quinta-feira, 26 de maio de 2016

L'Italia 'spalancherà' il più grande occhio del mondo

Progetto del super telescopio E-elt (fonte: ESO)Progetto del super telescopio E-elt (fonte: ESO)
L'Italia si è aggiudicata la commessa di circa 400 milioni di euro per la costruzione della cupola e della struttura di supporto del super telescopio E-Elt (European Extremely Large Telescope), il più grande e potente telescopio ottico e all'infrarosso mai realizzato, gestito dallo European Southern Obervatory (Eso). Frutto della competenza nell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e in fase di costruzione sulle Ande cilene, E-elt sarà completato dal consorzio di aziende ACe, con Astaldi, Cimolai e gruppo Eie come subcontraente. 

Il contratto è stato firmato in Germania, a Garching, dal direttore generale dell'Eso, Tim de Zeeuw, dal presidente di Astaldi, Paolo Astaldi, e dal presidente di Cimolai, Luigi Cimolai. Presenti alla firma il ministro dell'Istruzione, Università e Ricerca, Stefania Giannini, il Console Generale d'Italia a Monaco, Renato Cianfrani. Presenti inoltre il presidente dell'Inaf, Nicolò D'Amico, e Matteo Pardo, addetto scientifico presso l'Ambasciata Italiana a Berlino.



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terça-feira, 24 de maio de 2016

Novas imagens do Hubble mostram aproximação de Marte da Terra

Da BBC em 20 de maio de 2016

Marte está prestes a atingir a menor distância da Terra em mais de uma década.
A aproximação dá a astrônomos - amadores e profissionais - uma chance ver o Planeta Vermelho mais de perto.
Em 2018, a distância entre os dois planetas será ainda menor.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

China constrói observatório gigante para buscar estrelas e vida extraterrestre

Da EFE - O maior radiotelescópio do mundo está sendo construído na China. Sua antena tem 500 metros de diâmetro e será a mais nova ferramenta dos astrônomos para procurar estrelas distantes e vida extraterrestre.
A obra vem sendo construída há cerca de 5 anos, a um custo aproximado de mais de R$ 500 milhões. Veja imagens de como foi essa construção.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

'Megatsunamis' esculpiram a superfície de Marte, diz estudo

Da France Presse

Imensos tsunamis provocados pelo impacto de meteoros cobriram as planícies do norte de Marte há mais de três bilhões de anos, redefinindo radicalmente as bordas dos antigos mares do Planeta Vermelho, de acordo com um estudo publicado na quinta-feira (19).

As conclusões, baseadas em mapeamentos geológicos, podem oferecer novas pistas para a busca por vida.
A descoberta também reforça a teoria de que grandes inundações transformaram as planícies do norte de Marte em um oceano há 3,4 bilhões de anos, segundo o estudo.
Alguns cientistas discordam dessa hipótese, apontando que o suposto litoral desse mar já desaparecido aparece hoje com um formato extremamente irregular, de modo que não parece indicar a presença anterior de um oceano.
"Nossas descobertas conciliam a hipótese do oceano com a ausência intrigante de costas distribuídas ao longo de uma elevação constante", disse à AFP o autor principal do estudo, Alexis Rodriguez, pesquisador do Instituto de Ciência Planetária em Tucson, Arizona.
Estes 'megatsunamis' provavelmente ocorreram dezenas de vezes ao longo de centenas de milhões de anos, mas o estudo, publicado na Nature's Scientific Reports, se centrou em dois deles, que aconteceram com alguns milhões de anos de diferença.
Os primeiro arrastou pedregulhos e detritos por centenas de quilômetros para o interior da superfície. O segundo se elevou durante um período muito mais frio, lançando enormes blocos de gelo na medida em que as ondas congelavam no ar.
Rodriguez e sua equipe traçaram os pontos de origem dos tsunamis, formados por duas crateras de cerca de 30 km de diâmetro cada.
Cápsulas do tempo congeladasAs ondas gigantes teriam em média cerca de 50 metros de altura, mas provavelmente se elevaram cerca de 120 metros - o equivalente a um prédio de 30 andares. Ambos os tsunamis submergiram áreas aproximadamente do tamanho da França e da Alemanha juntas.
Nenhuma outra explicação pode dar conta das formações descobertas, disse Rodriguez.
"Ao formatos dos depósitos que mapeamos indicam fluxos ascendentes" poderosos o suficiente para transportar pedregulhos por centenas de quilômetros, explicou o pesquisador por e-mail.
Marte é certamente o planeta mais estudado do nosso Sistema Solar (além do nosso próprio), e ainda assim ninguém parece ter notado as evidências de ondas gigantescas no passado do Planeta Vermelho.
"Meu palpite é que estávamos tentando encontrar linhas costeiras em Marte similares às que vemos na Terra" disse Rodriquez.
O segundo tsunami poderia fornecer um novo terreno de pesquisa para sinais de vida no início da história de Marte.
Os blocos de gelo lançados são provavelmente feitos de água do antigo oceano, o que faz deles cápsulas do tempo congeladas de bilhões de anos de idade.
Por ter estado originalmente na forma líquida apesar das temperaturas muito baixas, a água deve ter sido densa e, portanto, com uma alta concentração de sal.
"Ambientes aquosos salgados e congelados são conhecidos por serem habitáveis na Terra e, consequentemente, alguns dos depósitos dos tsunamis podem ser os principais alvos astrobiológicos", disse o coautor Alberto Fairen, pesquisador do Centro de Astrobiologia da Espanha.
Há amostras de gelo próximas ao local de pouso da missão espacial de exploração Mars Pathfinder, e os pesquisadores apontam que missões futuras poderiam recolhê-las e analisá-las.
www.g1.globo.com

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Museu de Astronomia e Ciências Afins, Rio, tem programação especial

O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) do Rio, em São Cristóvão, oferece, até o dia 22 de maio, uma programação especial ao público. Com entrada gratuita, serão realizadas diversas atividades para celebrar a Semana Nacional de Museus.
Nesta quarta-feira (18) e no sábado (21), acontece a Observação do Céu. Através da centenária Luneta Equatorial e de modernos telescópio, os visitantes poderão enxergar aglomerados estelares, planetas e muito mais.
A atividade tem início às 17h30 e, para preparar o público, serão exibidos vídeos sobre astronomia e a apresentação da palestra “O Céu do Mês”, que revelam o que está visível no céu do Rio de Janeiro e ensinam sobre a natureza dos corpos celestes.

Na quinta-feira (19), das 13h30 às 15h, acontecerá a palestra 'Desvendando a Biblioteca do MAST', ministrada por Eloísa Helena, chefe de serviço da Biblioteca do MAST. Ela apresentará os serviços e produtos oferecidos pela Biblioteca. No mesmo dia, das 15h às 17h, acontece a palestra 'Nos bastidores do Arquivo', com os palestrantes José Benito Yarritu Abellas e Everaldo Pereira Frade.

A Semana Nacional de Museus acontece anualmente para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio). O tema dessa edição é 'Museus e Paisagens Culturais'. A programação completa pode ser conferida no site http://guiadaprogramacao.museus.gov.br/.

O MAST funciona na Rua General Bruce, 586, em São Cristovão, Zona Norte do Rio.
www.g1.globo.com

Una luna di Giove in grado di ospitare la vita

Rappresentazione artistica di un geyser su Europa, la luna di Giove che sotto i ghiacci nasconde un oceano (fonte: NASA/ESA/K. Retherford/SWRI)Rappresentazione artistica di un geyser su Europa, la luna di Giove che sotto i ghiacci nasconde un oceano (fonte: NASA/ESA/K. Retherford/SWRI)
C'è il giusto equilibrio chimico per sostenere la vita extraterrestre, nell'oceano nascosto sotto i ghiacci di Europa, una delle più suggestive lune di Giove. Secondo lo studio guidato da Steve Vance, del Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa, e pubblicato sulla rivista Geophysical Research Letters, su Europa sarebbe attivo un ciclo di produzione di idrogeno e ossigeno simile a quello del nostro pianeta tanto da poter alimentare la vita.

Europa è una delle principali lune di Giove ed è completamente avvolta da uno spesso strato di ghiaccio, dello spessore compreso forse tra 5 e 20 chilometri, sotto il quale si nasconde un grande oceano di acqua salata liquida. Per questo Europa è considerato uno dei possibili candidati per la vita extraterrestre.

Prima di lavorare al possibile invio di sonde capaci di trivellare il ghiaccio, le ricerche tendono a capire se questo oceano possa avere anche le giuste condizioni chimiche per ospitare esseri viventi. Secondo i ricercatori del Jpl le condizioni giuste ci sarebbero. Lo studio ha analizzato in particolare i processi che, come sulla Terra, portano alla produzione di ossigeno e idrogeno, entrambi fondamentali al ciclo della vita. A rilasciare idrogeno sarebbe l'interazione chimica dell'acqua con le rocce, un processo noto come 'serpentinizzazione' e fondamentale per il rilascio di 'nutrienti' chimici sul nostro pianeta.

Gli ossidanti, come l'ossigeno capaci di reagire con l'idrogeno e fornire energia, sarebbero invece forniti dal ghiaccio stesso i cui movimenti continui permettono ai materiali in superficie esposti alle radiazioni di finire negli oceani sottostanti. I nuovi dati confortano quindi sempre più la possibilità che Europa abbia davvero le caratteristiche per ospitare oggi forme di vita e potrebbero spingere al lancio di future missioni robotiche di esplorazione.
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terça-feira, 17 de maio de 2016

Il Sole anziano 'sposterà' la vita oltre la Terra

Quando il Sole invecchierà, diventando una gigante rossa, la vita sulla Terra sarà impossibie (fonte: Maxwell Hamilton)Quando il Sole invecchierà, diventando una gigante rossa, la vita sulla Terra sarà impossibie (fonte: Maxwell Hamilton)
Quando il Sole inizierà a invecchiare e ingigantirsi, fra qualche miliardo di anni, Mercurio e Venere verranno 'divorati' dalla nostra stella, la Terra diventerà il pianeta più vicino al Sole e sarà un mondo aridissimo, mentre la vita potrebbe svilupparsi più in là, nelle lune di Giove, Saturno e Nettuno. E' l'ipotesi presentata dalla ricerca pubblicata sull'Astrophysical Journal, secondo la quale le stelle più anziane tendono a 'spostare' progressivamente la cosiddetta zona abitabile, quella in cui è possibile trovare acqua allo stato liquido e, con essa, forme di vita.

Condotta dal gruppo di Ramses M. Ramirez e Lisa Kaltenegger, del Carl Sagan Institute, la ricerca si è concentrata sui pianeti più anziani finora individuati dal telescopio spaziale Kepler, della Nasa. Hanno circa 11 miliardi di anni e quando la loro stella ha cominciato a invecchiare e a ingigantisci, i pianeti che un tempo erano ghiacciati si sono 'riscaldati, diventando probabilmente ospitali per la vita come la Terra.

I ricercatori invitano quindi a cercare la vita sui pianeti che circondano le stelle di tutte le età, non solo le più giovani e simili al nostro Sole. Ramirez rileva quindi che ''quando una stella invecchia e diventa più calda, la zona abitabile si sposta verso l'esterno" e che i corpi celesti che al momento si trovano nelle regioni più esterne del nostro sistema planetario sono coperti di ghiaccio. 

E' il caso di due mondi sotto la cui superficie potrebbe esserci un ambiente favorevole alla vita, come Europa, una delle lune di Giove, ed Encelado, una delle lune di Saturno. Per questo, concludono i ricercatori, anche quando il Sole diventerà gigantesco, nel nostro sistema planetario ''ci saranno ancora regioni in cui la vita potrà prosperare''.

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terça-feira, 10 de maio de 2016

Mercury’s Colorful Path Across the Sun



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Le immagini del transito di Mercurio sul Sole

Transito di Mercurio sul Sole, con rondine (fonte: Liceo Cassini di Genova)Transito di Mercurio sul Sole, con rondine (fonte: Liceo Cassini di Genova)

Lunedì 9 maggio sul disco del Sole è comparso un 'neo' che ha accompagnato la nostra stella per tutto il pomeriggio. Mercurio, il pianeta più piccolo del Sistema Solare, è passato davanti al Sole disegnando un neo sul disco della nostra stella



E' un fenomeno abbastanza raro, che si ripete circa 13 volte in un secolo: l'ultima volta è avvenuto l'8 novembre 2006 e il prossimo appuntamento sarà per l'11 novembre 2019.

Foto UAI
Gli appassionati del cielo si sono mobilitati per non perdere lo spettacolo e in tutta Italia sono stati organizzati numerosi eventi, anche se in molte località del Centro-Nord le nubi sono state delle guastafeste.

Quella del 9 maggio è stata un'occasione da non perdere perchè nel 2019, come accadde nel 2006, il fenomeno sarà poco visibile dall'Italia, ha detto l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. Il 9 maggio abbiamo invece  potuto osservare una buona porzione del fenomeno,  dalle 13,12 alle 20,42.


 Soltanto la fase conclusiva ha coinciso con il tramonto. 

Osservare il transito di un pianeta non è solo una curiosità: quelli di Mercurio e Venere hanno aiutato amisurare le distanze nel Sistema Solare; al di fuori del Sistema Solare la tecnica dei transiti ha permesso di scoprire la maggior parte degli oltre 2.000 pianeti che ruotano attorno ad altre stelle.


  Numerosi gli appuntamenti organizzati in tutta Italia. Da Asiago a Catania, l'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) ha mobilitato i suoi osservatori in eventi per le scuole e il pubblico, con telescopi puntati sul Sole e conferenze su Mercurio e la missione Bepi Colombo, destinata a studiare il pianeta da vicino. Mobilitati con decine di eventi anche gli appassionati del cielo dell'Unione Astrofili Italiani(Uai), che hanno ricostruito la storia dei transiti di Mercurio osservati dal 1631. Telescopi puntati sul nuovo 'neo del Sole anche a Roma, nell'evento organizzato dal Planetario. br />

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'Matrioske' cosmiche fanno luce sull'energia oscura

Dalle 'matrioske' cosmiche nuova luce sull'energia oscura (fonte: X-ray: NASA/CXC/Univ. of Alabama/A. Morandi et al; Optical: SDSS, NASA/STScI)Dalle 'matrioske' cosmiche nuova luce sull'energia oscura (fonte: X-ray: NASA/CXC/Univ. of Alabama/A. Morandi et al; Optical: SDSS, NASA/STScI)
'Matrioske' cosmiche potrebbero far luce sull'energia oscura, l'enigmatica forma di energia che spinge l'universo ad espandersi. Sono gli ammassi di galassie, strutture che si ripetono identiche a se stesse su scale differenti. Lo indica lo studio pubblicato dall'italiano Andrea Morandi, dell'università dell'Alabama, sulla rivista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Le galassie non sono strutture solitarie, ma 'convivono' spesso con molte altre galassie vicine formando delle grandi strutture dette ammassi, che possono essere più o meno grandi. A loro volta gli ammassi possono formare strutture ancora più complesse, chiamate superammassi.

"In questo senso gli ammassi possiamo considerarli come delle matrioske, con i più piccole che hanno una forma simile a quella dei più grandi", ha spiegato Morandi. "Sapendolo - ha proseguito - possiamoconfrontarli e determinare accuratamente la loro distanza anche a miliardi di anni luce". Un dato che i ricercatori possono sfruttare per svelare uno grande enigma cosmologico: dove si nasconde l'energia che sembra 'soffiare' l'universo spingendolo ad accelerare. 

Grazie alle 'matrioske' i ricercatori hanno così ideato un nuovo modo per misurare quanto velocemente l'universo si stia espandendo e se questa velocità sia cambiata nel corso di miliardi di anni. I primi dati, ottenuti misurando le distanze di 320 ammassi galattici, hanno portato alla conclusione che l'energia oscura si comporti come la cosiddetta costante cosmologica prevista da Albert Einstein.

"La natura dell'energia oscura è uno dei più grandi misteri della fisica - ha spiegato Morandi - e per questo è fondamentale inventare nuovi strumenti per studiarne le proprietà. Crediamo che la nuova tecnica abbia le possibilità di far fare un grande passo in avanti in questa direzione".

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Si impenna il numero dei mondi alieni, sono più di 3.200

Scoperti oltre 1.200 nuovi pianeti esterni al Sistema Solare, il numero dei mondi alieni si impenna e supera 3.200 (fonte: NASA)Scoperti oltre 1.200 nuovi pianeti esterni al Sistema Solare, il numero dei mondi alieni si impenna e supera 3.200 (fonte: NASA)
Si impenna a più di 3.200 il numero dei mondi alieni, ossia dei pianeti esterni al Sistema Solare finora verificati. Ai 2.000 finora noti si aggiungono infatti i 1.284 scoperti dal telescopio spaziale Kepler e annunciati questa sera dalla Nasa in una conferenza stampa. 

Degli oltre 5.000 candidati pianeti, il cui 'status' non è ancora stato confermato, quelli che sicuramente sono mondi in orbita intorno ad altre stelle sono più di 3.200, dei quali 2.325 sono stati scoperti dal telescopio spaziale Kepler. 

Dei 1.284 pianeti scoperti dal telescopio Kepler, 550 potrebbero essere simili alla Terra. Sono infatti relativamente piccoli e forse rocciosi. Di questi, inoltre, 9 potrebbero trovarsi nella cosiddetta "zona abitabile", potrebbero cioè trovarsi alla 'giusta' distanza dalla loro stella perchè sulla loro superficie possa scorrere acqua liquida, primi requisito per ospitare forme di vita.

Ai 2.000 finora noti si aggiungono i 1.284 appena scoperti dal telescopio spaziale Kepler, che rappresentano il 'bottino' più pesante mai realizzato in un colpo solo dalla Nasa. ''Con questo annuncio il numero dei pianeti confermati da Kepler è più che raddoppiato'', afferma Ellen Stofan, direttore scientifico della Nasa. ''Questo - aggiunge - ci fa sperare che in qualche posto là fuori, intorno ad una stella simile alla nostra, potremmo eventualmente scoprire un'altra Terra''.

Nella Via Lattea i pianeti potrebbero essere più numerosi delle stelle, hanno affermano gli esperti della Nasa, presentando il vero e proprio 'bottino' di mondi alieni scoperto dal telescopio spaziale Kepler.

''Prima che del lancio del telescopio spaziale Kepler - ha affermato Paul Hertz, direttore della divisione di astrofisica della Nasa - non sapevamo se i pianeti esterni al Sistema Solare fossero rari o comuni nella galassia. Grazie a Kepler e alla comunità dei ricercatori, ora sappiamo che ci potrebbero essere più pianeti che stelle: un'informazione utile per le missioni future che ci porteranno più vicini a scoprire se siamo soli nell'universo''.


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As raras e impressionantes imagens da passagem de Mercúrio em frente ao Sol



Da BBC - Pessoas em todo o mundo puderam observar a passagem de Mercúrio em frente ao Sol, um fenômeno que ocorre apenas cerca de 14 vezes a cada século.
A trajetória de Mercúrio entre a Terra e a estrela durou das 8h12 às 15h42 (horário de Brasília).
Essas imagens da Nasa mostram seu percurso.

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