sábado, 9 de novembro de 2013

La Luna è asimmetrica

 Le variazioni dello spessore della crosta derivate dalle informazioni della missione della Nasa  Gravity Recovery and Interior Laboratory (Grail) (fonte: Science/AAAS)  
Le variazioni dello spessore della crosta derivate dalle informazioni della missione della Nasa Gravity Recovery and Interior Laboratory (Grail) (fonte: Science/AAAS)
 
 
La Luna è asimmetrica: i bacini nati dall'impatto con i meteoriti sono più vasti sul lato che guarda verso la Terra. È quanto mostra sulla rivista Science il gruppo coordinato da Katarina Miljkovic. dell'Istituto di Fisica del globo di Parigi, analizzando i dati della missione (Grail Gravity Recovery and Interior Laboratory) della Nasa.

Nella missione due sonde hanno lavorato insieme per misurare il campo gravitazionale della Luna al fine di determinare la sua struttura interna, e questi dati ora hanno svelato anche l'asimmetria delle due facce della Luna.

Il motivo sarebbe nella crosta del lato visibile, in passato più calda e plasmabile, che quando è stata colpita ha dato origine a bacini più estesi. La scoperta, secondo gli esperti, potrebbe aiutare a chiarire anche la formazione dei bacini da impatto su altri corpi del Sistema Solare.
 
Questi bacini sono depressioni della crosta formate dal rapido impatto di oggetti come gli asteroidi. Il numero di crateri sulla Luna indica che circa 4 miliardi di anni fa il nostro satellite naturale è stato bombardato da un numero enorme di questi oggetti. Tuttavia finora molti aspetti della formazione dei bacini lunari sono rimasti poco chiari, a partire dalle dimensioni: è infatti difficile misurare il diametro di queste depressioni essendo erose anche dagli impatti successivi.

Per superare il problema i ricercatori hanno sfruttato una misura alternativa: la variazione dello spessore della crosta della Luna. Gli impatti infatti assottigliano la crosta. Analizzando i dati della missione Grail, è stato scoperto che sia il lato visibile sia quello sempre nascosto della Luna hanno 12 bacini da impatto più grandi del diametro calcolato in precedenza, e che sulla faccia visibile si concentrano i crateri più grandi. Questa asimmetria, secondo i ricercatori, va ricercata nella diversità delle due facce della Luna: la crosta del lato visibile è stata riscaldata dall'attività vulcanica e il calore tendeva a farla espandere di più quando era colpita.


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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Impacto de meteorito na Rússia foi maior do que se calculava, diz estudo

Análise de queda foi feita com base em vídeos publicados na internet.
Eventos deste tipo podem ser mais comuns do que se pensava.

Do G1, em São Paulo


O meteorito Chelyabinsk estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera (Foto:  Andrea Carvey, Mark Boslough & Brad Carvey) 
O meteorito Chelyabinsk estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera (Foto: Andrea Carvey, Mark Boslough & Brad Carvey)

Dois estudos publicados nesta quarta-feira (06) apontam que o impacto causado pelo meteorito que atingiu a Rússia em fevereiro deste ano foi ainda maior do que havia sido calculado e que a frequência de eventos deste tipo também pode ser maior do que se imaginava.

O artigo publicado na revista "Nature" calcula que a explosão do objeto na Terra foi de 500 quilotoneladas de TNT (trinitrotolueno), atrás apenas do objeto que caiu em Tunguska, na Sibéria, em 1908.

Os cálculos das propriedades do asteroide e de sua rota apontam que o meteorito estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera. Sua massa era de 12 mil a 13 mil toneladas, maior e quase duas vezes mais pesado do que havia sido calculado em junho deste ano.

Quando chegou à altitude de 45 a 30 quilômetros, o objeto se partiu em pedaços e explodiu a 27 km do solo, emitindo gás e poeira.

As análises foram feitas a partir de vídeos publicados na internet, que foram gravados por pessoas que estavam perto no momento em que o meteorito atingiu a Terra.

Pela análise de sua trajetória e composição mineral – principalmente silicatos que formaram o Sistema Solar – os pesquisadores concluíram que antes de o asteroide atingir a Terra sua órbita era semelhante a de outro asteroide maior, de 2 km de diâmetro.

A pesquisa divulgada pela "Science" estima que o risco de um objeto similar atingir a Terra novamente pode maior do que havia sido estimado antes.

A partir de pesquisa global que analisou explosões aéreas de mais de um quilotonelada, os cientistas apontam que há uma quantidade maior de asteroides de 10 a 50 metros de diâmetros perto da Terra, o que aumenta as chances de um desses objetos impactá-la.

O estudo também afirma que o brilho do meteorito Chelyabinsk era 30 vezes mais intenso do que o brilho do Sol.
Foto fornecida pela polícia de Chelyabinsk mostra buraco de seis metros em um lago congelado, supostamente provocado pela queda de meteoritos, na região de Chelyabinsk. (Foto:  AFP / Chelyabinsk Region Police Department) 
Foto fornecida pela polícia de Chelyabinsk mostra buraco de seis metros em um lago congelado provocado pela queda de meteoritos, na região de Chelyabinsk.
 (Foto: AFP / Chelyabinsk Region Police Department)
 
Trilha de um meteorito é visto em Chelyabinsk, na Rússia, nesta sexta (15). O meteorito se desintegrou numa enorme onda de choque explosão, que quebrou vidros e deixou quase mil feridos, segundo as autoridades (Foto: AP/Chelyabinsk.ru) 
Trilha de um meteorito é visto em Chelyabinsk, na Rússia. O meteorito se desintegrou numa enorme onda de choque explosão, que quebrou vidros e deixou quase mil feridos, segundo as autoridades (Foto: AP/Chelyabinsk.ru)
 

Tocha olímpica de inverno é levada ao espaço

Ela foi levada pelo foguete Soyuz, que decolou para a ISS.
Tocha será levada durante caminhada espacial.

Do G1, em São Paulo

 

Soyuz decola rumo à ISS levando a tocha olímpica de inverno. (Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo) 
Soyuz decola rumo à ISS levando a tocha olímpica de inverno. (Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo)
 
 
A tocha olímpica de inverno está a caminho da Estação Espacial Internacional (ISS). Ela está a bordo do foguete Soyuz, que decolou nesta quinta-feira (7) do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

O voo deve durar pouco menos de seis horas. A "Soyuz olímpica" deve se acoplar à ISS por volta das 8h31, hora de Brasília, segundo o programado.

A espaçonave recebeu adesivos com o logotipo do comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Sochi, na Rússia, que vão acontecer em fevereiro de 2014

A tocha está sob os cuidados de três astronautas: o japonês Koichi Wakata, o russo Mikhail Tyurin e o norte-americano Rick Mastracchio.

Ao chegarem no espaço, eles deverão entregar a tocha para os cosmonautas os russos Oleg Kotov e Sergey Ryazanskiy, que já estão na estação desde setembro. Os dois serão responsáveis por caminharem com a tocha do lado de fora da ISS.
 
Retorno
Depois da etapa inédita, a tocha retornará à Terra a bordo da cápsula Soyuz, desta vez acompanhada pelos astronautas Fiodor Iurtchikhin (russo), Karen Nyberg (americana) e Luca Parmitano (italiano), que estão no espaço há cinco meses. O retorno está previsto para 11 de novembro.

Após a aventura espacial, a chama olímpica visitará as profundidades do lago Baikal, na Sibéria, depois de já ter viajado ao Polo Norte, em uma viagem de 123 dias que começou em 7 de outubro em Moscou e terminará com a cerimônia de abertura dos Jogos, em 7 de fevereiro de 2014.

Tanto a bordo da Soyuz TMA-11M como na ISS foram adotadas precauções para não afetar a vestimenta dos astronautas. Assim, por razões de segurança, a chama ficará excepcionalmente apagada durante toda a missão espacial.


Foguete recebeu adornos que remetem às Olimpíadas de Inverno de Sochi, que acontecem em fevereiro na Rússia (Foto: Bill Ingalls/Nasa/AP) 
Foguete recebeu adornos que remetem às Olimpíadas de Inverno de Sochi, que acontecem em fevereiro na Rússia (Foto: Bill Ingalls/Nasa/AP)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Il lancio di Gaia previsto il 20 dicembre

Rappresentazione artistica della missione Gaia (fonte: ESA/Medialab) 
 Rappresentazione artistica della missione Gaia (fonte: ESA/Medialab)
 
 
E' stato fissato per il 20 dicembre il lancio della sonda dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) Gaia, destinata a fornire il più dettagliato catalogo delle stelle mai ottenuto. Lo rende noto la società Arianespace.

Il via della missione era inizialmente previsto per il 20 novembre ma, a causa di un malfunzionamento di alcuni componenti elettronici istallati su un satellite europeo già in orbita, simili a quelli montati su Gaia, i tecnici hanno preferito verificare prima della partenza. Il lancio è previsto dalla base europea di Kourou, nella Guyana Francese, con il vettore russo Soyuz.

La missione di Gaia, che durerà cinque anni, sarà realizzare una mappa 3D della nostra galassia individuando e catalogando circa un miliardo di stelle. Per fare questo la sonda si posizionerà in un punto chiamato L2, distante 1.5 milioni di chilometri dove le forze gravitazionali di Terra e Sole si bilanciano.

La sonda sarà dotata di due telescopi per focalizzare la luce sull'unico sensore digitale, il più grande mai lanciato, dalla capacità di quasi un miliardo di pixel. Alla realizzazione di Gaia, che per via del suo compito è stata soprannominata "il collezionista", hanno partecipato diverse industrie italiane tra le quali la Thales Alenia Space e la Selex Galileo. 
 
 
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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Planetas habitáveis podem ser comuns, diz estudo

Um quinto das estrelas parecidas com o Sol tem planetas habitáveis.
Estrela mais próxima com planeta habitável está a 12 anos luz.

Do G1, em São Paulo

 

Kepler-62 é um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de uma estrela menor e mais fria do que o Sol, a 1.200 anos-luz da Terra, na constelação de Lyra (Foto:  REUTERS/NASA Ames/JPL-Caltech/Handout via Reuters) 
Kepler-62 é um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de uma estrela menor e mais fria do que o Sol, a 1.200 anos-luz da Terra, na constelação de Lyra (Foto: REUTERS/NASA Ames/JPL-Caltech/Handout via Reuters)

Uma em cada cinco estrelas como o Sol têm planetas habitáveis, afirma estudo de astrônomos da Universidade do Havaí e da Universidade de Berkeley, na Califórnia. Para ser definido como “habitável”, um planeta precisa ter tamanho semelhante ao da Terra e temperatura de superfície propícia à presença de água na forma líquida.

O estudo foi baseado em análises de observações do telescópio espacial Kepler, da Agência Espacial Americana (Nasa), que têm o objetivo de apontar quantas estrelas, das 100 bilhões desta galáxia, têm planetas potencialmente habitáveis. Também foram utilizados dados de espectros de estrelas com planetas do Observatório W. M. Keck, no Havaí.

Segundo Erik Petigura, um dos pesquisadores responsáveis pela pesquisa, a estrela semelhante ao Sol mais próxima da Terra com um planeta habitável em sua órbita provavelmente está a 12 anos luz e pode ser vista a olho nu.

Todos os planetas potencialmente habitáveis citados na pesquisa estão ao redor das estrelas K, mais frias e menores do que o Sol. Mas a análise dos astrônomos mostra que os resultados das estrelas K podem ser extrapolados para as estrelas G, que são como o Sol.

O estudo é o primeiro censo de planetas do tamanho da Terra feito pelo Kepler que estima com precisão as zonas habitáveis em estrelas.

Segundo os pesquisadores, o resultado deste estudo permite à Nasa construir telescópio adequado à distância dos planetas habitáveis e que suas missões sucessoras ao Kepler de fato registrem imagens de um planeta.

A equipe de pesquisadores alerta que planetas do tamanho da Terra não necessariamente são habitáveis, mesmo que estejam na zona habitável de uma estrela onde a temperatura não é muito quente nem muito fria.

Na semana passada, a equipe divulgou uma foto de um planeta, descoberto pelo Kepler, que tem tamanho e densidade semelhantes aos da Terra e provavelmente é formado por rochas e ferro.

I sosia della Terra più comuni del previsto

Rappresentazione grafica della zona abitabile, ossia della posizione di un pianeta rispetto alla sua stella tale da permettere l’esistenza di acqua liquida (fonte: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley) 
 Rappresentazione grafica della zona abitabile, ossia della posizione di un pianeta rispetto alla sua stella tale da permettere l’esistenza di acqua liquida
(fonte: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley)
 
Nella Via Lattea i sosia della Terra sono più comuni del previsto, al punto che il 22% delle stelle simili al Sole potrebbe ospitare un mondo simile al nostro.
 
Alcune stelle di questo tipo potrebbero essere così vicine da essere visibili a occhio nudo. La scoperta, pubblicata sulla rivista dell'Accademia delle Scienze degli Stati Uniti (Pnas), si deve al gruppo coordinato dall'astronomo Geoffrey Marcy, dell'università della California, a Berkeley.

I ricercatori hanno analizzato tutti i dati raccolti in quattro anni dal telescopio Kepler della Nasa, reso inutilizzabile dal maggio scorso per un guasto al sistema di puntamento. Anche dopo l'uscita di scena del telescopio, però, i numerosissimi dati che ha prodotto continuano a dare risultati e adesso indicano che una su cinque delle stelle simili al Sole finora scoperte abbia un pianeta delle dimensioni della Terra e con una temperatura superficiale favorevole alla presenza di acqua allo stato liquido e alla vita. Secondo i ricercatori la stella più vicina che abbia un pianeta simile alla Terra si trova probabilmente a soli 12 anni luce di distanza e può essere vista ad occhio nudo.

Per gli esperti sapere che una stella su cinque ospita un pianeta simile al nostro è davvero importante per programmare nuove missioni e per progettare i futuri telescopi che avranno l'obiettivo di osservare in modo diretto i mondi potenzialmente in grado di ospitare la vita.

Lanciato nel 2009, Kepler aveva l'obiettivo di cercare pianeti simili alla Terra mentre transitavano davanti alla loro stella. Tra le 150.000 stelle osservate in quattro anni nella costellazione del Cigno, sono stati individuati oltre 3.000 candidati pianeti. Molti di questi sono molto più grandi della Terra, quasi tutti giganti gassosi come Giove. Ora i ricercatori hanno analizzato tutti i transiti osservati da Kepler intorno a stelle simili al Sole con un algoritmo progettato dagli stessi autori, scoprendo che i pianeti rocciosi come la Terra, potrebbero essere persino più numerosi dei giganti gassosi. ''L'obiettivo principale di Kepler – ha rilevato Marcy - è stato rispondere alla domanda: quando si guarda il cielo stellato quanti astri possono ospitare pianeti simili alla Terra, potenzialmente in grado di ospitare acqua liquida e la vita?''. Fino ad ora, ha aggiunto, nessuno aveva potuto rispondere a questa domanda e calcolare esattamente quanti siano i pianeti potenzialmente abitabili attorno a stelle simili al Sole nella nostra galassia.


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Índia lança sua primeira missão ao planeta Marte nesta terça-feira

Projeto só foi atingido com sucesso por Rússia, Estados Unidos e Europa.
O veículo deve ficar na órbita terrestre até 1º de dezembro.

Da EFE

 

Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) no momento do lançamento da missão. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan) 
Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) no momento do lançamento da missão. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan)
 
 
A Índia lançou nesta terça-feira (5) sua primeira missão ao planeta Marte, um ambicioso projeto que só Rússia, Estados Unidos e Agência Espacial Europeia conseguiram com sucesso, informou o órgão espacial indiano em seu site.

O primeiro lançamento interplanetário do país asiático, com custo de US$ 73 milhões, estava previsto para as 14h38 locais (7h08 de Brasília) no Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, no estado de Andhra Pradesh, sul do país.

A aeronave Mangalyaan - veículo de Marte - de 1,35 toneladas ficará na órbita terrestre até 1º de dezembro quando começará sua viagem de 300 dias até o planeta vermelho. O módulo espacial deve chegar a Marte no dia 24 de setembro de 2014, após percorrer 400 milhões de quilômetros.


Funcionários andam perto do Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV – C25) no Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, no sul da Índia. Esta é a primeira missão da Índia rumo ao planeta Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.) Esta é a primeira missão da Índia rumo ao planeta
Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.)
 
 
O veículo que orbitará ao redor do planeta vermelho leva cinco instrumentos para estudar a superfície, a topografia e a atmosfera de Marte, e vai se concentrar na busca de metano.

"Orbitar Marte é um desafio por si só", disse ao jornal local "The Times of India" o presidente da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, sigla em inglês), K. Radhakrishnan, que acrescentou que haverá "missões maiores depois".

A Índia comemorou no ano passado 50 anos do início de seu programa espacial. Seu primeiro lançamento foi em 1975, quando enviou ao espaço o satélite Arybhatta, utilizando um foguete russo. Desde 1999, a ISRO, através de seu braço comercial, também coloca em órbita satélites estrangeiros.

A Índia, que enviou em 2008 sua primeira sonda lunar, tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.
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Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) momentos após a decolagem. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan) 
Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) momentos após a decolagem. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan)
 
 
 
Técnicos verificam Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV - C25); Índia realiza sua primeira missão para Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.) 
Técnicos verificam Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV - C25); Índia realiza sua primeira missão para Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.)
 

Galáxia a 13 milhões de anos-luz tem buraco negro ativo em seu centro

NGC 4945 se parece muito com a Via Láctea em aspectos gerais.
Imagem da região mistura dados de telescópios ópticos e de raios X.

Do G1, em São Paulo
Galáxia NGC 4945, a 13 milhões de anos-luz da Terra (Foto: Nasa/CXC/Univ degli Studi Roma Tre/A.Marinucci et al/ESO/VLT & NASA/STScI/Reuters ) 
Galáxia NGC 4945, localizada a 13 milhões de anos-luz da Terra, tem um buraco negro ativo em seu centro(Foto: Nasa/CXC/Univ degli Studi Roma Tre/A.Marinucci et al/ESO/VLT & Nasa/STScI/via Reuters)
 
Uma galáxia localizada a 13 milhões de anos-luz da Terra contém um buraco negro supermassivo em seu centro, segundo uma nova imagem divulgada pela agência espacial americana (Nasa) nesta segunda-feira (4).

Em seus aspectos gerais, a NGC 4945 se parece muito com a Via Láctea, com exceção desse buraco negro bastante ativo, que pode ser visto na área branca da foto acima.

O registro é uma mistura de dados obtidos em azul pelo telescópio de raios X Chandra, da Nasa, com informações ópticas feitas pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS - NOVEMBRO DE 2013


Cometas Observables durante Noviembre.

Cometas Observables durante Noviembre.

Listado de los Cometas observables para ambos hemisferios, rango de visibilidad, perihelios y acercamientos durante el presente mes. En gran mayoría para ser observados con grandes binoculares astronómicos, refractores de un diámetro mayor a 10 cm y reflectores de 20 cm o más de abertura.

COMETAS OBSERVABLES HASTA MAGNITUD 13 EN AMBOS HEMISFERIOS:

HEMISFERIO SUR
En el comienzo de la noche:

154P/Brewington en magnitud 10 y con una altura máxima de 52º;
C/2012 V2 (LINEAR) en magnitud 11 y con una altura máxima de 5º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 20°;

En la medianoche:
C/2012 V2 (LINEAR) en magnitud 10 y con una altura máxima de 13º;
154P/Brewington en magnitud 10 y con una altura máxima de 15°;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 7º;

En el final de la noche:
C/2012 S1 (ISON) en magnitud 3 y con una altura máxima de 7º;
C/2013 R1 (Lovejoy) en magnitud 5 y con una altura máxima de 34°;
C/2012 V2 (LINEAR) en magnitud 10 y con una altura máxima de 32º;
C/2013 N4 (Borisov) en magnitud 12 y con una altura máxima de 23°;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 14º.

HEMISFERIO NORTE
En el comienzo de la noche:

C/2013 R1 (Lovejoy) en magnitud 5 y con una altura máxima de 1°;
154P/Brewington en magnitud 10 y con una altura máxima de 64º;
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 13 y con una altura máxima de 59º;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 4º;
C/2012 K1 (PANSTARRS) en magnitud 13 y con una altura máxima de 12º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 54°;
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 28º;

En la medianoche:
C/2013 R1 (Lovejoy) en magnitud 5 y con una altura máxima de 15°;
154P/Brewington en magnitud 10 y con una altura máxima de 17º;
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 13 y con una altura máxima de 12º;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 62º;
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 28º;

En el final de la noche:
C/2012 S1 (ISON) en magnitud 3 y con una altura máxima de 32º;
C/2013 R1 (Lovejoy) en magnitud 5 y con una altura máxima de 74°;
2P/Encke en magnitud 7 y con una altura máxima de 16°;
C/2012 X1 (LINEAR) en magnitud 7 y con una altura máxima de 22°;
C/2013 N4 (Borisov) en magnitud 12 y con una altura máxima de 20º;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 84º;
C/2012 K1 (PANSTARRS) en magnitud 13 y con una altura máxima de 4º;
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 13 y con una altura máxima de 1º;
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 44º.

Fuente: Seiichi Yoshida's Home Page
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Eventos del Mes:
Nov. 01: Cometa 184P/Lovas en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,868 ua
Nov. 01: Cometa 259P/Garradd en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,609 ua
Nov. 02: Cometa 285P/LINEAR en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,364 ua
Nov. 02: Cometa C/2013 S1 (Catalina) en oposición a 2,019 ua
Nov. 05: Cometa P/2005 J1 (McNaught) en oposición a 3,816 ua
Nov. 05: Cometa P/2012 T2 (PANSTARRS) en vuelo muy cercano a la Tierra a 3,873 ua
Nov. 07: Cometa P/2012 T2 (PANSTARRS) en oposición a 3,873 ua
Nov. 08: Cometa 116P/Wild en oposición a 3,418 ua
Nov. 09: Cometa P/2013 O2 (PANSTARRS) en oposición a 1,180 ua
Nov. 09: Cometa 291P/NEAT en oposición a 1,613 ua
Nov. 09: Cometa P/2012 K3 (Gibbs) en oposición a 2,451 ua
Nov. 09: Cometa 180P/NEAT en oposición a 3,520 ua
Nov. 10: Cometa C/2013 A1 (Siding Spring) en oposición a 3,888 ua
Nov. 11: Cometa 291P/NEAT en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,613 ua
Nov. 12: Cometa P/2013 O2 (PANSTARRS) en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,179 ua
Nov. 13: Cometa 158P/Kowal-LINEAR en vuelo muy cercano a la Tierra a 3,633 ua
Nov. 13: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) en oposición a 4,775 ua
Nov. 14: Cometa 158P/Kowal-LINEAR en oposición a 3,633 ua
Nov. 14: Cometa C/2013 G8 (PANSTARRS) en el perihelio a 5,141 ua
Nov. 15: Cometa 259P/Garradd en oposición a 1,635 ua
Nov. 17: Cometa 77P/Longmore en oposición a 3,694 ua
Nov. 18: Cometa C/2013 U1 (Catalina) en el perihelio a 2,408 ua
Nov. 20: Cometa C/2013 R1 (Lovejoy) en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,397 ua
Nov. 21: Cometa 2P/Encke en el perihelio a 0,336 ua
Nov. 21: Cometa 100P/Hartley en oposición a 3,646 ua
Nov. 22: Cometa P/2013 T2 (Schwartz) en oposición a 1,181 ua
Nov. 22: Cometa 271P/van Houten-Lemmon en vuelo muy cercano a la Tierra a 3,331 ua
Nov. 23: Cometa P/2012 T3 (PANSTARRS) en oposición a 3,914 ua
Nov. 23: Cometa 251P/LINEAR en oposición a 4,254 ua
Nov. 23: Cometa C/2012 U1 (PANSTARRS) en vuelo muy cercano a la Tierra a 4,763 ua
Nov. 24: Cometa P/2005 L1 (McNaught) en el perihelio a 3,159 ua
Nov. 25: Cometa P/2005 T2 (Christensen) en oposición a 2,508 ua
Nov. 25: Cometa 271P/van Houten-Lemmon en oposición a 3,332 ua
Nov. 26: Cometa C/2012 T4 (McNaught) en oposición a 3,890 ua
Nov. 27: Cometa 269P/Jedicke en oposición a 3,537 ua
Nov. 28: Cometa C/2012 S1 (ISON) en el perihelio a 0,012 ua
Nov. 29: Cometa 71P/Clark en oposición a 3,402 ua
Nov. 30: Cometa C/2013 U2 (Holvorcem) en oposición a 5,138 ua

Fuente:  Space Calendar JPL

Fenómenos Asteroidales y otros de Noviembre

Eventos del Mes:
 
Nov. 01: Asteroide 20 Massalia en oposición (Magnitud 8,7)
Nov. 01: Asteroide 2305 King en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,718 ua
Nov. 01: Asteroide 336698 Melbourne en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,192 ua
Nov. 01: Asteroide 5036 Tuttle en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,429 ua
Nov. 01: Asteroide 39415 Janeausten en vuelo muy cercano a la Tierra a 3,144 ua
Nov. 01: Objeto del Cinturón de Kuiper 84522 (2002 TC302) en oposición a 44,587 ua
Nov. 02: Asteroide 2 Pallas oculta la estrella TYC 6028-00309-1 (Magnitud 9,6)
Nov. 02: Asteroide 3 Juno oculta la estrella 2UCAC 27007662 (Magnitud 12,5)
Nov. 02: Asteroide 3200 Phaethon en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,643 ua
Nov. 02: Asteroide 2912 Lapalma en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,441 ua
Nov. 02: Asteroide 1691 Oort en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,638 ua
Nov. 02: Asteroide 228029 MANIAC en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,692 ua
Nov. 02: Asteroide 10806 Mexico en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,460 ua
Nov. 03: Máximo de las Taurids.
Nov. 03: Asteroide 4576 Yanotoyohiko oculta la estrella HIP 47205 (Magnitud 5,0)
Nov. 03: Asteroide 3753 Cruithne en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,465 ua
Nov. 03: Asteroide 2843 Yeti en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,403 ua
Nov. 03: Asteroide 7470 Jabberwock en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,452 ua
Nov. 03: Asteroide 12820 Robinwilliams en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,817 ua
Nov. 03: Asteroide 4255 Spacewatch en vuelo muy cercano a la Tierra a 3,434 ua
Nov. 04: Asteroide 616 Elly oculta la estrella HIP 50384 (Magnitud 5,8)
Nov. 04: Asteroide 1631 Kopff en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,070 ua
Nov. 04: Asteroide 51823 Rickhusband en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,489 ua
Nov. 04: Asteroide 2713 Luxemburg en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,907 ua
Nov. 05: Asteroide 2013 UH5 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,040 ua
Nov. 05: Asteroide 2013 UM5 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,054 ua
Nov. 05: Asteroide 7919 Prime en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,516 ua
Nov. 05: Asteroide 1677 Tycho Brahe en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,667 ua
Nov. 05: Asteroide 13897 Vesuvius en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,943 ua
Nov. 06: Asteroide 5050 Doctorwatson en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,126 ua
Nov. 06: Asteroide 11356 Chuckjones en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,707 ua
Nov. 07: Asteroide 2013 UE1 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,019 ua
Nov. 07: Asteroide 2013 RM43 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,079 ua
Nov. 07: Asteroide 293 Brasilia en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,941 ua
Nov. 07: Asteroide 48300 Kronk en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,084 ua
Nov. 08: Asteroide 2012 UV136 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,048 ua
Nov. 08: Asteroide 2013 RV9 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,069 ua
Nov. 08: Asteroide 3362 Khufu en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,018 ua
Nov. 08: Asteroide 1221 Amor en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,632 ua
Nov. 09: Asteroide 2013 TN69 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,083 ua
Nov. 09: Asteroide 26858 Misterrogers en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,716 ua
Nov. 09: Asteroide 7291 Hyakutake en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,476 ua
Nov. 09: Asteroide 12382 Niagara Falls en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,845 ua
Nov. 11: Asteroide 2005 TG50 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,041 ua
Nov. 11: Asteroide 6063 Jason en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,079 ua
Nov. 11: Asteroide 1997 WQ23 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,079 ua
Nov. 11: Asteroide 4116 Elachi en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,977 ua
Nov. 12: Asteroide 2013 UC1 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,061 ua
Nov. 12: Asteroide 3905 Doppler en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,001 ua
Nov. 12: Asteroide 216 Kleopatra en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,137 ua
Nov. 12: Asteroide 3124 Kansas en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,717 ua
Nov. 12: Asteroide 3317 Paris en vuelo muy cercano a la Tierra a 4,699 ua
Nov. 13: Asteroide 2011 JY1 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,021 ua
Nov. 13: Asteroide 7644 Cslewis en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,381 ua
Nov. 14: Asteroide 2012 VS76 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,072 ua
Nov. 15: Asteroide 2008 GD110 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,069 ua
Nov. 15: Asteroide 12524 Conscience en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,206 ua
Nov. 15: Asteroide 3473 Sapporo en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,620 ua
Nov. 16: Asteroide 2006 UA216 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,098 ua
Nov. 16: Asteroide 2614 Torrence en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,271 ua
Nov. 16: Asteroide 27320 Vellinga en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,711 ua
Nov. 16: Asteroide 3162 Nostalgia en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,812 ua
Nov. 16: Objeto del Cinturón de Kuiper 90377 Sedna en oposición a 85,454 ua
Nov. 17: Máximo de las Leonids.
Nov. 17: Asteroide 2013 TK69 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,084 ua
Nov. 17: Asteroide 2675 Tolkien en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,072 ua
Nov. 17: Asteroide 3001 Michelangelo en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,290 ua
Nov. 17: Asteroide 3869 Norton en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,492 ua
Nov. 17: Asteroide 224 Oceana en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,753 ua
Nov. 18: Asteroide 216 Kleopatra en oposición (Magnitud 9,5)
Nov. 18: Asteroide 2001 AV43 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,008 ua
Nov. 18: Asteroide 1855 Korolev en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,364 ua
Nov. 19: Asteroide 7434 Osaka en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,032 ua
Nov. 19: Asteroide 341 California en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,223 ua
Nov. 19: Asteroide 2046 Leningrad en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,880 ua
Nov. 19: Asteroide 6676 Monet en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,104 ua
Nov. 20: Asteroide 804 Hispania en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,870 ua
Nov. 20: Asteroide 4758 Hermitage en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,025 ua
Nov. 21: Asteroide 14988 Tryggvason oculta la estrella HIP 29696 (Magnitud 4,3)
Nov. 21: Asteroide 15845 Bambi en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,148 ua
Nov. 21: Asteroide 2598 Merlin en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,201 ua
Nov. 21: Asteroide 19620 Auckland en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,388 ua
Nov. 21: Asteroide 5053 Chladni en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,502 ua
Nov. 21: Asteroide 3767 DiMaggio en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,912 ua
Nov. 22: Asteroide 8553 Bradsmith en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,443 ua
Nov. 23: Asteroide 4547 Massachusetts en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,531 ua
Nov. 23: Asteroide 51826 Kalpanachawla en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,845 ua
Nov. 24: Asteroide 21 Lutetia oculta la estrella TYC 0276-00869-1 (Magnitud 10,5)
Nov. 24: Asteroide 12923 Zephyr en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,096 ua
Nov. 24: Asteroide 2712 Keaton en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,164 ua
Nov. 24: Asteroide 54439 Topeka en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,096 ua
Nov. 25: Asteroide 2010 CL19 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,097 ua
Nov. 25: Asteroide 3306 Byron en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,525 ua
Nov. 26: Asteroide 2013 NJ en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,006 ua
Nov. 26: Asteroide 2007 VW83 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,066 ua
Nov. 26: Objeto del Cinturón de Kuiper 229762 (2007 UK126) en oposición a 42,882 ua
Nov. 27: Asteroide 2009 LD en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,082 ua
Nov. 27: Asteroide 3263 Bligh en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,280 ua
Nov. 27: Asteroide 1125 China en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,612 ua
Nov. 27: Asteroide 116939 Jonstewart en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,789 ua
Nov. 27: Asteroide 5451 Plato en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,883 ua
Nov. 28: Asteroide 3524 Schulz en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,600 ua
Nov. 28: Asteroide 6790 Pingouin en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,652 ua
Nov. 28: Asteroide 656 Beagle en vuelo muy cercano a la Tierra a 2,127 ua
Nov. 29: Asteroide 2000 KA en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,060 ua
Nov. 29: Asteroide 3850 Peltier en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,264 ua
Nov. 29: Objeto del Cinturón de Kuiper 2006 QH181 en oposición a 82,060 ua
Nov. 30: Asteroide 12464 Manhattan en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,222 ua
Nov. 30: Asteroide 1539 Borrelly en vuelo muy cercano a la Tierra a 1,667 ua
 
Fuente:  Space Calendar JPL

domingo, 3 de novembro de 2013

Veja imagens do último eclipse do ano pelo mundo




Fenômeno, que ocorre quando a Lua se coloca na órbita entre a Terra e o Sol, aconteceu neste domingo




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