domingo, 5 de setembro de 2010

Nasa planeja missão para estudar o Sol mais de perto

Washington, 5 set (EFE).- A Nasa (agência espacial americana) anunciou hoje em seu site que está desenvolvendo uma missão para visitar e estudar o Sol mais de perto.

O projeto sem precedentes, junto com o programa "Solar Probe Plus", deve iniciar em 2018, informou a Nasa.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Galáxia espiral a 320 milhões de anos-luz é fotografada por telescópio

Hubble registra NGC 4921, objeto na constelação de Cabeleira de Berenice.   Imagem ajuda no estudo de marcadores de distância no espaço.

Do G1, em São Paulo


NGC 4921, localizada a 320 milhõe de anos-luz, na direção da constelação de Cabeleira de Berenice. A imagem, feita pelo Telescópio Espacial Hubble, serve aos astrônomos, segundo a Nasa, para identificar marcadores de distância no espaço conhecidos como estrela variáveis cefeidas. O objeto é tido como "anêmico" dada a palidez, fruto de pouco brilho superficial e baixa taxa de formação de estrelas. É possível ver aglomerados, galáxias e até material da Via Láctea na imagem. [Foto: NASA / ESA / K. Cook (LLNL)]Confira mais notícias de Ciência e Saúde

domingo, 29 de agosto de 2010

Orbitador Mars Express faz nova foto de ‘cratera alongada’ de Marte

Orcus Patera é um dos mistérios do Planeta Vermelho.   Imagem traz detalhes inéditos de depressão de 380 por 140 km.

Do G1, em São Paulo


Explicação mais aceita é que Orcus Patera surgiu do impacto de um objeto que atingiu Marte obliquamente, em um ângulo inferior a 5 graus a partir da horizontal (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum))

A agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira (27) uma nova foto de Orcus Patera, uma ‘cratera alongada’ de Marte. A formação de Orcus Patera continua sendo um mistério para os cientistas. A nova imagem traz a depressão, que tem 380 por 140 quilômetros, com clareza inédita.Os registros foram obtidos pelo orbitador Mars Express.


Orcus Patera tem 380 por 140 quilômetros (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum))

A explicação mais aceita é que Orcus Patera surgiu do impacto de um objeto que atingiu Marte obliquamente, em um ângulo inferior a 5 graus a partir da horizontal.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Orbitador Mars Express faz nova foto de ‘cratera alongada’ de Marte

Orcus Patera é um dos mistérios do Planeta Vermelho.   Imagem traz detalhes inéditos de depressão de 380 por 140 km.

Do G1, em São Paulo

Explicação mais aceita é que Orcus Patera surgiu do impacto de um objeto que atingiu Marte obliquamente, em um ângulo inferior a 5 graus a partir da horizontal (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum)

)A agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira (27) uma nova foto de Orcus Patera, uma ‘cratera alongada’ de Marte. A formação de Orcus Patera continua sendo um mistério para os cientistas. A nova imagem traz a depressão, que tem 380 por 140 quilômetros, com clareza inédita.Os registros foram obtidos pelo orbitador Mars Express.


Orcus Patera tem 380 por 140 quilômetros (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum))

A explicação mais aceita é que Orcus Patera surgiu do impacto de um objeto que atingiu Marte obliquamente, em um ângulo inferior a 5 graus a partir da horizontal.

La Nasa scopre due nuovi pianeti


Kepler-9b e Kepler-9c, entrambi orbitano intorno alla stella Kepler 9. Sono giganti e gassosi. Hanno dimensioni simili a quelle di Saturno. E forse, ce n'è pure un terzo

MILANO - In solo colpo d’occhio il satellite Keplero della Nasa ha scoperto due pianeti che transitano davanti alla stessa stella Keplero-9 della nostra galassia. «Questa è anche la prima conferma ufficiale – ha precisato Doug Hudgins responsabile scientifico del programma – di un sistema solare simile al nostro, mentre altri sono ancora sotto esame». I due pianeti con una taglia analoga a Saturno e non offrono ambienti abitabili ruotano su orbite diverse: “Keplero-9b”, come è stato provvisoriamente battezzato, è più vicino all’astro compiendo un giro intorno ad esso in 19 giorni; “Keplero-9c” è invece più lontano e impiega 48 giorni. La scoperta è riuscita misurando l’abbassamento della luminosità della stella quando il pianeta le passa davanti. Il tutto però non è stato semplice perché ha richiesto ben sette mesi di osservazioni. Tra i due corpi celesti si manifesta anche una certa interazione delle rispettive forze gravitazioni, hanno precisato gli scienziati che stanno verificando anche la presenza di un terzo pianeta. Questo sarebbe vicinissimo alla stella-madre volandole intorno in un giorno e mezzo appena. Inoltre la sua consistenza sarebbe differente e risulterebbe una specie di super-Terra perché avrebbe una massa una volta e mezza quella del nostro pianeta. Il satellite astronomico Keplero è stato lanciato il 6 marzo dell’anno scorso proprio per scovare nuovi corpi planetari extrasolari. Dopo un anno di indagini aveva già individuato circa settecento candidati che ora sono al vaglio degli scienziati.
 
http://www.corriere.it/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ginevra scopre nuovo sistema planetario


Ginevra scopre nuovo sistema planetario.  Composta da 7 pianeti in orbita attorno a Sole simile a nostro
Ginevra - L'universita' di Ginevra ha scoperto un sistema planetario con almeno 5 pianeti in orbita intorno a una stella simile al nostro Sole.Gli scienziati hanno inoltre prove della presenza di 2 altri pianeti, uno dei quali avrebbe la massa piu' piccola fin qui trovata. Il team internazionale di astronomi ha usato lo spettrografo HARPS, aggiunto al telescopio da 3,6 m dell'Eso a La Silla (Cile), con cui ha seguito durante 6 anni la stella HD 10180, situata a 127 anni luce di distanza.

http://www.ansa,it/

Scoperto un supervulcano galattico


C'e' un 'super-vulcano galattico' nella galassia M87, nell'ammasso della Vergine, a 50 milioni di distanza dalla Terra.Il vulcano erutta gas a raffica e per certi versi somiglia all'islandese Eyjafjallajokull. E' stato scoperto grazie all'Osservatorio spaziale a raggi X della Nasa Chandra e ai radiotelescopi Very Large Array in Nuovo Messico. Descritto su Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, ha origine da un buco nero gigantesco al centro della galassia.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cratera com 45 metros descoberta no Egito anima ciência no país


Próxima à fronteira com o Sudão, 'Kamil' tem 16 metros de profundidade.    Equipe de italianos detectou impacto no solo pela 1ª vez há dois anos.

Agencia EFE

 Com a recente descoberta no Egito de uma das crateras de impacto mais bem conservadas do mundo, formada por um meteorito milhares de anos atrás, os cientistas encaram o futuro da ciência egípcia com entusiasmo.


A cavidade de 45 metros de diâmetro e 16 metros de profundidade, batizada de Kamil, se encontra a sudoeste do deserto egípcio, perto da fronteira com o Sudão, em uma zona característica por sua inóspita superfície.

"Não há nada lá, nem vento, o que permitiu que a cratera se mantivesse tão bem conservada. Esse nível de preservação só pode ser encontrado na lua", disse à Agência Efe o diretor do Instituto Nacional de Pesquisa em Astronomia e Geofísica (NRIAG), Salah Mahmoud, cuja instituição está envolvida na pesquisa.



A cratera foi observada pela primeira vez por uma equipe de italianos em uma missão do Google Earth, há dois anos.

Não há nada lá, nem vento, o que permitiu que a cratera se mantivesse tão bem conservada. Esse nível de preservação só pode ser encontrado na Lua"Salah Mahmoud, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa em Astronomia e Geofísica (NRIAG)Diante da promissora descoberta, foi formada uma equipe de cientistas italianos e egípcios, liderada pelo especialista Luigi Folco, do Museu Nacional da Antártida de Siena, na Itália, para analisar a zona e decifrar a origem da cratera.

Além de sua excepcional localização, seu bom estado de conservação se deve ao fato de o meteorito que originou a cratera não ter se fragmentado ao entrar em contato com a atmosfera terrestre, segundo as conclusões de um estudo dos cientistas, publicadas em julho passado na revista "Science".

O coautor do artigo da "Science" e geofísico do NRIAG Ahmed Lethy disse à Efe que, graças "à excepcional estrutura da cratera e seu tamanho, assim como a distribuição dos restos", os pesquisadores poderão calcular o risco e os danos que podem ser causados por um novo meteorito no futuro.

O cientista ressaltou que esta é a segunda descoberta do tipo no Egito, depois do maior campo de crateras do mundo ter sido encontrado na região de Gilf al-Kabir, em 2004, no sudoeste do país, "cuja origem não foi confirmada", por não existirem mostras.

No entanto, a cratera Kamil foi produzida por um meteoro do qual restou 1,7 tonelada de fragmentos, incluindo o pedaço maior que existe no Egito, de 85 quilogramas.

Com isto, segundo Lethy, é possível "estudar a atividade do universo de milhões de anos analisando o desenvolvimento de seus elementos internos".

Os cientistas egípcios começam a considerar o que décadas antes podia parecer impossível no Egito, um país no qual a ciência não foi uma prioridade durante muitos anos.

Um artigo publicado em 2006 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Universidade de South Valley, no Cairo, descreveu a decadente situação da ciência no Egito.

"A despesa em pesquisa no Egito é muito baixa. Os pesquisadores egípcios estão entre os mais mal pagos nos países árabes. A pesquisa em ciências sofre uma decadente produção de tecnologia, o que faz com que a de alta qualidade seja tão complicada", explicava o documento.

Mahmoud se queixou que a redução de apoios e de interesse em projetos deste tipo de pesquisas é um problema comum no Egito, como em todos os países em desenvolvimento.

"Não é fácil, precisamos ter uma indústria completa. No final, é melhor importar para preservar o dinheiro com que contamos".

Mesmo assim, "sonhamos em poder produzir esse tipo de alta tecnologia para seu uso em diferentes campos", afirmou o geofísico.


O achado da cratera Kamil, com a bem-sucedida participação egípcia, é motivo de orgulho para os cientistas e dá uma projeção positiva a seu trabalho no mundo.

Para Lethy, "este tipo de publicações de alta qualidade encorajam o Governo a destinar mais dinheiro à pesquisa, porque veem nela resultados de interesse mundial".

"É uma mostra de que nosso nível de ciência está à altura do dos italianos", concluiu Mahmoud.

Com informações de Aleida Rueda, da EFE.
imagens arquivo virtual

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Efeito previsto por Einstein permite estudo inédito de matéria escura

Aglomerado de galáxias Abell 1689 serve como lente gravitacional.  Descoberta é relatada na próxima edição da revista 'Science'.

Do G1, em São Paulo

 O aglomerado de galáxias Abell 1689 foi utilizado por uma equipe de astrônomos como uma lente gravitacional cósmica para o estudo da matéria escura pela primeira vez. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (19) é tema da próxima edição da revista Science.

Combinada com outra técnicas existentes, a experiência permitiu aperfeiçoar a medição de massa e energia no universo. A equipe foi liderada pelo cosmólogo da Universidade Yale Priyamvada Natarajan.

Com uso de dados fornecidos pelo Telescópio Espacial Hubble e de outros observatórios terrestres, os cientistas analisaram 34 galáxias do aglomerado localizado na direção da constelação de Virgem, a 2,2 bilhões de anos-luz da Terra. O trabalho permitiu detectar galáxias de fundo, opacas, cuja luz foi projetada e desviada pela influência gravitacional de Abell 1689.


O superaglomerado de galáxias Abell 1689, está a 2,2 bilhões de anos-luz da Terra e é um dos maiores conhecidos na atualidade. Por meio deste objeto, galáxias de fundo tiveram a luz projetada e desviada, sendo detectadas pelos telescópios e estudadas pela equipe liderada pelo cosmólogo Priyamvada Natarajan. (Foto: NASA, ESA, Eric Jullo / JPL, Priyamvada Natarajan / Yale, Jean-Paul Kneib / Université de Provence)

A energia escura é um dos principais mistérios da astronomia na atualidade. Descoberta em 1998, não pode ser vista, mas possui influência gravitacional e representa 72% de toda massa e energia detectada no universo. Cientistas acreditam que a pressão exercida pela matéria escura seria o motivo para a expansão acelerada do universo.

O efeito da lente gravitacional foi previsto pelo Albert Einstein durante a elaboração da Teoria Geral da Relatividade, no início do século XX. Segundo o físico alemão, corpos muito massivos possuem forte campo gravitacional, capaz de desviar até mesmo raios luminosos, realizando o mesmo papel de uma lente comum.

A constatação desta teoria foi em parte feita no Brasil, em Sobral (CE), durante experiência coordenada pelo britânico Arthur Eddington em 1919, um dos maiores entusiastas das ideias de Einstein. O desvio de estrelas, maior do que o previsto pela teoria anterior sobre gravitação, do inglês Isaac Newton, foi usado como uma das primeiras provas para as previsões do físico alemão.

Deformações na superfície da Lua sugerem 'encolhimento' do astro

Observações foram realizadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter.   Fotografias mostram escarpas antes detectadas em região equatorial.

Do G1, em São Paulo


 A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da Nasa, capturou imagens que mostram deformações na superfície da Lua, indicativos de um possível "encolhimento" do astro. O estudo com base nas fotografias, realizado por Thomas Watters, é conteúdo da próxima edição da revista Science.

Segundo o estudo, o satélite natural da Terra teria reduzido seu raio em 100 metros em um passado recente.


Escarpas são apontadas em foto divulgada pela Nasa nesta quinta-feira (19). (Foto: NASA / Goddard / Arizona State University / Smithsonian)

Escarpas antes observadas na região equatorial da Lua pelas missões Apollo 15, 16 e 17, agora foram descobertas em todo o globo do astro graças ao trabalho da LRO. Os registros feitos na década de 1970 foram feitos em uma região que com

"Um aspecto interessante das escarpas lunares é que elas aparentam serem jovens", afirma Watters, do Centro de Estudos Planetários e da Terra do Museu Nacional de Espaço e Aeronáutica dos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, as escarpas seriam traços do encolhimento do satélite. Conforme a Lua se encolheu, o manto e a crosta superficial foram forçados a responder, formando falhas. Deformações como essas são comuns em Mercúrio, astro sem atmosfera assim como a Lua.

Fotografia mostra 'erupção' em galáxia a 50 milhões de anos-luz

Composição de imagens de dois observatórios permite efeito.   Objeto está localizado na direção da constelação da Virgem.

Do G1, em São Paulo

Composição de imagem da galáxia M87, na direção da constelação da Virgem, vista nos dois hemisférios da Terra. O objeto apresenta um vulcão aparente, efeito causado pela presença de um buraco negro na região. A imagem é uma composição de fotografias do Telescópio Chandra e do observatório Very Large Array, nos EUA. (Foto: Raios-X - NASA/CXC/KIPAC/N. Werner, E. Million; ondas de rádio - NRAO/AUI/NSF/F. Owen)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Aglomerado de galáxias mais antigo ainda está em atividade, diz estudo

Luz de CLG J02182-05102 levou 10 bilhões de anos para chegar à Terra.   Imagem é composta por observações dos telescópios Spitzer e Subaru.

Do G1, em São Paulo


Astrônomos da Universidade Texas A&M estudaram a imagem de um aglomerado de galáxias conhecido como CLG J02182-05102, cuja radiação infravermelha demorou 10 bilhões de anos para chegar à Terra e ainda forma novas estrelas. O resultdo do estudo foi divulgado na publicação The Astrophysical Journal Letters.

O fato do aglomerado ainda estar em atividade chamou a atenção no estudo coordenado por Kim-Vy Tran, astrônomado departamento de física e astronomia da universidade, que contou com um grupo internacional de cientistas, trabalhando durante 4 meses.

A aparência "moderna" do objeto chamou a atenção da equipe de pesquisadores e foi possível estimar que até hoje são produzidas centenas de milhares de novas estrelas todo ano. Observações em aglomerados de galáxias mais próximos identificaram estrelas com idades entre 8 e 10 bilhões de anos, o que pode indicar que CLG J02182-05102 estaria no fim do período de grande produção de estrelas.


Aglomerado de galáxias CLG J02182-05102 ainda está em atividade, segundo pesquisadores da Universidade Texas A&M. A região pode ser notada no centro da foto. (Foto: NASA / JPL-Caltech / Texas A&M)

Identificado pela primeira vez em maio de 2010 por meio do trabalho do astrônomo Casey Papovich, a coleção de 60 galáxias é o aglomerado mais antigo conhecido, formado apenas 4 bilhões de anos após o Big Bang.

Segundo a equipe coordenada por Tran, o inusitado no caso do aglomerado de galáxias é que o centro produz mais estrelas do que as bordas, o inverso do observado nas galáxias do Grupo Local, aglomerado no qual a Via Láctea está inserida.

As cores da fotografia são artificiais. Para os comprimentos de onda captados pelo Telescópio Spitzer, entre 4,5 e 24 mícrons, os tons usados são verde e vermelho, nesta ordem. O Subaru, equipamento japonês instalado em Mauna Kea, no Havaí, contribuiu registrando a parte azul da imagem, com comprimentos de 0,7 mícrons. Um mícron equivale a um metro dividido em um milhão de partes.

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