quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Una 'sfilata' di tre asteroidi anticipa il Carnevale

L'asteroide 2014 BR57, fotografato da Gianluca Masi (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0) 
 L'asteroide 2014 BR57, fotografato da Gianluca Masi 
(fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0)
 
 
Sfilata di corpi celesti per 'festeggiare' il carnevale in anticipo: ben quattro asteroidi in pochi giorni salutano 'da vicino' il nostro pianeta. Dopo il passaggio del primo nella notte del 17 febbraio, si attende il transito di 2014 BR57, una montagna di roccia larga 60 metri. A seguire, il giorno successivo, sfileranno gli asteroidi 1995 CR e 2014 CR.

"Gli asteroidi sono oggetti estremamente affascinanti", ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile scientifico del progetto Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. "Sono il residuo incontaminato del materiale che componeva il Sistema Solare degli albori, quando i pianeti stavano appena cominciando la loro formazione", ha spiegato. Questi frammenti, più o meno grandi, orbitano ancora attorno al Sole e nel loro vagare possono passare vicino alla Terra.

In queste ore ben quattro di questi 'fossili' celesti regaleranno una incredibile sfilata, quasi ad anticipare di pochi giorni il carnevale.

Dopo il passaggio ravvicinato dell'asteroide 2000 EM26, con un diametro stimato di circa 200 metri (quasi come due campi di calcio), sfilato la scorsa notte, nelle prossime ore sarà il turno di 2014 BR57, 1995 CR e 2014 CR.
 
Il passaggio ravvicinato non rappresenta nessun pericolo per il pianeta, il più vicino (2014 BR57) passerà infatti a 1.680.000 chilometri da noi, più di 4 volte la distanza che ci separa dalla Luna.

Per osservali sarà necessario attrezzarsi con un telescopio, anche piccolo, oppure seguendo lo streaming delle immagini riprese dal Virtual Telescope e ritrasmesse in diretta sul canale Scienza e Tecnica dell'ANSA.
Condizioni meteo permettendo, e le previsioni lasciano per ora ben sperare, gli appuntamenti per le dirette sono programmate per il 19 febbraio alle 21.00, per il primo ospite della sfilata (2014 BR57) e per il 20 febbraio sempre alle 21.00 per seguire gli ultimi due asteroidi.

"Il passaggio di 4 asteroidi in così poche ore - ha sottolineato Masi - rappresenta una semplice coincidenza. Non esiste alcun pericolo maggiore e non vuol dire neanche che questi oggetti siano aumentati. Questo è solo perché siamo diventati noi più bravi a rilevarli: prima non sapevamo osservarli, mentre oggi abbiamo migliorato le nostre capacità".


www.ansa.it

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Asteroide 'potencialmente perigoso' passou próximo da Terra nesta 2ª feira

Rocha 2000 EM26 atingiu ponto mais próximo do planeta na noite passada.
Com 270 metros de largura, asteroide viajava a 47 mil km/h.

Do G1, em São Paulo


Um asteroide com 270 metros de largura e considerado potencialmente perigoso pelos cientistas passou próximo da Terra na noite desta segunda-feira (18), de acordo com a imprensa internacional

Segundo o jornal britânico “The Guardian”, a rocha espacial conhecida como 2000 EM26 não representou nenhuma ameaça.

A distância mais próxima da Terra, 3,4 milhões de km -- o equivalente a 8,8 vezes a distância entre nosso planeta e a Lua – foi por volta das 23h, horário de Brasília.

A agência Reuters afirma que mesmo com essa distância, o corpo celeste foi considerado um objeto potencialmente perigoso à Terra. Os cientistas estimavam que sua velocidade era de 47 mil km/h.

O fato ocorre pouco mais de um ano depois da Rússia experimentar momentos assustadores com a queda de um meteorito na região de Chelyabinsk, que deixou mais de mil pessoas feridas.

Os cientistas estimam que o asteroide pode ter medido até 20 metros e pesado 13.000 toneladas. Ao entrar na atmosfera, ele se tornou um objeto dotado de energia equivalente a um milhão de toneladas de TNT, isto é, 30 vezes a potência da bomba atômica de Hiroshima.

A trajetória, acrescentam, sugere que o meteorito foi alguma vez parte de um asteroide de dois quilômetros de diâmetro chamado 86039, inicialmente avistado em 1999 e que voltava a passar regularmente perto da Terra.
 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Il Sole 'spumeggiante' a San Valentino

Aurora boreale in Alaska  
Aurora boreale in Alaska 
 
Anche il Sole festeggia San Valentino e lo fa con uno spettacolo indimenticabile, anche se riservato a chi si trova molto a Nord, vicino al Circolo polare artico, o in Antartide. Cieli colorati di verde e viola da spettacolari aurore polari sono previsti dall'Agenzia americana per l'atmosfera e gli oceani (Noaa), in seguito alla vivace attività del Sole.

Ancora una volta la protagonista è la gigantesca macchia solare AR1974, comparsa già da alcune settimane. Ha già provocato una violenta eruzione che ha rilasciato in direzione della Terra tre flussi di particelle che gli esperti hanno catalogato di media intensità, ma sufficiente comunque a far brillare il cielo proprio nel giorno di San Valentino.

Esplodendo, infatti, le macchie solari che periodicamente appaiono sulla superficie della nostra stella scagliano nello spazio sciami di particelle cariche di energia. Una volta giunte nei pressi della Terra, le particelle interagiscono con il campo magnetico colorando il cielo alle alte latitudini.

E' invece piuttosto bassa, stimata nel 60%, la probabilità di tempeste magnetiche rischiose per il funzionamento delle linee elettriche e dei satelliti per le telecomunicazioni.

www.ansa.it

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cientistas criam mapa global da maior lua do Sistema Solar

Ganymede é a sétima lua de Júpiter e a maior do sistema solar.
Mapa ajudará em futuras observações de veículos espaciais.

Do G1, em São Paulo
 

A Ganymede, sétima lua de Júpiter, ganhou mapa global com detalhes geológicos (Foto: USGS Astrogeology Science Center/Wheaton/NASA/JPL-Caltech) 
A Ganymede, sétima lua de Júpiter, ganhou mapa global com detalhes geológicos
 (Foto: USGS Astrogeology Science Center/Wheaton/NASA/JPL-Caltech)
 

Um grupo de cientistas do Wheaton College, nos Estados Unidos, produziu o primeiro mapa global de Ganymede, a sétima lua de Júpiter e a maior do Sistema Solar, com 5.262 km de diâmetro (a Lua da Terra, por exemplo, tem 3.476 km de diâmetro). O mapa ilustra a variedade geológica da superfície da lua.

Segundo os pesquisadores, o mapa ajuda no estudo sobre a evolução da lua e em observações futuras de naves espaciais. Os cientistas que o elaboraram identificaram três períodos geológicos para a lua, um em que dominavam crateras de impacto, outro com perturbações tectônicas, seguido por declínio na atividade geológica.

O novo mapa, segundo eles, permitirá pesquisadores a comparar características geológicas de outros satélites gelados, com características semelhantes às da Ganymede.

Estudos anteriores feitos por telescópios baseados na Terra e por missões espaciais indicam que a Ganymede é um satélite gelado e complexo, cuja superfície é caracterizada pelo contraste de dois tipos principais de terrenos: regiões de crateras escuras e muito antigas e regiões mais claras marcadas por sulcos e saliências, um pouco mais jovens, mas ainda assim antigas.

O mapa foi elaborado a partir de imagens obtidas durante voos dos veículos espaciais Voyager 1 e 2 e Galileo, da Agência Espacial Americana (Nasa). A lua Ganymede foi descoberta em 1610 por Galileo Galilei.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Cientistas australianos descobrem estrela mais antiga do Universo

Estrela está na Via Láctea a 6 mil anos luz de distância da Terra.
Descoberta abre as portas para indagar sobre as origens do Universo.

Da EFE

 
Cientistas australianos descobrem a estrela mais antiga do Universo (Foto: AFP/ Space Telescope Science Institute) 
Estrela seria a mais antiga do Universo (Foto: AFP/ Space Telescope Science Institute)
 
 
Cientistas australianos descobriram uma estrela que se formou pouco depois do Big Bang há cerca de 13,6 bilhões de anos e que foi considerada como a mais antiga do Universo conhecida até o momento, informou nesta segunda-feira (10) a imprensa local.

A estrela denominada SMSS J031300.36-670839.3, que se encontra na Via Láctea a cerca de 6 mil anos luz da Terra, permitirá estudar pela primeira vez a composição química dos primeiros corpos celestes e abre as portas para indagar sobre as origens do Universo.

O chefe da equipe científica que descobriu a estrela, Stefan Keller, da Universidade Nacional Australiana, disse que para determinar a idade das estrelas se leva em conta a quantidade de ferro presente em seu espectro de luz.

O astrônomo, que comparou a probabilidade do achado a "uma em 60 milhões", assinalou que a maior quantidade deste mineral corresponde a uma maior juventude.

"No caso da estrela que anunciamos, a quantidade de ferro era pelo menos 60 vezes menor que em qualquer outra estrela", disse Keller em entrevista à agência local 'AAP'.

A estrela foi descoberta através do telescópio SkyMapper do Observatório Sinding Spring, situado no nordeste australiano, em um projeto voltado a elaborar o primeiro mapa digital do firmamento meridional.

O telescópio gigante de Magalhães no Chile confirmou pouco depois a descoberta publicada na última edição da revista científica "Nature".

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Impacto de rocha espacial na superfície de Marte cria 'obra de arte'

Cratera foi detectada por sonda da Nasa.
Todos os anos aparecem 200 novas crateras na superfície do planeta.

Do G1, em São Paulo

Cratera que surgiu após impacto de rocha espacial na superfície de Marte foi captada por equipamento da Nasa (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. do Arizona) 
Cratera que surgiu após impacto de rocha espacial na superfície de Marte foi captada por equipamento da Nasa (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. do Arizona)
 
O impacto de rochas espaciais na superfície de Marte forma cerca de 200 novas crateras ao ano, mas poucas colisões deixam rastros tão “atraentes” como o da imagem acima, divulgada pela agência espacial americana, a Nasa.

A fotografia foi feita pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter. Nela é possível observar uma cratera de aproximadamente 30 metros de diâmetro e, no centro dela, rastros de uma explosão com tons claros e escuros. De acordo com a Nasa, o buraco surgiu entre julho de 2010 e maio de 2012. Ele foi detectado após comparação de imagens feitas neste prazo.

Eis como a Terra aparece no céu de Marte

A NASA divulgou esta imagem surpreendente do céu de Marte, que está a cerca 160 milhões de quilômetros da Terra



NASA 

NASA


Ah, sim, claro, consigo ver muito bem. Como você não consegue? Está bem ali. É a Terra. Espera um pouco, é isso mesmo? Não, não pode ser. Qualquer um que falar isso ou é um mentiroso ou tem super-visão. A Terra é incrivelmente minúscula no céu de Marte. Claro, se você prestar bastante atenção e mentir para si mesmo um pouco, conseguirá ver o pequeno ponto que não é muito diferente de um grão de areia em uma parede.

A NASA postou a imagem do céu e horizonte de Marte tirada pela sonda Curiosity e a Terra está brilhando no céu. Um pequeno ponto (muito pequeno mesmo) no céu.

Não, não é um dead pixel no seu monitor. É a Terra. Somos nós. Próximo a essa luz azul está a Lua (que eu simplesmente não consigo ver). A NASA explica:

"Pesquisadores usaram a Mast Camera (Mastcam) da Curiosity para capturar este cenário cerca de 80 minutos após o pôr do sol do 529º dia marciano dos trabalhos da sonda em Marte (31 de janeiro de 2014). 
A imagem foi processada para remoção dos efeitos de raios cósmicos."

A Terra estava a cerca de 160 milhões de quilômetros de distância de Marte quando a Curiosity tirou a foto.

http://tecnologia.br.msn.com

Cientistas vão criar o ponto mais frio do Universo conhecido

O chamado Cold Atom Lab pretende atingir temperaturas ainda não estudadas em seu refrigerador atômico

Reprodução / NASA

Reprodução / NASA

O Universo está congelando. Em pontos como na Nebulosa do Bumerangue, a temperatura cai e chega a 1 grau Kelvin, pouco acima do zero absoluto. Mas se os cientistas da NASA estiverem no caminho certo, o Universo conhecido terá um novo ponto mais frio, e será dentro da Estação Espacial Internacional.

O Cold Atom Lab será um refrigerador atômico que visa chegar a temperaturas ainda não estudadas, como 100 pico-Kelvin. Isso significa um décimo de bilionésimo acima do zero absoluto, ponto em que o movimento da matéria para completamente. Em teoria, claro. Nessa temperatura ridiculosamente frígida, a matéria deve parar de ser um gás, líquido ou sólido e assumir um estado totalmente quântico. Como alguém pode não querer estudar isso?

Infelizmente, vamos ter que esperar um pouco para isso. O módulo de ciência para o Cold Atom Lab não deve ser lançado em órbita antes de 2016, e devido aos efeitos da gravidade, ele não deve fazer muita coisa por aqui. Mas, assim que estiver em ação, espere resultados sensacionais.

http://tecnologia.br.msn.com

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Nuvole su una stella mai nata

Prima osservazione del 'meteo' di una nana bruna


Mappa delle nubi sulla nana bruna più vicina alla Terra (fonte: ESO) 
 Mappa delle nubi sulla nana bruna più vicina alla Terra (fonte: ESO)
 
Cielo nuvoloso su una nana bruna: per la prima volta è stato osservato il 'meteo' su una di queste stelle mai nate, distante da noi solo 6,5 anni luce. La mappa delle nuvole presenti nell'atmosfera della nana bruna è stata pubblicata sulla rivista Nature dal gruppo coordinato da Ian Crossfield, dell'Istituto tedesco Max Planck per l'Astronomia di Heidelberg.

Le nane brune sono oggetti a metà fra una stella e un pianeta gigante gassoso, come Giove o Saturno. Non contengono una massa sufficiente per dare inizio al processo di fusione nucleare che 'accende' ogni stella e possono emettere solo luce infrarossa. Per questo le nane brune di solito non sono abbastanza luminose da essere osservate facilmente.

Tuttavia il caso della Luhman 16B è diverso perchè questa nana bruna è molto vicina alla Terra e per questo è stato possibile osservarla in dettaglio. A farlo è stato il Vlt (Very Large Telescope), dell'Osservatorio Europeo Meridionale (Eso), in Cile.

Nell'atmosfera della nana bruno sono state identificate grandi macchie chiare e scure, segno della presenza di nubi irregolari. Osservazioni ripetute hanno poi indicato che le condizioni meteorologiche cambiano rapidamente e si evolvono in breve tempo. ''Le osservazioni precedenti - rileva Crossfield - suggerivano che 
le nane brune potessero avere una superficie a chiazze, ma ora possiamo di fatto costruirne una mappa". 

Secondo l'esperto presto sarà possibile osservare perfino il processo di formazione delle nubi, la loro evoluzione e la dissipazione.

Per ottenere la mappa della superficie di Luhman 16B gli astronomi hanno osservato la nana bruna con lo 
strumento Crires, montato sul Vlt. Questo ha permesso non solo di vedere i cambiamenti di luminosità durante il periodo di rotazione, ma gli spostamenti delle strutture chiare e scure. Combinate insieme, tutte queste informazioni hanno permesso di ottenere una mappa completa. Per Crossfield ''è un passo in avanti verso la possibilità di elaborare modelli meteorologici di pianeti esterni al Sistema Solare. E' emozionante- ha detto - che stiamo iniziando a produrre mappe di oggetti che sono al di là del Sistema Solare''.


www.ansa.it

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Il ritratto del Sistema Solare da giovane

Ricostruita la storia della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL) 
 Ricostruita la storia della fascia di asteroidi fra Marte e Giove (fonte: NASA/JPL)
 
 
Il ritratto più completo del Sistema Solare ancora giovane è raccontato dalla fascia di asteroidi che si trova fra Marte e Giove. La storia delle collisioni avvenute circa 4 miliardi di anni fa, pubblicata sulla rivista Nature, è è la chiave per studiare il processo di formazione degli altri sistemi solari ed è stata ricostruita con il contributo della planetologa italiana Francesca De Meo, che lavora negli Stati Uniti presso lo Smithsonian Center for Astrophysics.

Alla luce delle ricerche condotte finora e analizzate dalla ricercatrice, la ricostruzione indica che gli asteroidi nella fascia principale sono più diversificati in termini di dimensione e composizione rispetto a quanto immaginato finora. Questo implica che vi è stato un forte mix di questi oggetti avvenuto a causa di 'drammatici' processi. Tra questi, la migrazione dalle loro posizioni originarie di dei grandi pianeti come Giove. Questo fenomeno ha avuto un effetto carambola sugli asteroidi, che sono stati scagliati sui pianeti più interni. Questi processi, inoltre, hanno trasportato molti degli asteroidi nelle loro posizioni attuali nella fascia principale.

De Meo e l'altro autore della ricerca, Benoit Carry dell'Osservatorio di Parigi, sottolineano che c'è ancora molto lavoro da fare in questo campo. Oggetti come gli asteroidi sono i mattoni da cui si sono formati i pianeti e sondare il loro interno e la loro storia termica, per esempio, può fornire indizi cruciali sulle condizioni che c'erano durante la formazione dei pianeti.

L'obiettivo finale degli studi sugli asteroidi è comprendere il rapporto che c'è fra questi oggetti e la presenza di alcuni elementi sulla Terra, come per esempio l'acqua, cruciale per la vita. ''La caccia in corso di pianeti simili alla Terra – scrivono gli autori - ha come corollario la caccia negli altri sistemi planetari a eventuali firme di zone come la nostra fascia di asteroidi, per valutare se questa è unica nel Sistema Solare o comune agli altri sistemi''.
 
www.ansa.t

Oggi la Luna transita sul Sole

L'eclissi sarà visibile solo dallo spazio


Simulazione del transito della Luna contro il disco solare del 30 gennaio 2014 (fonte: Olivier Fehr) 
 Simulazione del transito della Luna contro il disco solare del 30 gennaio 2014 (fonte: Olivier Fehr)
 
 
Un'eclissi di Sole è attesa oggi, ma sarà visibile solo dallo spazio. La Luna transiterà sul disco della nostra stella alle 14,31 (ora italiana? e nasconderà il 90% del disco solare per circa due ore e mezzo.

''Il transito della Luna sul disco del Sole non è in asse con il nostro pianeta: per questo sarà visibile solo dallo spazio'', spiega l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma. ''Dal momento che non coinvolge il nostro pianeta, il fenomeno - aggiunge - non può essere definito eclissi, ma transito lunare'' .

A catturare le immagini del transito della Luna contro il Sole sarà il satellite Sdo (Solar Dynamics Observatory), l'osservatorio solare della Nasa che si trova nella posizione orbitale adatta per osservare il fenomeno ed è pronto a registrarlo. Poichè il satellite è alimentato dai pannelli solari, nelle ore in cui Sole sarà oscurato i responsabili della missione accenderanno le batterie per sopperire al blackout.

Simili transiti, aggiunge Masi accadono alcune volte l'anno: il satellite Sdo ha osservato uno di essi per la prima volta nell'ottobre 2010.



www.ansa.it/scienza

Pesquisadores criam mapa completo de asteroides entre Marte e Júpiter

Asteroides são elementos com dados sobre a formação de planetas.
Estudo foi publicado na revista científica 'Nature' desta semana.

Da EFE

Pesquisadores da França e dos Estados Unidos elaboraram um mapa completo da localização dos asteroides que ficam no cinturão principal do Sistema Solar, entre Marte e Júpiter, informou o Observatório de Paris em estudo publicado na edição impressa da revista "Nature".

O trabalho, divulgado nesta quinta-feira (30), confirma teorias mais recentes sobre a formação do Sistema Solar, que defendem que todos os elementos que o compõem se deslocaram ao longo da história, embora algumas das observações ainda não possam ser explicadas.

Os asteroides, pequenos fragmentos de rocha e pó, são elementos que fornecem muita informação sobre a formação dos planetas próximos da Terra, por serem restos pouco evoluídos da nebulosa primitiva de 4,5 bilhões de anos, lembraram os dois autores do estudo.

Desde nos anos 80, a comunidade científica internacional defendia que a estrutura do Sistema Solar era estática, ou seja, que os corpos permaneciam na zona onde se formaram, de modo que se podia distinguir entre os mais evoluídos e próximos do Sol e os mais primitivos e afastados. No entanto, esta teoria começou a evoluir a partir de 2000, quando foram detectadas exceções como os asteroides formados em um entorno frio e afastados do sol.
No mapa elaborado pelos cientistas mostram os principais asteroides do Sistema Solar e sua distância do Sol. (Foto: Reprodução/Nature) 
No mapa elaborado pelos cientistas mostram os principais asteroides presentes entre Marte e Júpiter (Foto: Reprodução/Nature)
 
Mapa
Além de traçar o mapa, os astrônomos Benoît Carry, do Observatório de Paris, e Francesca DeMeo, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), determinaram a composição de cem mil asteroides de mais de cinco quilômetros de diâmetro, a partir de registros fotográficos, e os classificaram em função de seu tamanho e sua posição no sistema solar.

Com estes dados, concluíram que a teoria tradicional continua sendo válida para os asteroides de mais de 50 quilômetros de diâmetro já que, nestes casos, os mais afastados do Sol são também os mais primitivos. 

Por outro lado, nos menores, especialmente aqueles com um diâmetro entre 5 e 20 quilômetros, acontece o contrário e se encontram perto de Marte asteroides mais frios, que habitualmente ficam além da órbita de Júpiter.

Estas observações se ajustam em parte aos últimos modelos teóricos sobre a história do sistema solar, que já assumem que todos seus elementos se movimentaram, incluindo os planetas, e que os asteroides se formaram a diversas distâncias do sol antes de se concentrarem no cinto principal, o que explicaria a grande diversidade.

No entanto, alguns dos detalhes mostrados na nova cartografia, como a presença de corpos frios perto de Marte, ainda não se explicam com as novas teorias.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...