sábado, 30 de agosto de 2008

Nasa reúne astronautas históricos

Agência espacial americana está comemorando 50 anos.Nasa juntou em evento Neil Armstrong, John Glenn Jr e James Lovell.


Neil Armstrong, à esquerda, o primeiro homem a caminhar na Lua; John Glenn Jr (centro); o primeiro americano a orbitar a Terra; e James Lovell, comandante da Apollo 13, durante encontro histórico, de 19 de astronautas, nesta sexta-feira (29), como parte dos 50 anos da Nasa, completados em julho. (Foto: Jason Miller/AP Photo)
Globo on line


sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Fenômeno solar é visto nos céus de SP

Círculo colorido apareceu em várias regiões do estado. Foi possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.


Halo solar foi visto no céu de Campinas, a 95 km de São Paulo (Foto: Marcos Ribolli/G1)


Muita gente parou nas ruas de várias cidades de São Paulo por volta das 12h desta sexta-feira (29) para ver um bonito fenômeno natural no céu. Um círculo colorido chamado de halo solar pelos astrônomos. O fenômeno se forma quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Dependendo do tipo de nuvem, é possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.
Globo on line

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ravinas de Marte foram criadas por água corrente, afirma novo estudo

Estruturas similares às da Antártida teriam sido geradas por derretimento de geleira.Clima de Marte teria sido mais ameno, a ponto de permitir o líquido na superfície.

Do G1, em São Paulo
Para uma equipe de pesquisadores americanos, as imagens abaixo são a prova de que, há alguns milhões de anos (um passado não muito distante em termos geológicos), a água corria pela superfície de Marte. Em artigo na edição desta semana da revista científica "PNAS", James Head e seus colegas da Universidade Brown examinaram imagens de uma subdivisão da cratera Newton, perto do pólo Sul marciano. De acordo com eles, as ravinas na rocha são quase idênticas a estruturas na Antártida, causadas pelo derretimento de geleiras e pelo escoamento de água sobre a pedra. A idéia é que a atmosfera de Marte no passado recente teria permitido a existência ao menos temporária de água no estado líquido.


Uma ravina marciana (à esq.) e a estrutura correspondente na Antártida: gêmeas planetárias? (Foto: PNAS)

Para cientistas, qualquer semelhança com água corrente na Terra não é mera coincidência (Foto: PNAS)


Astrônomos descobrem 'peso' mínimo de galáxias: 10 milhões de vezes o do Sol

Cálculo foi feito com base em luminosidade dos objetos celestes'.Massa parece variar pouco, talvez por causa de matéria misteriosa.

Da EFE
A massa mínima de uma galáxia é 10 milhões de vezes a massa do Sol, segundo um estudo da Universidade da Califórnia publicado na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Após calcular a velocidade das estrelas de 23 pequenas galáxias que orbitam ao redor da Via Láctea (a partir das medidas de luminosidade), a equipe liderada por Louis Strigari fez estimativas de suas massas. A luminosidade destas galáxias varia entre 1 bilhão e 100 bilhões de vezes a do Sol, por isso os cientistas esperavam que as massas variassem em função da intensidade de luz que emitem. No entanto, eles se surpreenderam ao comprovar que a massa era constante, o que indica que as galáxias menos luminosas têm muita matéria escura, que é um material invisível só detectado por sua força gravitacional.

Mistério
Os cientistas sabem muito pouco sobre as propriedades microscópicas da matéria escura, que compõe mais de 83% do Universo. O que se conhece é que a matéria escura determina o crescimento estrutural do Universo, atrai matéria normal e está na origem de novas galáxias. Em comunicado, os pesquisadores explicam que a massa mínima de uma galáxia corresponderia ao menor bloco de construção nascido da matéria escura. As estrelas que se formam a partir desses blocos se agrupariam, mais tarde, em galáxias.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Astrônomos descobrem novo asteróide de 'origem exótica'


Novo asteróide é formado por gelo e rocha e se parece com cometa


Astrônomos envolvidos na maior pesquisa mundial sobre galáxias descobriram um novo conjunto de objetos cósmicos em regiões remotas do Sistema Solar, incluindo um que teria uma “origem exótica”.

O asteróide, identificado como 2006 SQ372, está sendo considerado anormal por sua órbita rara e composição pouco comum, de gelo e rocha. “O objeto tem até 96 quilômetros de diâmetro e é formado provavelmente por rocha e gelo, como um cometa. Apesar disso, nunca se aproxima do Sol o suficiente para desenvolver uma cauda”, disse o coordenador da equipe de astrônomos, Andrew Becker, da Universidade de Washington. Ainda segundo Becker, o asteróide circunda em uma órbita rara. Simulações feitas por especialistas envolvidos no projeto Sloan Digital Sky Survey mostraram que o objeto não continuará na mesma órbita por muito tempo (pelo menos para padrões astronômicos). “Em mais da metade dos testes, nosso novo objeto se aproximará de Netuno ou Urânio nos próximos 180 milhões de anos”, disse Becker. “Uma interação com um dos dois planetas poderia arremessar o 2006 SQ372 em uma direção desconhecida, impossível de se prever”.

Cinturão cósmico
A equipe de astrônomos investigava uma região conhecida como Faixa 82 quando se deparou com quase 50 novos corpos com tamanhos de asteróides localizados em regiões remotas do Sistema Solar. Como parte da busca pela supernova – estrelas que explodem em galáxias distantes – o telescópio robótico Sloan, baseado no Estado americano do Novo México, lança suas lentes sobre a área a cada três anos. Ao comparar imagens feitas em noites diferentes, os astrônomos puderam identificar os asteróides à medida em que se moviam pelo céu. Muitos dos objetos identificados são “membros normais do cinturão de Kuiper”, mas outros revelaram-se surpresas para os astrônomos. Além do asteróide 2006 SQ372, os especialistas descobriram dois asteróides Trojan, que circundam na mesma órbita de Netuno, o país mais distante no Sistema Solar. “Júpiter tem vários trojans”, disse Becker. “Sabíamos que Netuno deveria ter a mesma população de objetos, mas poucos deles haviam sido revelados antes desta pesquisa”, disse o pesquisador.

BBC

domingo, 24 de agosto de 2008

Buraco negro pode dar origem a estrelas, diz pesquisa


Estrelas existentes perto de buraco negro teriam sido formadas ali

Astrônomos escoceses criaram uma simulação de computador que explica como buracos negros supermaciços, como o existente no centro da Via Láctea, podem promover o nascimento de estrelas próximas.

Do G1, com informações da BBC

Astrônomos escoceses criaram uma simulação de computador que explica como buracos negros supermaciços, como o existente no centro da Via Láctea, podem promover o nascimento de estrelas próximas.A descoberta, publicada na edição mais recente da revista científica Science, representa um novo cenário possível para explicar a formação de estrelas e pode ajudar os astrônomos a determinar como as estrelas surgiram na fase inicial do universo.A concepção dos buracos negros é de que eles destróem tudo em seu caminho, incluindo o tempo, o espaço e a matéria.Estrelas conseguiriam escapar da destruição se suas órbitas as mantivessem longe o suficiente.Porém, algumas estrelas não apenas orbitam extremamente perto de um buraco negro supermaciço, mas também parecem ter se formado na região.

Simulação
Com a ajuda de um modelo de computador desenvolvido pelos astrofísicos Ian Bonnel, da Universidade de St. Andrews, em Fife, e Kenneth Rice, da Universidade de Edimburgo, o processo de formação pôde ser observado.A simulação acompanhou duas nuvens de hidrogênio molecular hipotéticas - o material básico de construção estelar - se movendo a cerca de um ano-luz de um imenso buraco negro supermaciço, parecido com o existente no centro da Via Láctea.Os pesquisadores disseram à Science que quando as nuvens caíram no buraco negro, a gravidade do buraco abalou mas não destruiu sua pesada estrutura.No final, as nuvens se achataram e se fundiram em um disco que seguiu uma órbita elíptica. Durante o achatamento, cerca de 200 estrelas foram iniciadas, em algumas centenas de milhares de anos.Os resultados combinam com as duas propriedades básicas das estrelas jovens do centro de nossa galáxia: sua grande massa e suas órbitas excêntricas ao redor do buraco negro supermaciço."O tempo de vida relativamente curto de (cerca de) 10 milhões de anos das estrelas atualmente presentes ao redor do buraco negro supermaciço da galáxia sugere que este processo deve ser repetitivo", afirmou o professor Bonnell.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Telescópio faz 'foto de família' com diversas gerações de estrelas

Ventos escaldantes das estrelas maiores acabam forçando formação de novos astros.Imagem feita pelo Telescópio Espacial Spitzer é da colorida nuvem W5.

O Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, fez uma imagem de uma colorida nuvem cósmica, chamada apenas de "W5", que reúne estrelas em diversas fases de formação. A foto "apresenta um conto de vida e morte em meio à história de uma rica família", brincou a agência americana em nota.


As maiores estrelas dessa nuvem chegam a ser 60 vezes maiores que nosso Sol. Os ventos extremamente quentes combinados com a radiação local podem servir para formar outras estrelas. (Foto: Nasa/Reuters)


Além de chamar a atenção por sua beleza, a imagem também ajuda os astrônomos. Ela mostra que as estrelas maiores são capazes de servir de "gatilho" para o nascimento de outras estrelas -- graças aos seus ventos e à sua radiação.

As conclusões dos cientistas serão apresentadas em um trabalho feito pelo Harvard Smithsonian Center, nos Estados Unidos, na edição de dezembro da revista científica especializada em astrofísica "Astrophysical Journal".

Globo on line

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Hubble desvenda mistério de 'monstro' magnético cósmico

Tentáculos de energia colorida desafiavam astrônomos há anos.Estudo indica que eles são protedigos por campos magnéticos.


Do G1, em São Paulo


Um “monstro magnético” que assombrava os astrônomos há anos acaba de ter sua existência explicada com imagens do Telescópio Espacial Hubble. O trabalho divulgado nesta semana resolve o mistério que envolvia os imensos tentáculos coloridos vistos em volta da NGC 1275, uma gigantesca galáxia elíptica relativamente próxima (em termos astronômicos) da nossa Via Láctea.



Filamentos de energia fascinam e intrigam os astrônomos (Foto: Nasa)


Esses filamentos coloridos de gás surgem quando a atividade energética perto do buraco negro localizado no centro galáctico “sopra” bolhas de material cósmico para a área ao redor da galáxia. Essa é a única manifestação visual que sai de uma complexa relação entre o buraco negro e o gás do aglomerado de galáxias. E uma peça-chave para entender como um buraco negro afeta tudo que está ao seu redor.




Estruturas parecem frágeis demais para terem sobrevivido por tanto tempo (Foto: Nasa)


As primeiras imagens das faixas de gás que formam esses filamentos foram obtidas pela equipe liderada por Andy Fabian, da Universidade de Cambridge, com a ajuda do Hubble. Apenas uma delas tem um milhão de vezes mais massa que o nosso Sol. Embora tenham apenas cerca de 200 anos-luz de largura, podem se estender por até 20 mil anos-luz de comprimento.



Tentáculos fotografados pelo Hubble (Foto: Nasa)


Antes das imagens, os cientistas tinham dificuldade de entender como estruturas tão delicadas conseguiam sobreviver em um ambiente tão hostil por mais de 100 milhões de anos. Pelo que sabíamos, elas deveriam ter se aquecido e evaporado ou então colapsado e virado estrelas. Agora, a equipe de Fabian afirma, na edição desta semana da revista científica britânica “Nature”, que campos magnéticos mantêm esse gás no lugar e servem como proteção para evitar um colapso.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Eclipse parcial da Lua

Fenômeno foi observado em todo o Brasil desde o pôr-do-Sol.Próximo evento do tipo só ocorre em agosto de 2009.


Eclipse observado em São Bento do Sul (SC) (Foto: Ricardo do Prado/VC no G1)




Do G1, em São Paulo


O eclipse parcial da Lua terminou oficialmente às 20h57 deste sábado (16). Os brasileiros puderam ver o fenômeno em todo o país, a partir do pôr-do-Sol.

VEJA IMAGENS DO ECLIPSE

O auge do evento ocorreu entre 18h10 e 19h45.

Quem perdeu só poderá ver outro eclipse da Lua em agosto de 2009. O fenômeno total só volta a acontecer em 2010.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Hubble celebra 100 mil órbitas com linda foto do espaço

Para comemorar, astrônomos fizeram imagens de uma área de renovação cósmica.O telescópio recebe sua última missão de manutenção em outubro, para funcionar até 2013.


Do G1, em São Paulo

O Telescópio Espacial Hubble completou nesta segunda-feira (11) 100 mil órbitas em torno da Terra, menos de dois meses antes de sua última manutenção programada. Para comemorar, os astrônomos viraram suas poderosas lentes para uma região a 170 mil anos-luz de distância, conhecida por sua beleza e por ser uma área de nascimento de novas estrelas -- um símbolo de renovação

O local escolhido é uma pequena porção da nebulosa da Tarântula, perto do aglomerado estela NGC 2074. le (Foto: Nasa)

Em órbita há 18 anos, o Hubble receberá novos instrumentos, baterias e ferramentas na próxima missão do ônibus espacial americano, prevista para outubro. Os trabalhos dos astronautas vão estender um pouco mais a vida do velho telescópio até 2013, quando ele deve ser desativado e substituído.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Noite será de chuva - de meteoros!



Pois é, teremos mais dias chuvosos e pelo país todo não há outra previsão. Mesmo onde o tempo está bom, a previsão é de chuva… Sim, nos poucos lugares onde há previsão de tempo bom para os próximos dias pode esperar que vai chover. Meteoros!

Neste último final de semana, a Terra entrou no rastro de detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle o que fez com ela interceptasse pedaços deixados para trás. O cometa em si está além da órbita de Urano, mas no decorrer de sua própria órbita, pedaços do núcleo e poeira marcam por onde ele passou. Toda a vez que a Terra atravessa um rastro destes temos um aumento no número de meteoros que entram em nossa atmosfera. Esses meteoros na grande maioria dos casos queimam na alta atmosfera e não chegam a atingir a superfície. Quando eles queimam no céu deixam um rastro colorido e são chamados de “estrelas cadentes”. Neste caso teremos um “chuveiro” na direção da constelação de Perseu, por isso esta chuva é chamada de Perseidas. Está sendo esperada uma taxa de um ou dois meteoros por minuto! Isso, claro, em locais bem escuros, onde fica fácil de se observar os mais fraquinhos. O horário é que não ajuda muito: às 2 h da manhã desta noite olhe para o nordeste para encontrar Perseu nascendo. A partir deste horário o número de meteoros riscando o céu deve aumentar perceptivelmente. A maioria atinge a alta atmosfera a mais de 210 mil quilômetros por hora, mas são esperados vários meteoros brilhantes e “lentos”, as chamadas bolas de fogo, ou bólidos. Ainda que não se consiga observar um ou dois por minuto, ver apenas um destes bólidos faz com que a noite valha a pena.





O melhor momento para se observar esta chuva deve ser às 2 h das manhã da noite desta terça, 12 de agosto, quando a Lua se põe e o céu fica bem escuro. A dica para aproveitar esta chuva é: procure um lugar escuro e aberto. Um instrumento imprescindível para este tipo de observação é uma cadeira de praia, ou mesmo uma esteira para deitar no chão. Você não vai conseguir ficar mais do que 10 minutos olhando para cima. Experiência própria, vai por mim!

Este post foi publicado em Observatório, Segunda-feira, (11/08/2008), às 09h34.
Cássio Leandro Dal Ri Barbosa

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Eclipse Parcial da Lua - 16 de Agosto de 2008


Já estão disponíveis as informações sobre o ECLIPSE PARCIAL DA LUA cujas fases finais poderão ser observadas em 16 de agosto de 2008:




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Saudações Astronômicas
Irineu Gomes Varella
Priscila D.C.F. de Oliveira

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