quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Los Planetas esta semana


MERCURIO

Visible durante el crepúsculo vespertino, hacia el Oeste, en Capricornus (Capricornio).Magnitud visual: -7,97.



VENUS

Visible hacia el final de la noche y durante el crepúsculo matutino, hacia el Este, en Ophiuchus (el Serpentario).Magnitud visual: -4,05.




MARTE

Visible casi toda la noche, hacia el Noreste, en Taurus (el Toro).Magnitud visual: -1,32.



JÚPITER

Visible durante el crepúsculo matutino, hacia el Este, en Sagittarius (el Arquero).Magnitud visual: -1,84.



SATURNO

Visible en la segunda mitad de la noche, hacia el Este, en Leo (el León). Magnitud visual: 0,49.

URANO
Visible en la primera mitad de la noche, hacia el Noroeste, en Aquarius (Acuario).Magnitud visual: 5,89.



NEPTUNO

Visible durante el crepúsculo vespertino, hacia el Oeste, en Capricornus (Capricornio).Magnitud visual: 7,97.
--------------------------------------------------


Fonte: Boletín Mensajero de los Astros

Eventos en el Cielo - Efemérides

Explicación de las efemérides

Semana del 7 al 13 de enero de 2008


* Lunes 7 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.472,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -0.5° ; Bo = -3.6°; Lo = 242.1°.

Júpiter 4,3° al Norte de la Luna, a las 11 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 105,1°.

El asteroide 17640 Mount Stromlo en máxima aproximación a la Tierra (1,217 UA).


* Martes 8 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.473,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -1.0° ; Bo = -3.7°; Lo = 228.9°.

Luna Nueva, a las 11:38 TU.Meridiano central de Marte para 0 TU: 96,3°.

El asteroide 1877 Marsden en máxima aproximación a la Tierra (3,811 UA).


* Miércoles 9 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.474,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -1.5° ; Bo = -3.9°; Lo = 215.8°.

Mercurio 0,3° al Norte de la Luna, a las 16 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 87,4°.

El asteroide 434 Hungaria en máxima aproximación a la Tierra (1,218 UA).


* Jueves 10 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.475,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.0° ; Bo = -4.0°; Lo = 202.6°.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 78,5°.

El asteroide 15 Eunomia en oposición (mag. 8,2).

El asteroide 2005 WJ56 en paso cercano a la Tierra (0,028 UA).

El asteroide 7225 Huntress en máxima aproximación a la Tierra (0,884 UA).


* Viernes 11 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.476,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.5° ; Bo = -4.1°; Lo = 189.4°.

Neptuno 0,4° al Norte de la Luna, a las 2 TU.Meridiano central de Marte para 0 TU: 69,6°.

El cometa C/2006 S5 (Hill) en máxima aproximación a la Tierra (1,673 UA).


* Sábado 12 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.477,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -2.9° ; Bo = -4.2°; Lo = 176.3°.

Urano 2,3° al Sur de la Luna, a las 24 TU.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 60,8°.

El asteroide 2001 FZ57 en paso cercano a Mercurio (0,037 UA).


* Domingo 13 de enero de 2008 - Día Juliano a 0h TU 2.454.478,5

Efemérides físicas del Sol; Po = -3.4° ; Bo = -4.3°; Lo = 163.1°.

Meridiano central de Marte para 0 TU: 51,9°.

El cometa 108P/Ciffreo en máxima aproximación a la Tierra (1,484 UA).

El cometa P/2007 C2 (Catalina) en máxima aproximación a la Tierra (2,881 UA).

El asteroide 2007 XA23 en paso cercano a la Tierra (0,100 UA).

Fonte:Boletín Mensajero de los Astros

Astronomia.com - Newsletter 10 gennaio 2008


Caro appassionato/a, come ogni settimana Astronomia.com ti invia le ultime pubblicazioni:



Una pulsar, due pulsar (9 gennaio) - di Gabriella Bernardi
Non capita tutti i giorni di ascoltare direttamente la voce di un astronomo che ha aperto un nuovo campo d’indagine, ma alle volte accade: Jocelyn Bell Burnell, la scopritrice delle pulsar o stelle a neutroniArticolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/09/una-pulsar-due-pulsar/



Se ET ci osservasse... (8 gennaio) - di Claudio Elidoro
Cinque ricercatori si chiedono se un ipotetico osservatore alieno possa riuscire a identificare la Terra come pianeta ospitale per la vita.News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/08/se-et-ci-osservasse/



I pianeti interni: Mercurio e Venere (7 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
Iniziamo il nostro viaggio dal Sole verso i primi pianeti: vediamo come si presentano alla vista i cosiddetti pianeti interni del Sistema Solare, Mercurio e Venere.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/07/i-pianeti-interni-mercurio-e-venere/



Osservato un pianeta in fasce (6 gennaio) - di Stefano Simoni
Il pianeta, che orbita all’interno del disco di polveri e gas da cui ha avuto origine, si è fornato in meno di dieci milioni di anniNews completa: http://www.astronomia.com/2008/01/06/osservato-un-pianeta-in-fasce/



Una strana esplosione (3 gennaio) - di Claudio Elidoro
Scoperto un lampo gamma di lunga durata che sembra provenire da un luogo posto a migliaia di anni luce di distanza dalla galassia più vicina.News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/03/una-strana-esplosione/



Quattro passi all'interno del Sistema Solare (2 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
In questo articolo iniziamo a parlare del Sistema Solare, non solamente dal punto di vista rigorosamente scientifico, bensì cercando di sottolineare alcune situazioni e fornire spunti sui quali si potrà parlare in seguito.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/02/quattro-passi-allinterno-del-sistema-solare/



Un asteroide minaccia di colpire Marte (31 dicembre 2007) - di Francesca Diodati
Gli astronomi NASA stanno monitorando un asteroide che potrebbe colpire Marte il 30 gennaio prossimo. Sulla base dei dati ricavati finora il masso spaziale ha una possibilità su 75 di impattare il pianeta rosso e generare un cratere largo quasi un chilometro.Articolo completo: http://www.astronomia.com/2007/12/31/un-asteroide-minaccia-di-colpire-marte/



Appuntamento alla prossima settimana!
Lo staff di astronomia.com



post by Lucimary Vargas

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Brasileira descobre "orfanato" de estrelas

Bolhas azuis encontradas em região vazia entre duas galáxias que quase colidiram são aglomerados de astros mais jovens.

Formações reveladas pelo telescópio Hubble podem ser origem da "poluição" de elementos mais pesados espalhados pelo Universo.

DA REPORTAGEM LOCAL

Uma astrônoma brasileira da Nasa anunciou ontem ter encontrado um conjunto de estrelas "órfãs", nascidas fora de grandes galáxias. Duilia de Mello, cientista do Centro Goddard de Vôos Espaciais, da agência americana, descobriu esses pequenos aglomerados de estrelas jovens na forma de bolhas azuis no espaço sideral.
O "orfanato" estelar foi identificado pela brasileira ao cruzar imagens do satélite Galex, que capta luz ultravioleta, e do Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA, que "enxerga" ondas de rádio.
"Eu tinha visto as bolhas azuis com o Galex, mas com as imagens de rádio vi que havia mais alguma coisa ali", disse Mello. A região era uma nuvem de hidrogênio, local onde normalmente se formariam estrelas. Mas era rarefeita demais para ser um berçário viável.Astrônomos russos já tinham olhado para aquela área do espaço na década de 1980, mas com um telescópio menos potente. "Na época, apareciam umas duas ou três estrelas, mas com o [telescópio] Hubble nós pudemos ver que são 2.000", disse Mello.
A descoberta foi anunciada no encontro anual da AAS (Sociedade Astronômica Americana), no Texas.O Hubble foi crucial para a descoberta de Mello, detalhada em estudo a ser publicado na revista "The Astronomical Journal". Só com as imagens do telescópio espacial foi possível descobrir as idades das estrelas vistas.
Como elas são "jovens" com menos de 30 milhões de anos (daí sua coloração azul), só podem ter sido produzidas ali, e não importadas de galáxias próximas.Ao lado das imagens da descoberta, os cientistas também apresentaram uma proposta de explicação para o fato de o grupo de estrelas ter nascido "no meio do nada". Normalmente, a formação estelar ocorre em zonas de alta densidade de gases, e tais regiões só existem dentro das galáxias. As bolhas azuis encontradas por Mello não estão em uma região como essa, mas vivem uma condição especial. Elas estão no meio de duas galáxias próximas, que se deslocam e interagem entre si por meio da força da gravidade, dando origem a fenômenos inusitados.
Alguns astrônomos acreditam que as duas galáxias (e mais uma galáxia-anã) passaram "de raspão" uma perto da outra há cerca de 200 milhões de anos, num evento em que umas "roubaram" algumas estrelas da borda das outras.
A quase-colisão também criou uma zona de turbulência na área de gás rarefeito, possibilitando então que algumas estrelas nascessem em região menos densa. Na fronteira turbulenta, a matéria conseguia se agregar com mais facilidade.
Segundo Mello, a existência de estrelas desse tipo pode explicar por que o Universo está "poluído" com nuvens de elementos mais pesados que hidrogênio e hélio (e que fornecem a matéria-prima para a formação de planetas).Esses elementos são produzidos nos núcleos de estrelas velhas e expelidos quando elas morrem. A morte de estrelas dentro de galáxias, porém, não deixa sujeira espalhada, pois ela é contida pela gravidade galáctica. (RAFAEL GARCIA)
Fonte: Folha de São Paulo
Colaboração: Izabel Macedo
Post: Lucimary Vargas

Céu do Mês de Janeiro - Visão Geral - Zênite

Clique na imagem para ampliá-la

Céu do Mês de Janeiro - Vista do Horizonte OESTE

Clique na imagem para ampliá-la

Céu do Mês de Janeiro - Vista do Horizonte LESTE

Clique na imagem para ampliá-la



Céu do Mês de Janeiro - Vista do Horizonte NORTE

Clique na imagem para ampliá-la


Céu do Mês de Janeiro - Vista do Horizonte SUL

Clique na imagem para ampliá-la

domingo, 6 de janeiro de 2008

Calendário de Chuvas de Meteoros para o Ano de 2008

Clique na imagem para ampliá-la

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Nossos cálculos



Nossos Cálculos

LUA

perigeu 2008 janeiro 19, 8h40
apogeu 2008 janeiro 3, 8h07

nodo ascendente 2008 janeiro 11, 15h18
nodo descendente 2008 janeiro 1º, 6h51

Lua Nova 2008 janeiro 8, 11h38
Quarto Crescente 2008 janeiro 15, 19h46
Lua Cheia 2008 janeiro 22, 13h35
Quarto Minguante 2008 janeiro 30, 15h03

Tempo Universal


Marco Aurélio Álvares da Silva
Pirassununga - SP

Senhor dos Anéis


A sonda Cassini revelou a existência de misteriosos ciclones no pólo norte de Saturno, com altas temperaturas, apesar de a região estar envolvida na escuridão há mais de uma década, revelou nesta sexta-feira (4) o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa.

Um comunicado do JPL informou que as regiões de alta temperatura no pólo norte são semelhantes às do pólo sul, que recebe os raios solares. Os ciclones foram observados pelo observatório W.M. Keck, do Havaí. Foi uma surpresa total para os astrônomos. "Pensávamos que a região quente do pólo sul estava vinculada ao fato de estar sob o sol. Mas como o pólo norte está sem luz solar desde o começo do inverno em Saturno, em 1995, não achávamos que fôssemos encontrar algo assim", explicou Glen Orton, cientista do JPL e analista dos dados.

Segundo Leigh Fletcher, cientista da Universidade de Oxford (Inglaterra), as regiões aquecidas nos dois pólos são resultado de um movimento do ar, que se comprime e se aquece à medida que desce à superfície do planeta. "As forças que geram este movimento e todo o deslocamento na atmosfera de Saturno são desconhecidas", acrescentou, num relatório sobre a descoberta, publicado pela revista "Science".

Cada inverno em Saturno dura ao redor de 15 anos. A missão da sonda Cassini é um projeto internacional da Nasa, da Agência Espacial Européia e da Agência Espacial da Itália.

O Globo on line

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...