sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Astrônomos observam início de formação de sistema solar

Corpo celeste estudado tem 300 mil anos, enquanto Sol tem 4,6 bilhões.
Para cientistas, região se parece com o nosso Sistema Solar no passado.

Do G1, em São Paulo
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Astrônomos anunciaram nesta quarta-feira (5) a descoberta de um corpo celeste que está sendo considerada uma versão “bebê” do nosso Sol. Eles acreditam que a região seja um sistema solar em formação – o mais jovem já observado.
Protoestrela acumula a massa em seu redor como um disco; à direita, o processo é mostrado com maior aproximação (Foto: Bill Saxton/NRAO/Divulgação) 
Protoestrela acumula a massa em seu redor como um disco; à direita, o processo é mostrado com maior aproximação (Foto: Bill Saxton/NRAO/Divulgação)
 
O objeto, uma protoestrela que recebeu o nome de L1527IRS, fica na constelação de Touro, a cerca de 450 anos-luz da Terra. Por ora, ela tem apenas um quinto da massa do Sol, mas sua idade também é bem menor – surgiu há cerca de 300 mil anos, enquanto o Sol soma 4,6 bilhões de anos.

A jovem estrela traz uma grande quantidade de gás e poeira em seu redor, como um disco. Segundo os cálculos dos cientistas, há massa suficiente para formar sete planetas como Júpiter – o maior do Sistema Solar – nessa região.

Com isso, os pesquisadores acreditam que ela vá adquirir tamanho semelhante ao do nosso Sol, e que o disco possa também formar os planetas que vão orbitá-la. Nas palavras de John Tobin, do Observatório Nacional de Radioastronomia dos Estados Unidos, autor principal do estudo, “esse sistema se parece muito com o que imaginamos que o nosso próprio Sistema Solar tenha sido quando era muito jovem”.

Tobin liderou uma equipe internacional, que utilizou dados obtidos pelo sistema de telescópios Alma, no Chile – a estrutura ainda não está completa, mas já é capaz de fazer observações em alta definição. A pesquisa foi publicada pela revista científica “Nature”.

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Nova imagem da Nebulosa Carina é divulgada por observatório no Chile

Enorme berçário de estrelas está localizado a 7.500 anos-luz da Terra.
Registro marca cerimônia na Itália para celebrar estreia de supertelescópio.

Do G1, em São Paulo

Uma combinação de imagens da Nebulosa Carina, enorme berçário de estrelas localizado a 7.500 anos-luz da Terra, foi divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Observatório Europeu do Sul.

Os registros foram feitos pelo VLT Survey Telescope (VST), em Paranal, no deserto do Atacama, norte do Chile, e marcam a cerimônia de inauguração desse novo equipamento, realizada no Instituto Nacional de Astrofísica (Inaf) em Nápoles, na Itália, que participou da construção da obra.

Os astrônomos reuniram o resultado de observações feitas no dia 5 de junho, das quais participou o presidente do Chile, Sebastián Piñera, com imagens mais recentes da nebulosa.

Nebulosa ESO (Foto: ESO/Divulgação) 
Combinação de imagens de nebulosa foi feita pelo ESO e divulgada nesta quinta (6) 
(Foto: ESO/Divulgação)
 
Essa nuvem de gás e poeira é uma das regiões de formação estelar mais próximas de nós, com vários dos astros mais brilhantes e de maior massa já conhecidos. A constelação de Carina, ou Quilha, fica no Hemisfério Sul do céu e recebeu esse nome por causa da quilha do navio mitológico Argo, da história Jasão e os Argonautas.

O VST é um telescópio de 2,6 metros e uma câmera de 268 megapixels, com capacidade para mapear o céu em altíssima resolução.

A cor vermelha da foto é por causa do hidrogênio gasoso na nebulosa, onde há uma intensa radiação ultravioleta emitida por estrelas jovens, grandes e quentes.

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Colisão de cometas abriu buracos na superfície da Lua, afirmam cientistas

Informações foram reveladas a partir de medições de sondas da Nasa.
Estudo sobre o tema foi publicado nesta quinta-feira na revista 'Science'.

Do G1, em São Paulo*

Os asteroides e cometas que colidiram com a Lua não apenas tornaram sua superfície esburacada, mas também provocaram profundas fraturas na crosta do satélite terrestre, disseram pesquisadores da Agência espacial americana, a Nasa.

A informações foram reveladas a partir de medições de sondas da missão Grail (Laboratório Interior e de Recuperação de Gravidade, na sigla em inglês), surpreendendo cientistas que tiveram seus trabalhos publicados nesta quinta-feira (6) na edição impressa da "Science".

A descoberta pode ajudar a decifrar um enigma sobre Marte. No planeta vizinho da Terra, fraturas similares podem ter proporcionado um caminho para que a água da superfície penetrasse profundamente no solo, onde ela pode estar até hoje, afirmaram os cientistas.

"Marte pode ter tido um antigo oceano e todos nós nos perguntamos para onde ele foi. Bem, esse oceano pode muito bem estar no subterrâneo", afirmou a cientista Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

"Sabia-se que os planetas rochosos do Sistema Solar tinham sofrido muitos impactos há vários bilhões de anos, mas ninguém pensava que a superfície lunar tivesse sido tão maciçamente bombardeada", destacou Maria Zuber, professora de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology (MIT), encarregada científica da missão.

As duas sondas gêmeas, em órbita polar desde janeiro passado, fizeram medições muito precisas do campo gravitacional lunar que revelaram a divisão das massas, assim como a espessura e a composição dos diferentes estratos da Lua, até seu núcleo.

Deixaram claro, por exemplo, que a crosta lunar é muito mais fina do que pensavam os cientistas, ao apresentar uma espessura de 34 km a 43 km, de 6 km a 12 km a menos do que o se tinha calculado até agora.
crateras na Lua (Foto: Nasa) 
 
Imagem feita pelas sondas da Nasa mostra mapeamento feito na superfície da Lua 
(Foto: Nasa)
 
A composição da Lua aparece, então, como "similar à da Terra, o que alimenta a teoria de que está formada por materiais terrestres espalhados após um enorme impacto no começo da história do Sistema Solar", explicou Mark Wieczorek, do Instituto de Física do Globo de Paris, autor de um dos três estudos sobre os resultados da missão Grail.

Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union, em San Francisco nesta quarta-feira (5). Em relação à sua superfície, o interior da Lua parece extremamente regular. Os cientistas descobriram que a maior parte das variações constatadas no campo gravitacional eram produto de formações geológicas produzidas na superfície, como montanhas ou crateras.

A crosta externa da lua carece de estruturas rochosas densas e é constituída, provavelmente, por materiais porosos ou pulverizados. O mapa do interior da Lua revela, por sua vez, a existência de mapas mais densas, formadas por magma vulcânico, que terminou se solidificando e formando densas paredes rochosas.

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*Com informações da Reuters e da France Presse

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Nascerà in Italia il 'cuore' di Bepi Colombo

Rappresentazione grafica dl satellite Bepi Colombo (fonte: Thales Alenia Space)  
Rappresentazione grafica dl satellite Bepi Colombo
 (fonte: Thales Alenia Space)
 
Nasceranno in Italia i sistemi che permetteranno al satellite Bepi Colombo di esplorare per la prima volta a distanza ravvicinata il mondo incandescente di Mercurio, il pianeta più vicino al Sole, la cui superficie può raggiungere temperature fino a 550 gradi. In programma nel 2015, la missione è nata dalla collaborazione tra le agenzie spaziali di Europa (Esa) e Giappone (Jaxa).

E' quanto prevede il contratto da 200 milioni firmato a Roma dalla Thales Alenia Space con la Astrium, l'azienda tedesca che guida il gruppo di aziende europee coinvolte nel progetto. Il contratto è stato firmato alla presenza di Luigi Pasquali, presidente e amministratore delegato della Thales Alenia Space Italia, ed Eckard Settelmeyer, direttore per l'Osservazione della Terra, Navigazione e Scienza della Astrium Gmbh. ''Siamo orgogliosi di questo nuovo contratto, che ci permette di misurarci con entusiasmanti sfide tecnologiche legate al particolare scenario della missione'', ha osservato Pasquali riferendosi alle condizioni ambientali estreme di Mercurio.

Per arrivare su Mercurio, infatti, la parte della sonda esposta al Sole sopporterà temperature di circa 300 gradi, mentre all'interno gli strumenti dovranno lavorare a una temperatura che va da 0 a 40 gradi.

A capo di un gruppo di 35 aziende europee, la Thales Alenia Space è responsabile del sistema di controllo termico del satellite. ''Realizzare un sistema termico in grado di affrontare le temperature altissime di Mercurio e' una sfida tecnologica'', ha osservato il responsabile per la Scienza della Thales Alenia Space Italia, Vincenzo Giorgio.

Saranno costruiti in Italia elementi cruciali per immagazzinare i dati scientifici e trasmetterli a Terra, come la memoria di massa, il trasponder e l'antenna ad alto guadagno. Quest'ultima e' una parabola dal diametro di oltre un metro derivata da quella attiva sulla sonda Cassini, attualmente in orbita attorno a Saturno. Sempre in Italia saranno realizzati i sistemi di telecomunicazione e distribuzione della potenza elettrica, e il satellite saranno eseguiti assemblaggio, integrazione e test del satellite.



Alla missione partecipa anche l'Agenzia Spaziale Italiana (Asi) con la realizzazione di quattro degli 11 esperimenti della missione.

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Osservata la materia delle prime stelle

Rappresentazione artistica del quasar utilizzato come faro per illuminare la materia più antica dell’universo (Fonte:  European Southern Observatory/M. Kornmesser) 
 Rappresentazione artistica del quasar utilizzato come faro per illuminare la materia più antica dell’universo (Fonte: European Southern Observatory/M. Kornmesser)
 
 
La materia più antica dell'universo mai vista finora è una nube di gas che si trova a oltre 13 miliardi di anni luce dalla Terra. Risale al tempo in cui si sono 'accese' le prime stelle e non contiene tracce di elementi pesanti. Il risultato, pubblicato sulla rivista Nature, si deve al gruppo coordinato dal fisico americano Robert Simcoe, del Massachusetts Institute of Technology (Mit).

Per quanto indietro nel tempo siano andati finora, anche nelle stelle piu' antiche gli astronomi hanno sempre visto qualche traccia di elementi pesanti, come il carbonio e l'ossigeno. Questi elementi, che si formano nelle stelle o dall'esplosione di stelle molto grandi, costituiscono i mattoni dai quali si formano i pianeti e la vita.

Ora i ricercatori sono riusciti a guardare molto piu' lontano, all'epoca nella quale si sono formate le prime stelle. Sono riusciti a farlo grazie a uno spettrometro a infrarossi installato sul telescopio Magellano, in Cile e a una 'lampadina' molto speciale, la luce del quasar (ossia una radiosorgente quasi stellare) piu' lontano mai osservato. Il quasar analizzato e' un nucleo galattico che si trova a piu' di 13 miliardi di anni luce dalla Terra, quando l'universo era giovanissimo e aveva solo 750 milioni di anni.

Osservato dalla Terra, si trova dietro a una nube di gas che potrebbe essere il materiale da cui è nata la prima generazione di stelle in quella regione. In pratica l'oggetto ha agito come una lampadina molto brillante, la cui luce, attraversando la nube, ha permesso di svelare le 'firme' degli elementi contenuti in essa, spiega Adriano Fontana dell'Osservatorio di Roma dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e responsabile italiano dello strumento Large Binocular Telescope.

L'analisi dello spettro di luce del quasar non ha fornito alcuna evidenza della presenza di elementi pesanti della nube gassosa che circonda l'oggetto: sono state scoperte prove di idrogeno ma non di ossigeno, silicio, ferro o magnesio. ''Le prime stelle - sottolinea Fontana - non si sono formate tutte nello spesso punto, ma in zone diverse dell'universo, quindi e' probabile che in altre regioni del cosmo, in quest'epoca, gia' fossero nate le prime stelle, lo dimostra il quasar vicino, dove vi sono degli astri''. Ma, aggiunge, e' la prima volta che viene scoperta e osservata una zona priva o con una bassissima percentuale di elementi pesanti e questo mette potenzialmente sulle tracce della prima generazione di stelle in quella regione.

''Quello che abbiamo osservato - rileva Simcoe - e' uno dei periodi piu' interessanti del cosmo. E se siamo stati in grado di trovare  qualcosa in questa epoca, significa che possiamo potenzialmente scoprire altre cose interessanti''.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Nasa apresenta dado inconclusivo sobre possível orgânico em Marte

Agência fez apresentação sobre resultados do Curiosity.
Havia especulações de que ela confirmaria achado de material orgânico.

Do G1, em São Paulo

Marcas da terceira (esquerda) e quarta (direita) coleta de solo marciano feitas pelo Curiosity em outubro (Foto: Nasa/Divulgação) 
Marcas da terceira (esquerda) e quarta (direita) coleta de solo marciano feitas pelo Curiosity em outubro (Foto: Nasa/Divulgação)

O robô Curiosity encontrou moléculas complexas em solo marciano, incluindo substâncias com água, enxofre e cloro, que foram identificadas no laboratório que o robô leva a bordo, segundo anúncio da Nasa feito nesta segunda-feira (3). A agência disse, no entanto, que não confirmou a existência de partículas orgânicas no Planeta Vermelho, no material que analisou até o momento.

“Não temos detecção definitiva de orgânicos marcianos até agora, mas continuaremos investigando o diverso ambiente da Cratera Gale” (onde está o Curiosity), disse o pesquisador-chefe do SAM, a ferramenta que faz a análise de amostras do solo marciano, Paul Mahaffy.

O SAM detectou a existência de um composto formado por cloro e oxigênio chamado perclorato e que, aquecido dentro do Curiosity, formou moléculas orgânicas com átomos de carbono. Mas a Nasa advertiu que não tem como saber se o carbono tem origem marciana ou se se trata de uma contaminação que veio da Terra.

A expectativa em torno do anúncio durante um congresso em San Francisco era grande, já que John Grotzinger, chefe da missão Curiosity no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) em Pasadena (Califórnia, oeste dos Estados Unidos) disse a uma rádio americana, em novembro, que havia uma descoberta "digna de entrar nos livros de história" feita pelo robô Curiosity em Marte.

Em seguida, a agência espacial americana reduziu as expectativas em torno do suposto feito, mas já era tarde para conter as especulações sobre a possibilidade de a Nasa ter encontrado compostos orgânicos ou até mesmo vida no planeta vizinho.

Lançada há 35 anos, Voyager 1 pode estar perto do espaço interestelar

Nasa diz que equipamento está em nova região do Sistema Solar.
Objeto está a 18 bilhões de quilômetros do Sol.

Do G1, em São Paulo

Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra (Foto: Nasa/Divulgação) 
Ilustração da Nasa mostra a Voyager 1 na nova região do espaço em que agora se encontra
 (Foto: Nasa/Divulgação)
Cientistas da agência espacial amsaiba ericana Nasa informaram em reunião da União Geofísica Americana, em San Francisco, nesta segunda-feira (3) que a sonda Voyager 1 possivelmente está na etapa final para sair do Sistema Solar e entrar no espaço interestelar.

A Voyager 1 foi lançada em 1977 e desde então viaja pelo espaço, tornando-se o objeto feito pelo homem que está mais distante. Atualmente, a sonda está a 18 bilhões de quilômetros do Sol.


A Nasa acredita que a sonda está prestes a sair do sistema planetário porque os ventos solares na região desaceleraram abruptamente e se tornaram turbulentos. Por outro lado, dados de campo magnético indicam que o equipamento segue sob influência do Sol. A previsão é de que a Voyager entre de vez no espaço interestelar em alguns meses ou poucos anos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pesquisa indica que vulcões de Vênus estão em atividade

Estudo analisou volume de dióxido de enxofre na atmosfera do planeta.
Dados geológicos já apontavam para este hipótese.

Do G1, em São Paulo

Concepção artística de um vulcão em atividade em Vênus (Foto: ESA/AOES) 
Concepção artística de um vulcão em atividade em Vênus 
(Foto: ESA/AOES)
 
Um estudo publicado neste domingo (2) aponta que Vênus possa ter vulcões ativos em sua superfície. Já se sabia que o planeta tinha vulcões, mas a conclusão de que eles estão ativos vem da análise de dados sobre a atmosfera do planeta, especialmente em relação à concentração de dióxido de enxofre na atmosfera.

Na Terra, praticamente todo o dióxido de enxofre presente na atmosfera provém das erupções vulcânicas. A atmosfera de Vênus tem um volume deste gás mais de um milhão de vezes acima do que é encontrado na Terra.

A sonda Venus Express, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), registrou, desde sua chegada à órbita do planeta, em 2006, grandes variações na quantidade desse gás. A variação seria explicada pelas erupções, que não acontecem em volume constante.

Quando o dióxido de enxofre chega ao topo da atmosfera, após passar por densas nuvens, é destruído pela luz do Sol. Portanto, o gás encontrado no local seria proveniente de erupções ocorridas nos últimos dias.

Além disso, a sonda europeia encontrou evidências geológicas da atividade vulcânica. Foram encontradas rochas de formação geologicamente recente – menos de um milhão de anos –, que indicam a influência da lava na superfície.

A pesquisa foi liderada por Emmanuel Marcq, da Universidade de Versalhes-Saint Quentin, na França, e publicada pela revista "Nature Geoscience".

Astrônoma flagra raríssimo 'arco-íris de fogo' em Itanhaém, SP

Fenômeno é extremamente raro e é formado de jeito diferenciado.
Meire Santos também registrou um halo solar neste domingo (2).


Arco-íris de fogo em Itanhaém, SP (Foto: Meire Ruiz Santos/VC no G1) 
Arco-íris de fogo foi flagrado em Itanhaém por astrônoma 
(Foto: Meire Ruiz Santos/VC no G1)
 
Uma astrônoma amadora de Itanhaém, no litoral de São Paulo, flagrou um dos mais raros fenômenos da natureza. Meire Ruiz Santos, que há três anos observa o céu e se informa em sites especializados sobre o calendário dos fenômenos, conseguiu fazer imagens de um arco-íris de fogo. A internauta enviou as fotos por meio da ferramenta colaborativa VC no G1.

Arco-íris de fogo em Itanhaém, SP (Foto: Meire Ruiz Santos/VC no G1) 
Arco-íris de fogo foi ressaltado com filtros pela
imprensa especializada (Foto: Meire Ruiz/VC no G1)
 
Segundo a astrônoma amadora, o arco-íris de fogo, também conhecido como arco-íris horizontal, se diferencia dos fenômenos em forma de arco durante a formação, já que é gerado pela refração de cristais de gelo, ao invés de gotículas de água líquida. O arco-íris horizontal enviado por Meire foi fotografado no final de outubro.

Na tarde deste domingo (2), Meire conseguiu outra foto. Desta vez, a astrônoma fotografou um grande halo solar. Ela conta que estava em uma rede social quando um amigo postou que estava visualizando o fenômeno. "Eu saí, vi e fiz uma foto para postar na internet. Logo em seguida um amigo de Portugal viu que o fenômeno estava acontecendo por lá também", conta.

O fenômeno do halo solar é relativamente comum e natural. Ele ocorre quando há cristais de gelo na atmosfera e a luz do sol os atravessa. A luz é refletida e refratada pelos cristais de gelo e pode se dividir em cores, ficando semelhante ao arco-íris. Às vezes é possível ver halos ao redor da Lua e, neste caso, o fenômeno recebe o nome de halo lunar.



Halo solar foi visto na tarde deste domingo em Itanhaém, SP (Foto: Meire Ruiz Santos/VC no G1) 
Halo solar foi visto na tarde deste domingo em Itanhaém, SP (Foto: Meire Ruiz Santos/VC no G1)

La Stazione Spaziale saluta il Sole


Il Sole sorge dietro la Stazione Spaziale Internazionale (fonte: NASA/ESA) 
Il Sole sorge dietro la Stazione Spaziale Internazionale
 (fonte: NASA/ESA)
 
Il primo dicembre la Stazione Spaziale Internazionale sarà ruotata per guardare il Sole: la complessa manovra servirà per posizionare al meglio l'osservatorio Solar e monitorare così un'intera rotazione della nostra stella. Lo ha reso noto l'Agenzia Spaziale Europea (Esa) spiegando inoltre che si tratta della prima volta che ricorre alla modifica dell'assetto della stazione orbitale per motivi puramente scientifici.

''Vogliamo registrare una rotazione completa del Sole e per far ciò occorrono 25 giorni'', ha spiegato Nadia This, una delle responsabili del controllo di Solar (Solar Monitoring Observatory). Per prendere questi dati è però necessario che gli strumenti di Solar siano rivolti direttamente verso il Sole, ma ogni mese la normale orbita della Stazione Spaziale ne oscura la vista per due settimane. E' stato quindi deciso di ruotare l'intera stazione, ma la manovra che comporta lo spostamento delle 450 tonnellate della stazione orbitale non è un impresa semplice. Già a partire dal 19 novembre Solar ha iniziato a registrare una rotazione completa del Sole, ma per poter completare la scansione è necessario un cambiamento dirotta della Stazione Spaziale.

L'inizio della manovra è previsto per il primo dicembre e per ruotare dei circa 7 gradi necessari la stazione impiegherà circa due ore. La nuova angolazione sarà mantenuta per dieci giorni prima di tornare all'assetto originale. Le osservazioni di Solar, una serie di strumenti per lo studio del Sole, stanno migliorando la conoscenza di alcuni aspetti della nostra stella, permettendo di creare modelli più accurati e di predirne il comportamento. Recentemente il ciclo solare di undici anni ha mostrato delle irregolarità e, in vista del prossimo picco di attività previsto per il 2013, i dati di Solar sono sono attesi con particolare interesse.
Installato nel febbraio 2008 sulla Stazione Spaziale, all'esterno del modulo Columbus, Solar si prepara a festeggiare cinque anni di attività. ''E' una conquista – ha commentato This – perchè lo strumento era stato progettato per lavorare soltanto 18 mesi''.


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Dia do Astrônomo


'Addobbi' celesti nel cielo di dicembre

 Luna e Venere nel cielo di dicembre (fonte: Marco Meniero, http://www.meniero.it/)  
Luna e Venere nel cielo di dicembre 
(fonte: Marco Meniero, http://www.meniero.it/)
 
Il cielo di dicembre sarà addobbato come uno sterminato albero di Natale, illuminato da una cascata di pianeti, una pioggia di meteore e infine dall'atteso asteroide Toutatis, che lo attraverserà come un gigantesco festone. A ricordare gli appuntamenti principali per gli appassionati col naso all'insù sono gli esperti dell'Unione astrofili italiani (Uai).

Giove sarà l'astro più brillante del cielo per tutto il mese: il 3 dicembre raggiungerà l'opposizione restando visibile dal tramonto fino all'alba per l'intera notte. A fargli compagnia, a partire dal 2 dicembre e fino a metà mese, ci sarà una cascata di pianeti che illuminerà le prime ore del mattino: sopra l'orizzonte orientale sarà possibile osservare Venere, seguita da Saturno e Mercurio. Nelle mattine del 10, 11 e 12 dicembre il 'trio' planetario sarà accompagnato anche da una sottile falce di Luna.

Proprio la Luna offrirà un curioso spettacolo nella notte tra il 3 e il 4 dicembre: poco dopo la mezzanotte occulterà la visione delle stelle dell'ammasso aperto M67 nel Cancro.

Per i cacciatori di stelle cadenti l'appuntamento è invece per la notte di Santa Lucia. Proprio il 13 dicembre, infatti, si avrà il picco delle Geminidi, la cui pioggia (visibile dal 10 al 15 dicembre) sarà comparabile per quantità e brillantezza a quella delle Perseidi di agosto.

''Le circostanze con cui potremo osservarle quest'anno sono parecchio favorevoli - spiegano gli esperti della Uai - dato che non ci sarà il disturbo della Luna e che la maggior frequenza dovrebbe verificarsi verso la mattina. Si potranno quindi ottenere le osservazioni più utili soprattutto dalla mezzanotte all'alba, quando il radiante sarà più alto sopra l'orizzonte. Le vedremo irradiarsi da un'area poco a nord-ovest di Castore, in numero maggiore prima del massimo, anche se meno luminose''.

Nella notte tra il 20 e il 21 dicembre, dopo la mezzanotte, sarà bene tenere sotto controllo anche l'attività delle Ursidi, originate dalla cometa 1856 Tuttle, che potranno mostrare imprevisti aumenti della loro frequenza.

L'evento piu' atteso del mese sarà però il ritorno dell'asteroide Toutatis in uno dei suoi passaggi più ravvicinati. Questo corpo celeste passerà a 6,9 milioni di chilometri dalla Terra l'11 e il 12 dicembre. Il suo passaggio così a breve distanza lo renderà un oggetto molto interessante: osservandolo al telescopio, sarà possibile apprezzarne il movimento tra le stelle.

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