Non solo abbiamo visto questi oggetti, ma abbiamo analizzato i dati molto attentamente - ha detto Bouwens - e sono dati meravigliosi". Stati raccolti negli ultimi due anni grazie al nuovo strumento del telescopio Hubble, la Wide Field Camera 3 installata nel quinto e ultimo grande intervento di manutenzione, nel maggio 2009.
La nuovo fotocamera è specializzata nel catturare immagini nel vicino infrarosso e ha reso Hubble 30 volte più preciso nella capacità di osservare la debole luce che viene dalle stelle e dalle galassie più lontane. I risultati non si sono fatti attendere: Hubble ha inviato a Terra la sua prima foto d'epoca dell'universo nel dicembre 2009, con le galassie formate 600 milioni di anni dopo il Big Bang. Adesso è stato fatto un passo in avanti da gigante e Hubble ha spinto il suo "occhio" 100 milioni di anni più lontano e più indietro nel tempo. "In soli due anni abbiamo raccolto dati straordinari", hanno osservato i ricercatori, e "i nuovi dati dimostrano quanto sia stata rapida la crescita delle galassie in luminosità, densità e volume", hanno rilevato i ricercatori.
"Adesso potremo spingere ancora oltre l'utilizzo di Hubble in cerca di nuovi dati: siamo convinti di essere soltanto all'inizio di un periodo eccitante e pieno di cambiamenti", ha detto Bouwens. Mentre Hubble continuerà a fornire immagini e dati straordinari, i ricercatori stanno guardando "emozionati" a quanto potrà fare il successore di Hubble, il telescopio spaziale James Webb che la Nasa e l'Esa prevedono di lanciare nel 2014. Grazie al suo grande specchio da 6,5 metri (contro i 2,4 metri dello specchio di Hubble), il telescopio James Webb è stato progettato per osservare l'universo all'inizio della sua formazione.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Astrônomos reúnem imagens com 'pontos turísticos' do Sistema Solar
Imagens feitas por diversos observatórios e satélites da Nasa mostram com detalhes a beleza dos fenômenos naturais nos planetas e estrelas do sistema solar.
Astrônomos do Royal Observatory em Greenwich, Londres, reuniram as fotos como uma coleção das melhores atrações turísticas do Sistema Solar.
Esse 'guia astronômico' do sistema solar foi usado pelo Royal Observatory para marcar o lançamento da edição 2011 de seu concurso fotográfico Astronomy Photographer of the Year, aberto a astrônomos amadores do mundo inteiro.
Lua crescente, fotografada por astronauta da Estação Espacial Internacional. (Foto: Nasa)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Movimento da Terra mudou signos do Zodíaco, dizem astrônomos
Atração da Lua sobre a Terra teria mudado o alinhamento das estrelas. Pesquisadores de Minnesota afirmam ainda que haveria um 13º signo.
Do G1, em São Paulo - Astrônomos do Planetário de Minnesota, nos EUA, afirmam que, por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês.
A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.
“Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes”, disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time". O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.
Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.
De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Sonda Kepler detecta menor planeta fora do Sistema Solar
Do G1, em São Paulo
Concepção artística do exoplaneta rochoso Kepler 10b. (Crédito: Nasa)
A agência espacial norte-americana (Nasa) anunciou nesta segunda-feira (10) a descoberta do menor planeta fora do Sistema Solar já detectado. O achado foi possível graças à sonda Kepler, lançada em março de 2009, justamente para detectar exoplanetas possíveis de serem habitados por humanos. A descoberta foi aceita para publicação no "Astrophysical Journal".
Chamado Kepler 10b, o astro é rochoso e mede 1,4 vez o tamanho da Terra. Ele teria 4,6 vezes a massa do nosso planeta, orbitando uma estrela chamada Kepler 10. Foi a primeira gigante gasosa a ser cotada para conter planetas pequenos em sua órbita. Foi alvo de observações constantes do telescópio de 10 metros no Observatório W.M. Keck, no Havaí. O instrumento conseguiu detectar pequenas mudanças no espectro da estrela, que confirmaram os indícios apontados pela Kepler de um planeta pequeno no local. Esses indícios foram resultado de oito meses de pesquisa, entre maio de 2009 e janeiro de 2010.
O exoplaneta gira ao redor da estrela aproximadamente a cada 20 horas terrestres. Está 20 vezes mais próximos de sua estrela do que o Mercúrio está do Sol. Kepler 10b não está em uma zona que os astrônomos chamam de "habitável", que reuniria as condições ideias para o desenvolvimento de água líquida na superfície e, com isso, a possibilidade de vida.
"Todas as ferramentas da Kepler convergiram para a descoberta da primeira evidência sólida de um planeta rochoso orbitando uma estrela diferente do Sol", afirma Natalie Batalha, da equipe do Centro de Pesquisas Ames, órgão ligado à Nasa, responsável pela sonda. "Em 2010, nós firmamos um compromisso de achar rastros de pequenos planetas e agora colhemos os resultados."
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