quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Cinco planetas se alinham no céu por um mês; saiba como ver raro fenômeno

Da BBC

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Image captionPara ver o fenômeno raro, é preciso buscar um lugar onde o céu esteja bem escuro
Fanáticos por astronomia terão, a partir desta semana, uma oportunidade rara de acompanhar o alinhamento de cinco planetas.
É um evento bastante incomum, que começará nesta quarta-feira (20 de janeiro) e vai durar exatamente um mês, até 20 de fevereiro.
Pela primeira vez em 10 anos, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser apreciados a olho nu, alinhados simultaneamente, entre o horizonte e a lua.
Considerando que a rotação em torno do Sol de cada planeta é diferente, esse é um fenômeno que pode ser considerado imperdível.

De acordo com o especialista Alan Duffy, da Universidade Swinburne, de Melbourne (Austrália), os planetas mais fáceis de serem vistos são Vênus e Júpiter.
"O grande desafio será Mercúrio", diz Duffy à publicação Australian Geographic.
Isso ocorre porque o planeta estará muito próximo ao horizonte, assim ele fica facilmente "escondido". Além disso, ele só aparece durante a madrugada.
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Image captionO melhor momento para ver os cinco alienado é pouco antes do amanhece
As horas e os dias em que cada planeta podem ser vistos no céu variam conforme a localização na Terra.
A ordem da fila
O primeiro a aparecer será Júpiter. Devido ao seu brilho, será fácil de vê-lo, mesmo em áreas urbanas.
O Planeta Vermelho, Marte, virá em seguida; e Saturno estará mais abaixo, seguido de perto por Vênus.
O último será Mercúrio.
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Especialistas de ambos os hemisférios, norte e sul, concordam que o melhor momento para ver os cinco alienhados é pouco antes do amanhecer.
O site Sky.org recomenda que, entre 27 de janeiro e 6 de fevereiro, as pessoas em todo o mundo usem a Lua como um guia para ver os planetas.
Os planetas estarão entre o satélite natural da Terra e o horizonte.
Alan Duffy recomenda procurar um horizonte aberto e um céu suficientemente escuro - cenário praticamente impossível de se encontrar em áreas urbanas.
Uma vez encontrado um lugar para observar o fenômeno, vale cruzar os dedos para que o céu e o horizonte estejam em condições ideais.

Astrônomo que 'matou' Plutão vê sinal de novo planeta no Sistema Solar

Astro seria 10 vezes mais maciço do que a Terra, com órbita de 15 mil anos.
Alinhamento de objetos além de Netuno seria 'rastro' trilhado pelo planeta.


Concepção artística de como seria o nono planeta (Foto: Reprodução/Youtube/Caltech)

Uma análise na órbita de objetos na periferia do Sistema Solar, na zona habitada por Plutão, sugere a existência de um planeta grande, do tamanho de Netuno, a uma distância até 200 vezes maior que aquela entre a Terra e o Sol.
Não é a primeira vez que um astrônomo propõe a existência de um "Planeta X", mas desta vez a alegação parte de um cientista altamente prestigiado no meio. Michael Brown, do Caltech, foi o primeiro a enxergar Sedna, o planeta-anão cuja descoberta culminou no rebaixamento de Plutão.
Em artigo científico publicado na edição desta quarta (20) do periódico "The Astronomical Journal", Brown apresenta os cálculos para sua alegação, realizados junto de seu colega Konstantin Batygin.
Segundo a dupla, a presença de um astro desse porte, com 10 vezes a massa da Terra, é a única maneira sensível de explicar o alinhamento de objetos observados no cinturão de Kuiper, a zona de planetas anões e pedregulhos gigantes que orbitam o Sol além de Netuno.
"Posições e planos orbitais dos objetos são confinados a um espaço restrito, e tal agrupamento possui uma probabilidade de apenas 0,007% de ocorrer por acaso", afirmam os cientistas no trabalho em que advogam a existência do novo astro. "A existência de um planeta assim explica a presença de objetos como Sedna, de grande periélio."
Brown já começou a usar o telescópio japonês Subaru, em Mauna Kea, no Havaí -- um dos maiores do mundo -- para tentar procurar o novo astro na zona orbital onde acredita que ele esteja. Sua órbita completa ao redor do Sol duraria cerca de 15 mil anos.
Por enquanto, esse é o único grande observatório engajado na busca. Astrônomos que comentaram o novo trabalho para revistas internacionais como "Science" e "Nature", porém, afirmam que as contas apresentadas no artigo são convincentes, e devem desencadear uma busca pelo novo planeta.
"É uma boa sacada, as estatísticas são favoráveis, mas é preciso ter muita cautela. A dupla usou seis objetos apenas e com esses seis a margem de confiança das simulações é boa, mas se forem acrescentados os demais objetos conhecidos, as simulações não garantem mais a existência de um novo planeta. Pesa também o fato de o satélite Wise ter procurado pelo tipo de planeta que eles afirmam que existe e não ter encontrado nada", avalia Cassio Barbosa, astrônomo e colunista do G1. "Descobrir esse planeta será um desafio para a próxima geração de telescópios, talvez nem mesmo o Subaru consiga ver alguma coisa. Brown tem a obsessão em descobrir um novo planeta. Que isso não o cegue diante das evidências em contrário apontadas pela academia. Mas certamente é a pessoa certa para esse trabalho".
Diagrama mostra ordem dos oito planetas no Sistema Solar (Foto: Nasa)Diagrama mostra ordem dos oito planetas no Sistema Solar (Foto: Nasa)
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Un vulcano ai confini del Sistema Solare

La struttura sulla superficie di Plutone che potrebbe essere un vulcano di ghiaccio   (fonte:  NASA/JHUAPL/SwRI)La struttura sulla superficie di Plutone che potrebbe essere un vulcano di ghiaccio (fonte: NASA/JHUAPL/SwRI)
Fotografato uno dei possibili vulcani di ghiaccio su Plutone: è alto 4.000 metri e copre un'area di 150 chilometri. Se davvero è un vulcano, come sospettato, sarebbe il più grande nel Sistema Solare esterno. Fotografato dalla sonda New Horizons della Nasa, il vulcano si trova nell'emisfero meridionale di Plutone, vicino alla punta della struttura a forma di cuore. 

E'stato chiamato monte Wright, in onore dei fratelli che riuscirono per la prima volta a far volare un aereo a motore. Il vulcano è uno dei due che si pensa siano ‘nascosti’ vicino al Polo Sud del pianeta nano e che emetterebbero ghiaccio e non lava.

L'immagine è stata scattata dalla distanza di 48.000 chilometri dalla superficie di Plutone, durante il passaggio ravvicinato della sonda avvenuto il 14 luglio 2015. La risoluzione della foto è di circa 650 metri per pixel ed è tale da far vedere bene i dettagli. 

Per esempio si vede chiaramente che nell'area vi è solo un cratere da impatto e questo fa supporre ai ricercatori della Nasa che la superficie (così come la crosta sottostante) siano relativamente 'giovani'. Da questo si deduce, inoltre, che il vulcano Wright sia stato attivo recentemente nella storia di Plutone.

Nella fotografia si vede anche del materiale di colore rosso 'spruzzato' sul vulcano e sulla superficie vicina e il prossimo passo sarà cercare di capire di cosa si tratti e perché sia distribuito in quel modo.

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Parata di 5 pianeti nel cielo di gennaio

Simulazione del cielo mattutino del 30 gennaio 2016, alle 6:30, per le latitudini dell’Italia centrale. Da Sud-Est verso Ovest si possono scorgere Mercurio, Venere, Saturno, Marte e Giove (fonte: Marco Galliani / Stellarium)Simulazione del cielo mattutino del 30 gennaio 2016, alle 6:30, per le latitudini dell’Italia centrale. Da Sud-Est verso Ovest si possono scorgere Mercurio, Venere, Saturno, Marte e Giove (fonte: Marco Galliani / Stellarium)
Il cielo di gennaio regala un fenomeno raro e spettacolare: Venere, Marte, Giove, Saturno e Mercurio allineati tra loro. Un fenomeno che non si verificava dal 2005 e che sarà possibile osservare dagli ultimi giorni di gennaio fino a metà febbraio, alle prime luci del mattino, come segnala sul suo sito l'Istituto nazionale di astrofisica (Inaf). 

I cinque pianeti saranno tutti visibili e disposti su un'unica linea immaginaria che va da Sud-Est a Ovest, scendendo sull'orizzonte. Ma per osservarla bisognerà puntare la sveglia un'ora prima dell'alba e sperare che il meteo non rovini lo spettacolo.

Come spiega l'Inaf, è abbastanza usuale trovare Venere, Marte, Giove e Saturno allineati, in diverse configurazioni, nel cielo delle prime ore del mattino, non ancora completamente rischiarato dalla luce del Sole. Ciò che rende particolare questo allineamento è la presenza di Mercurio che, seppur basso sull'orizzonte, a Sud-Est, rendel'allineamento raro e spettacolare. 

A seguire, spostando lo sguardo verso Ovest e salendo leggermente, si potranno vedere Venere, Saturno, Marte e, più distante ma sempre basso sull'orizzonte, Giove. Nel primo periodo Mercurio sarà il più basso sull'orizzonte e anche il più pallido, per poi risalire sempre più fino ad arrivare ai primi di febbraio ad essere appena sotto Venere. 

Dalla fine di gennaio la Luna potrà essere usata come guida per l'osservazione dei pianeti in allineamento: dagli ultimi giorni del mese, si sposterà infatti vicino ad ogni pianeta, permettendo di individuarlo con facilità. Il 28 gennaio sarà vicina a Giove, il primo febbraio a Marte, il 4 febbraio a Saturno, per poi affiancarsi a Venere il 6. Una sottilissima falce di Luna sarà appena sotto Mercurio il 7 febbraio. 

I cinque pianeti saranno di nuovo osservabili tutti insieme, ma nel cielo notturno, il prossimo agosto.


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Un nuovo buco nero al centro della Via Lattea

Rappresentazione artistica del secondo buco nero al centro della Via Lattea (fonte: Tomoharu Oka/Keio University)Rappresentazione artistica del secondo buco nero al centro della Via Lattea (fonte: Tomoharu Oka/Keio University)
C'è un altro buco nero al centro della Via Lattea, oltre a quello finora noto chiamato Sagittarius A e dalla massa di 4 milioni di volte quella del Sole. Il nuovo buco nero, scoperto per caso da Tomoharu Oka, dell'università giapponese di Keio, e descritto sulla rivista Astrophysical Journal Letters, è molto più piccolo e si trova a 200 anni luce dal cuore della nostra galassia.

E' noto da tempo che al centro della Via Lattea, e molto probabilmente al centro di tutte le galassie, esiste un enorme buco nero (definito super massiccio) attorno al quale ruotano tutte le stelle della galassia, compreso il nostro Sole. La forza di gravità di questo grande buco nero attira a sé stelle e nubi di polveri e gas rendendo il centro galattico un luogo particolarmente 'affollato'. 

Analizzando una di queste nubi, chiamata CO-0.40-0.22 e che si trova a 200 anni luce dal centro della galassia, i ricercatori giapponesi hanno casualmente scoperto che questi gas seguono delle 'strane' traiettorie e sembrano essere accelerati da una qualche forza 'invisibile'. Un mistero che i ricercatori hanno svelato facendo simulazioni al computer da cui è emerso che l'unica spiegazione a questa anomalia sarebbe la presenza di un altro buco nero nelle vicinanze, con una massa di 100mila volte quella del Sole. 

Il nuovo buco nero apparterrebbe quindi a una tipologia 'intermedia', compresa tra 100 e 100.000 volte la massa del Sole, da lungo tempo ipotizzata e finora intravista solo in pochissime occasioni. Nuove osservazioni potrebbero confermare questa scoperta e aiutare a capire di più su questa tipologia di 'mostri cosmici' e svelare quel che avviene al centro delle galassie.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Vista supernova 'Assassina', brilla come 570 miliardi di Soli

Rappresentazione artistica della supernova da record ASASSN-15lh, così come apparirebbe da un pianeta distante circa 10.000 anni luce (fonte: Beijing Planetarium / Jin Ma)Rappresentazione artistica della supernova da record ASASSN-15lh, così come apparirebbe da un pianeta distante circa 10.000 anni luce (fonte: Beijing Planetarium / Jin Ma)

Scoperta la supernova 'Assassina'. E' la più brillante mai osservata: 570 miliardi di volte più luminosa del Sole e 20 volte più della Via Lattea. Descritta su Science, si trova in una galassia visibile dall'emisfero australe e distante 3,8 miliardi di anni luce; se fosse vicina come la stella Sirio la vedremmo splendere come il Sole.

L'ha vista il gruppo internazionale coordinato da Subo Dong, dell'università di Pechino, e di cui fanno parte gli italiani Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope, e Filomena Bufano, dell'osservatorio di Catania dell'Istituto nazionale di astrofisica (Inaf).

La supernova è stata individuata nell'ambito del programma ASAS-SN (All-Sky Automated Survey for SuperNovae system), che per i ricercatori può essere pronunciato 'Assassin'. Appartiene alla rara famiglia delle supernovae super-luminose (Ssl), delle quali sono state osservate finora solo poche decine e "la sua interpretazione è davvero problematica", ha rilevato Masi.

La galassia che la ospita, ha aggiunto, non sembra infatti in grado di supportare un'esplosione così eccezionale. Per Bufano l'esplosione di una supernova così rara "è fondamentale per interpretare e comprenderne l'origine fisica, intesa come tipo di meccanismo di esplosione e natura della stella progenitrice, probabilmente appartenente alla generazione di stelle formatesi nelle prime fasi dell'Universo". Per raccogliere ulteriori informazioni i ricercatori avranno a disposizione adesso delle ore di osservazione con il telescopio spaziale Hubble.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Movimento da Terra mudou signos do Zodíaco, dizem astrônomos

Atração da Lua sobre a Terra teria mudado o alinhamento das estrelas.
Pesquisadores de Minnesota afirmam ainda que haveria um 13º signo. 


Astrônomos do Planetário de Minnesota, nos EUA, afirmam que, por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês.

A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.

“Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes”, disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time". O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.

Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.

De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:

Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Lampi da eruzioni gigantesche in altre galassie

Come quella di Eta Carinae, avvenuta 2 secoli fa


Rappresentazione artistica dell'eruzione di Eta Carinae avvenuta nel 1840 (fonte: NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team)Rappresentazione artistica dell'eruzione di Eta Carinae avvenuta nel 1840 (fonte: NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team)
Sembravano 'un'esclusiva' della Via Lattea, ma eruzioni gigantesche simili a quelle avvenute due secoli fa nel sistema stellare Eta Carinae sono state osservate per la prima volta in altre galassie. 

Ancora misteriosa sotto molti aspetti, l'eruzione di Eta Carinae avvenne NEL 1840, scagliando nello spazio una massa di materia 10 volte superiore a quella del nostro Sole. A scovare dei possibili gemelli di Eta Carinae è stato Rubab Khan, del Goddard Space Flight Center della Nasa, grazie alle immagini raccolte dai telescopi spaziali Spitzer e Hubble.

Pubblicata sull'Astrophysical Journal Letters, la scoperta potrebbe aiutare a capire l'origene degli 'strani' cambiamenti di luminosità di Eta Carinae, come quello che due secoli fa la portò a essere per alcuni anni la seconda più luminosa del cielo. 


Quel che si sa con certezza su Eta Carinae è che sia composto da una coppia di grandi stelle, la maggiore con una massa di 90 volte quella del Sole e una luminosità 5 milioni di volte superiore e la minore ha una massa pari a 30 volte il Sole. Attorno alle due stelle sono visibili grandi nubi di gas prodotte da violentissime esplosioni ripetutesi nel tempo, analoghe a quella avvenuta nel '800 ma le cui cause sono ancora in gran parte ignote.

Per tentare di capire questo mistero i ricercatori sono andati alla ricerca di coppie di stelle simili e dopo un lungo lavoro analisi delle foto scattate negli anni dai due telescopi hanno scoperto 5 possibili sosia di Eta Carinae. 

Stelle come queste sono molto rare e per trovarle i ricercatori hanno dovuto spingere il loro sguardo al di fuori dei confini della Via Lattea. Le 5 'gemelle Eta' si trovano tutte in altre galassie, a una distanza minima di 15 milioni di anni luce, e per poterle analizzare meglio bisognerà attendere il nuovo potentissimo telescopio spaziale James Webb, della Nasa, la cui messa in orbita è prevista nel 2018.


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Telescópio da Nasa registra buraco negro ‘arrotando’ gás


Image captionNo destaque à esquerda, a galáxia NGC 5195 nos limites da "irmã" maior, a NGC 5194; à direita, a galáxia em visão de raio-X
Astrônomos identificaram duas enormes ondas de gás sendo "arrotadas" por um buraco negro no coração de uma galáxia próxima.
As porções de gás quente, detectadas em imagens de raio-X pelo telescópio especial Chandra, da Nasa (agência espacial americana), parecem estar varrendo o gás de hidrogênio mais frio que encontra pela frente.
Esse vasto e tortuoso "arroto" está ocorrendo na NGC 5195 - uma irmã menor e menos conhecida da galáxia conhecida como Whirlpool (redemoinho, em inglês), ou NGC 5194, a 26 milhões de anos-luz de distância da Terra.
Trata-se, portanto, de um dos buracos negros mais próximos a expelir gás dessa maneira.
A descoberta, anunciada na reunião anual da AAS (Sociedade Astronômica Americana), na Flórida, é um exemplo dramático de interação, ou feedback, entre um super buraco negro e sua galáxia de origem.
"Acreditamos que esse feedback impeça as galáxias de se tornarem muito grandes", disse Marie Machacek, co-autora do estudo e pesquisadora do centro de astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA.
"Mas, ao mesmo tempo, ele pode ser responsável pela formação de algumas estrelas. Isso mostra que buracos negros podem criar, e não apenas destruir."

Emissões ancestrais

Buracos negros são conhecidos por consumir gás e estrelas, mas os dois arcos de material revelados agora equivalem a um arroto após uma grande refeição, afirma a equipe responsável pelo estudo.
O buraco negro no centro da NGC 5195 provavelmente se "empanturrou" de gás emitido pela interação dessa pequena galáxia com sua irmã maior, a galáxia espiral NGC 5194. À medida que essa matéria foi caindo no buraco negro, enormes porções de energia teriam sido lançadas - causando as explosões.
Image captionImagem aproximada mostra o fenômeno ocorrendo na galáxia NGC 5195
Eric Schlegel, da Universidade do Texas em San Antonio (EUA), liderou o estudo e explicou que a observação crucial para identificação do fenômeno foi o gás mais frio de hidrogênio sendo empurrado pelas ondas quentes de raios-X.
Um brilho vermelho, que indica a presença de hidrogênio, foi visto em uma faixa estreita bem à frente da onda mais periférica, em imagens de um telescópio do observatório de Kitt Peak, no Arizona (EUA).
"Se não fosse por essa imagem do hidrogênio, eu teria duvidado (do fenômeno)", disse Schlegel à BBC. "Eu teria dito: talvez seja massa entrando ou saindo."
Mas a mancha de hidrogênio, espalhada em uma forma fina que acompanha o arco de gás quente visto nas imagens de raio-X do telescópio Chandra, caracteriza o fenômeno mais como "arroto" do que um "gole".
Na verdade, trata-se de uma onda de choque cósmica de um "arroto" bem velho. A equipe calcula que a onda mais interna de gás quente provavelmente levou 3 milhões de anos para atingir sua posição atual - a onda mais externa teria demorado o dobro de tempo.
"Acreditamos que esses arcos representam fósseis de duas enormes explosões registradas quando o buraco negro expeliu material para a galáxia", disse Christine Jones, co-autora da pesquisa e pesquisadora do centro Harvard-Smithsonian.
"Essa atividade provavelmente teve um grande efeito na paisagem galáctica", afirmou.
Se super buracos negros centralizados como esse normalmente expelem gás dessa maneira, isso pode explicar a razão pela qual galáxias elípticas como a NGC 5195 tendem a não ter muita atividade de formação de estrelas, disse Schlegel.
Enquanto isso, a explosão também atrai para a NGC 5195 (também conhecida como Messier 51b) a atenção que normalmente perderia para a enorme NGC 5194, a Whirpool ou Messier 51a, com a qual está colidindo de forma gradual.

"Ela (Whirlpool) ganha toda a atenção", diz Schlegel. "A pobre companheira recebe muito pouco - mais acho que isso irá mudar."

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Arrivano le prime stelle cadenti del 2016

Arrivano le prime stelle cadenti del 2016, le Quadrantidi (fonte: Mike Lewinski)Arrivano le prime stelle cadenti del 2016, le Quadrantidi (fonte: Mike Lewinski)
Lo spettacolo delle stelle cadenti previsto per stanotte minacciato dal maltempo: lo sciame delle Quadrantidi ha salutato la Terra all'alba ed è visibile anche oggi, dopo il tramonto, ma nuvole e pioggia potrebbero fare da guastafeste.

Le Quadrantidi sono le prime meteore del 2016. Questo sciame di meteore, sottolinea l'Unione Astrofili Italiani (Uai), è fra i maggiori dell'anno: in genere durante il picco ci possono anche essere circa 100 meteore all'ora e circa 50 nelle ore successive. Tuttavia, nonostante la frequenza elevata, ''queste stelle cadenti non sono molto luminose, quindi non sono paragonabili alle Perseidi e Geminidi'', dice l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. 

Sono delle meteore attraenti già dal nome, sottolinea Masi, che richiama una costellazione che non c'è più, il Quadrante Murale che è stata cancellata dai cataloghi negli anni '30 e le sue stelle riciclate nella costellazione Bootes. Infatti lo sciame sembra scaturire dal Bootes, che si trova in una zona del cielo molto 'movimentata' in queste notti: è la stessa infatti dove è visibile con piccoli telescopi amatoriali o un binocolo anche la cometa di Natale, Catalina. 

L'altro motivo che secondo Masi rende interessante questa pioggia di stelle cadenti è la sua origine: ''è prodotta infatti dai detriti lasciati dall'asteroide 2003EH1 che è il relitto di una cometa osservata nel '400 da astronomi cinesi e giapponesi''

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sábado, 2 de janeiro de 2016

Il cielo del 2016 nel segno di Mercurio

L'anno si apre con la cometa Catalina, poi Marte ed eclissi di Sole


Il transito di Mercurio contro il disco del Sole (fonte: Hinode JAXA/NASA/PPARC)Il transito di Mercurio contro il disco del Sole (fonte: Hinode JAXA/NASA/PPARC)
Sarà un ricco 'cartellone' di eventi, quello che verrà offerto dal cielo nel 2016: il protagonista assoluto sarà Mercurio, che a maggio transiterà davanti al disco solare offrendo uno spettacolo atteso da ben 10 anni. La scena gli verrà poi rubata da Marte, che tornerà in opposizione dopo due anni per farsi ammirare meglio, e dopo ancora dal Sole, che affronterà ben due eclissi. Nell'attesa tra uno spettacolo e l'altro, vivaci intermezzi garantiti da piogge di stelle cadenti e dall'immancabile cometa Catalina.

''Sarà proprio Catalina a farci gli auguri di Capodanno'', afferma l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. Nelle prime ore del 1 gennaio la cometa sarà angolarmente vicina alla brillante stella Arturo, nella costellazione di Boote. Nelle settimane successive continuerà a farci compagnia, e proprio ''il 17 gennaio raggiungerà la minima distanza dalla Terra'', come ricordano gli esperti dell'Unione Astrofili Italiani (Uai). Il 9 marzo sarà il giorno dell'eclissi totale di Sole. ''Purtroppo non sarà visibile in Italia, ma solo nell'Oceano Pacifico'', spiega Paolo Volpini della Uai. L'appuntamento si rinnoverà il 1 settembre con un'eclissi anulare ''che sarà visibile in Africa Centrale, Oceano Indiano e Oceano Atlantico'', aggiunge l'esperto.

Il 9 maggio toccherà a Mercurio l'ardua impresa di oscurare il Sole: ci proverà timidamente, trasformandosi in un piccolo puntino nero che attraverserà il grande disco solare in una lenta marcia lunga sette ore. Dunque telescopi puntati con le dovute precauzioni per la vista, per non perdere uno spettacolo atteso da 10 anni che si ripresenterà solo nel 2019. Pochi giorni dopo, il 22 maggio, sarà il turno di Marte, che tornerà in opposizione dopo due anni offrendoci le migliori condizioni di visibilità: ''sarà più vicino a noi rispetto al 2014 - sottolinea Masi - ma sarà un po' penalizzato per l'altezza più bassa sull'orizzonte nei cieli italiani''.

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Le stelle cadenti salutano gennaio, con Venere e Saturno

Le Quadrantidi salutano il cielo di gennaio (fonte: NASA, Marshall Space Flight Center)Le Quadrantidi salutano il cielo di gennaio (fonte: NASA, Marshall Space Flight Center)
Come fuochi artificiali un po' fuori tempo, le prime a salutare il cielo di gennaio saranno le scie luminose delle Quadrantidi, che sono tra i più ricchi sciami di meteore dell'anno. In loro compagnia, informa l'Unione Astrofili Italiani (Uai), darà spettacolo la congiunzione tra Venere e Saturno, Mercurio e Marte. Il 17 si avvicinerà anche la cometa Catalina, arrivata prima di Natale.

Tuttavia già dal primo gennaio sarà possibile scorgerla vicino alla brillante stella Arturo e progressivamente sarà sempre più alta sull'orizzonte. La cometa raggiungerà la distanza minima dalla Terra il 17 gennaio e per vederla, guardando vero Est nelle ore centrali della notte, sarà necessario almeno un binocolo.

La 'pioggia' più intensa delle Quadrantidi è attesa per il 4 gennaio, nella seconda metà della notte e in particolare nelle ore più vicine al mattino. La luce intensa della Luna, ancora intensa, potrebbe rovinare lo spettacolo, ma fortunatamente nelle ore che precedono l'alba sarà molto bassa sull'orizzonte. 

La mattina del 9 gennaio vedrà protagonisti Venere e Saturno, in una congiunzione davvero stretta: i due pianeti si troveranno alla minima distanza fra loro, equivalente a circa un sesto del diametro della Luna. Altre congiunzioni del cielo di gennaio sono quelle tra Luna e Pleiadi, prevista per la sera del 19, e tra la Luna e Giove, nella notte tra il 27 e il 28.

Mercurio sarà ben visibile la sera: dal primo gennaio tramonta un'ora e mezza dopo il Sole e si può cercare di scorgerlo guardando verso Ovest all'inizio della sera. Marte è invece visibile nella seconda parte della notte, guardando a Sud-Est.

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