terça-feira, 18 de setembro de 2012

In orbita il nuovo ‘occhio’ europeo sul clima

Il satellite MetopB pronto al lancio sulla Soyuz (fonte: Eumetsat/ESA) 
 Il satellite MetopB pronto al lancio sulla Soyuz (fonte: Eumetsat/ESA)
 
E’ stato lanciato Metop-B, il nuovo occhio europeo su clima e meteorologia clima. Metop-B e' stato lanciato alle 18,39, ora italiana,  dalla base di lancio russa a Baikonur, nel Kazakhstan, e avra' l'obiettivo di contribuire alle previsioni meteorologiche e monitorare i cambiamenti climatici dallo spazio per almeno cinque anni.

   Trasportato da una Soyuz, Metop-B raggiungera' la sua orbita definitiva a circa 800 chilometri di altezza. Lavorerà da un’orbita polare, da dove dara' fondamentali contributi alla meteorologia e allo studio del clima. Le operazioni di messa in orbita del satellite sono guidate dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) che, una volta verificato nei prossimi mesi il corretto funzionamento della strumentazione, affidera' Metop-B al controllo di Eumetsat, l'Organizzazione europea per l'utilizzo dei dati meteo da satellite.

   Metop-B e' il secondo di una serie di tre identici satelliti meteorologici in orbita polare che provvederanno,  in maniera complementare con i satelliti MeteoSat posti a 36.000 chilometri di distanza, a monitorare costantemente il clima. Metop-B fornira' informazioni dettagliate su temperatura e tasso di umidita' della superficie terrestre e oceanica oltre ai dati su venti, correnti marine e livelli di ozono.

www.ansa.it

Divulgadas imagens de galáxias feitas com câmera de 570 megapixel

Equipamento ultrassensível está instalado em topo de montanha no Chile.
Sua missão é medir o histórico de expansão do universo.

Do G1, em São Paulo

Galáxia Fermilab (Foto: Fermilab/Divulgação) 
Na imagem de cima, uma galáxia situada a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra. Abaixo à esquerda, o mosaico de 62 sensores CCD que dão à câmera a capacidade de fotografar com 570 megapixel de resolução. Abaixo, à direita, imagem de um grupo de estrelas a cerca de 17 mil anos-luz, tal qual foi fotografada pelo conjunto de 62 CCDs. (Foto: Fermilab/Divulgação)

Foram divulgadas nesta segunda-feira (17) as primeiras imagens feitas pela Dark Energy Camera, uma supercâmera de 570 megapixel montada num observatório no topo de uma montanha no Chile.

O equipamento consiste em 62 dispositivos CCD ultrassensíveis, que, de uma só vez, podem enxergar cem mil galáxias a até 8 bilhões de anos-luz.

O objetivo do projeto, liderado pelo Fermilab, um laboratório de física de partículas do Departamento de Energia dos EUA, é medir a expansão do universo por meio dessas imagens, para entender melhor por que ele está se expandindo. Trata-se da mais poderosa máquina já construída com esse objetivo e, de acordo com o Fermilab, é a câmera digital mais potente existente no mundo. As imagens foram capturadas na última quarta-feira (12).

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Robô Curiosity registra eclipse parcial do Sol com lua de Marte

Phobos, uma das luas de Marte, encobriu parte do Sol.
Jipe explora o planeta vermelho desde o dia 6 de agosto.

Do G1, em São Paulo

 
O jipe Curiosity, enviado pela agência espacial americana (Nasa) a Marte, fotografou o momento que a lua Phobos, um dos dois satélites naturais que orbitam o planeta vizinho à Terra, encobre parte do Sol. A imagem foi divulgada pela Nasa no último sábado (15).

O robô pousou no planeta vermelho no dia 6 de agosto e ficará em atividade pelo menos dois anos, em busca de evidências favoráveis à vida.

Eclipse parcial da lua Phobos, um dos satélites naturais de Marte, foi fotografado pelo jipe Curiosity, enviado pela Nasa ao planeta vermelho. (Foto: Divulgação/Nasa) 
Imagem mostra momento que a lua Phobos, um dos satélites naturais de Marte, encobre parte do Sol. Fenômeno foi fotografado pelo jipe Curiosity, enviado pela Nasa ao planeta vermelho. (Foto: Divulgação/Nasa)
 
Ao todo, o Curiosity leva consigo dez instrumentos científicos, com uma carga 15 vezes maior que os veículos Spirit e Opportunity, que estão em Marte desde 2004 – o primeiro foi desativado em 2010 e o segundo se concentra em procurar água.

Um dos instrumentos do novo robô funciona a laser e serve para analisar, a distância, a composição química das rochas. Além disso, uma broca e uma colher no braço dele vão ajudá-lo a recolher amostras, peneirá-las e avaliá-las no laboratório em seu interior.

Por conter todo esse kit científico, o Curiosity é duas vezes mais comprido e cinco vezes mais pesado que seus antecessores.
estatico curiosity (Foto: Arte/G1)

domingo, 16 de setembro de 2012

Astrônomos descobrem planetas que teriam céu mais estrelado

Estudo achou planetas em um aglomerado de estrelas, o que é incomum.
Planetas são quentes e gasosos, e não seriam habitáveis.

Do G1, em São Paulo

Ilustração de um dos planetas localizados em um aglomerado de estrelas (Foto: Nasa/JPL-Caltech) 
Ilustração de um dos planetas localizados em um aglomerado de estrelas
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
 
Astrônomos descobriram a existência de dois planetas que teriam o céu muito mais estrelado do que o da Terra, devido à sua localização inusitada. No entanto, esses planetas não seriam habitáveis, pois se tratam de gigantes formados por gases, conhecidos na ciência como “júpiteres quentes”.

São os primeiros planetas a serem encontrados na órbita de uma estrela semelhante ao nosso Sol em um chamado aglomerado de estrelas. Esse grupo, chamado de Aglomerado da Colmeia, reúne cerca de mil estrelas em um espaço relativamente pequeno.

Geralmente, quando uma estrela nasce, ela se distancia de sua origem. Em um aglomerado como este, várias estrelas formadas a partir da mesma nuvem gigante de material ficam ligadas uma à outra por meio da atração gravitacional.

Até a atual pesquisa, os astrônomos haviam localizado apenas dois planetas em aglomerados, e ambos na órbita de estrelas gigantes. A nova descoberta é inédita porque esses dois planetas giram em torno de uma estrela das proporções do Sol. Por estarem em um aglomerado, eles têm o céu mais estrelado.

“Estamos detectando mais e mais planetas que conseguem crescer em ambientes diversos e extremos como esses aglomerados próximos”, afirmou Mario Perez, pesquisador da Nasa que participou da descoberta. O estudo foi publicado pela revista “Astrophysical Journal Letters”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Asteroide 'perigoso' vai passar perto da Terra na noite desta quinta-feira

Objeto grande como prédio de 14 andares fica a 2,8 milhões de km de nós.
Chamado de 2012 QG42, corpo celeste foi descoberto no dia 26 de agosto.

Do G1, em São Paulo

Asteroide (Foto: Remanzacco Observatory/Divulgação) 
Asteroide é o ponto no centro da imagem  (Foto: Remanzacco Observatory/Divulgação)
 
Um asteroide potencialmente perigoso, do tamanho de um prédio de 14 andares, vai passar "perto" da Terra por volta das 20 horas (horário de Brasília) desta quinta-feira (13).

Apesar de a distância ser considerada pequena em termos espaciais, o objeto fica a 2,8 milhões de quilômetros do nosso planeta – 7,5 vezes o espaço daqui até a Lua.

Já o termo "potencialmente perigoso" refere-se ao fato de que o asteroide poderia colidir com a Terra em um futuro distante.

Chamado de 2012 QG42, esse corpo celeste tem entre 190 e 430 metros de diâmetro e foi descoberto no dia 26 de agosto, pelo programa de monitoramento Catalina Sky Survey, no Arizona, EUA.

O site Slooh.com deve fazer uma transmissão ao vivo nesta noite, aberta para o público por computador e celulares iPhone e Android.

No dia 16 de junho, outro asteroide recém-descoberto – chamado 2012 LZ1 – passou próximo à Terra.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Esplosione su Giove

L'esplosione su Giove (fonte: George Hall, Dallas, Texas, http://georgeastro.weebly.com/jupiter.html) 
L'esplosione su Giove (fonte: George Hall, Dallas, Texas, http://georgeastro.weebly.com/jupiter.html)
 

Una palla di fuoco si è accesa improvvisamente nell'atmosfera di Giove: osservata dagli astronomi e dagli astrofili di tutto il mondo, è stata generata dall'impatto di un oggetto, probabilmente un asteroide o una cometa, con il gigante del Sistema Solare. La collisione ha causato un'esplosione visibile come un lampo di luce bianca durato per circa due secondi.

''Si pensa che ad impattare sia stato un piccolo asteroide o una piccola cometa, con un diametro dell'ordine della decina di metri'', ha spiegato l'astrofisico Gianluca Masi, curatore scientifico del Planetario di Roma e responsabile del Virtual Telescope.

Impatti simili sul pianeta più grande del Sistema Solare sono già stati osservati nel giugno e nell'agosto 2010. Giove è colpito spesso da piccoli asteroidi del diametro di circa 10 metri che si avvicinano al pianeta ''attratti dalla sua enorme forza gravitazionale, che non ha rivali'', ha rilevato Masi. E' un'ennesima testimonianza, ha proseguito l'esperto, ''del meccanismo di tipo collisionale con cui il Sistema Solare convive da sempre, d'altro canto le collisioni sono alla base della formazione dei pianeti'', che si sono formati aggregando materiale impatto dopo impatto. ''Senza di esse - ha aggiunto - non ci sarebbe neanche la Terra''.

Gli studiosi stanno ora cercando sei nei paraggi del luogo della collisione vi siano detriti dovuti alla frantumazione dell'oggetto durante la collisione con l'atmosfera di Giove, oppure dovuti a materiale dalle nubi gioviane sollecitate dall'impatto. Alcuni impatti producono tali detriti, mentre altri non lo fanno e ancora non è chiaro il perchè. Ulteriori osservazioni potrebbero aiutare a comprendere meglio il fenomeno. ''Eventuali detriti - ha concluso Masi - potrebbero lasciare altre tracce luminose, se finissero ancora nell'atmosfera di Giove''.


www.ansa.it

Nasa divulga primeira imagem aérea de tempestade tropical em formação

Avião não tripulado sobrevoou área de formação de tempestades no mar.
Missão HS3 foi feita para estudar origem de furacões.

Do G1, em São Paulo

Avião da Nasa sobrevoa tempestade em formação no Atlântico (Foto: Nasa) 
Avião da Nasa sobrevoa tempestade em formação no Atlântico (Foto: Nasa)
 
A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta terça-feira (11) as primeiras fotos feitas pelo avião Global Hawk do alto de uma tempestade tropical. A aeronave não tripulada foi adaptada pela Nasa para sobrevoar furacões e tempestades tropicais e fazer novos estudos desses fenômenos, em uma missão conhecida como HS3.

O avião fez seu voo inaugural no dia 7, quando partiu da Califórnia, atravessou o país, sobrevoou um furacão no Atlântico e pousou na Virgínia, na costa leste. Nesta terça, ele voltou a decolar para estudar a depressão tropical 14, que está em formação no Oceano Atlântico e deve se tornar uma tempestade tropical nos próximos dias.

O Global Hawk não é tripulado, e seu controle é feito por pilotos em terra. A aeronave ultrapassa os 18 mil metros de altitude e consegue voar por até 28 horas seguidas. Os principais objetos de estudo são a formação e as mudanças na intensidade dos furacões e das tempestades tropicais, por meio de fatores como vento, temperatura, vapor d’água e gotículas de chuva suspensas no ar.

Sonda da Nasa encontra nevasca de gelo seco em Marte

Segundo cientistas, essa é a 1ª evidência do tipo em todo o Sistema Solar.
Dados foram obtidos no polo sul do planeta, no inverno de 2006 para 2007.

Do G1, em São Paulo


Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) que orbita Marte identificou uma nevasca de gelo seco sobre a superfície do planeta. Essa neve de dióxido de carbono (CO2) sólido é a primeira evidência do tipo em todo o Sistema Solar, segundo os cientistas.

A descoberta da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, feita por meio de luz visível e infravermelha, será publicada na próxima edição da revista "Journal of Geophysical Research". Os dados foram obtidos no polo sul marciano, no inverno de 2006 para 2007, e a nuvem de CO2 tinha 500 km de diâmetro.

Gelo seco Marte (Foto: Nasa/JPL-Caltech) 
Nuvem de gelo seco foi vista no polo sul de Marte durante o inverno de 2006-2007
 (Foto: Nasa/JPL-Caltech)
 
Também foram recolhidas informações sobre temperatura, tamanhos das partículas e suas concentrações. Para que essa nevasca aconteça, é preciso haver uma temperatura de pelo menos 125° C negativos, considerando que em situações normais aqui na Terra a água congela a 0° C.

Segundo o principal autor do estudo, Paul Hayne, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, as nuvens de CO2 em Marte são grossas o suficiente para se acumular no polo sul e manter o material congelado ali durante todo o ano. O que não se sabe exatamente é se o fenômeno ocorre em forma de neve ou de geada, quando o gelo seco se congela já na superfície.

Há décadas, os astrônomos já sabem que o planeta vermelho tem calotas polares sazonais com a presença de gelo seco. Além disso, em 2008 a sonda espacial Phoenix observou neve de água congelada no polo norte marciano.

Buraco negro na Via Láctea ameaça 'engolir' estrela e planetas, diz estudo

Segundo astrônomos, buraco negro no centro de nossa galáxia está atraindo nuvem de gás e poeira cósmica que envolve uma jovem estrela.

Da BBC
Buraco negro (Foto: Divulgação/BBC) 
Estrela é atraída por buraco negro no centro da Via  Láctea, diz estudo nos EUA (Foto: Divulgação/BBC)
 
Uma jovem estrela e a nuvem de poeira cósmica a partir da qual seriam formados planetas ao seu redor estão sendo atraídos para um enorme buraco negro localizado no centro da nossa galáxia, segundo pesquisadores do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge, nos EUA.

Como outras galáxias, a Via Láctea abriga um buraco negro em seu centro, conhecido como Sagitário A* (Sgr A*), e a estrela em questão orbita um anel de jovens sóis em volta desse buraco.

Juntamente com o disco de gás e poeira que a envolve, a estrela evoluiria para um sistema solar, mas a força de atração do buraco negro deve impedir que isso ocorra.

Os estudos sobre essa situação, publicados na revista "Nature Communications", tiveram início depois que pesquisadores identificaram uma nuvem de gás ionizado e poeira cósmica movendo-se em direção ao SgrA* no início do ano. Eles tiveram ajuda dos telescópios de alta precisão Very Large Telescope (VLT), um conjunto de lentes de 8 metros de altura administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

VLT telescópio (Foto: ESO/Divulgação) 
VLT é um conjunto de telescópios de alta precisão  administrado por europeus (Foto: ESO/Divulgação)
 
A hipótese inicial era de que esse deslocamento teria sido causado por uma colisão de nuvens envolvendo duas estrelas. Após o choque, a poeira cósmica dos astros teria sido atraída para o buraco.

Os astrônomos Ruth Murray-Clay e Abraham Loeb, porém, defendem uma explicação diferente. Para eles, a nuvem que se dirige para o SgrA* é, na realidade, um disco protoplanetário – ou seja, um disco de material cósmico a partir do qual seriam formados planetas – que circunda uma estrela de baixa massa.

Hipótese
Estrelas recém-nascidas mantêm um disco de gás e poeira ao redor de seu núcleo por milhares de anos. Quando uma delas é atraída para um buraco negro, a radiação e ondas gravitacionais dispersam essa matéria circundante em alguns anos.

Como a estrela estudada pela equipe do Harvard-Smithsonian é muito pequena para ser observada diretamente da Terra, é essa nuvem de poeira protoplanetária que os pesquisadores teriam detectado dirigindo-se para o SgrA*.

A força de atração do buraco negro faz o gás ao redor da estrela formar uma espiral e se aquecer. Além disso, o gás torna-se brilhante, facilitando sua detecção.

Segundo Murray-Clay, porém, enquanto a nuvem planetária caminha para a destruição, há uma possibilidade de que a estrela envolvida por ela sobreviva. "A força de atração do buraco é suficientemente forte para atrair o gás, mas não para destruir a estrela", disse ela à BBC.

Força gravitacional
A pesquisadora explica que o fenômeno em questão é causado pelo mesmo tipo de forças responsáveis pelas marés oceânicas. "Marés são causadas pela atração dos oceanos pela Lua. Nesse caso, o buraco negro gera forças de atração tão fortes que puxam o disco (de gás e poeira cósmica) para longe da estrela", explica Murray-Clay.

Os resultados desse estudo são interessantes porque, até agora, o centro da Via Láctea era considerado um lugar muito inóspito para a formação de planetas, por estar repleto de estrelas, radiação e intensas forças gravitacionais.

Apesar de o disco protoplanetário observado caminhar para a destruição, sua simples existência e a presença de estrelas semelhantes na mesma região sugerem que planetas ainda podem ser criados nessa parte da galáxia.

"É fascinante pensar que planetas estejam se formando tão perto de um buraco negro", afirma Loeb.

Telescópio mostra imagem de 'vassoura de bruxa' em nebulosa

Explosão de supernova cria imagem colorida com formato curioso.
Imagem é do Observatório Europeu do Sul.

Do G1, em São Paulo

Telescópio do ESO captou nebulosa que lembra 'vassoura de bruxa' (Foto: ESO)T
Telescópio do ESO captou nebulosa que lembra 'vassoura de bruxa' (Foto: ESO)
 
 
O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) publicou nesta quarta-feira (12) uma nova imagem de uma nebulosa que, segundo os próprios astrônomos definem, lembra uma “vassoura de bruxa”.

O conjunto registrado na imagem é conhecido como Nebulosa do Lápis. Ela recebeu esse nome porque antes só era possível ver a parte mais brilhante, entre a camada azul e a vermelha, e essa faixa realmente lembra um lápis.

A nova imagem feita pelo telescópio do ESO no Chile revelou mais detalhes da estrutura, mostrando o formato da vassoura de bruxa.

Os filamentos mais brilhantes são o resultado de uma explosão de supernova, que ocorre quando uma estrela morre. O material expelido passa por nuvens de gás cósmico. A parte em azul representa a área com gás mais quente, enquanto o gás mais frio aparece em vermelho.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

NASA's Cassini Scientist for a Day Essay Contest Now Open


 
JPL/NASA News


Essay Contest                                            Sept. 10, 2012


NASA's Cassini Scientist for a Day Essay Contest Now Open

NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif., is excited to announce that the 2012 edition of its Cassini Scientist for a Day essay contest is now accepting submissions!

The contest is open to students in grades 5 through 12 and gives participants the chance to choose one of three images of the Saturnian system and describe why it's the best choice to learn more about Saturn, its rings and/or moons. The three enticing Saturn objects chosen for this year's contest by science planners for NASA's Cassini mission at Saturn are:

1. Saturn's small shepherd moon, Pan
2. Saturn's F Ring
3. Saturn

Participants pick their favorite image from the list above and write a persuasive essay of less than 500 words describing the scientific merits of their choice and the questions they hope will be answered by those investigating that particular object. Cassini scientists and educators will read all the entries and choose the winners!

All students who write essays will receive a certificate of participation. Winners and their classes will be invited to participate in a teleconference with Cassini scientists and winning essays will be posted on the Cassini website!

For contest rules, videos about each essay topic, a downloadable contest flyer, frequently asked questions, and more information, visit: http://saturn.jpl.nasa.gov/scientistforaday/

The contest deadline is Wednesday, October 24, 2012. Students may work alone or in groups of up to four. All essays must be submitted by the student's teacher. If the essay contest is used as a class assignment, please send the top three essays from each class along with a list of other students who wrote essays for the contest.

The essay contest meets U.S. National Science and Language Arts Standards.

For questions about the contest, e-mail scientistforaday@jpl.nasa.gov.


-end-

NASA's 'Earth Now'App Now Available for Android

 
JPL/NASA News

Internet advisory: 2012-283                                                                     Sept. 10, 2012

NASA's 'Earth Now'App Now Available for Android

The full version of this story with accompanying images is at:
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2012-283&cid=release_2012-283

PASADENA, Calif. -- One of the top iPhone education apps in the iTunes store is now available for Android. The free NASA "Earth Now" Android app immerses cyber explorers in dazzling visualizations of near-real-time global climate data from NASA's fleet of Earth science satellites, bringing a world of ever-changing climate data to users' fingertips.

Available at http://www.jpl.nasa.gov/apps , Earth Now displays data on many of the key vital signs of our planet that NASA satellites track. The data, displayed on your smart phone in 3-D, include current surface temperature, carbon dioxide levels and global sea level.

The regularly updated data are displayed as color maps projected over a 3-D Earth model that can be rotated by a single finger stroke, or zoomed in and out by the pinch or spread of two fingers. Color-coded legends indicate the relative strength or weakness of environmental conditions. Descriptions provide background information on each data set.

"Android users now have a new resource for accessing up-to-date information on Earth's changing climate," said Michael Greene, manager, public engagement strategy at NASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif. "Since its debut in February 2012, the iPhone version of Earth Now has been downloaded nearly 250,000 times. Additional NASA Earth science data sets will be added in the future."

Earth Now is closely integrated with NASA's Webby Award-winning Global Climate Change website, http://climate.nasa.gov , which is devoted to educating the public about Earth's changing climate, providing easy-to-understand information about the causes and effects of climate change, and information about how NASA studies it. The app was developed by JPL's Earth Science Communications and Visualization Technology Applications and Development Teams, with support from NASA Headquarters.

For more information on NASA's Earth Science Program, visit: http://www.nasa.gov/topics/earth . For a comprehensive list of NASA apps and other tools to connect and collaborate, visit: http://www.nasa.gov/connect .

JPL is a division of the California Institute of Technology in Pasadena.

Alan Buis 818-354-0474
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
Alan.D.Buis@jpl.nasa.gov


- end -

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...