quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Movimento da Terra mudou signos do Zodíaco, dizem astrônomos

Atração da Lua sobre a Terra teria mudado o alinhamento das estrelas.
Pesquisadores de Minnesota afirmam ainda que haveria um 13º signo. 


Astrônomos do Planetário de Minnesota, nos EUA, afirmam que, por causa da atração gravitacional que a Lua exerce sobre a Terra, o alinhamento das estrelas foi empurrado por cerca de um mês.

A questão opõe astrólogos, que se baseiam na posição dos astros para fazer o horóscopo, e os astrônomos, preocupados com a posição atual de estrelas e planetas.

“Quando [os astrólogos] dizem que o sol está em Peixes, não está realmente em Peixes”, disse Parke Kunkle, um dos integrantes do Minnesota Planetarium Society à revista "Time". O signo astrológico é determinado pela posição do sol no dia em que a pessoa nasceu, o que significa que, de acordo com os astrônomos, tudo o que se sabia sobre horóscopo está errado.

Ainda de acordo com os o grupo de astrônomos, um 13º signo deveria fazer parte da astrologia, que teria imprecisões desde o seu início. A explicação é que, na Antiga Babilônia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando Serpentário, que tem como símbolo a cobra.

De acordo com os astrônomos de Minnesota, esta é o período correto que identificaria cada signo:

Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gêmeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Lampi da eruzioni gigantesche in altre galassie

Come quella di Eta Carinae, avvenuta 2 secoli fa


Rappresentazione artistica dell'eruzione di Eta Carinae avvenuta nel 1840 (fonte: NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team)Rappresentazione artistica dell'eruzione di Eta Carinae avvenuta nel 1840 (fonte: NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team)
Sembravano 'un'esclusiva' della Via Lattea, ma eruzioni gigantesche simili a quelle avvenute due secoli fa nel sistema stellare Eta Carinae sono state osservate per la prima volta in altre galassie. 

Ancora misteriosa sotto molti aspetti, l'eruzione di Eta Carinae avvenne NEL 1840, scagliando nello spazio una massa di materia 10 volte superiore a quella del nostro Sole. A scovare dei possibili gemelli di Eta Carinae è stato Rubab Khan, del Goddard Space Flight Center della Nasa, grazie alle immagini raccolte dai telescopi spaziali Spitzer e Hubble.

Pubblicata sull'Astrophysical Journal Letters, la scoperta potrebbe aiutare a capire l'origene degli 'strani' cambiamenti di luminosità di Eta Carinae, come quello che due secoli fa la portò a essere per alcuni anni la seconda più luminosa del cielo. 


Quel che si sa con certezza su Eta Carinae è che sia composto da una coppia di grandi stelle, la maggiore con una massa di 90 volte quella del Sole e una luminosità 5 milioni di volte superiore e la minore ha una massa pari a 30 volte il Sole. Attorno alle due stelle sono visibili grandi nubi di gas prodotte da violentissime esplosioni ripetutesi nel tempo, analoghe a quella avvenuta nel '800 ma le cui cause sono ancora in gran parte ignote.

Per tentare di capire questo mistero i ricercatori sono andati alla ricerca di coppie di stelle simili e dopo un lungo lavoro analisi delle foto scattate negli anni dai due telescopi hanno scoperto 5 possibili sosia di Eta Carinae. 

Stelle come queste sono molto rare e per trovarle i ricercatori hanno dovuto spingere il loro sguardo al di fuori dei confini della Via Lattea. Le 5 'gemelle Eta' si trovano tutte in altre galassie, a una distanza minima di 15 milioni di anni luce, e per poterle analizzare meglio bisognerà attendere il nuovo potentissimo telescopio spaziale James Webb, della Nasa, la cui messa in orbita è prevista nel 2018.


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Telescópio da Nasa registra buraco negro ‘arrotando’ gás


Image captionNo destaque à esquerda, a galáxia NGC 5195 nos limites da "irmã" maior, a NGC 5194; à direita, a galáxia em visão de raio-X
Astrônomos identificaram duas enormes ondas de gás sendo "arrotadas" por um buraco negro no coração de uma galáxia próxima.
As porções de gás quente, detectadas em imagens de raio-X pelo telescópio especial Chandra, da Nasa (agência espacial americana), parecem estar varrendo o gás de hidrogênio mais frio que encontra pela frente.
Esse vasto e tortuoso "arroto" está ocorrendo na NGC 5195 - uma irmã menor e menos conhecida da galáxia conhecida como Whirlpool (redemoinho, em inglês), ou NGC 5194, a 26 milhões de anos-luz de distância da Terra.
Trata-se, portanto, de um dos buracos negros mais próximos a expelir gás dessa maneira.
A descoberta, anunciada na reunião anual da AAS (Sociedade Astronômica Americana), na Flórida, é um exemplo dramático de interação, ou feedback, entre um super buraco negro e sua galáxia de origem.
"Acreditamos que esse feedback impeça as galáxias de se tornarem muito grandes", disse Marie Machacek, co-autora do estudo e pesquisadora do centro de astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA.
"Mas, ao mesmo tempo, ele pode ser responsável pela formação de algumas estrelas. Isso mostra que buracos negros podem criar, e não apenas destruir."

Emissões ancestrais

Buracos negros são conhecidos por consumir gás e estrelas, mas os dois arcos de material revelados agora equivalem a um arroto após uma grande refeição, afirma a equipe responsável pelo estudo.
O buraco negro no centro da NGC 5195 provavelmente se "empanturrou" de gás emitido pela interação dessa pequena galáxia com sua irmã maior, a galáxia espiral NGC 5194. À medida que essa matéria foi caindo no buraco negro, enormes porções de energia teriam sido lançadas - causando as explosões.
Image captionImagem aproximada mostra o fenômeno ocorrendo na galáxia NGC 5195
Eric Schlegel, da Universidade do Texas em San Antonio (EUA), liderou o estudo e explicou que a observação crucial para identificação do fenômeno foi o gás mais frio de hidrogênio sendo empurrado pelas ondas quentes de raios-X.
Um brilho vermelho, que indica a presença de hidrogênio, foi visto em uma faixa estreita bem à frente da onda mais periférica, em imagens de um telescópio do observatório de Kitt Peak, no Arizona (EUA).
"Se não fosse por essa imagem do hidrogênio, eu teria duvidado (do fenômeno)", disse Schlegel à BBC. "Eu teria dito: talvez seja massa entrando ou saindo."
Mas a mancha de hidrogênio, espalhada em uma forma fina que acompanha o arco de gás quente visto nas imagens de raio-X do telescópio Chandra, caracteriza o fenômeno mais como "arroto" do que um "gole".
Na verdade, trata-se de uma onda de choque cósmica de um "arroto" bem velho. A equipe calcula que a onda mais interna de gás quente provavelmente levou 3 milhões de anos para atingir sua posição atual - a onda mais externa teria demorado o dobro de tempo.
"Acreditamos que esses arcos representam fósseis de duas enormes explosões registradas quando o buraco negro expeliu material para a galáxia", disse Christine Jones, co-autora da pesquisa e pesquisadora do centro Harvard-Smithsonian.
"Essa atividade provavelmente teve um grande efeito na paisagem galáctica", afirmou.
Se super buracos negros centralizados como esse normalmente expelem gás dessa maneira, isso pode explicar a razão pela qual galáxias elípticas como a NGC 5195 tendem a não ter muita atividade de formação de estrelas, disse Schlegel.
Enquanto isso, a explosão também atrai para a NGC 5195 (também conhecida como Messier 51b) a atenção que normalmente perderia para a enorme NGC 5194, a Whirpool ou Messier 51a, com a qual está colidindo de forma gradual.

"Ela (Whirlpool) ganha toda a atenção", diz Schlegel. "A pobre companheira recebe muito pouco - mais acho que isso irá mudar."

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Arrivano le prime stelle cadenti del 2016

Arrivano le prime stelle cadenti del 2016, le Quadrantidi (fonte: Mike Lewinski)Arrivano le prime stelle cadenti del 2016, le Quadrantidi (fonte: Mike Lewinski)
Lo spettacolo delle stelle cadenti previsto per stanotte minacciato dal maltempo: lo sciame delle Quadrantidi ha salutato la Terra all'alba ed è visibile anche oggi, dopo il tramonto, ma nuvole e pioggia potrebbero fare da guastafeste.

Le Quadrantidi sono le prime meteore del 2016. Questo sciame di meteore, sottolinea l'Unione Astrofili Italiani (Uai), è fra i maggiori dell'anno: in genere durante il picco ci possono anche essere circa 100 meteore all'ora e circa 50 nelle ore successive. Tuttavia, nonostante la frequenza elevata, ''queste stelle cadenti non sono molto luminose, quindi non sono paragonabili alle Perseidi e Geminidi'', dice l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. 

Sono delle meteore attraenti già dal nome, sottolinea Masi, che richiama una costellazione che non c'è più, il Quadrante Murale che è stata cancellata dai cataloghi negli anni '30 e le sue stelle riciclate nella costellazione Bootes. Infatti lo sciame sembra scaturire dal Bootes, che si trova in una zona del cielo molto 'movimentata' in queste notti: è la stessa infatti dove è visibile con piccoli telescopi amatoriali o un binocolo anche la cometa di Natale, Catalina. 

L'altro motivo che secondo Masi rende interessante questa pioggia di stelle cadenti è la sua origine: ''è prodotta infatti dai detriti lasciati dall'asteroide 2003EH1 che è il relitto di una cometa osservata nel '400 da astronomi cinesi e giapponesi''

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sábado, 2 de janeiro de 2016

Il cielo del 2016 nel segno di Mercurio

L'anno si apre con la cometa Catalina, poi Marte ed eclissi di Sole


Il transito di Mercurio contro il disco del Sole (fonte: Hinode JAXA/NASA/PPARC)Il transito di Mercurio contro il disco del Sole (fonte: Hinode JAXA/NASA/PPARC)
Sarà un ricco 'cartellone' di eventi, quello che verrà offerto dal cielo nel 2016: il protagonista assoluto sarà Mercurio, che a maggio transiterà davanti al disco solare offrendo uno spettacolo atteso da ben 10 anni. La scena gli verrà poi rubata da Marte, che tornerà in opposizione dopo due anni per farsi ammirare meglio, e dopo ancora dal Sole, che affronterà ben due eclissi. Nell'attesa tra uno spettacolo e l'altro, vivaci intermezzi garantiti da piogge di stelle cadenti e dall'immancabile cometa Catalina.

''Sarà proprio Catalina a farci gli auguri di Capodanno'', afferma l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. Nelle prime ore del 1 gennaio la cometa sarà angolarmente vicina alla brillante stella Arturo, nella costellazione di Boote. Nelle settimane successive continuerà a farci compagnia, e proprio ''il 17 gennaio raggiungerà la minima distanza dalla Terra'', come ricordano gli esperti dell'Unione Astrofili Italiani (Uai). Il 9 marzo sarà il giorno dell'eclissi totale di Sole. ''Purtroppo non sarà visibile in Italia, ma solo nell'Oceano Pacifico'', spiega Paolo Volpini della Uai. L'appuntamento si rinnoverà il 1 settembre con un'eclissi anulare ''che sarà visibile in Africa Centrale, Oceano Indiano e Oceano Atlantico'', aggiunge l'esperto.

Il 9 maggio toccherà a Mercurio l'ardua impresa di oscurare il Sole: ci proverà timidamente, trasformandosi in un piccolo puntino nero che attraverserà il grande disco solare in una lenta marcia lunga sette ore. Dunque telescopi puntati con le dovute precauzioni per la vista, per non perdere uno spettacolo atteso da 10 anni che si ripresenterà solo nel 2019. Pochi giorni dopo, il 22 maggio, sarà il turno di Marte, che tornerà in opposizione dopo due anni offrendoci le migliori condizioni di visibilità: ''sarà più vicino a noi rispetto al 2014 - sottolinea Masi - ma sarà un po' penalizzato per l'altezza più bassa sull'orizzonte nei cieli italiani''.

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Le stelle cadenti salutano gennaio, con Venere e Saturno

Le Quadrantidi salutano il cielo di gennaio (fonte: NASA, Marshall Space Flight Center)Le Quadrantidi salutano il cielo di gennaio (fonte: NASA, Marshall Space Flight Center)
Come fuochi artificiali un po' fuori tempo, le prime a salutare il cielo di gennaio saranno le scie luminose delle Quadrantidi, che sono tra i più ricchi sciami di meteore dell'anno. In loro compagnia, informa l'Unione Astrofili Italiani (Uai), darà spettacolo la congiunzione tra Venere e Saturno, Mercurio e Marte. Il 17 si avvicinerà anche la cometa Catalina, arrivata prima di Natale.

Tuttavia già dal primo gennaio sarà possibile scorgerla vicino alla brillante stella Arturo e progressivamente sarà sempre più alta sull'orizzonte. La cometa raggiungerà la distanza minima dalla Terra il 17 gennaio e per vederla, guardando vero Est nelle ore centrali della notte, sarà necessario almeno un binocolo.

La 'pioggia' più intensa delle Quadrantidi è attesa per il 4 gennaio, nella seconda metà della notte e in particolare nelle ore più vicine al mattino. La luce intensa della Luna, ancora intensa, potrebbe rovinare lo spettacolo, ma fortunatamente nelle ore che precedono l'alba sarà molto bassa sull'orizzonte. 

La mattina del 9 gennaio vedrà protagonisti Venere e Saturno, in una congiunzione davvero stretta: i due pianeti si troveranno alla minima distanza fra loro, equivalente a circa un sesto del diametro della Luna. Altre congiunzioni del cielo di gennaio sono quelle tra Luna e Pleiadi, prevista per la sera del 19, e tra la Luna e Giove, nella notte tra il 27 e il 28.

Mercurio sarà ben visibile la sera: dal primo gennaio tramonta un'ora e mezza dopo il Sole e si può cercare di scorgerlo guardando verso Ovest all'inizio della sera. Marte è invece visibile nella seconda parte della notte, guardando a Sud-Est.

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sábado, 26 de dezembro de 2015

Noite de Natal tem tipo de lua que só acontecerá novamente daqui a 19 anos





O DIA

Batizada de ‘milagre natalino’, a lua cheia não coincidia com o dia 25 de dezembro desde 1977


Rio - Quem olhou para o céu na noite de Natal ganhou um presente muito especial: uma lua, em sua fase mais cheia e de um brilho intenso. Batizada de ‘milagre natalino’, a lua cheia não coincidia com o dia 25 de dezembro desde 1977. Quem ainda não teve a oportunidade de vê-la, poderá olhar para ela até a próxima quinta-feira. Na sexta-feira, ela passará para a fase minguante. De acordo com a agência americana espacial (Nasa), o evento raro só irá acontecer novamente daqui a 19 anos.
A coincidência da lua cheia no Natal não acontecia desde 1977
Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Prima foto dell'asteroide di Natale

Rappresentazione artistica del passaggio di un asteroide vicino alla TerraRappresentazione artistica del passaggio di un asteroide vicino alla Terra
Prima foto dell'asteroide di Natale. Si chiama 2003 SD220 e il 24 dicembre passerà a 11 milioni di chilometri dalla Terra. L'hanno immortalato i tecnici del Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa ed è una vecchia conoscenza della Terra: tre anni fa aveva salutato il nostro pianeta dalla distanza di 28 milioni di chilometri e nel 2018 si avvicinerà ancora di più, a 2,7 milioni di chilometri. Oltre all'asteroide ci sarà anche la luna piena a rendere astronomicamente unico questo Natale. Non accadeva dal 1977 di avere la luna piena nel cielo di Natale: un evento raro che accadrà di nuovo solo nel 2034. E' una lunga attesa, quindi, sottolinea la Nasa, non perdete l'occasione di guardare il cielo la notte di Natale.

Il passaggio avverrà in tutta sicurezza, sottolinea Paul Chodas, direttore del Centro per lo studio degli oggetti vicini alla Terra (Neo) della Nasa. ''E' vero che sarà l'oggetto che più si avvicinerà alla Terra, oltre a Babbo Natale e alle sue renne” dice scherzando. Ma il passaggio, rassicura Chodas, “avverrà in tutta sicurezza a circa 28 volte la distanza tra la Terra e la Luna''.

L'asteroide è stato fotografato con l'antenna del Deep Space Network di Goldstone, in California, tra il 17 dicembre e il 22 dicembre, quando era a circa 12 milioni di chilometri dalla Terra. ''Le immagini radar mostrano che l'asteroide ha una forma allungata e la sua lunghezza è di circa 1.100 metri'', spiega Lance Benner di Jpl. ''I dati acquisiti durante il passaggio - aggiunge - ci aiuteranno a programmare altre osservazioni radar durante il suo prossimo avvicinamento nel 2018''. Poi bisognerà aspettare il 2070, quando l'asteroide passerà a circa 2,7 milioni di chilometri dal nostro pianeta. 

Per chi guarderà il cielo questa notte, sottolinea John Keller, del Goddard Space Flight Center della Nasa, osservando la luna ''vale la pena ricordare che è molto più di un vicino di casa celeste''. La storia geologica della Luna e della Terra, aggiunge ''sono intimamente legate, al punto tale che la Terra sarebbe un pianeta completamente diverso senza la Luna''.

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Il segreto delle eruzioni solari

Eruzione solare (fonte: NASA)Eruzione solare (fonte: NASA)
Diventa possibile capire se un'eruzione solare, uno degli eventi più temuti dell'astrofisica perchè potenzialmente pericoloso per la Terra e le missioni spaziali, avrà luogo veramente creando possibili problemi o se finirà invece in un semplice 'falso allarme'. Il metodo che lo permette, pubblicato sulla rivista Nature, è stato scoperto dal Laboratorio di fisica del plasma di Princeton, del Dipartimento dell'Energia degli Stati Uniti. 

Le eruzioni solari, massicce esplosioni che scagliano nello spazio sciami di particelle, possono essere molto pericolose per gli astronauti impegnati nelle missioni spaziali e dannose per la Terra, perchè possono provocare tempeste geomagnetiche di diversa intensità, le più potenti delle quali possono daneggiare i satelliti per le telecomunicazioni e reti elettriche.

Per questo è importante sapere quando è in arrivo un'eruzione e quando quella che sembra l'inizio di un'esplosione è in realtà un falso allarme. I ricercatori american, coordinati da Clayton Myers, hanno identificato un meccanismo che permette di capire la portata delle eruzioni prima che 'lascino' il Sole, distinguendo tra l'inizio di esplosioni e accumuli che non portano a niente. 

Le eruzioni violente hanno origine da un improvviso rilascio di energia magnetica immagazzinato nello srati più esterno dell'atmosfera del Sole, la corona solare. Il rilascio di energia avviene in corrispondenza delle strutture chiamate corde di flusso magnetico, che si sviluppano sulla superficie del Sole in modo irregolare e che sono molto instabili: possono esplodere o collassare.

Gli esperimenti condotti a Pinceton hanno permesso di scoprire che i collassi avvengono quando il campo magnetico è forte abbastanza da evitare che la corda si attorcigli e destabilizzi, generando un'eruzione.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

La Luna 'gioca' di nuovo con la stella Aldebaran

Ricostruzione dell'occultazione: Aldebaran scompare dietro il disco lunare (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0)Ricostruzione dell'occultazione: Aldebaran scompare dietro il disco lunare (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope Project 2.0)
La Luna torna a giocare a 'nascondino' con la stella Aldebaran, proprio come aveva fatto in ottobre. Dopo l'asteroide 'scomparso' e le stelle cadenti, il cielo di Natale torna a dare spettacolo il 23 dicembre. Alle 19.03 la stella, scomparirà improvvisamente alle spalle del disco lunare. L'evento durerà circa un'ora e sarà possibile osservarlo anche sul canale ANSA Scienza e Tecnica, nella diretta organizzata con il Virtual Telescope a partire dalle 18.45.

"Il momento più scenico sarà certamente all'inizio, quando la stella sembrerà scomparire all'improvviso prima ancora di raggiungere la Luna, quasi piena", ha detto l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope. "Aldebaran - ha aggiunto - si avvicinerà infatti verso il bordo ancora buio del nostro satellite e quindi l'effetto sarà molto spettacolare: la stella sembrerà spegnersi all'improvviso mentre si trova nel buio".

Aldebaran, una delle più luminose stelle del cielo e caratterizzata da una luce rossastra, resterà nascosta per circa un'ora alle spalle del disco lunare. Il fenomeno è facilmente osservabile anche a occhio nudo, soprattutto nella prima fase, ma la forte luminosità della Luna limiterà di molto la visibilità della stella. Per questo si consiglio l'uso di un binocolo. Dopo il 'nascondino', la Luna gradualmente abbandonerà la scena, cedendo il passo ai prossimi eventi in programma nel cielo di capodanno nella zona di Arturo, la quarta stella più luminosa che ospiterà in successione la cometa Catalina, il primo gennaio 2016, e una pioggia di meteore, il 3 e 4.

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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Una gigantesca lettera H su una luna di Saturno

Una gigantesca lettera H su Titano (fonte: NASA/JPL/University of Arizona/University of Idaho)
Una gigantesca lettera H su Titano (fonte: NASA/JPL/University of Arizona/University of Idaho)
Una gigantesca lettera H sulla superficie della più grande delle lune di Saturno, Titano: è disegnata dalle dune scure di idrocarburi ed è stata osservata gli strumenti a infrarossi della sonda Cassini, che sono riusciti a vedere cosa si nasconde oltre la coltre di nebbia che avvolge costantemente la luna.

L'immagine è stata scattata dalla sonda, nata dalla collaborazione fra Nasa, Agenzia Spaziale Europea (Esa) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi), durante l'ultimo avvicinamento del 13 novembre scorso. Cassini ha sorvolato la superficie di Titano da un altezza di 10.000 chilometri e ha osservato il lato che era rivolto verso Saturno. La fotografia ritrae le regioni di dune scure, probabilmente di idrocarburi, chiamate Fensal (a nord) e Aztlan (a sud), che sembrano formare una lettera H.

Fra le dune si vede il più grande cratere da impatto mai osservato su Titano, chiamato Menrva. La foto mostra anche il bacino Hotei Regio e la rete di canali che solca i terreni luminosi che circondano le dune. 

Adesso nell’emisfero Nord di Titano è primavera e l’illuminazione delle regioni fotografate è significativamente cambiata rispetto al 2005, quando Cassini si è avvicinata alle stesse zone. A differenza di allora, il Sole adesso illumina le regioni settentrionali mentre quelle meridionali sono in ombra.

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Brasileira na Nasa cria projeto para estimular interesse de crianças pela ciência

 Duilia de MelloImage copyrightDuilia de Mello
Image captionAstrofísica criou ONG para ajudar crianças pobres a seguir carreira científica
Da BBC - Fazer uma borboleta era o desafio autoimposto à aluna de 12 anos de um modesto colégio de freiras no subúrbio de Brás de Pina, no Rio de Janeiro.
O professor de ciências havia explicado naquela tarde como uma lagarta virava uma borboleta. Disposta a testar a ideia, a menina colocou um casulo dentro de um vidro de maionese, fez uns furinhos na tampa e esperou. Nasceu uma borboleta, como dissera o professor. Mas ela tinha as asas amassadas e não conseguia voar.
Arrasada, a menina cobrou explicações do professor. "Eu não sei o que aconteceu", ele disse. "Mas talvez tenha faltado água", arriscou.
Ela arrumou outro casulo no quintal e o depositou com cuidado no vidro de maionese. Colocou um pouco de água lá dentro e, ai sim, fechou com a tampa furada.
"Deu certo, eu consegui fazer uma borboleta", conta Duília de Mello. "Eu não duvidei da palavra dele, nem aceitei: eu fui lá, testei e consegui provar. Acho que foi a primeira vez que a minha curiosidade científica foi despertada", conta ela que, hoje, aos 50 anos, é astrofísica da Nasa, a agência espacial americana.
Nada mal para a menina de origem humilde, nascida em Jundiaí, no interior de São Paulo, e criada no subúrbio do Rio por um pai alcoólatra e uma mãe zelosa.
Agora, para que cada vez mais crianças consigam superar as adversidades e se interessar por carreiras científicas, Duilia está criando a ONG Mulher das Estrelas (http://mulherdasestrelas.com), reunindo uma rede de mentores de diferentes especialidades, como física, matemática e robótica.
Duilia de MelloImage copyrightDuilia de Mello
Image captionProjeto quer estimular clubes de ciências e competição entre escolas
A astrônoma já conta com a ajuda de 20 profissionais. A ideia é estimular a criação de clubes de ciências e as competições científicas entre as escolas, com a curadoria à distância desses especialistas, para fazer com que crianças de origem pobre por todo o Brasil possam ganhar asas e mirar estrelas.
"Quero poder ajudar às pessoas que não tiveram tanta sorte quanto eu, ou que não tiveram uma mãe tão empenhada como a minha", diz ela, em entrevista por telefone, de Washington.
Informalmente, ela afirma já fazer essa espécie de mentoria à distância. "Muitos desses estudantes me acham na internet, me mandam mensagens. Eu respondo a todas elas, explico como é a profissão."

Perdidos no Espaço

Já na pré-adolescência Duília foi fisgada pelo fascínio da ficção científica. Era fã de Jornada nas Estrelas e Perdidos no Espaço, clássicos da televisão dos anos 60.
"Sempre fui apaixonada pelo Universo e, desde pequena, queria entender como ele funcionava tão bem sendo tão complexo", contou.
"No fim dos anos 1970 eu vivia vidrada nas descobertas das naves espaciais da Nasa, Pioneer 10 e 11, que estavam visitando Júpiter e Saturno. Naquela época não tínhamos internet, e o acesso à informação era bem restrito, principalmente para quem era de classe média baixa, como nós. Lembro de uma revistaManchete com uma grande reportagem sobre Júpiter. Fiquei impressionadíssima."
Duilia de MelloImage copyrightDuilia de Mello
Image captionCientista era fascinada por ficção científica na adolescência
Enquanto o pai de Duília lutava contra o alcoolismo e tentava ganhar algum dinheiro para sustentar a família - primeiro como caminhoneiro, depois com um negócio de locação de mesas de totó (pebolim) -, a mãe dedicou a vida a fazer com que os quatro filhos estudassem. E conseguiu.
"Mas quando eu dizia que queria fazer astronomia, todo mundo falava que eu era maluca, inclusive minha mãe", lembra Duília.
Muitos professores tentaram convencê-la a seguir carreiras "mais sólidas", como medicina ou engenharia. Mas foi um professor de História quem acabou batendo o martelo: "É melhor ela ser uma astrônoma feliz que uma engenheira frustrada."
Após a graduação na UFRJ, Duília fez um mestrado no Instituto Nacionais de Pesquisas Espaciais (INPE) e um doutorado na USP.

Carreira na Nasa

Há 13 anos ela trabalha na Nasa - o que acabou acontecendo como um desdobramento natural de seus trabalhos no mestrado e no doutorado - quando foi cursar o pós-doutorado no Instituto do Telescópio Espacial Hubble.
Ela é pesquisadora do Goddard Space Flight Center (centro que gerencia as comunicações com os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional) e especialista na análise de imagens do telescópio Hubble.
Na Nasa, Duília foi responsável pela descoberta da supernova SN 1997D e participou também da descoberta das chamadas bolhas azuis - as estrelas órfãs, sem galáxias.
"Em 2008, detectamos umas bolhas azuis, estrelas solitárias que vivem entre as galáxias, que são formadas fora das galáxias. Tanto podem ser pequenos aglomerados de estrelas como galáxias anãs, que podem acabar engolidas pelas galáxias vizinhas. Enfim, é um mecanismo interessante de pensar a evolução das galáxias" explica Duília.
Em 2013 ela foi escolhida como uma das dez mulheres que mudam o Brasil em ranking elaborado pela Barnard College, da Universidade de Columbia (EUA).

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