domingo, 3 de fevereiro de 2008

Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia - Ed. 446


http://www.boletimsupernovas.com.br/

Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008 - Edicao No. 446

Indice:

_ OBSERVATORIO DE BAURU TEM PROGRAMACAO ESPECIAL DURANTE ECLIPSE EM FEVEREIRO
_ SATELITES: LINHA DE FRENTE NO COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL
_ ABERTAS AS INCRICOES PARA O 11 ENAST
_ EVENTOS
_ EFEMERIDES PARA A SEMANA

----------------------------------------------------------
ASTRONOMIA NO BRASIL
----------------------------------------------------------

OBSERVATORIO DE BAURU TEM PROGRAMACAO ESPECIAL DURANTE ECLIPSE EM FEVEREIRO
28/01/2008. O Observatorio Astronomico da UNESP/Bauru esta'
programando uma noite especial de observacoes astronomicas em 20 de
fevereiro de 2008, quando teremos um eclipse total da Lua. Saturno
tambem sera' o alvo da noite. O evento, que faz parte da programacao
do IAY2009 e promovido pelo GEDAI (Grupo de Educacao e Divulgacao para
a Astronomia Interdisciplinar), tera' inicio `as 21h00min no
IPMET/OBSERVATORIO da UNESP de Bauru (SP), com uma breve explicacao
inicial sobre o fenomeno, sendo aberto ao publico interessado. Teremos
telescopios disponiveis, mas aqueles que desejarem trazer seus
equipamentos (lunetas, binoculos, cameras fotograficas) poderao
incrementar a festa celeste. Atencao: em caso de chuva, as observacoes
ficarao temporariamente suspensas. Para maiores detalhes, contate a
Profa. Dra. Rosa Scalvi (Depto. Fisica-UNESP), no e-mail:
rosama@fc.unesp.br ou Rodolfo Langhi, no e-mail: rlanghi@fc.unesp.br (
Fonte: Rodolfo Langhi )
Ed: CE

SATELITES: LINHA DE FRENTE NO COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL
30/01/2008. O aquecimento do Planeta pela acao do homem ja' e' uma
realidade, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanca Climatica
(IPCC). A taxa de elevacao tem sido de 0,2ºC por decada, o que parece
pouco perto das variacoes de temperatura que uma pessoa enfrenta
durante o dia. No entanto, nao se deve esquecer que apenas 5ºC nos
separam da ultima era glacial. As consequencias para o meio ambiente
nao serao das mais animadoras. Preveem-se o aumento do nivel dos
oceanos e alteracoes na linha costeira, desertificacao da Amazonia,
maior incidencia de furacoes e toda sorte de fenomenos influenciados
pela temperatura no Planeta. Entre os especialistas, diz-se que mesmo
que as emissoes cessem imediatamente, o mundo sentira' os efeitos de
todo o gas carbonico que ja' foi despejado na atmosfera. Se o marco
limite para se retornar ja' foi ultrapassado, como estar preparado
para enfrentar os desafios que se apresentarao nas proximas decadas? A
resposta pode estar nos "olhos" que o homem conseguiu colocar no
espaco para vigiar a Terra: os satelites. Segundo o chefe da Divisao
de Sistemas e Satelites Ambientais do Centro de Previsao de Tempo e
Estudos Climaticos (Cptec/Inpe), Luiz Augusto Machado, os satelites
atuam em duas frentes fundamentais: a previsao climatica e o
monitoramento. Enquanto a previsao analisa as condicoes meteorologicas
e as tendencias da temperatura, pressao, precipitacao, nuvens,
aerosois, vento, ou seja, o clima em si, o monitoramento inclui a
observacao das consequencias na superficie, principalmente na
vegetacao. "O satelite e' a ferramenta que permite fazer medicoes
continuas de todo o globo terrestre; ele espacializa a informacao,
alem de ter resolucao temporal constante", diz. Para o pesquisador
Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT),
em Sao Jose' dos Campos (SP), isso e' um sinal de que os dados
fornecidos por esses artefatos se tornarao cada vez mais importantes.
"Nos precisamos ter sensores de monitoramento ambiental que possam nos
ajudar a responder `as grandes questoes referentes ao Brasil: como o
clima esta' mudando, como a vegetacao esta' mudando, como o nivel do
mar esta' mudando, como a linha costeira esta' mudando", afirma. "Em
um pais tao grande como o nosso, a melhor ferramenta para monitorar a
variabilidade na paisagem sao as plataformas orbitais". Tres satelites
nacionais em operacao contribuem tanto para a previsao do tempo quanto
para o estudo do territorio brasileiro. Aliado `a nossa tecnologia de
observacao da Terra, o Brasil tambem faz uso de diversos artefatos
estrangeiros. Dois dos equipamentos nacionais sao os Satelites de
Coleta de Dados (SCDs), lancados em 1993 e 1998. Os SCDs compoem o
Sistema de Coleta de Dados Ambientais (SBCDA), que recolhem dados de
cerca de 700 plataformas automaticas de superficie, instaladas de
Norte a Sul. Esses satelites registram informacoes agrometeorologicas,
meteorologicas, hidrologicas e oceanograficas. Para o responsavel pelo
SBCDA no Inpe, Wilson Yamaguti, a aquisicao de dados ambientais
"in-situ" por meio de plataformas de coleta de dados e' uma ferramenta
importante para a observacao e o conhecimento do nosso Planeta, com
reflexos na calibracao de modelos de diversos fenomenos naturais e
consequente melhora das previsoes de tempo e clima. Mas, na sua
opiniao, mesmo com o numero de plataformas ja' instaladas e em
operacao no Brasil, ha' necessidade de incrementar esse numero face
`as dimensoes continentais do Pais, bem como investir na reposicao dos
SCDs para permitir a continuidade dos servicos de coleta de dados. Por
outro lado, a parte de monitoramento ambiental tem grande auxilio do
Satelite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers). As imagens
geradas pelo Cbers cobrem todo tipo de estudo que envolva uso ou
alteracao na superficie, seja vegetacao, cidades, plantacoes ou cursos
d´agua, por exemplo. "Uma das principais funcoes das cameras do Cbers
e' a deteccao de alteracoes na vegetacao, particularmente aquelas mais
drasticas, como remocao, mudancas fortes de uso, alteracoes sazonais.
Como uma das variaveis importantes nas componentes das mudancas
globais e' o uso do territorio, conclui-se que os satelites como o
Cbers sao fundamentais no acompanhamento desses processos", observa o
coordenador do Segmento de Aplicacoes do Programa Cbers, Jose' Carlos
Epiphanio. Nobre, que redigiu, em conjunto com outros pesquisadores,
um artigo publicado na revista cientifica Science sobre a
possibilidade de savanizacao da Amazonia em decorrencia das mudancas
climaticas, confirma a relevancia do satelite sino-brasileiro. "O
Cbers e' uma ferramenta fantastica, tem permitido o monitoramento da
floresta amazonica com grande precisao e tem mostrado ser um
instrumento da vegetacao nativa. E' desse tipo de satelite que nos
precisamos ter um compromisso para comparar o que ja' temos e
expandir". Nobre acredita que os dados obtidos pelos satelites e os
estudos decorrentes dessas informacoes vao subsidiar decisoes
politicas de combate `as causas e `as consequencias do aquecimento
global. "Sao varios os componentes antes de propor politicas publicas:
analisar, acompanhar os dados, e ai', sim, nos teremos a condicao de
criar politicas publicas ou de adaptacao ou de reducao dos riscos
associados. E, para isso, os satelites sao essenciais", justifica.
Para tanto, Nobre defende a constancia de acoes nesse campo. "E'
importante que o Brasil faca uso de sensores de monitoramento
ambiental em um programa de longo prazo, para que haja comparabilidade
entre os dados", o que compreenderia um periodo de, pelo menos, 20 a
50 anos. Sem uma sequencia de satelites que deem informacoes sobre um
determinado fator, quebra-se a continuidade da sequencia historica,
fundamental para permitir a comparacao. Assim como os desafios
impostos pelo aquecimento global devem crescer nos proximos anos, os
satelites terao de acompanhar cada vez mais de perto novos parametros.
Para contribuir com essa demanda, o Programa Nacional de Atividades
Espaciais (Pnae) preve' o lancamento de mais tres Cbers, o satelite
Amazonia-1, alem do Mapsar - um satelite radar que enxerga a
superficie mesmo `a noite ou coberta por nuvens. ( Fonte: Coordenacao
de Comunicacao Social da AEB )
Ed: CE

ABERTAS AS INCRICOES PARA O 11 ENAST
31/01/2008. E' com prazer que informamos que as inscricoes para o 11º
Encontro Nacional de Astronomia ja' estao abertas, conforme nosso
planejamento. Para se increver va' ate' o site do 11 ENAST em:
http://www.ceaal.al.org.br/11ENAst/11enast_inicio.html O tema do 11º
ENAST tambem ja' foi escolhido: "2009, O Ano Internacional da
Astronomia no Brasil". Qualquer duvida, estamos `a disposicao. (
Fonte: Adriano Aubert / Comissao Organizadora do 11 ENAST )
Ed: CE

----------------------------------------------------------
EVENTOS
----------------------------------------------------------

04/01/2008 a 20/02/2008 - Bolsa para jovens doutores em Cosmologia e
areas afins: O Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofisica do
Centro Brasileiro de Pesquisas Fisicas (ICRA/CBPF) abriu processo de
selecao para preenchimento de uma vaga de pesquisador visitante pelo
periodo de seis meses, a contar de 2 de abril. O processo de selecao
levara' em conta a atividade cientifica dos candidatos nos ultimos 5
(cinco) anos, bem como sua atuacao, preferencialmente nas areas de
Cosmologia (teoria e fenomenologia), teoria da gravitacao, teoria de
campos em espacos curvos e astrofisica relativista. Os candidatos
deverao encaminhar, ate' o dia 20 de fevereiro, carta dirigida ao
presidente do Comite' Cientifico do ICRA, professor Mario Novello,
manifestando interesse em participar do Processo, acompanhada de
curriculo e projeto de trabalho para o periodo. Os enderecos postal e
eletronico para envio desses documentos sao: Bolsa Pesquisador
Visitante 2008 - ICRA/CBPF - Rua Dr Xavier Sigaud, 150 - Urca
22290-180 - Rio de Janeiro, ou dayse@cbpf.br. ( Fonte: JC )
Ed: CE

11/02/2008 a 17/02/2008 - CAMPUS PARTY BRASIL: A area de Astronomia e'
uma das mais atraentes da Campus Party Brasil. O estudo das
constelacoes e luas, o contato com telescopios e a astrofotografia,
sao alguns dos temas que vao compor as diversas atividades previstas
para este segmento. A Campus Party Brasil vai contar tambem com o
apoio do Planetario de Sao Paulo, que proporcionara' aos participantes
todo o prazer de observacoes noturnas e diurnas do ceu.
http://www.campus-party.com.br//index.php3
Ed: CE

----------------------------------------------------------
EFEMERIDES PARA A SEMANA
----------------------------------------------------------
31/01/2008 a 09/02/2008
Efemerides dia-a-dia
Ed: RG

31 Janeiro
Lancamento: Automated Transfer Vehicle (ATV-1) Jules Verne pelo
foguete Ariane 5ESV
Lua, Luz cinerea 05:09
Chuveiro Orionideos em maxima atividade, THZ=24.2 em Libra 08:00
Lua em Libracao Norte 16:17

1 Fevereiro
Lua passa a º26 graus da estrela SAO 1840685.0mag. Provavel ocultacao
para alguma regiao 02:08
Lua, Imersao da estrela SAO 184144, 5.3mag, na borda escura lunar 05:20
Lua, Emersao da estrela SAO 184144, 5.3mag na borda escura lunar 05:34
Lua, Luz Cinerea 05:09
Venus e Jupiter em Conjuncao separacao de 35.3' 09:33
Lua, Maxima Libracao 13:58

2 Fevereiro
Cometa 46P/Wirtanen em Perielio a 1.057 UA do Sol
Lua, Luz Cinperea 05:09
Lua, Maxima Declinacao Sul 21:29

3 Fevereiro
Io, 5.9mag, Inicio de Sombra 05:40
Lua, Luz Cinerea 05:09
Cometa 110/P Hartley em Perielio a 2.488 UA do Sol 10:01

4 Fevereiro
Lua e Jupiter, -1.9mag, separados a 3.9 graus 05:26
Lua, Luz Cinerea 05:09
Lua e Venus, -4.0mag, separados a 4.20 graus 17:53

5 Fevereiro
Lancamento: satelite GLAST pelo foguete Delta 2

6 Fevereiro
Luz Zodiacal sobre o horizonte ES 05:07
Mercurio em Conjuncao com o Sol 16:03
Lua em Libracao Oeste 22:23
Inicio de Eclipse solar Anular 23:38

7 Fevereiro
Lancamento: Progress M-63 Soys U (International Space Station 28P)
Ano Novo Chines
Inicio da Fase de Eclipse Umbral 01:19
Lua Nova 01:44
Maximo Eclipse Solar Anular, visivel da Antartica 01:55
Final da Umbral do eclipse solar anular 02:30
Final do Eclipse solar anular 04:11
Cometa P/2000 U6 Tichy em perielio a 2.138 UA do Sol 05?07
Luz Zodiacal sobre o horizonte ES 05:07

8 Fevereiro
Sonda Cassini sobrevoo distante a Epimetheus, Pandora e Atlas
Asteroide 2007 SP11 passa a 0.091 UA das Terra
Luz Zodiacal sobre o horizonte ES 05:07
Mercurio mais proximo da Terra 0.649UA 14:06

9 Fevereiro
Luz Zodiacal sobre o horizonte ES 05:07
Chuveiro de Meteoros beta Centaurideos em maxima atividade, THZ=13.1
em Centauro 15:00
Lua, Luz cinerea 20:02

----------------------------------------------------------
GLOSSARIO
----------------------------------------------------------

Os verbetes deste Glossario foram extraidos do Astro.dic -
Dicionario de Astronomia e Areas Afins, que disponibiliza todo seu
conteudo no Site: http://www.ceaal.al.org.br/astrodic/
Ed: LL

----------------------------------------------------------
Supernovas - Boletim Brasileiro de Astronomia, e' uma publicacao
semanal em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em
diferentes Editorias e elaborado pela comunidade astronomica
profissional e amadora brasileira com o objetivo de ampliar a
divulgacao de informacoes sobre a Astronomia no Brasil e no mundo.
Semanalmente, ele e' enviado a aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
http://www.boletimsupernovas.com.br/
Para receber semanalmente o Boletim, envie um e-mail para
<boletimsupernovas-subscribe@yahoogroups.com> e para deixar de
assina-lo envie um e-mail para
<boletimsupernovas-unsubscribe@yahoogroups.com>. Nao e' necessaria
nenhuma informacao no corpo desses e-mails.
Devido a limitacoes de diversos provedores de e-mails, a acentuacao
grafica das edicoes sao omitidas.
Informacoes, sugestoes e criticas podem ser encaminhadas aos
editores, abaixo relacionados:

Site: http://www.boletimsupernovas.com.br
E-mail: boletim@boletimsupernovas.com.br

Editores Chefes:
Angela Minatel (AM): <angela@boletimsupernovas.com.br>
Beatriz Ansani (BVA): <beatriz@boletimsupernovas.com.br>
Carlos Eduardo Contato (CE): <cadu@boletimsupernovas.com.br>
Jorge Honel (JH): <honel@boletimsupernovas.com.br>
Marcelo Breganhola (MB): <breganhola@boletimsupernovas.com.br>

Editores de Astronomia no Brasil:
Alexandre Amorim (AA): <amorim@boletimsupernovas.com.br>
Carlos Eduardo Contato (CE): <cadu@boletimsupernovas.com.br>
Ednilson Oliveira (EO): <ednilson@boletimsupernovas.com.br>
Edvaldo Trevisan (EJT): <edvaldo@boletimsupernovas.com.br>
Kepler Oliveira (KO): <kepler@boletimsupernovas.com.br>
Marcelo Breganhola (MB): <breganhola@boletimsupernovas.com.br>

Editores de Astronomia no Mundo:
Jaime Garcia (JG): <jaime@boletimsupernovas.com.br>

Editor de Efemerides:
Rosely Gregio (RG): <rosely@boletimsupernovas.com.br>

Editor do Glossario:
Luiz Lima (LL): <lima@boletimsupernovas.com.br>


Posted by:
Lucimary Vargas
Presidente
Observatório Monoceros
Além Paraíba-MG-Brasil
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com
http://arqueoastronomy.blogspot.com


.

__,_._,___

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Efemérides de Fevereiro de 2008

HORA LEGAL DO FUSO DE -3HORAS

DIA - HORA - FENÔMENOS

1-9-Vênus 1°N de Júpiter

1-15-Antares 0,6°N da Lua

4-4-Júpiter 5°N da Lua

4-10-Vênus 4°N da Lua

6-16-Mercúrio em conjunção inferior

6-24-Mercúrio 5°N da Lua

7-1-LUA NOVA

7-8-Netuno 0,3°N da Lua

9-5-Urano 3°S da Lua

11-0-Netuno em conjunção com o Sol

13-24-Lua no perigeu

14-1-QUARTO CRESCENTE

16-5-Marte 2°S da Lua

18-5-Pollux 3,8°N da Lua

19-1-Mercúrio estacionário

20-22-Regulus 0,7°N da Lua

21-1-LUA CHEIA

21-7-Saturno 1°N da Lua

24-7-Saturno em oposição

25-5-Spica 2,6°N da Lua

26-15-Mercúrio 1°N de Vênus

27-22-Lua no apogeu

28-23-QUARTO MINGUANTE

28-24-Antares 0,6°N da Lua

Fonte:Anuário do Observatório Nacional

Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

Céu de Fevereiro de 2008

Clique nas imagens para ampliá-las










Posted by:

Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Astronomia.com - Newsletter 1 febbraio 2008



Caro appassionato/a,
come ogni settimana Astronomia.com Ti informa sulle ultime pubblicazioni:

Il cielo nel mese di Febbraio 2008 (28 gennaio) - di Stefano Simoni
21 febbraio: eclissi totale di Luna! Costellazioni osservabili, posizioni dei pianeti, congiunzioni, mappe stellari dettagliate. Tutti gli eventi astronomici del mese di Febbraio 2008
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/28/il-cielo-nel-mese-di-febbraio-2008/

21 Febbraio 2008: Eclisse totale di Luna (28 gennaio) - di Pierluigi Panunzi
A distanza di quasi un anno assistiamo nuovamente ad uno dei fenomeni più spettacolari in assoluto: l'eclisse totale di Luna! Da non perdere, anche se l'orario mette a dura prova anche gli osservatori più tenaci.
Articolo completo: http://www.astronomia.com/2008/01/28/21-febbraio-2008-eclisse-totale-di-luna/

Occhio al cielo, un asteroide si avvicina alla Terra! (26 gennaio) - di Claudio Elidoro
Una montagna rocciosa di qualche centinaio di metri si avvicinerà alla Terra il prossimo 29 gennaio rendendosi facilmente osservabile con strumenti amatoriali.
News completa: http://www.astronomia.com/2008/01/26/occhio-al-cielo-un-asteroide-si-avvicina-alla-terra/

Prova i nostri feed RSS! http://www.astronomia.com/feed/

Appuntamento alla prossima settimana!
Lo staff di Astronomia.com



Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Menos agua en las nubes de Marte

Las nubes marcianas podrían contener menos agua de lo que se había pensado previamente, de acuerdo con un nuevo estudio de la NASA. Nuevas mediciones de laboratorio de nubes marcianas simuladas revelan que los científicos pueden haber sobreestimado la cantidad de agua en la atmósfera del planeta.



"Las nubes marcianas que estamos estudiando están compuestas de hielo de agua, como algunas nubes en la Tierra. No obstante, se forman a muy bajas temperaturas, a veces por debajo de los 100°C bajo cero (148 grados Fahrenheit bajo cero), afirmaba Tony Colaprete, un científico del centro de investigación Ames de la NASA. "Lo que hemos encontrado en nuestro laboratorio es que es mucho más difícil de iniciar la formación de nubes a estas temperaturas de lo que habíamos pensado". "Esta dificultad genera grandes partículas de nubes, que cae en a la atmósfera más rápidamente y, por tanto, resulta una menor masa nubosa y una atmósfera más seca".

Anteriormente los científicos creían que las nubes marcianas se habían formado a un 100% de humedad relativa, pero este nuevo estudio muestra que el aire marciano debería estar más sobresaturado con agua para formar nubes de lo que los científicos habían estimado antes.

"Queremos entender el clima de Marte y como funciona el ciclo del agua marciano" comentaba Colaprete. "Las nubes son parte integral de éste sistema, como en la Tierra. De todas formas, asumir que las nubes se forman y comportan de igual manera que en la Tierra puede ser una suposición equivocada".

Un mayor entendimiento de los procesos que controlan las nubes marcianas y el ciclo del agua son críticos para entender el clima pasado y actual de Marte. Un gran casquete polar de agua en el polo norte marciano domina el ciclo marciano del agua. Durante el verano del hemisferio norte, este casquete polar sufre evaporación, y los vientos transportan el vapor de agua resultante al polo sur.



"La cantidad de agua en la atmósfera marciana varía enormemente en el espacio y en el tiempo" afirma Colaprete. Las nubes en la atmósfera controlan enormemente la cantidad de agua que se mueve entre un polo y otro. "El agua que alcanza el polo sur en invierno se congela la superficie". "En la primavera del hemisferio sur, este agua se vuelve a evapora y vuelve al casquete polar norte. El ciclo se repite año tras año marciana.

Si toda el agua de la atmósfera se volviera a congelar será superficie, crearía una capa de hielo de aproximadamente un quinto del espesor de un cabello humano. "La masa de nubes representa sólo el 10 por 20% del contenido total de agua. En todas formas, la liviana atmósfera marciana es mucho más sensible y reactiva a la influencia de estas nubes" finalizaba Colaprete.




• Noticia Original: NASA





Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

Físicos brasileiros conseguem "despir" buraco negro


Publicidade
RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo
Uma dupla de físicos brasileiros conseguiu demonstrar como é possível "despir" um buraco negro para revelar o que há dentro desse estranho tipo de objeto cósmico.
Usando conceitos de física quântica, George Matsas e André da Silva, do Instituto de Física Teórica da Unesp, elaboraram um modelo matemático que elimina a "fronteira" do buraco negro, o limite de aproximação a partir do qual não se pode escapar de sua atração.
O objeto, descrito em estudo na revista "Physical Review Letters", porém, é de uma classe especial.
Um buraco negro convencional pode se formar a partir do colapso de uma estrela, quando ocorre uma concentração colossal de matéria no espaço de um só ponto, chamado "singularidade".
Sua força gravitacional é tão grande que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar da fronteira batizada de "horizonte de eventos" pelos físicos.
O que Matsas e Silva descrevem, contudo, é o que os físicos chamam de 'singularidade nua', um buraco negro sem horizonte. Em tese, energia e matéria podem escapar dos seus arredores e, portanto, a singularidade seria observável.
Para chegar ao resultado, porém, os físicos tiveram de resolver um problema imposto pela teoria da relatividade geral, de Einstein, que explica a gravidade.
Física fora da lei
"Nós chamamos de singularidade aquilo no qual as equações da natureza quebram, o que é uma situação muito ruim, porque nós físicos acreditamos que tudo pode ser matematizado", diz Matsas. "Mas quão ruim é ter uma singularidade na relatividade geral? Se ela estiver dentro de um horizonte de eventos, em princípio, tudo bem, porque mesmo que não se saiba descrevê-la, isso não influencia o resto do Universo, já que nada pode escapar de dentro [da fronteira do buraco]."
Há problemas, porém, em recorrer à relatividade para analisar o problema. Uma vez que a singularidade é um ponto infinitamente pequeno, há fenômenos nos buracos negros que só podem ser elucidados pelas equações da mecânica quântica, teoria que explica o mundo das partículas elementares.
Acontece que a relatividade e a mecânica quântica são teorias incompatíveis entre si. E a maneira com que os físicos concebem uma singularidade nua é essencialmente relativística.
Um buraco negro pode perder seu horizonte de eventos ao entrar em rotação com velocidade grande o suficiente para "expulsá-lo" por meio de força centrífuga --a mesma força que atira crianças para fora de um carrossel. Mas as equações de Einstein impedem que um objeto entre em um buraco negro com velocidade grande o suficiente para aumentar sua rotação e expor a singularidade.
Barreira energética
Na prática, o que acontece, é que uma partícula teria de romper uma espécie de "barreira energética" intransponível antes de contribuir para que a rotação do buraco negro ultrapasse o limite que o transformaria em singularidade nua.
Analisando o problema do ponto de vista quântico, porém, Matsas e Silva conseguiram fazer --em teoria, diga-se logo-- com que partículas entrassem no buraco negro por meio de um efeito chamado "tunelamento". É um fenômeno conhecido na física quântica, no qual uma partícula pode atravessar essa barreira energética tomando uma espécie de atalho, desaparecendo de um lado e aparecendo do outro.
Não é nenhuma mágica, diz Matsas: "O tunelamento é muito comum em situações microscópicas, só fica mais improvável nas macroscópicas".
Com o trabalho, os brasileiros procuram contribuir para superar o maior desafio atual da física: unificar a mecânica quântica e a relatividade geral em uma teoria só. Pode a descoberta ajudar nessa meta? "Pode ser que sim, mas não é garantido", diz Matsas.
Céu claro para todos!
José Geraldo Mattos - Moderador
"A desarmonia do universo é a mais perfeita criação; não foi e jamais será imitada pelo gênio humano" - (Prof. A. Seixas Neto)
Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

Morning Sky Alert

Space Weather News for Jan. 31, 2008
http://spaceweather.com

MORNING SKY ALERT: Set your alarm for dawn. On Friday morning, February 1st,
Venus and Jupiter converge in the southeastern sky less than 1 degree apart;
they will beam through the rosy glow of dawn like a pair of celestial
headlights. It's a spectacular view worth waking up early to see. The
February 1st alignment kicks off four mornings of beautiful views as the
crescent Moon moves in to join Venus and Jupiter over the weekend. Visit

http://spaceweather.com for sky maps and photos.

Visite: http://astronomicando.blogspot.com/


-------------------------------------------------------------------------
Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com/
http://arqueoastronomy.blogspot.com/
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/Observatorio_Monoceros/
MSN: observatoriomonoceros@hotmail.com
--------------------------------------------------------------------------

Mars' Natural Sculptures Pose Mystery


By Jeremy Hsu
Staff Writer
posted: 24 January 2008
01:26 pm ET

 
 
 

Wind-sculpted Martian landscapes raise questions for scientists about the Red Planet's atmosphere and terrain.

Sand dunes are among the "bedforms" or wind-deposited landforms that appear in new images from NASA's Mars Reconnaissance Orbiter (MRO).

 

However, scientists remain unsure as to whether winds on present-day Mars are strong enough to create such geological features.

 

"We're seeing what look like smaller sand bedforms on the tops of larger dunes, and, when we zoom in more, a third set of bedforms topping those," said Nathan Bridges, NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif. "On Earth, small bedforms can form and change on time scales as short as a day."

 

Other bedforms on Mars take the shape of smaller and more linear ripples, in which sand is mixed with coarser particles.

New details emerged about sediments deposited by winds on the downwind side of rocks.

 

Such "windtails" show which way the most current winds have blown, Bridges said.

 

Only rovers and landers have seen such features before, as opposed to an orbiter.

 

With the University of Arizona's High Resolution Imaging Science Experiment camera (HiRISE), MRO sees features as small as 20 inches from 155 to 196 miles above the Martian surface.

 

Researchers can now use HiRISE images to infer wind directions over the entire planet.

 

Scientists also previously discovered miles-long, wind-scoured ridges called "yardangs" with the first Mars orbiter, Mariner 9, in the early 1970s. New HiRISE images reveal surface texture and fine-scale features that are giving insight into how yardangs form.

 

"HiRISE is showing us just how interesting layers in yardangs are," Bridges said. "For example, we see one layer that appears to have rocks in it. You can actually see rocks in the layer, and if you look downslope, you can see rocks that we think have eroded out from that rocky layer above."

 

New images show that some layers in the yardangs are made of softer materials that have been modified by wind, he added. The soft material could be volcanic ash deposits, or the dried-up remnants of what once were mixtures of ice and dust, or something else.

 

"The fact that we see layers that appear to be rocky and layers that are obviously soft says that the process that formed yardangs is no simple process but a complicated sequence of processes," Bridges added.

 

Some researchers have begun comparing HiRISE images with those taken by NASA's Mars Exploration Rover, in order to identify previously mysterious features such as dark streaks surrounding Victoria Crater. Others continue to find surprises while reexamining features once considered common and uninteresting.

 

"HiRISE keeps showing interesting things about terrains that I expected to be uninteresting," said Alfred McEwen of the University of Arizona Lunar and Planetary Laboratory, HiRISE principal investigator.

 

"I was surprised by the diversity of morphology of the thick dust mantles. Instead of a uniform blanket of smooth dust, there are often intricate patterns due to the action of the wind and perhaps light cementation from atmospheric volatiles."

 
Fonte: Original desta notícia pode ser acessada através do site: http://www.gea.org.br/mss.html
 
Céu claro para todos!
José Geraldo Mattos - Moderador
 
"A desarmonia do universo é a mais perfeita criação; não foi e jamais será imitada pelo gênio humano" - (Prof. A. Seixas Neto)
 
 
Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

¿Cuál es el lugar más frío del universo?

31-Jan-2008
¿Cuál es el lugar más frío del universo?

No es Miami Beach, si eso es lo que estabas pensando, y tampoco es el polo norte. El lugar más frío conocido se encuentra en el interior de la Nebulosa Boomerang, ubicada en la constelación de Centauro, a 5.000 años luz de distancia de la Tierra.


Esta nebulosa planetaria se forma alrededor de una brillante estrella central, a partir del gas expelido por esta durante las últimas etapas de su vida.

La Nebulosa Boomerang es uno de esos lugares peculiares del universo.



En 1995, empleando el telescopio de 15 metros ESO Submilímetro desde Chile, los astrónomos Sahai y Nyman revelaron que hasta el momento, este era el lugar más frío del universo. Con una temperatura de -272ºC, se encuentra apenas un grado por encima del cero absoluto (el límite inferior para cualquier temperatura). Incluso el leve fulgor de la radiación de fondo dejada por el Big Bang, cuya temperatura es de -270ºC, es más cálida que esta nebulosa. Hasta la fecha es el único objeto celeste hallado cuya temperatura es inferior al de la radiación cósmica de fondo.

La característica forma en lazo de la nebulosa Boomerang parece haber sido creada por un viento furioso, a 500.000 km/h, que expulsaba el gas ultrafrío lejos de la moribunda estrella central. Durante los últimos 1.500 años, la estrella ha venido perdiendo hasta una milésima de su masa solar al año, dicen los astrónomos. Esto es un ritmo entre 10 y 100 veces más elevado que el observado en otros cuerpos celestes similares. La rápida expansión de la nebulosa ha posibilitado que se convierta en la región más fría del universo conocido.


Editado por el equipo de Astroseti.
Colaboradores:
- Miguel Artime
- Vicente Díaz

Enlace: http://www.livescience.com/mysteries/080128-coldest-place.html


Posted by:

-------------------------------------------------------------------------
Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
http://www.monoceros.xpg.com.br/
http://astronomicando.blogspot.com/
http://arqueoastronomy.blogspot.com/
http://www.arquivohistorico-mg.com.br/
http://br.groups.yahoo.com/group/Observatorio_Monoceros/
MSN: observatoriomonoceros@hotmail.com
--------------------------------------------------------------------------

Killer Space Rock Theory Is Soaking Wet



By SPACE.com Staff

posted: 24 January 2008
04:48 am ET

Dinosaur doomsday was wetter than scientists have thought, according to new images of the crater where the space rock that likely killed the jumbo reptiles landed.

Sixty-five million years ago the asteroid struck the coast of the Yucatan Peninsula, and most scientists think this event played a large role in causing the extinction of 70 percent of life on Earth, including non-avian dinosaurs.

Geophysicists now have created the most detailed 3-D seismic images yet of the mostly submerged Chicxulub impact crater. The data reveal that the asteroid landed in deeper water than previously assumed and therefore released about 6.5 times more water vapor into the atmosphere.

The images also show the crater contained sulfur-rich sediments that would have reacted with the water vapor to create sulfate aerosols. These compounds in the atmosphere would have made the impact deadlier by cooling the climate and producing acid rain.

"The greater amount of water vapor and consequent potential increase in sulfate aerosols needs to be taken into account for models of extinction mechanisms," said Sean Gulick, a geophysicist at the University of Texas at Austin who led the study.

The findings will be published in the February 2008 issue of the journal Nature Geosciences.

The asteroid impact alone was probably not responsible for the mass extinction, Gulick said. More likely, a combination of environmental changes over different time scales took their toll.

Many large land animals, including the dinosaurs, might have baked to death within hours or days of the impact as ejected material fell from the sky, heating the atmosphere and setting off firestorms. More gradual changes in climate and acidity might have had a larger impact in the oceans.

If there was more acid rain than scientists had previously calculated, that could help explain why many smaller marine creatures were affected, because the rain could have turned the oceans more acidic.

There is some evidence that marine organisms more resistant to a range of pH survived, while more sensitive creatures did not.

Fonte: Original desta notícia pode ser acessada através do site: http://www.gea.org.br/mss.html
Céu claro para todos!
José Geraldo Mattos - Moderador
"A desarmonia do universo é a mais perfeita criação; não foi e jamais será imitada pelo gênio humano" - (Prof. A. Seixas Neto)
Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

Unusual supernovae may reveal black holes

UC-SANTA CRUZ NEWS RELEASE
Posted: January 29, 2008

A strange and violent fate awaits a white dwarf star that wanders too close to a moderately massive black hole. According to a new study, the black hole's gravitational pull on the white dwarf would cause tidal forces sufficient to disrupt the stellar remnant and reignite nuclear burning in it, giving rise to a supernova explosion with an unusual appearance. Observations of such supernovae could confirm the existence of intermediate-mass black holes, currently the subject of much debate among astronomers.


This series of images shows the interaction of a white dwarf star with a black hole. As it passes the black hole, the white dwarf becomes strongly compressed and heated (top left), triggering an explosion. Most of the stellar mass is ejected into space (the "bubble" in the upper right part of the debris in the top right image), while the rest (the cusp-like part of the image) falls toward the black hole. While the ejected matter expands rapidly, the infalling matter builds a violent, thick accretion disk around the black hole.

"Our supercomputer simulations show a peculiar supernova that would be a unique signature of an intermediate-mass black hole," said Enrico Ramirez-Ruiz, assistant professor of astronomy and astrophysics at the University of California, Santa Cruz.

Ramirez-Ruiz and his collaborators--Stephan Rosswog of Jacobs University in Bremen, Germany, and William Hix of Oak Ridge National Laboratory--used detailed computer simulations to follow the entire process of tidal disruption of a white dwarf by a black hole. Their simulations included gas dynamics, gravity, and nuclear physics, requiring weeks of computer time to simulate events that would take place in a fraction of a second. A paper describing their results has been accepted for publication in Astrophysical Journal Letters, and a preprint is currently available online.

"Every star that is not too massive ends up as a white dwarf, so they are very common. We were interested in whether tidal disruption can bring this stellar corpse to life again," said Rosswog, the first author of the paper.

A white dwarf can explode as a "type Ia" supernova if it accumulates enough mass by siphoning matter away from a companion star. When it reaches a critical mass (about 1.4 times the mass of the Sun), the white dwarf collapses and explodes. Astronomers use these type Ia supernovae as "standard candles" for cosmic distance measurements because their brightness evolves over time in a predictable manner.

The new paper describes a distinctly different mechanism for igniting a white dwarf, in which tidal disruption by a black hole causes drastic compression of the stellar material. The white dwarf is flattened into a pancake shape aligned in the plane of its orbit around the black hole. As each section of the star is squeezed through a point of maximum compression, the extreme pressure causes a sharp increase in temperatures, which triggers explosive burning.

The explosion ejects more than half of the debris from the disrupted star, while the rest of the stellar material falls into the black hole. The infalling material forms a luminous accretion disk that emits x-rays and should be detectable by the Chandra X-ray Observatory, the researchers said.

"This is a new mechanism for ignition of a white dwarf that results in a very different type of supernova than the standard type Ia, and it is followed by an x-ray source," Ramirez-Ruiz said.

He estimated that this type of event would occur about 100 times less frequently than the standard type Ia supernovae, but should be detectable by future surveys designed to observe large numbers of supernovae. The Large Synoptic Survey Telescope (LSST), planned for completion in 2013, is expected to discover hundreds of thousands of type Ia supernovae per year.

"These exotic creatures will start showing up in the data from the LSST," Ramirez-Ruiz said. "We want to predict the light curves so we can look for them in the survey data."

The mechanism described in the paper requires a black hole that is neither too small nor too big. Such intermediate-mass black holes (500 to 1,000 times the mass of the Sun) may reside in some globular star clusters, but there is much less evidence for their existence than there is for the relatively small stellar black holes (tens of times the mass of the Sun) or for supermassive black holes (a few million times the mass of the Sun), found at the centers of galaxies.

The new paper describes in detail the disruption of a white dwarf with two-tenths the mass of the Sun by a black hole 1,000 times the mass of the Sun. The researchers also found that they can vary the mass of the white dwarf and still get the same outcome--tidal disruption and ignition of the white dwarf.

"We can ignite the whole mass range of white dwarfs if they get close enough to the black hole," Rosswog said.

This research was supported by the Department of Energy's Program for Scientific Discovery through Advanced Computing.

Fonte: Original desta notícia pode ser acessada através do site: http://www.gea.org.br/mss.html
Céu claro para todos!
José Geraldo Mattos - Moderador
"A desarmonia do universo é a mais perfeita criação; não foi e jamais será imitada pelo gênio humano" - (Prof. A. Seixas Neto)
Posted By:
-------------------------------------------------------------------------
Lucimary Vargas de Oliveira Guardamino Espinoza
Além Paraíba-MG-Brasil
Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
http://www.monoceros.xpg.com.br
http://astronomicando.blogspot.com/
http://arqueoastronomy.blogspot.com/
http://www.arquivohistorico-mg.com.br
http://br.groups.yahoo.com/group/Observatorio_Monoceros/
MSN: observatoriomonoceros@hotmail.com
--------------------------------------------------------------------------

Mercury surprises from MESSENGER

MESSENGER's recent flyby of Mercury has provided scientists with an entirely new, and surprising, view of the innermost planet.
Provided by NASA
Mercury
This frame, taken by MESSENGER's Narrow Angle Camera, shows a region of Mercury's surface previously unseen by spacecraft and a large scarp crossing vertically through the scene, on the far right of the image. This scarp is the northern continuation of the one seen in the NAC image released on January 16. The width of this image is about about 125 miles (200 kilometers), showing that these scarps can be hundreds of kilometers long on Mercury. NASA/JHUAPL/CIW [View Larger Image]
Updated January 28, 2008
The recent flyby of Mercury by NASA's MESSENGER spacecraft has given scientists an entirely new look at a planet once thought to have characteristics similar to those of Earth's moon. Researchers are amazed by the wealth of images and data that show a unique world with a diversity of geological processes and a very different magnetosphere from the one discovered and sampled more than 30 years ago.

After a journey of more than 2 billion miles and three and a half years, NASA's MErcury Surface, Space ENvironment, GEochemistry and Ranging spacecraft made its first flyby on Jan. 14. The mission is the first sent to orbit the planet closest to our sun. The spacecraft's cameras and other sophisticated, high-technology instruments collected more than 1,200 images and made other science observations. Data included the first up-close measurements of Mercury since the Mariner 10 spacecraft's third and final flyby on March 16, 1975.

"This flyby allowed us to see a part of the planet never before viewed by spacecraft, and our little craft has returned a gold mine of exciting data," said Sean Solomon, MESSENGER's principal investigator, Carnegie Institution of Washington. "From the perspectives of spacecraft performance and maneuver accuracy, this encounter was near-perfect, and we are delighted that all of the science data are now on the ground."

Unlike the moon, the spacecraft showed that Mercury has huge cliffs with structures snaking up hundreds of miles across the planet's face. These cliffs preserve a record of patterns of fault activity from early in the planet's history. The spacecraft also revealed impact craters that appear very different from lunar craters.

Instruments provided a topographic profile of craters and other geological features on the night side of Mercury. The spacecraft also discovered a unique feature that scientists dubbed "The Spider." This formation never has been seen on Mercury before and nothing like it has been observed on the moon. It lies in the middle of a large impact crater called the Caloris basin and consists of more than 100 narrow, flat-floored troughs radiating from a complex central region.

"The Spider has a crater near its center, but whether that crater is related to the original formation or came later is not clear at this time," said James Head, science team co-investigator at Brown University.

Now that the spacecraft has shown scientists the full extent of the Caloris basin, its diameter has been revised upward from the Mariner 10 estimate of 800 miles to perhaps as large as 960 miles from rim to rim. The plains inside the Caloris basin are distinctive and more reflective than the exterior plains. Impact basins on the moon have opposite characteristics.

The magnetosphere and magnetic field of Mercury during the flyby appeared to be different from the Mariner 10 observations. The spacecraft found the planet's magnetic field was generally quiet but showed several signatures indicating significant pressure within the magnetosphere.

Magnetic fields like Earth's and their resulting magnetospheres are generated by electrical dynamos in the form of a liquid metallic outer core deep in the planet's center. Of the four terrestrial planets, only Mercury and Earth exhibit such a phenomenon. The magnetic field deflects the solar wind from the sun, producing a protective bubble around Earth that shields the surface of our planet from those energetic particles and other sources farther out in the galaxy. Similar variations are expected for Mercury's magnetic field, but the precise nature of its field and the time scales for internal changes are unknown. The next two flybys and the yearlong orbital phase will shed more light on these processes.

The spacecraft's suite of instruments has provided insight into the mineral makeup of the surface terrain and detected ultraviolet emissions from sodium, calcium and hydrogen in Mercury's exosphere. It also has explored the sodium-rich exospheric "tail," which extends more than 25,000 miles from the planet.

"We should keep this treasure trove of data in perspective," said project scientist Ralph McNutt of the Applied Physics Laboratory, Laurel, Maryland. "With two flybys to come and an intensive orbital mission to follow, we are just getting started to go where no one has been before."


Fonte: Original desta notícia pode ser acessada através do site: http://www.gea.org.br/mss.html
Céu claro para todos!
José Geraldo Mattos - Moderador
"A desarmonia do universo é a mais perfeita criação; não foi e jamais será imitada pelo gênio humano" - (Prof. A. Seixas Neto)


Posted by:
Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil
observatorio.monoceros@gmail.com

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...