sábado, 12 de novembro de 2011

Estudo descobre nuvens formadas pelos primeiros gases do Universo

11/11/2011 04h30 - Atualizado em 11/11/2011 11h42


Do G1, em São Paulo
Astrônomos encontraram pela primeira vez nuvens formadas pelos primeiros gases que se formaram no Universo. A teoria do Big Bang diz que, assim que aconteceu a explosão, somente o hidrogênio e o hélio, elementos mais leves da tabela periódia, foram formados.

Centenas de milhões de anos se passaram até que esses gases se condensassem e dessem origem às primeiras estrelas. Até agora, nunca havia sido encontrado nada no Universo que não fosse formado por “metais”, que é como os astrônomos se referem a todos os demais elementos.
“Por mais que tentássemos encontrar material puro no Universo, tínhamos fracassado até agora. É a primeira vez que vemos gás puro, não contaminado por elementos mais pesados, das estrelas”, afirma Jason Xavier Prochaska, da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, um dos coautores do estudo publicado na edição desta quinta-feira da “Science”.
“A ausência de metais nos mostra que esse gás é puro”, diz Michele Fumagalli, aluno de Prochaska e autor principal da pesquisa. “É bem empolgante, porque é a primeira evidência que coincide completamente com o gás primordial previso pela teoria do Big Bang”, completa.

Ilustração do gás em volta de uma galáxia em formação (Foto: Ceverino, Dekel e Primack)

As duas nuvens do chamado gás puro foram detectadas pelo telescópio Keck, no Havaí, com a análise da luz emitida por um quasar – quasares são núcleos de galáxias muito brilhantes e distantes da Terra.
“Conseguimos ver as linhas de absorção no espectro onde a luz foi absorvida pelo gás, e isso nos permite medir a composição do gás”, explica Fumagalli.
As primeiras estrelas
Em outro estudo publicado na mesma edição da “Science”, a equipe de Takashi Hosokawa, do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL) da Nasa, concluiu que as primeiras estrelas não eram nem de perto tão grandes quanto se pensava.
Até agora, a teoria mais aceita dizia que as primeiras estrelas teriam sido as maiores da história, centenas de vezes maiores que o Sol. A nova pesquisa mostra que a massa delas era “apenas” dezenas de vezes superior.
A pesquisa foi feita com um programa de computador que “cresceu” as estrelas simulando as condições do Universo em suas origens.

Planeta foi expulso do Sistema Solar há milhões de anos, diz estudo

Da EFE
O Sistema Solar pode ter tido em suas origens um planeta gigante a mais, que foi ejetado por uma mudança de órbita de Júpiter, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (11) pela revista "The Astrophysical Journal Letters".
saiba mais

O artigo, escrito por David Nesvorny, do Southwest Research Institute, descreve o Sistema Solar de 600 milhões de anos atrás como um lugar caótico no qual os planetas e as luas provocavam deslocamentos entre si devido a órbitas instáveis.
Nesvorny desenvolveu simulações de computador baseadas em uma análise do conjunto de pequenos corpos conhecidos como Cinturão de Kuiper e das crateras da lua. O dinamismo em transformação das órbitas dos planetas gigantes e dos corpos pequenos fez com que os corpos celestes se dispersassem para diferentes lugares.

Ilustração de como seria o planeta gigante expulso do Sistema Solar (Foto: Southwest Research Institute)

'Algo estava errado'
Os corpos pequenos foram na direção do Cinturão de Kuiper e do Sol, gerando vários impactos na terra, Júpiter se deslocou para o interior do sistema solar, enquanto Urano e Netuno se movimentaram para o exterior.
Entretanto, Nesvorny detectou um problema neste modelo, pois se for aceita a teoria de que Júpiter mudou de órbita de maneira súbita quando se afastou de Urano e Netuno durante o período de instabilidade na zona externa do Sistema Solar, a conclusão é de que estes últimos planetas teriam ficado fora do sistema.
"Algo estava errado", ressaltou. Para achar uma saída para esta encruzilhada, o pesquisador decidiu introduzir nas simulações cinco planetas gigantes, em vez dos quatro atuais (Júpiter, Urano, Netuno e Saturno).
"A possibilidade de que o Sistema Solar tenha tido mais de quatro planetas gigantes inicialmente, e tenha expulsado um, parece ser mais concebível de acordo com as recentes descobertas de um grande número de planetas flutuando livremente no espaço interestelar, o que demonstraria que o processo de expulsão planetária seria bastante comum", disse o astrofísico.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Nasa divulga nova imagem da Nebulosa da Tarântula

Do G1 em São Paulo - A Nasa divulgou nesta quinta-feira (10) uma nova imagem da Nebulosa da Tarântula, uma região de formação de estrelas, que produz radiação intensa e ventos poderosos. Ela foi obtida pela sobreposição de imagens o observatório de raios-X Chandra e do telescópio espacial Spitzer.
As estrelas em formação expelem um gás muito quente, detectado por raios-X, que aparece na imagem em azul. O gás quente cria bolhas gigantescas quando entra em contato com poeira e gás mais frio. Essas bolhas, que aparecem em laranja, foram percebidas pelo Spitzer por meio das emissões em infravermelho.

Imagem da Nebulosa da Tarântula feita com telescópios espaciais da Nasa (Foto: Nasa/JPL/CXC/PSU/L. Townsley et al. )

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sonda da Nasa fotografa Encélado, uma das luas de Saturno

Do G1 com informações  da Reuters - A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou no início desta semana uma imagem de Encélado, uma das luas de Saturno. A foto foi feita pela sonda Cassini, que realiza pesquisas ao redor do planeta desde 2004.
A nave chegou a ficar a apenas 108 mil quilômetros de distância do satélite. Para comparação, este valor equivale a aproximadamente um terço da distância entre a Terra e a Lua.


A lua Enceladus é um dos principais satélites de Saturno.(Foto: JPL-Caltech / Nasa / Divulgação / via Reuters)

Telescópio Hubble mostra novas 'minigaláxias' no espaço

Do G1 em O Telescópio Espacial Hubble, das agências espaciais norte-americana (Nasa) e europeia (Esa), ajudou pesquisadores a encontrar uma série de 69 minigaláxias localizadas a 9 bilhões de anos-luz de distância. Os novos dados serão detalhados na revista científica "Astrophysical Journal".
As galáxias recém-descobertas são centenas de vezes menores que a Via Láctea. Mesmo pequenas, essas formações dão origem a um número muito alto de estrelas. A taxa de geração de novos astros é maior até do que a estimada para as galáxias do início do Universo, época na qual a criação de estrelas era mais elevada que os padrões atuais.

Essas galáxias-anãs são tão ativas que conseguiriam dobrar o número de estrelas que possuem em "apenas" 10 milhões de anos. A Via Láctea levaria mil vezes mais tempo para atingir o mesmo feito.
O Telescópio Espacial Hubble conseguiu revelá-las por conta da radiação das estrelas novas e quentes, que fazem o gás oxigênio ao redor "brilhar" como se fosse um sinal fluorescente.
Para Arjen van der Wel, um dos autores do estudo a ser divulgado no Astrophysical Journal e membro do Instituto Max Planck de Astronomia, na cidade alemã de Heidelberg, as cores incomuns foram decisivas para que os pesquisadores pudessem tomar conhecimento das novas galáxias.
As galáxias-anãs são as mais comuns no Universo. Para contás-la, astrônomos iniciaram um projeto chamado Candels, um censo com duração prevista de três anos para reunir informações sobre os astros mais distantes da Terra que existem no cosmo.
Conhecer as galáxias-anãs distantes oferece dados importantes para os cientistas entenderem como funcionam as minigaláxias que circundam a Via Láctea. O Telescópio Espacial James Webb, feito em parceria entre a Nasa e a Esa, deverá ser lançado no final desta década para analisar a primeira era de estrelas no Universo.


Dezenove galáxias-anãs são mostradas em detalhes pelo Telescópio Hubble. Os astros estão a 9 bilhões de anos-luz de distância da Terra. (Foto: Candels / Nasa / Esa)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Asteroide atinge ponto mais próximo da Terra na noite desta terça (8)

Do G1, em São Paulo

Asteroide 2005 YU55, em imagem desta segunda (7) (Foto: Nasa/JPL-Caltech )
O asteroide 2005 YU55, que está passando perto da Terra, deve atingir nesta terça-feira (8) o ponto mais próximo de nosso planeta. A Nasa calcula que, às 21h28 (horário de Brasília), o corpo celeste estará a menos de 325 mil quilômetros da Terra, ou seja, mais perto que a distância que nos separa da Lua.
"Essa a aproximação mais rente de um asteroide que já ficamos sabendo com antecedência em toda a história", afirma Lance Benner, pesquisador do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL), órgão da Nasa responsável por essas contas.
"O 2005 YU55 não vai bater na Terra, pelo menos não dentro do período que conseguimos calcular, que se estende por vários séculos", completa o especialista.
O 2005 YU55 passa com regularidade perto de Vênus, da Terra e de Marte, mas não chega tão próximo de nós há pelo menos 200 anos.
A última vez que um corpo celeste tão grande chegou tão perto de nós foi em 1976, mas, na época, os astrônomos não previram a visita. A próxima visita de um asteroide desse tamanho está prevista para 2028.
 Astrônomos amadores que quiserem tentar ver o asteroide vão precisar de um telescópio de, pelo menos, 15 cm.

Questa notte l’incontro ravvicinato con l’asteroide


Una nuova immagine radar dell’asteroide 2005YU55, scattata il 7 novembre, quando si trovava a 1,3 milioni di chilometri dalla Terra (fonte: NASA/JPL-Caltech)
 
 
Grande come una portaerei, nero come il carbone, l'asteroide 2005 YU55 si avvicina a grandi passi all'appuntamento di questa sera con la Terra, che 'sfiorera''(astronomicamente parlando) dopo la mezzanotte italiana, passando piu' vicino della Luna, a una distanza record di soli 324mila chilometri. Nessun pericolo di collisione, rassicurano  gli esperti, ma solo un'occasione d'oro per astrofisici e appassionati che stanno gia' puntando i telescopi.

   '''Con i suoi 400 metri di diametro, l'asteroide 2005 YU55 e' il piu' grande che sia mai stato visto passare cosi' vicino alla Terra negli ultimi decenni, e il piu' grosso tra quelli che passeranno entro il 2028'', ricorda Gianluca Masi, astrofisico del Planetario di Roma e responsabile del progetto Virtual Telescope.
 
   ''Il suo passaggio di 2005 YU55 - aggiunge - ci offre un'occasione d'oro per studiare nei dettagli la sua forma, le dimensioni e il periodo di rotazione''. Per questo motivo il suo viaggio viene seguito gia' da diversi giorni dalle antenne del Deep Space Network della Nasa a Goldstone, in California, e da oggi anche dal radar di Fondo Arecibo, a Puerto Rico.

   La distanza minima tra l'asteroide e la Terra, pari a poco piu' di 324mila chilometri, e' prevista alle 00:28 di mercoledi' 9 novembre. Lo spettacolo (non visibile a occhio  nudo) sara' eccezionale per chi lo osservera' dall'Italia.        Agli appassionati che non riusciranno a presentarsi puntuali all'appuntamento, il cielo offre comunque un'altra possibilita'. Infatti 2005 YU55 continuera' a essere visibile nelle notti successive. ''Anche se l'asteroide sara' in fase di allontanamento - precisa Masi - sara' brillante ancora per due o tre giorni e visibile anche con telescopi amatoriali con  un diametro di almeno 20 centimetri, per quanto la Luna quasi piena non agevolera' molto le osservazioni''.

   Chi non e' pratico di questi strumenti ma non vuole perdersi l'avvenimento, puo' contare su diverse iniziative: mercoledi' 9 novembre, alle 21, sara' possibile seguire online il passaggio  dell'asteroide ripreso in diretta grazie agli strumenti del Virtual Telescope, il servizio fornito dall'osservatorio astronomico Bellatrix di Ceccano (Frosinone); il Planetario di Roma organizzera' invece una serata speciale per il pubblico venerdi' 11 novembre.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Asteróide deve passar perto da Terra

Um asteróide vai passar perto da Terra na terça-feira (8) e, segundo os cientistas da Nasa, ele estará mais próximo de nós do que a lua. É a menor distancia que esse asteróide já ficou do nosso planeta em 200 anos, mas mesmo com a proximidade não há risco de colisão.
Imagens feitas por um radar mostram o asteróide, que tem a largura de quatro campos de futebol. Os cientistas da Nasa e os astrônomos do mundo todo estão animados, monitorando de perto, porque a aproximação desse asteróide é uma grande oportunidade para nós aprendermos um pouco mais sobre o universo em que vivemos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Termina simulação de viagem conhecida como 'Big Brother Marte'

Os seis participantes do Mars500 posam para foto após o fim do projeto (Foto: ESA/AFP)


Do G1 em São Paulo - Terminou nesta sexta-feira (4) a missão Mars500, uma parceria entre Rússia, China e a agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) que faz por merecer o apelido de “Big Brother Marte”.
Durante mais de um ano, seis homens simularam uma viagem ao planeta vermelho, presos em uma "nave espacial" localizada em Moscou, na Rússia. Eles "voltaram à Terra" no início da manhã, no horário de Brasília.
Os seis homens, de diferentes nacionalidades, embarcaram em 3 de junho de 2010. Na "nave", eles só podiam tomar banho uma vez por semana, tinham diversas tarefas a cumprir e para falar com o mundo exterior tinham que respeitar o tempo que demora para uma mensagem de verdade ir da Terra até Marte – o que pode chegar a até meia hora.

A "nave" é na verdade um conjunto de módulos construídos dentro do prédio do Instituto de Problemas Biomédicos da Rússia, um dos parceiros do projeto. O site da instituição colocou imagens em 360º da nave Mars500 (clique neste link para ver a página - depois de carregar, aperte o botão amarelo).
Mais de 6 mil pessoas de 40 países se candidataram para participar do projeto. No fim, os escolhidos foram o cirurgião russo Sukhrob Kamolov, o engenheiro francês Romain Charles, o médico russo Alexandr Smoleevskyi, o engenheiro ítalo-colombiano Diego Urbina, o instrutor de astronautas chinês Wang Yue e o engenheiro russo Alexey Sitev, comandante da missão.
Smoleevskyi, Urbina e Yue simularam também uma visita à superfície do planeta. Durante uma caminhada espacial, Urbina fingiu ter machucado a perna em uma pedra para testar o atendimento médico interplanetário de Smoleevski.

Objetivos
O objetivo do projeto era avaliar as condições psicológicas de uma tripulação forçada a ficar em um espaço reduzido, sem contato com o mundo exterior por tanto tempo.
Para levar o homem a Marte, além dos diversos desafios técnicos, como o tamanho do foguete e as experiências que precisam ser feitas, as agências espaciais precisam também resolver dilemas psicológicos e práticos. Por exemplo: será que seis pessoas nessas condições tão extremas não vão ficar loucas? Ou deixar de trabalhar em equipe?
Os primeiros resultados são positivos. O grupo do Mars500 reagiu bem ao isolamento de mentira, segundo a ESA.
O momento mais crítico foi em agosto, quando a missão chegou ao seu ponto mais monótono e a comunicação com o mundo exterior mais difícil. Os “astronautas” acabaram mais deprimidos, mas conseguiram completar todas as suas tarefas.
Outras perguntas ainda ficam sem resposta, pelo menos por enquanto. Ainda não existe, por exemplo, um consenso sobre se uma viagem a Marte deveria ser feita por uma tripulação mista ou apenas de um dos sexos, como foi a da Mars500.
Um grupo misto, tanto tempo isolado, pode gerar conflitos amorosos na tripulação. Por outro lado, colocar apenas homens ou apenas mulheres no voo pode parecer preconceito para o público (e não significa que relações amorosas não vão acontecer).

Além disso, os astronautas de verdade vão enfrentar problemas de saúde bem mais sérios, por causa da ausência de gravidade e da radiação solar -- coisas que são impossíveis de simular adequadamente em Terra. E, por mais isolados que estivessem, os participantes da Mars500 sabiam que estavam em Moscou e que podiam ir para casa a qualquer momento (embora nenhum tenha pedido para sair da nave).
A tripulação que for a Marte não vai ter esse conforto. Qualquer problema, acidente ou morte que ocorra a bordo vai precisar ser resolvido sem ajuda externa. No espaço, o controle de missão não está no corredor ao lado. E não há como voltar a nave de volta para a Terra no meio do voo.
Aprovação
Os participantes estão convictos de que a missão atingiu seu objetivo. “Todos adquirimos grande experiência valiosa, que vai ajudar a arquitetar e planejar futuras missões a Marte. Estamos prontos para embarcar na próxima nave para lá”, disse o francês Romain Charles.
“Na missão Mars500, fizemos na Terra a viagem espacial mais longa da história, para que a humanidade um dia veja um novo amanhecer em um planeta distante, mas alcançável”, completou o ítalo-colombiano Diego Urbina.
Nos próximos dias, os participantes passarão por exames médicos e psicológicos minuciosos, e terão também a oportunidade de relaxar. Até dezembro, eles ainda terão de responder a questionários e fazer novos testes, na última fase de coleta de dados.


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Explosão de raios gama revela duas galáxias distantes da Terra

Do G1 em São Paulo - Duas novas galáxias muito distantes da Terra foram descobertas após a análise de uma explosão de raios gama por uma equipe internacional de astrônomos. A explosão, conhecida como GRB 090323, foi divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).
As galáxias detectadas foram observadas como elas eram há 12 bilhões de anos, ou seja, no início do Universo - de acordo com os especialistas, o Cosmo tem uma idade aproximada de 13,7 bilhões de anos. Curiosamente, apesar de "vistas" enquanto jovens, as duas galáxias apresentam elementos químicos mais pesados do que aqueles encontrados no Sol. Esses materiais costumam ser produzidos apenas após várias gerações de vida e morte de estrelas.
As explosões de raios gama são os eventos mais brilhantes do Universo. Inicialmente, esses acontecimentos são detectados por observatórios que giram ao redor da Terra. Quando os astrônomos conhecem a posiçao exata da fonte dos raios gama, eles passam a estudá-la com instrumentos poderosos em solo terrestre como é o caso do Telescópio Muito Grande (VLT, na sigla em inglês).

Imagem mostra como seria um feixe de raios gama cruzando as duas galáxias. (Crédito: ESO)

Nasa registra mancha solar gigante


Da Associated Press - A imagem mostra uma mancha solar gigante, registrada nesta quinta (3). A região do Sol onde a mancha foi encontrada está sendo chamada de 'monstro benevolente' pelos cientistas. Depois de anos relativamente calmo, o Sol tem tido muitas tempestades recentemente (Foto: AP Photo/Nasa)

Cientistas encontram o pulsar de milissegundo mais brilhante

Do G1 em São Paulo


Pulsar J1823-3021A, a 27 mil anos-luz da Terra (Foto: Nasa/ESA/I. King)

A imagem acima é de um fenômeno que nunca tinha sido registrado pelos astrônomos. O J1823-3021A é o primeiro pulsar de raios gama a ser detectado em um aglomerado globular de estrelas.
É também o pulsar de milissegundo mais brilhante já encontrado, além de ser o mais jovem. Normalmente, objetos como esse têm cerca de 1 bilhão de anos; esse tem "apenas" 25 milhões.
A descoberta dos cientistas do Instituto Max Planck de Radioastronomia, em Bonn, Alemanha, foi publicada pela revista Science. Os astrônomos usaram dados obtidos pelo telescópio espacial Fermi.
Um pulsar é uma estrela muito compacta, que tem massa milhões de vezes maior que a da Terra, com apenas 20 km de diâmetro. Eles giram muito rápido e com muita regularidade – a precisão se compara à dos melhores relógios atômicos feito pela humanidade. J1823-3021A tem 11 mil rotações por minuto.
Já um aglomerado globular é um conjunto muito velho de estrelas, que contém centenas de milhares delas. O aglomerado analisado nesse estudo é NGC 6624, que fica na região central da Via Láctea, a 27 mil anos-luz da Terra.

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