quarta-feira, 18 de março de 2015

Observatório do Valongo é aberto à visitação pública no Centro do Rio

Uma nova atração cultural na Zona Portuária está aberta à visitação desde o dia 10 deste mês. O Observatório do Valongo, no Morro da Conceição, está funcionando de segunda a sexta-feira, das 11h às 16h, além de observação noturna nas primeiras e terceiras quartas-feiras do mês.
O mais antigo telescópio em funcionamento no Brasil é uma das atrações.  O roteiro inclui acesso a algumas dependências internas do prédio principal, bem como a determinadas áreas externas do observatório. Uma palestra de divulgação científica com um astrônomo encerra o roteiro. As visitas devem ser marcadas com antecedência.
Apenas grupos de mais de 10 pessoas devem agendar, para não calhar de virem juntamente com outros grupos grandes. O agendamento pode ser feito por email institucional (ov@astro.ufrj.br) ou diretamente com o astrônomo Daniel Mello que faz a recepção (mello@astro.ufrj.br) .

Durante a visitação o público poderá ver o pavilhão do telescópio Cooke (terceiro maior refrator do país e, durante quase toda a primeira metade do século XX, o maior telescópio que o Brasil tinha), a cúpula do telescópio alemão Coudé, os dois espaços museológicos onde há, respectivamente, equipamentos astronômicos do século XIX e meados do século XX, e a cúpula da luneta Pazos.

Na área externa, é possível visitar os jardins, o mirante que dá visto ao Cristo e Pico da Tijuca e o contorno norte com vista para a baía. Na visita guiada externa, o visitante conhece a coleção de instrumentos astronômicos antigos, incluindo os telescópios utilizados nas pesquisas e aulas práticas de astronomia, o relógio de Sol e aprende sobre a astronomia, o curso de astronomia oferecido pela instituição e sobre a história do Observatório.
Nas dependências internas, o visitante só pode entrar com guia, onde é mostrado o hall de entrada do prédio principal, e o telescópio Cooke, maior telescópio do observatório, com quase 6 metros de comprimento. O Observatório do Valongo fica na Ladeira do Pedro Antônio, número 43, no Centro do Rio.
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segunda-feira, 16 de março de 2015

Eclissi di Sole, il 20 marzo eventi in tutta Italia


Grande mobilitazione per l'attesa eclissi di Sole del 20 marzo: dalle decine di Sun Party organizzati dall'Unione Astrofili Italiani (Uai)fino ai mini-satelliti Proba mobilitati dall'Agenzia Spaziale Europea (Esa) per seguire l'evento dallo spazio. In diretta web sul sito di ANSA Scienza e Tecnica sarà possibile seguire le immagini trasmesse in diretta dal Virtual Telescope dal parco dell'Appia Antica.

Il 'bacio' tra Sole e Luna inizierà alle 10,31 a Roma, pochi secondi dopo anche a Milano, e durerà complessivamente un'ora. Dal Nord Italia si potrà vedere la Luna coprire più del 70% del disco solare, dal Sud circa il 50%, mentre sarà totale solo dalle remote isole Svalbard. Saranno decine gli eventi organizzati in tutta Italia per seguire lo spettacolo in compagnia di astrofili 'armati' di telescopi e in completa sicurezza. La Uai organizza Sun Party dalla Sicilia al Piemonte, la lista completa è sul sito web della rete astrofili, mentre il canale ANSA Scienza e Tecnica trasmetterà le immagini del Virtual Telescope dal suggestivo parco dell'Appia Antica. Anche l'Esa punterà gli 'occhi' al Sole con i minisatelliti Proba che riprenderanno l'eclissi da 800 chilometri di altezza. Le immagini verranno trasmesse a Terra nella sede di Noordwijk nei Paesi Bassi che rimarrà aperta al pubblico.

www.ansa.it

Por que a Lua está se afastando da Terra


A Lua se afasta da Terra cerca de 4 cm por ano

Da BBC - Você certamente não percebeu, mas a Lua está se afastando de nós.
O satélite da Terra está atualmente 18 vezes mais longe do que quando se formou, há 4,5 bilhões de anos.
Sem a Lua, nosso planeta seria irreconhecível. Os oceanos quase não teriam marés, os dias teriam outra duração e nós poderíamos não estar aqui, de acordo com alguns cientistas que acreditam que a Lua foi fundamental para o início da vida em nosso planeta.
Mas como esse afastamento nos afeta e com que rapidez ele está ocorrendo?

Distância exata

A Lua, como explica à BBC a pesquisadora Margaret Ebunoluwa Aderin-Pocock, do Departamento de Ciência e Tecnologia do University College de Londres, está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,78 centímetros por ano.
E graças ao pouso na lua da missão Apollo, da Nasa, entre 1969 e 1972, podemos medir essa distância com incrível precisão.
Em três das missões, os astronautas deixaram no satélite unidades retrorefletoras cheias de pequenos espelhos.

Credito: Reuters
Os astronautas da missão Apollo deixaram pequenos espelhos no satélite que permitem medir a distância entre a Lua e a Terra

Desde então, os astrônomos têm disparado raios laser em direção a essas unidades refletoras, para manter um registro exato de o quanto a Lua está se afastando.
"Enviamos cerca de 100 quatrilhões de fótons com cada pulso de laser. Se tivermos sorte, para cada pulso que enviamos, volta (à Terra) um fóton", disse à BBC Russet McMilllan, do observatório astronômico científico Apache Point Observatory (APO, por sua sigla em Inglês), localizado nas montanhas de Sacramento, no Novo México (EUA).
Apesar de à primeira vista um fóton parecer pouco, ele é suficiente para medir a distância entre a Lua e da Terra até o seu último milímetro.
No momento em que a BBC conversou com McMillan, a distância exata era 393.499 km, 257 metros e 798 mm.

Por quê?

Esse afastamento se deve à fricção entre a superfície da Terra e a enorme massa de água que está sobre ela e faz com que, ao longo do tempo, a Terra gire um pouco mais lentamente sobre o seu eixo.
Para cada ação há uma reação igual e oposta. Esta é a terceira lei de Newton.

Crédito: Thinkstock
À medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua se acelera

A Terra e a Lua são unidas por uma espécie de abraço gravitacional. Então, à medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua acelera.
E, quando algo que está em órbita acelera, essa aceleração o empurra para fora.

Efeito

A distância da Lua afeta nosso planeta de várias formas. Para começar, à medida em que a Terra gira mais devagar, os dias ficam mais longos.
Eles já estão mais longos, em dois milésimos de segundo a cada século.
Além disso, os invernos serão muito mais frios e os verões, muito mais quentes.
Isso pode ter um efeito devastador sobre a Terra, ante a dificuldade dos animais em se adaptar a extremos climáticos.
E se a força gravitacional da Lua torna-se mais fraca, as marés na Terra não serão tão acentuadas.
No entanto, mesmo sem a Lua, existiriam marés - ainda que suaves - pelo efeito do Sol.
No entanto, nenhuma dessas consequências deve preocupar: as mudanças são sutis demais para que possamos testemunhá-los.
A Lua nunca vai escapar da Terra. Mesmo que a Terra continue diminuindo sua velocidade, irá girar na mesma velocidade em que orbita a Lua. Nesse momento, a Terra e a Lua vão chegar a um equilíbrio e a Lua deixaria de se afastar.
Mas, muito antes que isso aconteça, o Sol vai se expandir até virar um gigante vermelho e engolir, no processo, a Terra e seu satélite.
Dito isso, não há necessidade de se preocupar. Ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos para isso acontecer.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Nasa registra intensa explosão solar na tarde desta quarta-feira

Evento teve seu auge às 13h22 (horário de Brasília).
Explosões intensas podem afetar sinais de GPS e de outras comunicações.


Do G1, em São Paulo











Uma explosão solar intensa foi registrada no início da tarde desta quarta-feira (11) pelo Observatório de Dinâmica Solar da Nasa. O evento teve seu auge às 13h22 (horário de Brasília), segundo a agência espacial americana.
De acordo com a Nasa, as radiações prejudiciais liberadas em erupções solares não podem atingir a atmosfera terrestre de modo a afetar a população. Mas, se forem muito intensas, podem atingir a camada da atmosfera por onde transitam os sinais de GPS e de outros tipos de comunicação.
Nas redes sociais, alguns usuários reclamavam de terem tido problemas com o GPS na tarde desta quarta-feira. Segundo o Centro de Previsão do Clima Espacial (SWPC), ligado à Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos EUA, foi registrado um apagão de uma hora de duração nas ondas de rádio de alta frequência no início da tarde desta quarta devido à explosão.
Explosões solares são erupções repentinas na superfície do Sol que se caracterizam pela liberação de grandes quantidades de radiação e que podem ser causadas por mudanças no campo magnético.
O evento desta quarta-feira foi classificado como uma explosão da classe X2.2. A classe X denota as explosões mais intensas.
 Explosão solar da classe X2.2 é vista no meio do sol na tarde desta quarta-feira (11), em imagem capturada pelo Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (Foto:  NASA/GSFC/SDO/Divulgação)Explosão solar da classe X2.2 é vista no meio do sol na tarde desta quarta-feira (11), em imagem capturada pelo Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (Foto: NASA/GSFC/SDO/Divulgação)

Telescópio no Chile detalha constelação a 4 mil anos-luz da Terra


Imagem obtida pelo ESO mostra a constelação austral do altar, que está a 4 mil anos-luz da Terra. (Foto: Divulgação/ESO)


Do G1 em São Paulo - O Observatório Europeu do Sul, o ESO, divulgou nesta quarta-feira (11) uma nova imagem da constelação austral do altar, que está a 4 mil anos-luz da Terra. A foto foi obtida pelo telescópio de rastreamento VLT Survey, instalado no Observatório do Paranal, no Chile.

Segundo o ESO, é a vista mais detalhada até hoje dessa parte do céu. A fotografia foi feita a partir da reunião de 500 imagens individuais.

Em comunicado divulgado no site da instituição, o ESO explica que no centro da foto é possível ver o aglomerado estelar aberto NGC 6193, que contém cerca de 30 estrelas brilhantes.
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Scoperte 9 'vicine di casa' della Via Lattea

Scoperte 9 galassie nane satelliti della Via Lattea, grazie all'osservatorio Paranal, in Cile (fonte: V. Belokurov, S. Koposov (IoA, Cambridge). Photo: Y. Beletsky, Carnegie Observatories)



La Via Lattea ha ben nove 'vicine di casa' che finora erano completamente sconosciute. Le orbitano intorno e sono delle galassie nane dalla luminosità molto debole. Il gruppo di ricerca dell'università britannica di Cambridge che le ha scoperte, e descritte sull'Astrophysical Journal, ha battuto un record. Mai prima d'ora, infatti, erano state scoperte tante galassie in una volta.

''E' stata una scoperta del tutto inaspettata, non potevo credere ai miei occhi'', ha detto il coordinatore della ricerca, Sergey Koposov. Individuare le piccole galassie tutte in una volta è stato possibile farlo grazie ai dati raccolti nell'ambito del programma internazionale Dark Energy Survey e il risultato potrebbe aiutare a fare un po' di chiarezza sulla materia oscura, ossia la materia invisibile e sconosciuta che occupa il 25% dell'universo.

Le nove piccole galassie satelliti della Via Lattea sono state scoperte nell'emisfero Sud, in prossimità delle più grandi note galassie nane 'amiche' della Via Lattea: la Piccole e la Grande nube di Magellano. Ognuna delle nove galassie ha una luminosità miliardi di volte più debole rispetto a quella della Via Lattea ed hanno una massa inferiore di milioni di volte. La più vicina di esse si trova a 95.000 anni luce dalla Terra, mentre la più distante è a 1,2 milioni di anni luce.

Secondo i ricercatori un tempo orbitavano attorno alle Nubi di Magellano, ma probabilmente sono state le forze entrate in gioco nell'interazione fra queste galassie a 'scagliarle' su un'orbita diversa, attorno alla Via Lattea.


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terça-feira, 10 de março de 2015

Cientistas descobrem nove galáxias anãs que orbitam a Via Láctea


Imagens ilustram como é difícil detectar as galáxias anãs. À esquerda, uma imagem feita pela Câmera de Energia Escura do objeto DES J0335.6-5403, uma das possívels galáxias anãs descobertas; à direita, uma imagem das estrelas pertencentes a essa galáxia, com todo o resto de matéria visível apagada (Foto: Fermilab/Dark Energy Survey)

Cientistas divulgaram nesta terça-feira (10) a descoberta de nove objetos celestiais que parecem se enquadrar na rara categoria de galáxias satélites anãs, que orbitam ao redor da nossa Via Láctea.
O achado foi feito por pesquisadores de duas instituições de forma independente: um grupo do Fermi National Accelerator Laboratory, que pertence ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, e outro da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. O anúncio foi feito de maneira conjunta em um artigo publicado na revista científica "The Astrophysical Journal".
A descoberta desses corpos pode ser crucial para se conseguir avanços em termos de conhecimento da matéria escura, a misteriosa matéria que existe entre as estrelas e galáxias do universo, mas que não pode ser observada diretamente.
"O grande conteúdo de matéria escura das galáxias satélite da Via Láctea torna esse resultado significante tanto para a astronomia quanto para a física", disse Alex Drlica Wagner, um dos líderes da pesquisa do Fermilab.
Anteriormente, pesquisadores já tinham descoberto mais de duas dúzias desses objetos, quase a metade entre 2005 e 2006. Mas, nos últimos 10 anos, a descoberta de novas galáxias anãs diminuiu muito.
As galáxias satélites são objetos que orbitam grandes galáxias. Enquanto galáxias como a Via Láctea contêm bilhões de estrelas, existem galáxias satélites com menos de 100 estrelas. Elas são um bilhão de vezes menos brilhantes e têm massas um milhão de vezes menores do que a Via Láctea.
A mais próxima das nove galáxias anãs encontradas fica a quase 100 mil anos-luz da Terra.
"A descoberta de tantos satélites em uma área tão pequena foi completamente inesperada", disse o cientista Sergey Koposov, do Instituto de Astronomia de Cambridge, autor principal do estudo. "Não conseguia acreditar nos meus olhos."
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sábado, 7 de março de 2015

La stella più veloce della galassia

Rappresentazione artistica della stella veloce e della sua compagna (fonte: NASA, ESA and P. Ruiz Lapuente (University of Barcelona); Cut and colored by S. Geier)

Viaggia a circa 1200 chilometri al secondo e sta 'scappando' dalla Via Lattea: si chiama US 708 ed è la stella più veloce della galassia. Descritta su Science, è stata scoperta dal gruppo coordinato dall'astronomo tedesco Stephen Geier, dell'Osservatorio Europeo Australe (Eso) e dell'università Friedrich-Alexander di Erlangen-Norimberga.

La stella appartiene al cosiddetto gruppo di stelle esuli, che hanno una velocità tale da potere resistere alla forza di gravità della nostra galassia fino a fuggire. Faceva parte di un sistema binario e la sua velocità è stata accelerata proprio dalla compagna quando è esplosa come una supernova. Normalmente le stelle esuli invece vengono scagliate fuori dalla Via Lattea dal buco nero centrale. Quando vi passano troppo vicine, subiscono un effetto fionda che le separa da eventuali compagne e accelera la loro velocità.

Scoprire l'origine di questa stella è stato possibile studiando la sua traiettoria a ritroso grazie ai dati di archivio, mentre le misure della sua velocità sono state possibili grazie all'osservatorio di Monte Palomar negli Stati Uniti e ai telescopi dell'Osservatorio Keck nelle Hawaii.

La stella attualmente è nell'alone della Via Lattea, ossia la regione di spazio che circonda le galassie a spirali come la nostra, dove vi sono altre stelle solitarie, ammassi di stelle e gas.

Ad incuriosire i ricercatori e a spingerli a cercare l'origine della stella è stata sia la velocità sia la sua natura che la rende diversa dagli altri astri esuli. US 708 è una stella molto compatta fatta solo di elio e definita subnana calda. Stelle di questo tipo di solito hanno una massa che è la metà di quella del Sole e rappresentano il nucleo di elio di una gigante rossa (stelle che si gonfiano perché una volta finita la riserva di idrogeno del nucleo hanno iniziato a bruciarlo in un involucro più esterno) che è stata 'spogliata' dagli strati esterni dalla compagna.

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quarta-feira, 4 de março de 2015

Cientista brasileira que estuda buracos negros ganha prêmio da ONU

A cientista brasileira Thaisa Storchi Bergmann, professora em Porto Alegre e especialista nas áreas de física e astronomia, está entre as vencedoras do prêmio L’Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.
A láurea é um reconhecimento a mulheres que têm destaque no meio científico e que contribuíram para o avanço em pesquisas.

Thaissa possui doutorado em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e fez pós-doutorado na Universidade de Maryland e no Instituto do Telescópio Espacial.

Atualmente ela é professora associada do Instituto de Física da UFRGS e chefia o departamento de Astronomia e Grupo de Pesquisa em Astrofísica.
Sua área de pesquisa é em astrofísica extragaláctica, com foco nos processos de alimentação e feedback de buracos negros supermassivos em galáxias.
Segundo informações da Rádio ONU (Organização das Nações Unidas), além da brasileira, mulheres cientistas que trabalham no Canadá, China, Marrocos e Reino Unido também receberão o prêmio.
Segundo a Unesco, ainda é preciso avanços para alcançar equilíbrio de gênero na ciência. Apenas 30% dos pesquisadores no mundo são mulheres.

A agência da ONU anunciou que 2015 é o Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas em Luzes. Segundo a Unesco, esse ano celebra a ciência e o conhecimento em todo o mundo.

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terça-feira, 3 de março de 2015

Più antiche del previsto le polveri che formano pianeti e vita

Le polveri che hanno dato origine ai pianeti e alle molecole della vita sono più antiche del previsto (fonte: ALMA/ESO)


Le polveri che danno origine ai pianeti e alle molecole della vita sono più antiche del previsto: lo dimostra la scoperta nell'universo giovanissimo di una galassia molto 'polverosa', osservata quando il cosmo aveva solo 700 milioni di anni ovvero circa il 5% della sua età attuale. 

Pubblicata su Nature, la scoperta si deve al gruppo coordinato dall'astrofisico Darach Watson, del Niels Bohr Institute e dell'università di Copenhagen. Alla ricerca ha partecipato anche l'Italia, con Anna Gallazzi, dell'Osservatorio di Arcetri dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf). 

''La scoperta può avere implicazioni sulla formazione dei pianeti, che nell'universo potrebbe essere cominciata prima del previsto'' osserva Gallazzi.

Chiamata A1689-ZD1, la galassia è un'anomalia per il cosmo primordiale, ritenuto, finora, povero di polveri e potrebbe far riscrivere le prime fasi della storia dell'universo. Si immaginava infatti che le prime galassie fossero composte prevalentemente da gas perché la polvere viene 'fabbricata' dai processi di combustione nel cuore delle stelle e poi sparsa nel cosmo quando gli astri muoiono ed esplodono. 

Queste polveri poi si aggregano in nubi da cui nascono nuove stelle. Occorrono molti cicli di questo tipo per osservare la quantità di polveri, pari a circa 40 milioni di masse solari, individuate nella galassia primordiale. La galassia è anche ricca di elementi pesanti come carbonio, silicio, magnesio, ferro e ossigeno, che sono alla base della formazione dei pianeti e delle molecole organiche complesse.

Questi inattesi risultati implicano che il processo di formazione della polvere sia avvenuto nel tempo record di circa 100 milioni di anni e che si sia sviluppato di pari passo alla formazione delle stelle. ''La galassia - spiega Gallazzi - ha una massa di stelle pari a circa un miliardo di volte quella del Sole, un'età media delle sue stelle di circa 80 milioni di anni e un tasso di formazione stellare che ogni anno produce astri per una massa complessiva di 12 soli''.

Individuata dai telescopi spaziali Hubble e Spitzer, la galassia è stata osservata nel dettaglio dai grandi telescopi dell'Osservatorio Europep Australe (Eso) Vlt (Very Large Telescope) e Alma (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array).


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Luci misteriose su Cerere, forse riflessi di ghiaccio o sale

Rappresentazione artistica dell'arrivo della sonda Dawn nell'orbita di Cerere (fonte: NASA/ JPL-Caltech)



Riflessi di ghiaccio o sale: ecco cosa potrebbero essere le misteriose luci individuate sulla superficie del pianeta nano Cerere, una ''caratteristica sorprendente e unica nel Sistema solare''. E' quanto emerge dalle nuove immagini ravvicinate scattate dalla sonda Dawn della Nasa, che entrerà in orbita intorno a questo fossile del Sistema solare venerdì 6 marzo alle 13:20 (ora italiana). Ad illustrarle sono i responsabili della missione in una conferenza stampa al Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa in California.

Foto NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA

I punti luminosi di Cerere ''sono estremamente sorprendenti e rappresentano una caratteristica unica in tutto il Sistema solare'', afferma Carol Raymond, fra i responsabili scientifici della missione. La macchia luminosa maggiore è grande il doppio rispetto a quella minore. Entrambe potrebbero essere ''generate da materiali ultra-riflettenti come sali o ghiaccio esposto'': forse, ipotizza Raynold, potrebbero essere legate all'emissione di vapore acqueo notata in passato dal telescopio Herschel dell'Agenzia spaziale europea (Esa), ma la loro vera natura resta ancora tutta da chiarire. Per il momento si esclude che si tratti di un fenomeno di vulcanismo, perchè questi punti non sembrano essere collocati in cima ad una montagna o ad un picco.

Il mistero è destinato a rimanere fitto ancora per parecchie settimane perchè Dawn si nasconderà presto alle spalle di Cerere e riemergerà dalla sua ombra solo a fine aprile: solo allora potrà inviare a Terra i primi dati scientifici della missione. L'attesa è grandissima, anche perchè ''Cerere in passato era simile ai satelliti Europa ed Encelado - precisa Raymond - e quindi ci attendevamo che avesse potenzialità astrobiologiche'', ovvero condizioni adatte ad ospitare forme di vita.


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100 anni fa nasceva Naca, predecessore della Nasa

Da sinistra: il direttore del Jpl William Pickering, James Van Allen e Wernher von Braun con il modello dell'Explorer 1 (fonte: NASA)



La Nasa celebra i cento anni dalla nascita del suo predecessore, il National Advisory Committee for Aeronautics (Naca). L'agenzia federale venne fondata il 3 marzo 1915 per intraprendere, promuovere ed istituzionalizzare la ricerca aeronautica.

gli inizi furono difficili, con un budget molto ridotto e personale non pagato. La Seconda Guerra Mondiale segnò un passaggio importante: i ricercatori del Naca svilupparono infatti molte tecnologie usate ancora oggi, come il carrello retrattile per l'atterraggio.

Negli anni '50 la svolta: la voglia di conquistare lo spazio spinse gli Stati Uniti a trasformare il Naca (con i suoi 7.500 dipendenti e le sue infrastrutture da 300 milioni di dollari) in quella che sarebbe poi diventata l'agenzia spaziale che tutti conosciamo, ovvero la Nasa (National Aeronautics and Space Administration). La transizione venne sancita ufficialmente con un atto firmato il primo ottobre 1958. Le menti più brillanti del Naca passarono alla Nasa, e fu proprio un ex dipendente Naca, Neil Armstrong, il primo uomo a mettere piede sulla Luna.

E' un'eredità di eccellenza, quella della Naca, ha detto l'amministratore capo della Nasa, Charles Bolden in occasione dell'anniversario. Ancora oggi, ha rilevato, ''il nostro impegno è mettere a punto nuovi aerei con motori che consumino sempre meno carburante, meno rumorosi e meno inquinanti. Nello stesso tempo - ha aggiunto - lavorando con i partner dell'industria e del governo, puntiamo a proseguire gli sforzi tesi a migliorare e modernizzare il sistema per il controllo del traffico aereo e a sviluppare nuove generazioni di veicoli''.


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