quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Asteroide dá pistas sobre como foi formação planetária no Sistema Solar

Do G1, em São Paulo  
À primeira vista, o asteroide Lutetia 21 não parece muito diferente das outras milhares de rochas que ficam no cinturão localizado entre Marte e Júpiter. Mas três estudos publicados nesta quinta-feira (27) na revista especializada “Science” mostram que ele pode ser um “pré-planeta”. Por isso, pode ajudar astrônomos a entender como se formou o nosso Sistema Solar.
Foto do asteroide Lutetia 21 feita pela sonda Rosetta (Foto: ESA 2010 MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/RSSD/INTA/UPM/DASP/IDA)
As três pesquisas usaram dados da sonda espacial europeia Rosetta, que passou por Lutetia 21 em julho do ano passado.
Segundo dados de um desses trabalhos, liderado pelo alemão Holger Sierks, o Lutetia 21 tem 121 km de comprimento, 101 km de altura e 75 km de largura.
De acordo com a equipe, o asteroide tem hoje basicamente a mesma estrutura interna que tinha no início do Sistema Solar.
Outro grupo alemão, de Martin Patzold, calculou a densidade do asteroide: 3,4 toneladas por metro cúbico – o que o torna um dos mais densos já vistos.
Isso surpreendeu os cientistas por indicar que o Lutetia 21 não é um “amontoado” de pedras e fragmentos de pedras, como a maioria dos outros asteroides e como os cientistas esperavam que ele fosse pelas imagens de sua superfície.
Segundo os pesquisadores, o achado é surpreendente porque indica que existam outros tipos de corpos celestes na nossa vizinhança mais diferentes do que eles imaginavam. E que o Lutetia 21 é, na verdade, feito daquilo que os primeiros planetas rochosos (como a Terra) tinham no início da formação do nosso sistema.
Uma terceira equipe, da italiana Angioletta Coradini (que faleceu em setembro), estudou a composição do Lutetia 21 e descobriu que a temperatura máxima da superfície não passa de cerca de -19 °C.

Foto do asteroide Lutetia 21 feita pela sonda Rosetta (Foto: ESA 2010 MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/RSSD/INTA/UPM/DASP/IDA)

Brasileiros calculam raio de planeta-anão 'gêmeo' de Plutão

Éris gira em torno do Sol e tem tamanho quase idêntico ao de Plutão.   Brasileiros fizeram parte de equipe internacional que fez a descoberta.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo
Uma equipe internacional de astrônomos, incluindo vários brasileiros, conseguiu calcular com precisão o raio do planeta-anão Éris, que gira em torno do Sol a uma distância duas vezes maior que a do astro a Plutão.
A pesquisa mostrou que o raio dos dois planetas-anões é muito parecido e se referiu aos planetas como "gêmeos".
O raio de Éris é de 1.163 km, com margem de erro de 6 km para mais ou para menos. O de Plutão é estimado entre 1.150 km e 1.200 km.

Ilustração do planeta-anão Éris (Foto: ESO/L. Calçada)
O cálculo foi feito a partir de um eclipse ocorrido em 6 de novembro de 2010, quando Éris passou na frente de uma estrela, do ponto de vista de quem está na Terra.
“É muito raro ele passar na frente de uma estrela, saber disso antes é mais difícil ainda”, diz Roberto Martins, pesquisador titular do Observatório Nacional, que participou do grupo.

Essa informação foi obtida com dados dos telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), com base no Chile.

Uma vez que se sabia que haveria esse eclipse, vários observatórios se mobilizaram, mas apenas três telescópios no Chile conseguiram observar o fenômeno – outro, na Argentina, pôde ver o céu, mas não tinha ângulo para ver Éris. No Brasil, as nuvens atrapalharam o trabalho dos astrônomos.

Telescópio Caisey Harlingten, em San Pedro de Atacama, no Chile, foi um dos que observou o eclipse (Foto: A. Maury/Nature)

Mais cálculos
Já se conhecia a velocidade com que o planeta-anão – visto da Terra – se desloca. A partir disso, eles observaram o tempo que a luz da estrela levava para desaparecer e reaparecer. Com esse dado, foi possível deduzir o raio do planeta anão com precisão.

Martins conta que o cálculo é mais preciso do que apontou o raio de Plutão. “Plutão tem atmosfera, ela refrata a luz”, explica o astrônomo. Por conta disso, o eclipse ocorre de maneira gradual; no caso de Éris, ele é brusco, e a conta fica mais exata.

O estudo, no entanto, admite a possibilidade de que Éris tenha uma atmosfera que se congelou porque a rota do planeta anão é elíptica e a medição ocorreu quando ele estava muito longe do Sol – a 95,7 unidades astronômicas (1 UA representa a distância entre a Terra e o Sol, ou 150 milhões de km). Talvez, dizem os pesquisadores, uma atmosfera gasosa surja quando ele atingir o momento em que ele fica mais perto do Sol, a 37,8 UA.

Saber o raio é um primeiro passo que gera uma série de conhecimentos sobre o planeta anão. Como Éris tem um satélite natural, os astrônomos já sabiam a sua massa. “Sabendo a massa e o volume, sabemos a densidade. Sabendo a densidade, podemos saber a composição química”, raciocina Martins.

Também é possível calcular a cor do corpo celeste, a partir da quantidade de luz refletida. “É muito, muito branco”, resume o pesquisador do Observatório Nacional.
O trabalho publicado pela revista científica Nature foi liderado pelo astrônomo francês Bruno Sicardy, do Observatório de Paris.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Astrônomos explicam pela primeira vez fenômeno visto há 2 mil anos

Do G1, em São Paulo - Cientistas encontraram nesta segunda-feira (24) a resposta para uma das questões mais antigas da história da astronomia. Eles conseguiram explicar a expansão de uma supernova –explosão de uma estrela – conhecida como RCW 86.
Registros de 185 d.C. na antiga China falam sobre uma “estrela hóspede” que apareceu no céu do nada e lá ficou por cerca de oito meses. Na década de 1960, astrônomos modernos concluíram que essa era a documentação mais antiga de uma supernova.
Justamente pela existência desse registro, os astrônomos sempre estranharam o tamanho dessa supernova. Os restos da estrela só podem ser vistos com luz infravermelha. Se pudessem ser vistos a olho nu, ocupariam uma área maior que a da Lua cheia no céu.
“É duas ou três vezes maior do que esperaríamos para uma supernova que foi vista explodindo há cerca de 2 mil anos. Agora, finalmente conseguimos apontar o motivo”, afirma Brian Williams, astrônomo da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, que liderou a pesquisa.
Com dados obtidos pelo telescópio espacial Spitzer, os astrônomos descobriram que a estrela explodiu numa “cavidade oca”, o que permitiu que o material expelido viajasse pelo espaço mais rápido e para mais longe do que o normal.


Imagem da supernova RCW 86, feita com a composição de dados obtidos por quatro telescópios diferentes (Foto: Nasa/ESA/JPL-Caltech/UCLA/CXC/SAO)

Estudantes disputam olimpíada de astronomia no Rio e no Sul de Minas

Do G1 em São Paulo - Cerca de 40 estudantes do ensino médio representando oito países participam esta semana nas cidades do Rio de Janeiro e Passa Quatro, no Sul de Minas, da III Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O evento começou na segunda-feira (24) com palestras no Planetário do Rio e uma prova de observação do céu projetado no planetário. A competição estudantil vai até domingo (30).


Estudantes de oito países participam da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia
 (Foto: Divulgação)
 
A equipe brasileira conta com cinco estudantes selecionados pelos resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA): Felipe Marino Moreno, Tábata Cláudia do Amaral, Lucas Moraes de Oliveira e Victor Moraes de Oliveira, do estado de São Paulo, e Rafael Bordoni, do Amazonas.
Ainda esta semana os participantes vão realizar outras atividades na cidade de Passa Quatro (MG), como lançamento de foguetes feitos de garrafas pet, avaliações de reconhecimento do céu e manuseio do telescópio. Em 2012, o Brasil deverá sediar a Olimpíada Mundial de Astronomia e Astrofísica.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Astrônomos detectam vapor de água em disco de poeira ao redor de estrela

Descoberta foi feita com dados do Observatório Espacial Herschel.  Substância pode ser mais comum no universo do que se pensava.

Do G1, em São Paulo
Astrônomos detectam a presença de vapor de água em um disco de poeira ao redor de uma estrela a 175 anos-luz de distância da Terra. A descoberta foi divulgada na revista "Science" por pesquisadores que utilizaram dados do Observatório Espacial Herschel, da agência espacial europeia (ESA).
Segundo os especialistas, a estrela é jovem - possui "apenas" 10 milhões de anos de idade - e o anel de poeira ao seu redor pode dar origem a um conjunto de planetas no futuro. O astro está localizado na direção da constelação de Hidra.
Vapor de água não era novidade para os cientistas em áreas mais próximas das estrelas, porém nunca havia sido detectado nas partes mais externas dos discos de poeira.
A estrela de cor alaranjada é chamada TW Hydrae e possui um anel com diâmetro 200 vezes maior do que a distância da Terra ao Sol. Os indícios no círculo de poeira podem indicar que a água é muito mais comum no universo do que se pensava anteriormente.


Imagem mostra como seria o disco de poeira com água ao redor da estrela.
  (Crédito: JPL-Caltech / Nasa)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Satélite aposentado alemão pode atingir a Terra no fim de semana


Do G1 com informações da AP - O Centro Aeroespacial Alemão (DLR, na sigla em alemão) anunciou nesta quarta-feira (19) que um satélite aposentado pode cair de volta na Terra no próximo fim de semana. Os cientistas ainda não conseguem saber em que parte do planeta as peças vão cair.
O satélite é do tamanho de uma minivan e pesa 2,4 toneladas. Ele vai se queimar durante a reentrada na atmosfera, mas 30 fragmentos, que juntos têm 1,7 tonelada, podem atingir o solo. A maior dessas peças é um espelho resistente ao calor.
“Todos os países do mundo entre 53 graus norte e 53 graus sul podem ser afetados”, afirmou Andreas Schütz, porta-voz do DLR. A vasta área inclui a maior parte das regiões habitadas do planeta e todo o território brasileiro

Ilustração do satélite Rosat, lançado pelo Centro Aeroespacial Alemão em 1990 (Foto: AP Photo/EADS Astrium)

O Rosat foi lançado em 1990 e pôs em órbita o primeiro telescópio espacial a usar raios X para captar imagens. O aparelho foi usado para estudar buracos negros e estrelas de nêutrons até 1999, quando foi aposentado. Na época, ele voava a entre 565 km e 585 km da Terra. Desde então, ele vem perdendo altitude; em junho de 2011, a distância para a superfície era de 327 km.
Em setembro, um satélite da Nasa provocou medo depois que a agência norte-americana anunciou que ele cairia na Terra. Porém, a reentrada aconteceu sobre o Oceano Pacífico e não causou nenhum estrago aparente.
A DLR calcula que a chance de alguém ser atingido por uma peça do Rosat é de uma em 2 mil – um pouco maior do que a que a Nasa calculava para seu satélite, no mês passado. Como há cerca de 7 bilhões de pessoas na Terra, o risco de que você seja atingido é de cerca de um em 14 trilhões.

Astrônomos encontram planeta ‘bebê’ momentos após nascimento


Do G1, em São PauloAstrônomos divulgaram nesta quinta-feira (20) imagens de um planeta tão jovem que pode ser considerado praticamente um recém-nascido. O planeta “bebê” está a 450 anos-luz da Terra e tem “apenas” dois milhões de anos – quase nada em termos planetários.
À esquerda, o disco de gás e poeira com um espaço vazio no meio que indica a presença de um planeta em formação. À direita, a imagem infravermelha mostra o planeta (em azul) (Foto: A. Kraus & M. Ireland 2011)
O astro orbita a estrela LkCa 15 a uma distância equivalente a que Urano está do nosso Sol.
Os cientistas dos Estados Unidos e da Austrália acreditam que ele está em seus primeiros estágios de formação, com discos de gás e poeira se acumulando e torno de um espaço vazio – o que mostra a ação da gravidade. As imagens apoiam uma das teorias sobre a formação dos planetas.
O achado é raro. É muito difícil observar “exoplanetas” (como são chamados os planetas vistos fora do nosso Sistema Solar) tão jovens, porque eles não refletem luz suficiente de suas estrelas para serem vistos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Chuva de meteoros sexta e sábado

Agora sim, vamos de chuva de meteoros.
Agora por esses dias, a Terra atravessa a órbita do cometa Halley, o mais famoso dos cometas, que tem um período orbital de 75-76 anos. A última passagem dele pelas vizinhanças da Terra foi em 1986. Esse cometa é assim chamado em homenagem ao astrônomo inglês Edmond Halley que não foi descobridor (existem registros antiquíssimos da passagem dele), mas sim quem calculou sua órbita prevendo que aproximadamente a cada 76 anos ele retornaria.
Quando um cometa atravessa o espaço, ele deixa para trás um rastro de partículas, que vão de minúsculos grãos de poeira a pequenas pedras. Quando a Terra intercepta esse rastro, essas partículas entram na atmosfera e com o atrito com o ar acabam evaporando. São as populares “estrelas cadentes”. Alguns conseguem sobreviver a esta entrada e acabam chegando à superfície.
Agora entre os dias 21 e 22 de outubro a Terra estará atravessando essa trilha de detritos deixados pelo Halley.

Isso significa que haverá um aumento significativo no número de meteoros por esses dias, ocorrendo a chuva Orionídeos. Na verdade, esse máximo deve ocorrer nas horas antes do amanhecer destes dias, com uma forte concorrência da Lua que está na fase crescente. Já pode ser possível notar alguns meteoros (especialmente os mais brilhantes) a partir da meia noite.
Os meteoros vão parecer todos surgirem de uma mesma região do céu, justamente na constelação de Órion, daí o seu nome.
Órion é bem fácil de achar, pois as Três Marias formam o seu cinturão. Então procure um local escuro, leve uma cadeira de praia (acredite, isso ajuda a evitar torcicolos no dia seguinte) e procure por Órion. Mesmo com a Lua atrapalhando um pouco, os Orionídeos são conhecidos por serem brilhantes e deixarem um rastro persistente no céu. Vale a pena tentar!

Astrônomos desvendam mistério de estrela ‘vampira’

 
Do G1, em São Paulo - Um tipo de estrela que não deveria existir pode ter sido finalmente entendido por astrônomos em um estudo a ser publicado nesta quinta-feira (19) na revista científica britânica “Nature”. Entre os cientistas elas são conhecidas oficialmente como “retardatárias azuis”, mas têm o apelido de “estrelas vampiras”, por parecem mais jovens do que são.
Esses astros se destacam por parecem mais quentes e jovens do que seus vizinhos, embora tenham sido formados mais ou menos na mesma época que eles.

Estava claro para os cientistas que essas estrelas tinham mais energia do que as outras. O mistério era como isso acontecia: se através de colisões com a vizinhança ou por meio da boa e velha roubalheira mesmo.


A imagem mostra o aglomerado estelar NGC 188 com as estrelas ‘vampiras’ circuladas (Foto: Noaa)
Agora, a equipe de Aaron Geller e Robert Mathieu descartou a possibilidade de colisões. Sobrou a outra: as estrelas vampiras roubariam a energia de outras para ficarem mais jovens.

A maioria delas, segundo o grupo, é parte de um sistema binário: ou seja, tem uma estrela “irmã” presa em sua órbita. O difícil é ver essa irmã: uma vez que a vampira suga sua energia, o brilho fica muito fraco para ser detectado por telescópios.

A dupla pretende agora usar o telescópio espacial Hubble para confirmar seus achados.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Astrônomos encontram dois novos aglomerados estelares na Via Láctea

Do G1 em São Paulo -    Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) anunciaram nesta quarta-feira (19) a descoberta de dois novos aglomerados de estrelas na Via Láctea. Os dois se juntam aos outros 158 que já eram conhecidos na nossa galáxia.
Descobertas do tipo são bastante raras na astronomia. Encontrar aglomerados como estes, mais ainda. O brilho fraco deles torna fácil para que outros grupos de estrelas mais luminosos os encubram.
Na foto abaixo, no círculo, está o aglomerado estelar descoberto pelo ESO, conhecido como “VVV CL001”. À esquerda e um pouco abaixo, é possível ver o brilhante aglomerado “UKS 1”. Os cientistas suspeitam que eles estejam ligados gravitacionalmente. Se isso for verdade, serão os primeiros aglomerados “binários” da nossa galáxia.



Aglomerado estelar VVV CL001 (dentro do círculo) pode estar ligado gravitacionalmente ao vizinho UKS 1, à esquerda (Foto: ESO/D. Minniti/VVV Team)

Agora, a foto mostra o segundo objeto, o “VVV CL002”, que acredita-se ser o mais próximo do centro da Via Láctea já visto:

O segundo aglomerado descoberto, bem no meio da imagem, VVV CL002, que pode ser o que está mais ao centro da galáxia (Foto: ESO/D. Minniti/VVV Team)

Astronautas registram aurora austral em foto tirada na Estação Espacial

Do G1, com informações da Associated Press -   Uma imagem divulgada por astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional nesta quarta-feira (19) mostra em detalhes a aurora austral, efeito luminoso causado pela ação do campo magnético da Terra.

A região mostrada na foto está acima do sul da Nova Zelândia, na região do mar da Tasmânia. A equipe que fez a foto é composta por três astronautas: o norte-americano Mike Fossum, o japonês Satoshi Furukawa e o russo Sergei Volkov.
Imagem foi feita logo acima do Mar da Tasmânia, no sul da Nova Zelândia.
  (Foto: Nasa / AP Photo)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Satélite da Nasa obtém imagens inéditas de supernovas

Do G1 em São Paulo - A Nasa publicou uma nova imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a 7,5 mil anos-luz da Terra. Nessa região, há formação de estrelas, e informações do observatório em raios X do satélite Chandra mostram que estrelas de grande massa se autodestruíram na nebulosa.
A imagem abaixo, feita pelo satélite Chandra, mostra que a atividade de supernovas – fenômeno que marca a “morte” de uma estrela – está crescendo na Nebulosa de Eta Carinae. De acordo com os dados colhidos, pode haver até seis estrelas de nêutrons – o que resta da explosão de uma supernova – na região; observações anteriores tinham detectado apenas uma.

Nebulosa de Eta Carinae, em imagem feita pelo satélite Chandra (Foto: Credit: NASA/CXC/Penn State/L. Townsley et al.)

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...