terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Estrela mais antiga já vista tem mais de 13 bilhões de anos, diz estudo

Astro é quase tão antigo quanto o próprio Universo, afirmam cientistas.
Conhecida como HD 140283, estrela é estudada há mais de um século.

Do G1, em São Paulo

Astrônomos determinam idade de estrela conhecida mais antiga do universo  (Foto: Divulgação/European Southern Observatory) 
Estrela fica a uma distância de 190 anos-luz do
Sistema Solar e é estudada há mais de um século
(Foto: Divulgação/European Southern Observatory)
 
 
Os astrônomos da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, identificaram a estrela HD 140283 como a mais antiga já encontrada no Universo, com pelo menos 13,2 bilhões de anos, podendo chegar até 13,9 bilhões de anos.

A descoberta foi anunciada na quarta-feira (10), durante um encontro da Sociedade Astronômica Americana, em Long Beach, na Califórnia.

"Acreditamos que essa estrela seja a mais antiga do Universo entre as que conhecemos, com uma idade bem determinada", disse o astrônomo Howard Bond, de Penn – como a universidade é conhecida.

A HD 140283 fica a uma distância de aproximadamente 190 anos-luz do Sistema Solar. Ela vem sendo estudada há mais de um século e é formada quase inteiramente por hidrogênio e hélio, os mesmos componentes do Sol.

Para determinar a idade da estrela, Howard Bond e sua equipe fizeram uma série de cálculos, usando as imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble. Primeiro, os astrônomos fixaram a distância entre a estrela e o Sistema Solar para, em seguida, medir o brilho do astro e calcular sua luminosidade.

A equipe explorou, então, o fato de que a HD 140283 está em uma fase de seu ciclo de vida na qual o hidrogênio presente no núcleo está se esgotando. Nessa etapa, ocorre uma diminuição lenta da luminosidade da estrela, o que representa um indicador altamente sensível de sua idade.

O resultado dos cálculos apontou que esse corpo celeste tem 13,9 bilhões de anos, com uma margem de erro de 700 milhões de anos para mais ou para menos. Se essa margem for considerada, a idade da HD 140283 não entra em conflito com a idade do Universo, já que o Big Bang é calculado pelos cientistas como tendo ocorrido há cerca de 13,7 bilhões anos.

Outro astro, conhecido como "Methuselah 2" (Matusalém 2), já havia tido a idade calculada em 13,2 bilhões de anos, mas a equipe de astrônomos afirma que a idade da HD 140283 foi determinada com maior segurança.

Primeira e segunda geração
Para os cientistas, a HD 140283 faz parte de uma segunda geração de estrelas, criada após o Big Bang, por conter elementos mais pesados.

A primeira geração se formou a partir do gás primordial, que contém baixas quantidades de elementos mais pesados que o hélio. Acredita-se que elas se originaram algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang.

Os primeiros astros morreram milhões de anos depois, explodindo em uma sucessão de supernovas, e foram substituídos centenas de milhões de anos depois por estrelas como a HD 140283.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Observatório espacial é ameaçado por incêndio florestal na Austrália

Da France Presse

O grande observatório australiano do espaço, que reúne vários telescópios internacionais, era ameaçado neste domingo por incêndios florestais causados por altas temperaturas e pelos raios das tempestades de verão, indicaram os serviços de combate a incêndios de Nova Gales do Sul (RFS).

Incêndio ameaça o Observatório de Siding Spring (Foto: AFP) 
Incêndio ameaça o Observatório de Siding Spring (Foto: AFP)
 
Os RFS emitiram uma advertência devido a um incêndio que se propaga na direção do Observatório de Siding Spring, localizado no alto de uma cadeia de montanhas isoladas, as Warrumbungle, 500 km a noroeste de Sydney.
"Uma dezena de lugares isolados no monte Woorut, entre eles o Observatório de Siding Spring, estão ameaçados", indicaram os RFS. "A polícia retirou as pessoas do lugar. Os bombeiros e os (aviões) canadairs já estão no local", acrescentou.

Incêndio atinge florestas na Nova Gales do Sul (Foto: AFP) 
Incêndio atinge florestas na Nova Gales do Sul (Foto: AFP)
 
Siding Spring possui 10 telescópios gigantes, utilizados por equipes de cientistas australianos, britânicos, sul-coreanos e americanos. É um dos maiores e mais sofisticados observatórios do mundo.

O último registro dos RFS, neste domingo à tarde, indicava 134 incêndios em curso em toda a Nova Gales do Sul, dos quais 43 fora de controle.

Una galassia da record

E' una galassia a spirale cinque volte più grande della Via Lattea


La galassia a spirale gigante Ngc 6872  (fonte: NASA's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS)  
La galassia a spirale gigante Ngc 6872 
(fonte: NASA's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS)
 
Scoperta la più grande galassia a spirale mai osservata: si chiama Ngc 6872 ed è cinque volte più grande della Via Lattea. A misurare le dimensioni di questo gigante del cosmo, grazie al telescopio spaziale Galex, è stato un gruppo di ricerca internazionale coordinato dal centro Goddard della Nasa.

La galassia si trova a una distanza di circa 212 milioni di anni nella costellazione del Pavone luce ed e' accompagnata da una struttura piu' piccola, battezzata Ic 4970. La sue esistenza era nota da tempo, ma le sue dimensioni non erano mai state misurate finora. Grazie ai dati raccolti dal telescopio spaziale della Nasa Galex (Galaxy Evolution Explorer), in grado di osservare la luce ultravioletta, i ricercatori hanno potuto adesso definirne le dimensioni con grande precisione.

"Senza la capacità di Galex di rilevare la luce ultravioletta delle stelle più giovani e calde non avremmo mai riconosciuto la piena portata di questo intrigante complesso'', ha spiegato il responsabile della ricerca, Rafael Eufrasio.

La strana forma increspata di Ngc 6872 è dovuta all'interazione con la sua compagna più piccola, che ha circa un quinto della massa della galassia gigante, che la starebbe probabilmente deformando portando alla formazione di un nuovo braccio.

Si ipotizza che le grandi galassie, come la Via Lattea, si sarebbero ingrandite progressivamente attraverso fusioni con strutture più piccole, ma nel caso della Ngc 6872 i ricercatori sospettano che si stia invece rimpiccolendo a scapito della compagnia Ic 4970.

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Telescópio no Chile capta aglomerado de estrelas brilhantes

Chamado de 47 Tucanae, grupo de estrelas está a 15 mil anos-luz da Terra.
Imagem foi divulgada pelo Observatório Europeu do Sul, o ESO.

Do G1, em São Paulo

O Observatório Europeu do Sul (ESO), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (10) imagem que mostra o aglomerado de estrelas brilhantes 47 Tucanae (NGC 104), obtida pelo telescópio Vista, localizado no Chile.

De acordo com o ESO, o aglomerado está situado a 15 mil anos-luz de distância da Terra e contém milhões de estrelas. Esses conjuntos são nuvens esféricas e imensas de estrelas velhas ligadas entre si pela gravidade. Normalmente, orbitam núcleos de galáxias e contêm pouca quantidade de gás e poeira.

Existem cerca de 150 aglomerados globulares que orbitam a nossa Galáxia. O conjunto 47 Tucanae é o segundo de maior massa.

imagem que mostra o aglomerado de estrelas brilhantes 47 Tucanae (NGC 104), obtida pelo telescópio Vista, localizado no Chile (Foto: Divulgação/ESO) 
imagem que mostra o aglomerado de estrelas brilhantes 47 Tucanae (NGC 104), obtida pelo telescópio Vista, localizado no Chile (Foto: Divulgação/ESO)
 

Satélite capta a maior galáxia em espiral já registrada

A equipe de astrônomos, que conta com profissionais brasileiros, descobriu por acidente a colisão entre duas galáxias.

Da BBC

Um satélite captou, por acidente, a maior galáxia em espiral já registrada por astrônomos. As imagens mostram uma explosão de luzes ultravioleta que indicam uma colisão com uma galáxia vizinha menor.

A equipe, que reúne cientistas da Nasa (agência espacial americana), do Observatório Europeu do Sul no Chile e da USP (Universidade de São Paulo), buscava dados sobre a formação de novas estrelas nas bordas da galáxia NGC 6872. As imagens foram captadas pelo satélite Galex (Galaxy Evolution Explorer).

"Não estávamos buscando por uma espiral. Foi um presente", diz Rafael Eufrásio, da Universidade Católica da América e membro do Goddard Space Flight Center, da Nasa. A galáxia NGC 6872, que fica a 212 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Pavo, já era conhecida por ter uma grande espiral.

A espiral recorde, no entanto, resulta provavelmente de uma colisão com a galáxia vizinha IC 4970. A galáxia em espiral possui, segundo estimativas dos astrônomos, um tamanho cinco vezes maior que a Via Láctea, que engloba a Terra. A descoberta foi comunicada à Sociedade Astronômica Americana.

Descoberta da maior galáxia em espiral já registra contou com cientistas da USP (Foto: Nasa/BBC) 
Descoberta da maior galáxia em espiral já registra contou com cientistas da USP 
(Foto: Nasa/BBC)
 
Colisão
O Galex, um telescópio espacial especializado em descobrir novas estrelas, mostrou que a colisão tornou a galáxia NGC 6872 ainda maior. A equipe usou ainda dados de outros telescópios e concluiu que estrelas mais jovens, que ficam nas bordas da espiral, se movem em direção ao centro da galáxia à medida que ficam mais velhas.

"A galáxia que colidiu com a NGC 6872 espalhou estrelas por toda a parte - em 500 mil anos luz de distância", explica Eufrásio. Ele diz que a descoberta mostra como as galáxias podem mudar radicalmente de tamanho com as colisões.

"Mostra a evolução das galáxias em um contexto muito maior do universo, como as grandes galáxias que temos ficaram maiores com pequenos rearranjos no universo", diz.

Apophis, ridotto di 30 volte il rischio di un impatto nel 2036

Ma raddoppia per il 2068


L'asteroide Apophis fotografato dal telescopio spaziale europeo Herschel (fonte: ESA) 
 L'asteroide Apophis fotografato dal telescopio spaziale europeo Herschel (fonte: ESA)
 
Il rischio che l'asteroide Apophis possa collidere con la Terra nel 2036 si è ridotto di 30 volt, ma è raddoppiato per il 2068, rispetto alle stime precedenti: è il risultato dei calcoli relativi alle orbite dei futuri avvicinamenti alla Terra di questo oggetto fatti dal gruppo NeoDyS, dell'università di Pisa in collaborazione con il Jet Propulsion Laboratory (Jpl) della Nasa.

Foto Osservatorio Astronomico Sormano L'asteroide Apophis in questi giorni è relativamente vicino alla Terra e il 9 gennaio ha raggiunto la distanza minima di circa 14,5 milioni di chilometri dal nostro pianeta. Il passaggio ravvicinato ha permesso di osservare l'oggetto già dal dicembre 2012 e di calcolare con maggiore precisione le orbite dei futuri passaggi ravvicinati alla Terra.
L'asteroide passerà più vicino alla Terra il 13 aprile 2029, fino a raggiungere la distanza minima di 38.353 chilometri, con una incertezza di non piu' di 10 chilometri. ''Quindi non vi è alcun rischio di impatto nel 2029'' rileva Andrea Milani, docente di Meccanica celeste nell'università di Pisa e responsabile del NeoDyS.

Piu' preoccupanti sono invece i successivi passaggi ravvicinati con la Terra. Secondo i calcoli più recenti nel 2036 la probabilità di un impatto si è ridotta di 30 volte, passando da 1 su 230.000 a 1 su 7 milioni.
Il rischio di un impatto sulla Terra è invece aumentato per il 2068, passando da 1 su 400.000 a 1 su 185.000. Questo significa, spiega Milani, che il rischio è raddoppiato. In ogni caso si tratta di una probabilità molto bassa, pari allo 0,000014% per il 2036 e dello 0,0005% per il 2068.

Nel 2036 la situazione ora è meno preoccupante, osserva infine Milani, ma per migliorare la conoscenza relativa alle future orbite, Apophis dovrà ancora essere osservato con i metodi più accurati possibili, approfittando anche di altri passaggi che avverranno a distanze simili a quelle di oggi, come nel 2021.


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Lua de Saturno pode ter gelo flutuante em lagos e mares

Do G1, em São Paulo

Sonda Cassini descobre gelo na superfície de lagos e mares de lua em Saturno (Foto: Divulgação/Nasa) 
Ilustração mostra mares e lagos de hidrocarboneto em lua de Saturno 
(Foto: Divulgação/Nasa)
 
Um estudo baseado em informações colhidas pela sonda Cassini, da Nasa, indica a possível existência de blocos de hidrocarbonetos (compostos de hidrogênio e carbono) congelados na superfície dos lagos e mares de hidrocarboneto líquido que existem em uma das luas de Saturno, Titã. A presença desses blocos poderia explicar algumas leituras que a Cassini fez da refletividade das superfícies desses lagos no satélite.

"Uma das questões mais intrigantes sobre estes lagos e mares é se eles podem hospedar uma forma exótica de vida", disse Jonathan Lunine, da Universidade de Cornell, nos EUA, e coautor do estudo. "A fronteira entre o líquido e o sólido é um limite que pode ter sido importante na origem da vida terrestre”.

Titã é o único corpo no nosso sistema solar, além da Terra, com corpos estáveis de líquido em sua superfície. No entanto, enquanto o ciclo de precipitação e evaporação do nosso planeta envolve água, o ciclo de Titã envolve hidrocarbonetos, como o etano e o metano.

Até então, os cientistas acreditavam que os lagos do satélite Titã não continham gelo flutuante, porque o metano sólido é mais denso do que o metano líquido e, nesse caso, afundaria. No entanto, o novo modelo considera a interação entre os lagos e a atmosfera, resultando em diferentes composições, bolsas de gás nitrogênio e alterações de temperaturas.

"Sabemos agora que é possível obter metano e etano rico congelado em blocos finos que congelam juntos, quando fica frio. O processo é similar ao que vemos quando a água do Ártico congela no início do inverno", disse Jason Hofgartner, primeiro autor do estudo e pesquisador do Conselho de Ciências Naturais e Engenharia de Pesquisa da Universidade de Cornell. "Nós vamos querer levar essas condições em consideração se algum dia decidirmos explorar a superfície de Titã".

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Astrônomos descobrem cinturão de asteroides em torno da estrela Vega

Descoberta sugere existência de planetas orbitando ao redor da estrela.
Cinturão foi detectado pelos telescópios Spitzer e Herschel.

Do G1, em São Paulo

Aneis de fragmentos de rochas ao redor de vegas (Foto: Divulgação/Nasa) 
Ilustração mostrsa anéis de fragmentos de rochas ao redor de Vegas
 (Foto: Divulgação/Nasa)
 
Astrônomos detectaram evidências da existência de um cinturão de asteroides ao redor da estrela Vega – a segunda estrela mais brilhante no céu noturno do norte. Os cientistas utilizaram dados do Telescópio Spitzer, da Nasa, e do Telescópio Herschel, da Agência Espacial Europeia.

A descoberta de um cinturão de asteroides torna a estrela semelhante a outra, chamada Fomalhaut. Os dados são consistentes quanto ao fato de as duas estrelas terem no interior de seus sistemas cinturões quentes e, no exterior, cinturões frios, separados por um espaço. Esta estrutura é semelhante à do nosso próprio sistema solar.

Mas, o que está mantendo o espaço entre os cinturões quentes e frios em torno de Vega e Fomalhaut? Os resultados dos estudos sugerem que ele é sustentado por vários planetas.

O cinturão de asteroides do nosso sistema solar, que fica entre Marte e Júpiter, é mantido pela gravidade dos planetas terrestres (aqueles formados principalmente por rochas e metais) e por planetas gigantes (compostos majoritariamente de gás). O mesmo acontece com o Cinturão de Kuiper, que é sustentado por planetas gigantes.

“Nossas descobertas recentes mostram que sistemas com múltiplos planetas são comuns, para além do nosso sistema solar”, afirmou Kate Su, astrônoma do Observatório da Universidade do Arizona.

Tanto os cinturões internos quanto os externos de Vega e Fomalhaut contêm mais asteroides do que os cinturões do nosso Sistema Solar. Isso acontece por duas razões. A primeira delas é que ambas as estrelas são muito mais jovens do que a nossa, e elas ainda terão dezenas de milhões de anos a mais para “limpar a casa”. Além disso, ambos os sistemas foram formados por uma nuvem de gás e poeira mais sólida do que aquela que formou nosso Sistema Solar.

O espaço entre os cinturões interno e externo para Vega e Fomalhaut também corresponde à distância entre o nosso cinturão de asteroides e o Cinturão de Kuiper. Pela largura, é bastante provável que existam vários planetas, do tamanho de Júpiter ou menores, criando uma zona livre de poeira entre os dois cinturões.

Para os astrônomos da Nasa, esses planetas não permanecerão escondidos por muito tempo. Eles acreditam que, em breve, os corpos celestes serão descobertos pelos telescópios.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Italiana foto satellitare piu' bella della Terra


La foto di Erica Cova 
 La foto di Erica Cova
 
 
La 'sua' fotografia della Terra e' stata scelta come l'immagine satellitare piu' rappresentativa del 2012. La soddisfazione e' di Erica Cova, previsore di MeteoTrentino, il servizio provinciale, ed esperta di analisi delle immagini satellitari, che ha vinto il concorso bandito dall'Eumetsat (European Organisation for the Exploitation of Meteorological Satellites ) ovvero l'ente che gestisce i satelliti meteorologici europei. L'immagine selezionata e' stata scelta per l'homepage natalizia del sito, come l'immagine satellitare rappresentativa dell'anno appena trascorso.

Realizzata grazie ai dati trasmessi dal satellite Meteosat-9 in orbita geostazionaria attorno alla Terra a una quota di 36.000 km, e' una composizione di tre canali in tre diverse bande di frequenze nel visibile. Questa composizione permette di distinguere la presenza di vegetazione al suolo e la quota delle formazioni nuvolose: le nuvole piu' basse e calde composte da acqua appaiono bianche, mentre quelle a quote piu' elevate composte principalmente da cristalli di ghiaccio vengono indicate in azzurro.

L'immagine si riferisce al 22 settembre 2012 e mostra la Terra illuminata a meta' durante l'equinozio d'autunno. 

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Asteroide Apophis se aproxima da Terra na quarta sem oferecer perigo

Corpo celeste deve passar a 14,4 milhões de quilômetros da Terra.
Descoberto em 2004, objeto tem 270 metros de diâmetro.

Do G1, com informações da AFP

Asteróide Apophis passa pela Terra sem oferecer perigo nesta quarta-feira (Foto: HO / NASA/JPL UH/IA / AFP) 
Probabilidade de asteroide colidir com a Terra em 2036 é de 1 em 250 mil.
(Foto: HO / NASA/JPL UH/IA / AFP)
 
O asteroide Apophis, que deve passar rente à Terra em 2029 e pode eventualmente atingi-la em 2036, se aproxima do planeta nesta quarta-feira (9). De acordo com as previsões dos astrônomos, o corpo celeste irá passar a 14,4 milhões de quilômetros da Terra.

Num primeiro momento, os cientistas avaliaram em 2,7% (uma em 45) a probabilidade de uma colisão catastrófica com a Terra em 2029. Descoberto em 2004, o asteroide tem 270 metros de diâmetro, o equivalente a três campos de futebol. O nome Apophis foi inspirado em um demônio da mitologia egípcia.

No entanto, novos cálculos feitos pela NASA em 2009, após um sobrevoo perto do asteroide, preveem a passagem de Apophis a 22.208 quilômetros da Terra no dia 13 de abril de 2029. Trata-se da menor distância observada nos tempos modernos.

Já a chance de colisão com a Terra em 2036 é de 1 em 250 mil, de acordo com novos cálculos realizados por Steve Chesley e Paul Chodas, do Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a Jato) da NASA, em Pasadena, na Califórnia, com base em novas técnicas de análise de dados. A estimativa anterior falava em 1 em 45 mil.

Grande parte dos novos dados que permitiram recalcular a órbita do Apophis foi obtida a partir de observações feitas pelo astrônomo Dave Tholen e sua equipe, no Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí.

A passagem do asteroide na quarta-feira pode ser acompanhada em tempo real pelo site slooh.com.

Jornal compara estrela de nêutrons e máscara de 'O Fantasma da Ópera'

Pulsar está a mil anos-luz da Terra e foi registrado por telescópio da Nasa.
Estrela gira em torno de si mais rápido que as hélices de um helicóptero.

Do G1, em São Paulo

A agência espacial americana (Nasa) divulgou a imagem de uma estrela de nêutrons captada por um telescópio espacial de raios-X. Segundo o jornal britânico "Daily Mail", o corpo celeste se assemelha à máscara usada na peça de teatro "O Fantasma da Ópera".

A estrela de nêutrons Vela, também classificada como um pulsar, emite jatos de partículas de alta energia conforme gira. A cena foi captada pelo telescópio Chandra, da Nasa, e divulgada nesta terça-feira (8).

Imagem mostra estrela de nêutrons; no detalhe, máscara eternizada na peça de teatro (Foto: Divulgação/Nasa/Reuters/"The Phantom of the Opera") 
Imagem mostra estrela de nêutrons; no detalhe, máscara eternizada na peça de teatro 
(Foto: Divulgação/Nasa/Reuters/"The Phantom of the Opera")
 
A estrela de nêutrons está localizada a cerca de mil anos-luz da Terra, e faz mais de 11 rotações por segundo em torno de si mesmo, girando mais rápido que as hélices de um helicóptero, de acordo com o "Daily Mail".

Conforme o pulsar gira, ele emite jatos de partículas que viajam a cerca de 70% do valor da velocidade da luz, dizem agências internacionais. Há cerca de 10 mil anos, o corpo celeste tornou-se uma supernova, e então entrou em colapso, dando origem à estrela de nêutrons.

Além do jato de partículas, uma nuvem de gás quente envolve o pulsar, dando a forma "misteriosa" da máscara, de acordo com o "Daily Mail".

Descoberta 'triplica' número de exocometas conhecidos

Dupla de astrônomos americanos anunciou identificação de sete novos cometas fora do Sistema Solar; até então, apenas quatro eram conhecidos.

Da BBC

A descoberta de um novo grupo de cometas que orbitam estrelas distantes, anunciada na reunião semestral da Sociedade Astronômica Americana, quase triplica o número desses corpos celestes conhecidos.

O primeiro chamado "exocometa" foi descoberto em 1987, mas desde então apenas mais três haviam sido encontrados. Mas no encontro realizado desta semana na Califórnia o astrônomo americano Barry Welsh deu detalhes sobre mais sete desses cometas.

A possibilidade de provar que os cometas são comuns no universo tem implicações sobre seu possível papel de levar água ou até mesmo partículas que podem gerar vida aos planetas.

Corpos celestes como o Cometa Halley, que faz um caminho longo e elíptico, passando perto do Sol a cada 75 anos, são conhecidos pelas longas 'caudas' de gás e detritos que aparecem quando eles se aproximam de suas estrelas hospedeiras.

Foram essas caudas que Welsh e sua colaboradora Sharon Montgomery mediram, usando imagens do observatório McDonald, no Texas. As caudas dos exocometas absorvem uma pequena fração da luz de suas estrelas hospedeiras - e a absorção muda com o tempo, conforme os cometas aceleram ou desaceleram.

Com uma observação paciente, a dupla verificou a existência de sete novos cometas de fora do Sistema Solar.
 
Astrônomos veem cometas como potenciais transportadores de água ou vida (Foto: Nasa/BBC) 
Astrônomos veem cometas como potenciais transportadores de água ou vida 
(Foto: Nasa/BBC)
 
'Sobras'
No nosso Sistema Solar, muitos cometas vêm do cinturão de Kuiper, um disco de detritos localizado além da órbita de Netuno, e da nuvem de Oort, um disco de detritos ainda maior e mais distante. Welsh explicou que esses discos são 'sobras' características da formação de planetas. "Imagine um 'canteiro de obras cósmico' onde a construção já terminou - os planetas", disse ele à BBC.

"Estamos olhando o que sobrou - os tijolos, o concreto, os pregos - os discos de detritos têm cometas, planetesimais (pequenos corpos celestes gerados com a aglutinação de poeira cósmica) e asteroides", explica.

Mas algo precisa perturbar a órbita dos cometas para colocá-los na direção de sua estrela hospedeira. Apesar de colisões entre cometas serem capazes disso, acredita-se que a gravidade dos planetas próximos fazem esse trabalho.

De fato, em 1987, quando o primeiro exocometa foi observado em torno da estrela Beta Pictoris, surgiu a hipótese de que um planeta podia ser responsável por sua órbita, e em 2009 um planeta gigante foi encontrado por lá.
 
Primeiro exocometa foi identificado em 1987 na órbita da estrela Beta Pictoris (Foto: Nasa/BBC) 
Primeiro exocometa foi identificado em 1987 na órbita da estrela Beta Pictoris (Foto: Nasa/BBC)

Nos últimos anos tem havido um foco maior sobre os exoplanetas (planetas de fora do Sistema Solar), com o anúncio na segunda-feira de 461 novos candidatos a serem reconhecidos como planetas e a possibilidade da existência de bilhões desses planetas com tamanho semelhante à Terra.

O novo estudo ajuda a esclarecer a relação entre esses planetas e os discos de detritos de seus locais de origem. Isso pode ajudar também a compreensão da formação do nosso próprio Sistema Solar.

"Parece que o processo de construção de planetas é muito semelhante em muitos casos, e para provar isso você precisa olhar não somente o produto final, mas também as coisas das quais eles são feitos", observa Welsh.

A descoberta de mais e mais cometas também aumenta a possibilidade de que cometas tenham um papel importante no transporte de materiais. "Há duas teorias: uma é de que os cometas antigos no nosso Sistema Solar levaram gelo aos planetas e que esse gelo derreteu e formou os oceanos", relata Welsh.

"A outra, talvez um pouco mais rebuscada, é que as moléculas orgânicas nos cometas eram as sementes da vida nos planetas. E se os cometas são tão comuns em todos os sistemas planetários, então talvez a vida também seja", diz.

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