segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Hubble detecta galáxia 'solitária' a 9 milhões de anos-luz do Sistema Solar

Vizinha mais próxima da DDO 190 fica a 3 milhões de anos-luz de distância.
Corpo celeste anão é irregular, pequeno e sem estrutura bem definida.

Do G1, em São Paulo

O telescópio Hubble, operado pela agência espacial americana (Nasa) e pela Agência Espacial Europeia (ESA), flagrou uma galáxia isolada chamada DDO 190, a cerca de 9 milhões de anos-luz do nosso Sistema Solar.

Sua vizinha mais próxima, a DDO 187, fica a 3 milhões de anos-luz de distância, o que supera o espaço entre a nossa Via Láctea e Andrômeda.

Esse corpo celeste é uma galáxia-anã irregular, relativamente pequena e sem estrutura bem definida.
Ela é formada por estrelas mais velhas e avermelhadas, principalmente nas bordas, enquanto seu interior contém astros mais jovens e azuis. O Hubble captou a imagem em luz visível e infravermelha.

Galáxia DD0 190 (Foto: ESA/Hubble & Nasa) 
DD0 190 foi descrita pela primeira vez em 1959 e pertence ao grupo de galáxias Messier 94 (Foto: ESA/Nasa)
 
A DDO 190 tem alguns bolsões de gás ionizado que aquecem as estrelas, e a mais brilhante delas pode ser vista mais abaixo do centro da imagem. Ao fundo, aparece um grande número de galáxias espirais, elípticas e também de formato menos claro.

Essa galáxia faz parte do grupo Messier 94, localizado não muito longe do Grupo Local, dominado pela Via Láctea e por Andrômeda, mas composto também por várias outras galáxias-satélite.

O astrônomo canadense Sidney van der Bergh foi o primeiro a registrar a DDO 190, em 1959, como parte de um catálogo de galáxias-anãs.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Hubble flagra colisão entre dois aglomeradores estelares

Região da Nebulosa da Tarântula é considerada 'berçário de estrelas'.
Local fica a 170 mil anos-luz da Terra na Grande Nuvem de Magalhães

Do G1, em São Paulo

O telescópio espacial Hubble flagrou a colisão entre dois aglomerados estelares a 170 mil anos-luz da Terra na galáxia Grande Nuvem de Magalhães. A imagem foi feita em 2009 e a descoberta divulgada nesta quinta-feira (16).

À primeira vista, a imagem parece mostrar apenas um aglomerado de estrelas na região da Nebulosa da Tarântula. Mas análises mostraram que se trata, na realidade, de dois grupos em processo de fusão.

A região é conhecida dos cientistas por ser um verdadeiro berçário estelar, formando novas estrelas há 25 milhões de anos. A colisão em andamento pode explicar porque a área é tão fértil.

A fotografia feita pelo Hubble mostra os dois aglomerados estelares em colisão (Foto: NASA, ESA, R. O'Connell (University of Virginia), and the Wide Field Camera 3 Science Oversight Committee) 
A fotografia feita pelo Hubble mostra os dois aglomerados estelares em colisão (Foto: NASA, ESA, R. O'Connell (University of Virginia), and the Wide Field Camera 3 Science Oversight Committee)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sonda da Nasa encontra gás hélio na superfície da Lua

Descoberta confirma resultados obtidos por astronautas da Apollo 17.
Cientistas não sabem de onde vem o gás encontrado.

Do G1, em São Paulo
Fenômeno do ‘Supermoon’ acontece na noite deste sábado (5) (Foto: Laboratório Nacional de Astrofísica de Itajubá) 

A Lua mostra sempre a mesma face para a Terra
 (Foto: Laboratório Nacional de Astrofísica de Itajubá)
Cientistas que trabalham com a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da Nasa, informaram que encontraram o gás nobre hélio na rarefeita atmosfera da Lua. A descoberta confirma dados recolhidos por um experimento feito em 1972 na superfície do satélite pelos astronautas da Apollo 17.

O objetivo principal dos pesquisadores envolvidos é mapear o lado “oculto” da Lua. Por causa da interação entre as gravidades da Terra e da Lua, o satélite demora praticamente o mesmo tempo para girar em torno de seu eixo e para dar uma volta em torno do nosso planeta. É por isso que nós vemos sempre o mesmo lado da Lua. Os únicos seres humanos que já observaram o lado de lá são os astronautas que viajaram nas missões Apollo.

No entanto, o grupo de cientistas expandiu a missão para analisar também a atmosfera do satélite – tão fina que é quase inexistente. Em estudos anteriores, eles já tinham detectado a presença de hidrogênio, argônio e mercúrio no local.

Segundo Alan Stern, líder da equipe, resta saber agora se o gás hélio tem sua origem na própria Lua ou se foi levado até ela por ventos solares.

Ilustração mostra como é a sonda lunar LRO (Foto: Nasa)

Ilustração mostra como é a sonda lunar LRO (Foto: Nasa)

Estudo conclui que Sol é 'o objeto natural mais redondo já medido'

Pesquisa mostrou ainda que formato do astro varia menos que o esperado.
Astrônomo brasileiro integrou a equipe que fez a descoberta.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo

Uma equipe internacional de cientistas, com a participação de um astrônomo brasileiro, revelou que o Sol é “o objeto natural mais redondo já medido”. O estudo que chegou à conclusão foi publicado nesta quinta-feira (16) na edição online da prestigiada revista “Science”.

Além disso, eles descobriram que o formato e o tamanho do Sol são constantes, o que é uma novidade. O Sol tem ciclos de 11 anos, em que seu campo magnético sofre variações. Até esse momento, os astrônomos acreditavam que o formato da estrela também passava por alterações, mas o atual estudo mostrou que isso não acontece.

Imagem do Sol obtida pelo SDO e usada no estudo (Foto: Nasa/SDO)

Imagem do Sol obtida pelo SDO e usada no estudo (Foto: Nasa/SDO)
A nova medição foi feita com dados obtidos pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), um satélite da Nasa que fica na órbita da Terra. De lá, não sofre influência da atmosfera da Terra, que distorce toda luz que passa por ela. Essa é, portanto, a medida mais precisa já feita da forma do Sol.

O Sol tem um formato elíptico, assim como a Terra. No entanto, a Terra tem uma diferença considerável no tamanho de seu raio em relação ao Equador e aos pólos. No Sol, essa variação é muito pequena. Se o astro fosse do tamanho de uma bola de futebol, a diferença não seria maior que a grossura de um fio de cabelo humano.

“Achava-se que haveria um achatamento dos polos maior do que a gente encontrou”, afirmou Marcelo Emílio, professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR). Ele desenvolveu o trabalho durante estudos de pós-doutorado na Universidade do Havaí, nos EUA, em parceria com os pesquisadores Jeff Kuhn e Isabelle Scholl. Rock Bush, da Universidade de Stanford, nos EUA, também assina o estudo.

Rotação
Emílio explicou que a composição do Sol faz com que ele tenha movimentos muito diferentes dos da Terra. O que vemos do astro é sua parte externa, formada por gases, e esses gases se comportam de maneira diferente do nosso planeta – rochoso –, que os cientistas chamam de “corpo rígido”. Por isso, ele gira mais rápido no Equador do que nos polos.

Os autores acreditam que a descoberta sobre a forma do Sol possa ter relação com a rotação do astro. “Estamos tentando entender melhor os mecanismos que fazem o Sol funcionar como funciona”, disse o pesquisador brasileiro.

A partir daí, novos estudos podem ser feitos nesse sentido, para chegar a uma previsão mais precisa do comportamento solar. “Não conhecemos as variações do sol em longo prazo”, completou Emílio.

As variações na rotação do Sol influenciam a atividade da estrela de várias formas. Uma delas é seu campo magnético, que tem ciclos em que fica mais fraco ou mais forte. Neste ano, várias tempestades magnéticas do Sol já atingiram a Terra, e esse fenômeno afeta o funcionamento de satélites e a comunicação por rádio.

Cientistas encontram ‘supermãe’ espacial

Aglomerado estelar gera 740 novas estrelas por ano.
Objeto recém-descoberto foi batizado de 'Fênix'.

Do G1, em São Paulo

Cientistas da Nasa anunciaram nesta quarta-feira (15) a descoberta de uma “supermãe” espacial, com a ajuda do telescópio de raios-X Chandra. O aglomerado estelar, batizado de Fênix, “dá à luz” 740 estrelas por ano – para efeito de comparação, a nossa galáxia, a Via Láctea, gera uma mísera estrela anualmente.
O aglomerado Fênix está a 5,7 bilhões de anos-luz da Terra e é o maior emissor de raios-X já visto.

Ilustração mostra a galáxia central do aglomerado Fênix, que gera 740 novas estrelas anualmente (Foto: AP/Nasa)

Ilustração mostra a galáxia central do aglomerado Fênix, que gera 740 novas estrelas anualmente (Foto: AP/Nasa)
Fotografia mostra o aglomerado estelar Fênix (Foto: Nasa)

Fotografia mostra o aglomerado estelar Fênix (Foto: Nasa)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Telescópio no Chile faz nova imagem de nebulosa escura

Nebulosa do Cachimbo fica a cerca de 700 anos-luz da Terra.
Fenômeno acontece por acúmulo de poeira cósmica.

Do G1, em São Paulo

Nebulosa do Cachimbo (Foto: ESO)

Nebulosa do Cachimbo (Foto: ESO)
Astrônomos publicaram nesta quarta-feira (15) uma nova imagem de uma nebulosa escura a cerca de 700 anos-luz da Terra. A Nebulosa do Cachimbo, também chamada de Barnard 59, fica próxima ao centro da Via Láctea, na constelação de Serpentário.

Quando as nebulosas escuras foram descobertas, os astrônomos pensavam que essas áreas do céu não teriam estrelas. Hoje, eles sabem que são regiões com camadas muito espessas de poeira cósmica, que bloqueiam o brilho das estrelas que existem por lá.

A imagem foi feita com o instrumento Wide Field Imager, instalado em um telescópio no Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com participação brasileira.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Novos meteoros que passaram pela Terra são vistos no Hemisfério Norte

Chuva de Perseidas pode ser observada todo mês de agosto.
Terra cruzou com cometa Swift-Tuttle e 'varreu' seus pedaços.

Do G1, em São Paulo

Uma nova chuva de meteoros apareceu no céu do Hemisfério Norte na madrugada desta segunda-feira (13).

O fênomeno, que começou no fim de semana e se repete sempre em agosto, ocorre porque a Terra passou próximo do cometa Swift-Tuttle e "varreu" os detritos espaciais deixados por ele.

A foto abaixo foi tirada na vila de Kuklici, na Macedônia, conhecida por suas centenas de pedras naturais.

Meteoros (Foto: Ognen Teofilovski/Reuters)

Meteoro passa sobre pedras naturais na vila de Kuklici, na Macedônia 
(Foto: Ognen Teofilovski/Reuters)

Nesta outra imagem, feita após uma longa exposição, a chuva de meteoros Perseidas – assim chamados porque ficam na constelação de Perseu – surge atrás de uma árvore perto da cidade de Mitzpe Ramon, no sul de Israel.

Meteoros (Foto: Amir Cohen/Reuters)

Imagem feita após longa exposição mostra 'chuva de meteoros' atrás de árvore
 (Foto: Amir Cohen/Reuters)


Curiosos se reuniram no domingo (12) em Mitzpe Ramon para assistir ao espetáculo no céu.

Meteoros Israel (Foto: Amir Cohen/Reuters)

Curiosos passaram a noite de domingo em parque de Israel para ver espetáculo 
(Foto: Amir Cohen/Reuters)

Abaixo, meteoros foram vistos no sábado (11) em Silver Springs, Nevada, nas ruínas do parque estadual Forte Churchill, construído em 1861 pelo Exército dos EUA para proteger seus primeiros colonizadores.

Meteoros EUA (Foto: Kevin Clifford/AP)

Meteoros também cruzaram o céu dos EUA no parque Forte Churchill, em Nevada
 (Foto: Kevin Clifford/AP)

Acceso il telescopio più grande d'Europa

La grande antenna del Sardinia Radio Telescope (fonte: INAF- Osservatorio Astronomico di Cagliari)  
La grande antenna del Sardinia Radio Telescope 
(fonte: INAF- Osservatorio Astronomico di Cagliari)
 
Primo sguardo al cielo per il telescopio più grande d'Europa, il Sardinia Radio Telescope (Srt), realizzato on Sardegna, a circa 35 chilometri da Cagliari, grazie alla collaborazione tra Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e con il supporto del ministero per l’Istruzione, l’Università e la Ricerca (Miur) e della Regione Sardegna

Alto circa 70 metri e pesante circa 3.000 tonnellate, il telescopio Srt ha una parabola del diametro di 64 metri, i cui movimenti sono assicurati da un sistema di 16 ruote su un cerchio di rotaie di 40 metri. Eil secondo più grande radiotelescopio al mondo con una superficie attiva,è cioè in grado di mantenere la forma ideale della sua enorme parabola, annullando le sollecitazioni dovute alla forza di gravità e ai venti. Questa caratteristica permette a Srt di concentrare al meglio i deboli segnali provenienti dai più remoti angoli del cosmo, migliorando la qualità delle sue osservazioni. Molti dei suoi strumenti di ricezione e di elaborazione sono stati sviluppati da personale dell’ Inaf.

Oltre al riflettore primario, Srt ha un riflettore secondario e altri due specchi all’interno della stanza dei ricevitori. Questo complesso sistema di superfici riflettenti fornisce quattro posizioni focali distinte, in ognuna delle quali possono essere alloggiati diversi ricevitori selezionabili automaticamente tramite sistemi robotici.
L’entrata in funzione del radiotelescopio è motivo di ‘’grande soddisfazione e commozione per chi, come me, ha creduto a questo strumento da più di dieci anni’’, ha detto il presidente dell’Inaf, Giovanni Bignami. Grande soddisfazione anche del responsabile

del progetto Srt, Nicolò D’Amico, dell’Osservatorio di Cagliari dell’Inaf e dell’università di Cagliari. Questo strumento, ha detto, ‘’rappresenta una delle punte di eccellenza su cui la Regione Sardegna sta investendo“. Srt, ha proseguito, ‘’è innanzitutto uno strumento astronomico, fratto per registrare segnali che provengono dal lontano universo’’. Inoltre, ha detto ancora, Srt ‘’è qualificato per funzionare come centro di raccolta dei dati delle sonde interplanetarie, da qui l’interesse dell’Agenzia Spaziale Italiana e delle altre agenzie spaziali internazionali’’.

www.ansa.it

Eclipse raro mostra Vênus e Lua crescente no Japão

Fenômeno pôde ser visto na cidade japonesa de Sapporo.
Trânsito de Vênus durou cerca de 40 minutos.

Do G1, em São Paulo

Moradores da cidade de Sapporo, no norte do Japão, puderam observar um fênomeno raro: eclipse envolvendo Vênus transitando sobre a Lua crescente, que durou cerca de 40 minutos. (Foto: Kyodo News / AP Photo) 
Moradores da cidade de Sapporo, no norte do Japão, puderam observar um fênomeno raro: eclipse envolvendo Vênus transitando sobre a Lua crescente, que durou cerca de 40 minutos. (Foto: Kyodo News / AP Photo)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Filamento em forma de 'chicote' é visto sobre a superfície do Sol

Do G1, em São Paulo

Uma nova imagem feita pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial americana (Nasa) mostra um longo filamento, em forma de "chicote", sobre a superfície do Sol.

Sol (Foto: Nasa/SDO)Filamento mais escuro sobre o Sol, visto no centro da imagem, é formado por nuvens frias
 (Foto: Nasa/SDO)
 
Esse arco mais escuro, que se estende por mais de 800 mil km ao redor da nossa principal estrela, é formado por nuvens frias que são "amarradas" ao Sol por forças magnéticas instáveis.

O registro ocorreu entre segunda (6) e quarta-feira (8) e foi divulgado agora pela Nasa, que também fez um vídeo.

Curiosos passam a noite em parque espanhol para ver chuva de meteoros

Do G1, em São Paulo

Uma chuva de meteoros foi observada na madrugada deste domingo (12) na reserva natural El Torcal, localizada na cidade de Antequera, no sul da Espanha.

O fenômeno, chamado de Perseidas – porque fica na constelação de Perseu, no Hemisfério Norte –, pode ser visto sempre em agosto, quando a Terra cruza o cometa Swift-Tuttle e "varre" os pedaços deixados por ele.

Chuva de meteoros (Foto: Jon Nazca/Reuters)Chuva de meteoros foi vista em reserva no sul da Espanha nesta madrugada
 (Foto: Jon Nazca/Reuters)
 
As imagens foram registradas após uma longa exposição fotográfica. Algumas pessoas passaram a noite no parque espanhol.

Meteoro espera (Foto: Jon Nazca/Reuters)Curiosos dormiram no parque El Torcal, após a observação do fenômeno no céu
 (Foto: Jon Nazca/Reuters)
 
A Lua atrapalhou um pouco a visualização, pois a Terra está na fase minguante e apenas os meteoros mais brilhantes se tornam evidentes. Além disso, como a constelação de Perseu está muito ao norte, fica mais fácil observá-la da Europa, por exemplo.

A chuva atingiu seu ponto máximo neste domingo, mas ainda na madrugada desta segunda (13) será possível ver alguma coisa.

Na imagem abaixo, um homem e uma mulher oferecem água para uma raposa selvagem, enquanto aguardavam a observação dos meteoros, por meio de um telescópio.

Raposa (Foto: Jon Nazca/Reuters)Homem e mulher dão água para uma raposa selvagem no parque espanhol 
(Foto: Jon Nazca/Reuters)
 
Nesta outra foto abaixo, um meteoro corta o céu noturno (à direita) sobre túmulos medievais na cidade de Radmilje, 180 km ao sul de Sarajevo, na Bósnia-Herzegovina, leste europeu.

Meteoro 2 (Foto: Dado Ruvic/Reuters)Meteoros Perseidas também apareceram no leste europeu, ao sul de Sarajevo
 (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

sábado, 11 de agosto de 2012

Fotografia de Saturno - 03/08/2012



Abaixo, belíssima fotografia do planeta Saturno, gentilmente cedida pelos amigos e astrônomos amadores Fernando Tadeu Candido (Observatório Astronômico Virtual Alfa Centauro-SP) e Antonio Carlos Tavares (Observatório Astronômico Herschel-Santos,SP).



CLIQUE NA FOTOGRAFIA ABAIXO PARA AMPLIÁ-LA:


Temos muito prazer em compartilhar, com nossos leitores e amigos, este belo trabalho que vem sendo realizado por Antonio e Fernando, bem como parabenizá-los, desejando sucesso e céus límpidos em todas as suas jornadas de "desbravamento" do Cosmos.


PS:. Visitem o Blog do Observatório Astronômico Virtual Alfa Centauro
( http://observatrioastronomicoalfacentauro.blogspot.com.br )




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