sábado, 6 de setembro de 2008

Agência Espacial Européia mostra primeiras imagens do asteróide Steins


O satélite Rosetta, da Agência Espacial Européia (ESA), fez seu primeiro mapeamento do asteróide Steins (também chamado de Asteróide 2867) nesta sexta-feira (5), entre as órbitas de Marte e Júpiter. Logo depois, a câmera de alta resolução do satélite deixou de funcionar. O estudo de asteróides ajuda no entendimento da formação do Sistema Solar. (Foto: AP)

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Espetáculo no céu hoje - 18:37 TL (TL=TU-3H)


Horizonte Oeste às 18h37min TL : Lua, Mercúrio, Vênus, Marte e Spica
Fuso de - 3h
LAT: 22° 53' S
LON: 43° 17' W




Efemérides do mês de setembro

FENÔMENOS 2008
HORA LEGAL DO FUSO DE -3HORAS
MÊS DE SETEMBRO
DIA HORA FENÔMENOS
1 14 Vênus 5°N da Lua
1 18 Mercúrio 3°N da Lua
2 2 Marte 5°N da Lua
3 8 Spica 3,0°N da Lua
3 24 Saturno em conjunção com o Sol
7 0 Antares 0,3°N da Lua
7 11 QUARTO CRESCENTE
7 15 Lua no apogeu
8 1 Júpiter estacionário
8 15 Mercúrio 3°S de Marte
9 18 Júpiter 3°N da Lua
10 20 Mercúrio em máxima elongação (26°E)
11 24 Vênus 0,3°N de Marte
12 20 Urano em oposição
12 23 Netuno 1°S da Lua
14 23 Mercúrio 4°S de Vênus
15 2 Urano 4°S da Lua
15 6 LUA CHEIA
19 2 Vênus 2°N de Spica
20 5 Lua no perigeu
22 2 QUARTO MINGUANTE
22 13 Equinócio de Primavera
23 8 Mercúrio 4°S de Marte
23 20 Pollux 4,7°N da Lua
24 5 Mercúrio estacionário
25 2 Marte 2°N de Spica
26 12 Regulus 1,7°N da Lua
27 14 Saturno 2°N da Lua
29 5 LUA NOVA
30 8 Mercúrio 1°N da Lua
30 16 Spica 2,9°N da Lua
30 22 Marte 5°N da Lua

FONTE: Observatório Nacional


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Lucimary Vargas
Além Paraíba-MG-Brasil

Monoceros Educacional-Cursos-EaD
http://www.observatoriomonoceros.com.br

AHAP/CEPESLE/OAM
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Presidente:
Observatório Astronômico Monoceros
Estacão Meteorológica Nº083/5ºDISME-INMET
CEPESLE -Centro de Estudos e Pesquisas Sertões do Leste
AHAP-Arquivo Histórico de Além Paraíba
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Fermate il test sul Big Bang

L'esperimento fra 10 giorni. Guerra tra scienziati: "Un buco nero ci inghiottirà"Il Cern di Ginevra: nessun rischio. Ricorso alla Corte Europea dei Diritti Umani
"Fermate il test sul Big Bango la Terra sparirà"

dal nostro corrispondente ENRICO FRANCESCHINI
L'acceleratore di particelle a Ginevra
LONDRA - Per gli studiosi che si apprestano a spingere il pulsante d'accensione, si tratta di ricreare le condizioni che esistevano una frazione di secondo dopo il Big Bang: ovvero di riportarci indietro nel tempo sino al momento della creazione del nostro universo, all'inizio del mondo. Ma per un gruppo di preoccupati ricercatori l'esperimento che dovrebbe cominciare tra dieci giorni in un immenso laboratorio sotterraneo, sepolto a un centinaio di metri sotto il confine tra Francia e Svizzera, comporta il rischio della fine del mondo, la distruzione e anzi la letterale scomparsa del nostro pianeta. Così, all'ultimo momento, gli oppositori del progetto hanno presentato un ricorso davanti alla Corte Europea dei Diritti Umani, che in teoria potrebbe bloccare il più grande, ambizioso e costoso test scientifico di tutti i tempi. Oggetto della contesa è il Large hadron collider, un acceleratore da 6 miliardi di euro che, facendo scontrare particelle atomiche ad alta velocità e generando temperature di più di un trilione di gradi centigradi, dovrebbe rivelare il segreto di come è cominciato l'universo. Venti paesi europei, più gli Stati Uniti, hanno finanziato il progetto, che dopo anni di preparativi dovrebbe prendere il via il 10 settembre al Centro di Ricerche Nucleari di Ginevra. Qualcuno, tuttavia, teme che l'esperimento andrà ben oltre le aspettative, creando effettivamente un mini buco nero, che crescerà di dimensioni e potenza fino a risucchiare dentro di sé la terra, divorandola completamente nel giro di quattro anni. Gli scienziati di Ginevra ribattono che non c'è assolutamente nulla da temere: ci sono scarse possibilità che l'acceleratore formi un buco nero capace di porre una minaccia concreta al pianeta, dicono, perché la natura produce continuamente delle collisioni di energia più alte di quelle che saranno create artificialmente dall'acceleratore, per esempio quando i raggi cosmici colpiscono la terra. Esperimenti di questo tipo, inoltre, sono stati condotti per trent'anni, senza avere risucchiato nemmeno un pezzettino della terra né causato danni di qualsiasi genere.


Vero è che il nuovo acceleratore ha suscitato attenzioni e polemiche perché è il più grande mai costruito, con una circonferenza di 26 chilometri e la possibilità di lanciare particelle atomiche 11.245 volte al secondo prima di farle scontrare una contro l'altra a una temperatura 100mila volte più alta di quella che esiste al centro del sole. La speranza è individuare, così facendo, le teoriche particelle chiamate bosoni di Higgs, giudicate responsabili di avere dato massa, ovvero peso, a ogni altra particella esistente. Ma gli scienziati ammettono che ci vorranno anni prima di arrivare eventualmente a un risultato del genere, per le difficoltà nel trovare particelle così infinitesimamente piccole nel caos primordiale post-Big Bang creato dentro l'acceleratore. Abbiamo ancora dieci giorni per salvare la terra?, si chiede, con leggera ironia, il Sunday Telegraph. "I miei calcoli indicano che il rischio che un buco nero mangi il pianeta a causa dell'esperimento è serio", afferma il professor Otto Rossler, un chimico tedesco della Eberhard Karls University che ha presentato il ricorso alla Corte Europea dei Diritti Umani insieme ad alcuni colleghi. Replica James Gillies, portavoce del Centro Ricerche Nucleari di Ginevra: "Il ricorso non introduce nessun argomento che non sia già stato esaminato e respinto in passato, se questi esperimenti fossero rischiosi lo sapremmo già". In ogni caso lo sapremo con certezza dopo il 10 settembre, se la Corte Europea, come sembra di capire, darà luce verde all'iniziativa: che non sarà la "fine del mondo", ma un po' di curiosità al di fuori dei confini della scienza, in questo modo, l'ha ottenuta.
La Repubblica, 1 settembre 2008

sábado, 30 de agosto de 2008

Nasa reúne astronautas históricos

Agência espacial americana está comemorando 50 anos.Nasa juntou em evento Neil Armstrong, John Glenn Jr e James Lovell.


Neil Armstrong, à esquerda, o primeiro homem a caminhar na Lua; John Glenn Jr (centro); o primeiro americano a orbitar a Terra; e James Lovell, comandante da Apollo 13, durante encontro histórico, de 19 de astronautas, nesta sexta-feira (29), como parte dos 50 anos da Nasa, completados em julho. (Foto: Jason Miller/AP Photo)
Globo on line


sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Fenômeno solar é visto nos céus de SP

Círculo colorido apareceu em várias regiões do estado. Foi possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.


Halo solar foi visto no céu de Campinas, a 95 km de São Paulo (Foto: Marcos Ribolli/G1)


Muita gente parou nas ruas de várias cidades de São Paulo por volta das 12h desta sexta-feira (29) para ver um bonito fenômeno natural no céu. Um círculo colorido chamado de halo solar pelos astrônomos. O fenômeno se forma quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Dependendo do tipo de nuvem, é possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.
Globo on line

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ravinas de Marte foram criadas por água corrente, afirma novo estudo

Estruturas similares às da Antártida teriam sido geradas por derretimento de geleira.Clima de Marte teria sido mais ameno, a ponto de permitir o líquido na superfície.

Do G1, em São Paulo
Para uma equipe de pesquisadores americanos, as imagens abaixo são a prova de que, há alguns milhões de anos (um passado não muito distante em termos geológicos), a água corria pela superfície de Marte. Em artigo na edição desta semana da revista científica "PNAS", James Head e seus colegas da Universidade Brown examinaram imagens de uma subdivisão da cratera Newton, perto do pólo Sul marciano. De acordo com eles, as ravinas na rocha são quase idênticas a estruturas na Antártida, causadas pelo derretimento de geleiras e pelo escoamento de água sobre a pedra. A idéia é que a atmosfera de Marte no passado recente teria permitido a existência ao menos temporária de água no estado líquido.


Uma ravina marciana (à esq.) e a estrutura correspondente na Antártida: gêmeas planetárias? (Foto: PNAS)

Para cientistas, qualquer semelhança com água corrente na Terra não é mera coincidência (Foto: PNAS)


Astrônomos descobrem 'peso' mínimo de galáxias: 10 milhões de vezes o do Sol

Cálculo foi feito com base em luminosidade dos objetos celestes'.Massa parece variar pouco, talvez por causa de matéria misteriosa.

Da EFE
A massa mínima de uma galáxia é 10 milhões de vezes a massa do Sol, segundo um estudo da Universidade da Califórnia publicado na edição desta semana da revista científica britânica "Nature". Após calcular a velocidade das estrelas de 23 pequenas galáxias que orbitam ao redor da Via Láctea (a partir das medidas de luminosidade), a equipe liderada por Louis Strigari fez estimativas de suas massas. A luminosidade destas galáxias varia entre 1 bilhão e 100 bilhões de vezes a do Sol, por isso os cientistas esperavam que as massas variassem em função da intensidade de luz que emitem. No entanto, eles se surpreenderam ao comprovar que a massa era constante, o que indica que as galáxias menos luminosas têm muita matéria escura, que é um material invisível só detectado por sua força gravitacional.

Mistério
Os cientistas sabem muito pouco sobre as propriedades microscópicas da matéria escura, que compõe mais de 83% do Universo. O que se conhece é que a matéria escura determina o crescimento estrutural do Universo, atrai matéria normal e está na origem de novas galáxias. Em comunicado, os pesquisadores explicam que a massa mínima de uma galáxia corresponderia ao menor bloco de construção nascido da matéria escura. As estrelas que se formam a partir desses blocos se agrupariam, mais tarde, em galáxias.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Astrônomos descobrem novo asteróide de 'origem exótica'


Novo asteróide é formado por gelo e rocha e se parece com cometa


Astrônomos envolvidos na maior pesquisa mundial sobre galáxias descobriram um novo conjunto de objetos cósmicos em regiões remotas do Sistema Solar, incluindo um que teria uma “origem exótica”.

O asteróide, identificado como 2006 SQ372, está sendo considerado anormal por sua órbita rara e composição pouco comum, de gelo e rocha. “O objeto tem até 96 quilômetros de diâmetro e é formado provavelmente por rocha e gelo, como um cometa. Apesar disso, nunca se aproxima do Sol o suficiente para desenvolver uma cauda”, disse o coordenador da equipe de astrônomos, Andrew Becker, da Universidade de Washington. Ainda segundo Becker, o asteróide circunda em uma órbita rara. Simulações feitas por especialistas envolvidos no projeto Sloan Digital Sky Survey mostraram que o objeto não continuará na mesma órbita por muito tempo (pelo menos para padrões astronômicos). “Em mais da metade dos testes, nosso novo objeto se aproximará de Netuno ou Urânio nos próximos 180 milhões de anos”, disse Becker. “Uma interação com um dos dois planetas poderia arremessar o 2006 SQ372 em uma direção desconhecida, impossível de se prever”.

Cinturão cósmico
A equipe de astrônomos investigava uma região conhecida como Faixa 82 quando se deparou com quase 50 novos corpos com tamanhos de asteróides localizados em regiões remotas do Sistema Solar. Como parte da busca pela supernova – estrelas que explodem em galáxias distantes – o telescópio robótico Sloan, baseado no Estado americano do Novo México, lança suas lentes sobre a área a cada três anos. Ao comparar imagens feitas em noites diferentes, os astrônomos puderam identificar os asteróides à medida em que se moviam pelo céu. Muitos dos objetos identificados são “membros normais do cinturão de Kuiper”, mas outros revelaram-se surpresas para os astrônomos. Além do asteróide 2006 SQ372, os especialistas descobriram dois asteróides Trojan, que circundam na mesma órbita de Netuno, o país mais distante no Sistema Solar. “Júpiter tem vários trojans”, disse Becker. “Sabíamos que Netuno deveria ter a mesma população de objetos, mas poucos deles haviam sido revelados antes desta pesquisa”, disse o pesquisador.

BBC

domingo, 24 de agosto de 2008

Buraco negro pode dar origem a estrelas, diz pesquisa


Estrelas existentes perto de buraco negro teriam sido formadas ali

Astrônomos escoceses criaram uma simulação de computador que explica como buracos negros supermaciços, como o existente no centro da Via Láctea, podem promover o nascimento de estrelas próximas.

Do G1, com informações da BBC

Astrônomos escoceses criaram uma simulação de computador que explica como buracos negros supermaciços, como o existente no centro da Via Láctea, podem promover o nascimento de estrelas próximas.A descoberta, publicada na edição mais recente da revista científica Science, representa um novo cenário possível para explicar a formação de estrelas e pode ajudar os astrônomos a determinar como as estrelas surgiram na fase inicial do universo.A concepção dos buracos negros é de que eles destróem tudo em seu caminho, incluindo o tempo, o espaço e a matéria.Estrelas conseguiriam escapar da destruição se suas órbitas as mantivessem longe o suficiente.Porém, algumas estrelas não apenas orbitam extremamente perto de um buraco negro supermaciço, mas também parecem ter se formado na região.

Simulação
Com a ajuda de um modelo de computador desenvolvido pelos astrofísicos Ian Bonnel, da Universidade de St. Andrews, em Fife, e Kenneth Rice, da Universidade de Edimburgo, o processo de formação pôde ser observado.A simulação acompanhou duas nuvens de hidrogênio molecular hipotéticas - o material básico de construção estelar - se movendo a cerca de um ano-luz de um imenso buraco negro supermaciço, parecido com o existente no centro da Via Láctea.Os pesquisadores disseram à Science que quando as nuvens caíram no buraco negro, a gravidade do buraco abalou mas não destruiu sua pesada estrutura.No final, as nuvens se achataram e se fundiram em um disco que seguiu uma órbita elíptica. Durante o achatamento, cerca de 200 estrelas foram iniciadas, em algumas centenas de milhares de anos.Os resultados combinam com as duas propriedades básicas das estrelas jovens do centro de nossa galáxia: sua grande massa e suas órbitas excêntricas ao redor do buraco negro supermaciço."O tempo de vida relativamente curto de (cerca de) 10 milhões de anos das estrelas atualmente presentes ao redor do buraco negro supermaciço da galáxia sugere que este processo deve ser repetitivo", afirmou o professor Bonnell.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Telescópio faz 'foto de família' com diversas gerações de estrelas

Ventos escaldantes das estrelas maiores acabam forçando formação de novos astros.Imagem feita pelo Telescópio Espacial Spitzer é da colorida nuvem W5.

O Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, fez uma imagem de uma colorida nuvem cósmica, chamada apenas de "W5", que reúne estrelas em diversas fases de formação. A foto "apresenta um conto de vida e morte em meio à história de uma rica família", brincou a agência americana em nota.


As maiores estrelas dessa nuvem chegam a ser 60 vezes maiores que nosso Sol. Os ventos extremamente quentes combinados com a radiação local podem servir para formar outras estrelas. (Foto: Nasa/Reuters)


Além de chamar a atenção por sua beleza, a imagem também ajuda os astrônomos. Ela mostra que as estrelas maiores são capazes de servir de "gatilho" para o nascimento de outras estrelas -- graças aos seus ventos e à sua radiação.

As conclusões dos cientistas serão apresentadas em um trabalho feito pelo Harvard Smithsonian Center, nos Estados Unidos, na edição de dezembro da revista científica especializada em astrofísica "Astrophysical Journal".

Globo on line

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Hubble desvenda mistério de 'monstro' magnético cósmico

Tentáculos de energia colorida desafiavam astrônomos há anos.Estudo indica que eles são protedigos por campos magnéticos.


Do G1, em São Paulo


Um “monstro magnético” que assombrava os astrônomos há anos acaba de ter sua existência explicada com imagens do Telescópio Espacial Hubble. O trabalho divulgado nesta semana resolve o mistério que envolvia os imensos tentáculos coloridos vistos em volta da NGC 1275, uma gigantesca galáxia elíptica relativamente próxima (em termos astronômicos) da nossa Via Láctea.



Filamentos de energia fascinam e intrigam os astrônomos (Foto: Nasa)


Esses filamentos coloridos de gás surgem quando a atividade energética perto do buraco negro localizado no centro galáctico “sopra” bolhas de material cósmico para a área ao redor da galáxia. Essa é a única manifestação visual que sai de uma complexa relação entre o buraco negro e o gás do aglomerado de galáxias. E uma peça-chave para entender como um buraco negro afeta tudo que está ao seu redor.




Estruturas parecem frágeis demais para terem sobrevivido por tanto tempo (Foto: Nasa)


As primeiras imagens das faixas de gás que formam esses filamentos foram obtidas pela equipe liderada por Andy Fabian, da Universidade de Cambridge, com a ajuda do Hubble. Apenas uma delas tem um milhão de vezes mais massa que o nosso Sol. Embora tenham apenas cerca de 200 anos-luz de largura, podem se estender por até 20 mil anos-luz de comprimento.



Tentáculos fotografados pelo Hubble (Foto: Nasa)


Antes das imagens, os cientistas tinham dificuldade de entender como estruturas tão delicadas conseguiam sobreviver em um ambiente tão hostil por mais de 100 milhões de anos. Pelo que sabíamos, elas deveriam ter se aquecido e evaporado ou então colapsado e virado estrelas. Agora, a equipe de Fabian afirma, na edição desta semana da revista científica britânica “Nature”, que campos magnéticos mantêm esse gás no lugar e servem como proteção para evitar um colapso.

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