segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Ecco l'altra faccia della Luna




Ecco l'altra faccia della Luna. Per tutti coloro che erano curiosi di vederla, la Nasa ha preparato un video utilizzando dati e immagini catturati dalla sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (Lro). 


Grazie alla mappa adesso è possibile vedere le fasi lunari come se da Terra potessimo vedere la faccia nascosta del nostro satellite. "Proprio come accade nella faccia della Luna semore visibile, anche l'altra segue un ciclo completo'', spiega la Nasa. La differenza è piuttosto nelle caratteristiche del suolo, che nel lato nascosto della Luna è costellato di crateri che disegnano grandi macchie scure.
Ci sono crateri di ogni dimensione e la zona più vicina al Polo Sud lunare è considerata ''una delle aree di impatto più grandi e antiche finora note nel Sistema Solare'', osserva la Nasa.


www.ansa.it

Sono 100 miliardi i pianeti 'gemelli' della Terra


Una 'astronomica' cifra di cento miliardi: è questo il numero di pianeti, solamente all'interno della nostra galassia, 'gemelli' della Terra e che quindi potrebbero ospitare qualche forma di vita. A farne la stima è Tim Bovaird, dell'Università Australiana Nazionale, in uno studio pubblicato sulla rivista Monthly Notices of the Astronomical Society utilizzando i dati ottenuti da Kepler, il satellite della Nasacreato proprio per dare la 'caccia' ai pianeti extrasolari.

Per ora i pianeti osservati, al di fuori del nostro sistema solare, sono poco meno di 2000 e di questi si stima che solo una piccola parte, forse inferiore al 20%, possa avere le condizioni giuste per avere acqua in forma liquidi (requisito fondamentale per come conosciamo la vita). Su questi dati ottenuti da Kepler i ricercatori australiani hanno creato dei modelli matematici per cui stimano che i pianeti che si trovano nelle condizioni 'giuste' potrebbero essere solo nella nostra galassia circa 100 miliardi. Una cifra dieci volte superiore rispetto a stime precedenti e che aumenterebbe quindi la possibilità che esistano forme di vita al di fuori della Terra. 

“Tuttavia – ha spiegato Charley Lineweaver, altro responsabile dello studio – l'universo non pullula di alieni con intelligenza umana capaci di costruire radiotelescopi o navicelle spaziali. Altrimenti li avremmo in qualche modo 'sentiti'”. “Potrebbe essere – ha aggiunto – che esista qualche altro collo di bottiglia che ostacoli la nascita della vita e che non conosciamo, oppure considerare che le civiltà intelligenti crescano ma finiscono poi per autodistruggersi”.


www.ansa.it

Observatório astronômico em MG é listado entre melhores do mundo

Uma análise do Minor Planet Center (MPC), um órgão da União Astronômica Internacional (IAU) com sede nos Estados Unidos, realizada no ano passado, mostra  uma lista dos melhores observatórios do mundo, que atuam na busca por asteroides e cometas, incluindo observatórios profissionais e amadores. O Sonear, um observatório particular que fica em Oliveira, no Centro-Oeste de Minas Gerais, está entre os 12 da lista.
Segundo um dos idealizadores e pesquisadores do projeto, João Ribeiro Barros, a análise leva em conta a produção do observatório. "Isso engloba não só descobertas de asteroides, como também acompanhamento de outros astros já descobertos e a confirmação de descobertas recentes de astrônomos do mundo inteiro. O trabalho não é só descobrir. Temos que monitorar os corpos celestes que já são conhecidos, inclusive, para saber se eles oferecem risco de colisão com a terra", contou.
Astrônomos Cristóvão Jacques e João Ribeiro de Barros (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)
Sonear
O Sonear é um observatório que foi construido e planejado por João e dois mineiros de Belo Horizonte, Eduardo Pimentel e Cristóvão Jacques. A primeira descoberta do trio, em janeiro de 2014, foi o cometa Sonear C/2014 A4, que levou o nome do observatório. Após a descoberta, o G1foi até a cidade conhecer o local e saber como é a rotina de pesquisa dos astrônomos amadores que descobriram o astro celeste.

A descoberta de 2014, foi a  primeira feita por brasileiros a partir de observações feitas no país e com equipamentos brasileiros. Mas as descobertas não pararam por aí. Em um ano, há muito o que se comemorar. Recentemente, no início de janeiro de 2015, o grupo encontrou  um novo asteroide que faz parte de um grupo potencialmente perigoso, o Potentially hazardous object (PHA). "É considerado um dos mais  próximos dos próximos e, é o terceiro desse tipo, já descoberto pelo Sonear. Dos 12 asteroides que chamamos de Near Earth Object  (NEO), que oferecem  risco de colisão, três são potencialmente perigosos mas não estão em rota de colisão”, explicou João Ribeiro.
Ainda segundo João Ribeiro, o asteroide deve passar a 1,5 milhão de quilômetros da terra. "Esse é a distância mais próxima. Isso quer dizer um décimo da distância da terra ao sol, que dá 150 milhões de quilômetros em média", disse.
João comentou ainda que o asteroide, batizado com o código 2015-DL311, vai passar de raspão não só pela Terra, como também por Mercúrio, Vênus e Marte. "De Mercúrio, ele vai passar a seis milhões de quilômetros. Vênus, três milhões. De marte, a 750 mil quilômetros", explicou o pesquisador.
Pesquisas em Oliveira
As pesquisas no Sonear começaram há cerca de um ano e foi pela facilidade de ver o céu com pouca poluição luminosa que os amadores escolheram a cidade de Oliveira para as pesquisas. "Queríamos um céu livre de poluição luminosa presente em grandes centros. Aliado a isso, eu havia comprado essa propriedade justamente para construir o observatório. Em seguida, convidei meus dois colegas e parceiros para, juntos, darmos continuidade ao projeto, que é destinado a pesquisas científicas", contou Ribeiro.


A equipe realiza uma espécie de patrulha no céu e é através de fotos tiradas em tempos variados que eles analisam os corpos celestes. "O telescópio fica programado todas as noites para fotografar o céu. Todos os dias é feita uma programação com agendamentos e a partir dessa agenda é delimitada as áreas do céu, onde o telescópio vai captar as imagens", disse.
O equipamento usado por eles é capaz de fotografar centenas de imagens, três vezes em cada área do céu. "Se há um objeto que se move de maneira diferente e que foge do padrão do restante do céu, passamos a analisá-los. Esses objetos podem ser luzes provocadas por reflexos ou até mesmo algo conhecido. Por isso a ação tem que ser rápida", comentou.
O telescópio é capaz de proporcionar uma visão de 373 mil vezes mais que a visão humana. "O olho humano, em um local ideal e com ausência total de poluição luminosa e com uma visão excepcional, consegue visualizar objetos em magnitude denominada seis. Esse telescópio, que é um olho grande acoplado a uma câmera CCD, consegue visualizar em magnitude 20", relatou João.
Telescópio usado por amadores descobriu primeiro cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
Telescópio usado por amadores descobriu primeiro
cometa brasileiro (Foto: Anna Lúcia Silva/ G1)
O  telescópio usado na Austrália tem dois metros de diâmetro, enquanto o que descobriu o C/2014 A4 SONEAR tem 45 centímetros. O cometa está a 900 milhões de quilômetros de distância da Terra. O astro é controlado remotamente, ou seja, de qualquer parte do mundo os astrônomos conseguem acessar os dados via internet.
Equipamento brasileiro
O telescópio que permite as descobertas foi construído no Brasil e com ajuda de um engenheiro e também astrônomo que é amigo dos três pesquisadores: Marcelo Moura. Ele construiu o equipamento a partir do projeto feito por ele e por um dos astrônomos. "Foi um projeto ousado. Não existe nenhum telescópio semelhante em atividade no Brasil", relatou.

O Sonear é o único telescópio que faz patrulhamento do céu no Hemisfério Sul. De acordo com Jacques, dez outros observatórios, sendo quatro deles amadores, fazem varreduras no céu. Os próximos passos, segundo os astrônomos é continuar o monitoramento para refinar os dados da órbita.
Anna Lúcia SilvaDo G1 Centro-Oeste de Minasg1.globo.com

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Via Lattea, 5 pianeti sosia della Terra: il sistema solare più antico





La stella Kepler-444 è simile al nostro Sole ma è molto più vecchia, ha infatti circa 11,2 miliardi di anni e il telescopio spaziale Kepler ha individuato ben cinque pianeti di piccole dimensioni (i cui diametri vanno dal 40% al 70% di quello terrestre) che le ruotano attorno. 

Si tratta del più antico sistema solare osservato nella Via Lattea, si trova ad 'appena' 117 anni luce da noi. L'orbita di questi pianeti (probabilmente rocciosi) però è molto vicina alla loro stella, inferiore a un quinto di quella di Mercurio rispetto al Sole. Fa troppo caldo, dunque, per sperare che possano ospitare la vita però rappresenta una prova importante di come pianeti simili alla Terra si siano formati durante tutta la vita dell'Universo (quando la Terra ha preso forma, 4,5 miliardi di anni fa, loro c'erano già da più di sei miliardi di anni) e quindi cresce la possibilità di poter trovare mondi rocciosi come questi anche nelle zone abitabile attorno a stelle all'interno della nostra galassia. E apre alla affascinante ipotesi che non troppo lontano da noi possano essersi sviluppate civiltà ora molto antiche. La scoperta è stata pubblicata in uno studio sull'Astrophysical Journal, condotta da un team internazionale di ricercatori tra i quali figurano anche gli italiani Alessandro Sozzetti e Andrea Miglio dell'Inaf

(a cura di Matteo Marini)


www.repubblica.it

Planeta com 30 anéis é descoberto fora do Sistema Solar

O planeta J1407b tem 30 anéis e está fora do Sistema Solar (foto: Ansa)

Roma - Astrônomos holandeses do Observatório de Leida, em colaboração com um grupo da Universidade norte-americana de Rochester, descobriram o verdadeiro "Senhor do Anéis".

Em um estudo, divulgado na publicação Astrophysical Journal, os profissionais anunciaram a existência do J1407b, um planeta gasoso fora do Sistema Solar que é circundado por 30 anéis com um diâmetro de 120 milhões de quilômetros.

O corpo celeste está a 420 anos luz da Terra, é pelo menos 10 vezes maior que Saturno e seus anéis pesam o equivalente ao nosso planeta.

Para o pesquisador do Observatório de Leida, Matthew Kenworthy, se Saturno "tivesse anéis como os do planeta J1407b, eles seriam visíveis a olho nu de noite e seriam bem maiores que a lua cheia".

O estudo também informou que este enorme cinturão bloqueia cerca de 95% da luz proveniente da estrela J1407 e que um "buraco" em um dos anéis pode resultar no surgimento de uma lua do tamanho de Marte ou da Terra. 

www.ansa.it/www.ansabrasil.com.br

Nasa divulga imagens impressionantes de observatório de raio-X

Esta galáxia, a Cygnus A, a uma distânciad e 700 milhões de anos-luz, contém uma bolha gigante preenchida com raios-X quentes que emite gás detectado pelo Chandra (azul) (Foto: Nasa/CXC/SAO)


Da BBC - A Nasa divulgou uma série de imagens impressionantes de estrelas e galáxias a milhões de anos-luz de distância da Terra.

As imagens foram feitas pelo Observatório de Raios-X Chandra, um telescópio espacial que custou 1,1 bilhão de libras (R$ 3,9 bilhões).
O Chandra faz imagens impressionantes do Universo ao medir raios-X emitidos por objetos de alta energia, como buracos negros e restos de supernova.
A divulgação das imagens é parte das celebrações do Ano Internacional da Luz.
Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás esse escudo de detritos chamado SNR 0519-69,0 (Foto: Nasa/CXC/Rutgers/J.Hughes)Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás esse escudo de detritos chamado SNR 0519-69,0 (Foto: Nasa/CXC/Rutgers/J.Hughes)
Esta galáxia - Messier 51 (M51), apelidada de Whirlpool (redemoinho), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da TerraNasa/CXC/SAO (Foto: Nasa/CXC/SAO)Esta galáxia - Messier 51 (M51), apelidada de Whirlpool (redemoinho), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da TerraNasa/CXC/SAO (Foto: Nasa/CXC/SAO)
Objeto conhecido como MSH 11-62, contém uma nebulosa interior de partículas carregadas (Foto:  Nasa/CXC/SAO/P.Slane)Objeto conhecido como MSH 11-62, contém uma nebulosa interior de partículas carregadas (Foto: Nasa/CXC/SAO/P.Slane)

Nasa revela que asteroide que passou perto da Terra tem minilua

Animação mostra asteroide 2004 BL86 e sua
minilua, ponto em movimento na parte de cima da
imagem (Foto: Jet Propulsion Laboratory/Nasa)

Do G1 em São Paulo - As primeiras imagens do asteroide 2004 BL86, que passou perto da Terra entre a noite desta segunda-feira e a madrugada desta terça (27), revelaram que o objeto tem uma pequena lua.
Cientistas trabalhando na antena da Rede de Espaço Profundo de Goldstone, da Nasa, observaram nas imagens de satélite a presença da minilua de cerca de 70 metros orbitando ao redor do asteroide, que tem cerca de 325 metros de diâmetro.
O astro passou a uma distância de 1,2 milhões de km da Terra, ou 3,1 vezes a distância da Terra à Lua. No Brasil, o asteroide ficou mais visível entre 23h de segunda e 4h da madrugada de terça. Mas era preciso ter um pequeno telescópio ou binóculo para ver o asteroide.
A Nasa já tinha divulgado que, apesar do tamanho do asteroide e de sua proximidade com a rota da Terra, não havia perigo de colisão. "Embora não represente uma ameaça à Terra num futuro próximo, é uma abordagem relativamente perto de um asteroide relativamente grande, o que nos proporciona uma oportunidade única para observar e aprender mais", disse em comunicado o astrônomo Don Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena
Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul  (Foto: NASA/JPL-Caltech)Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul (Foto: NASA/JPL-Caltech)
O asteroide, que orbita o Sol a cada 1,84 ano, foi descoberto há 11 anos pelo telescópio Linear (Lincoln Near-Earth Asteroid Research), localizado no Estado do Novo México. De acordo com a Nasa, o 2004 BL86 deve ser o maior asteroide a passar tão perto da Terra até a chegada do 1999 AN10 em 2027.
A Nasa atualmente rastreia mais de 11 mil asteroides em órbitas que passam relativamente perto da Terra. A agência espacial norte-americana diz ter localizado mais de 95% dos maiores asteroides, aqueles com diâmetro de 900 metros ou mais, com órbitas que os levam relativamente perto da Terra.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Como fazer um mapa 3D do universo?


Cientistas do projeto SKA planejam montar um atlas do universo

Da BBC - É uma tarefa de magnitude quase inimaginável: fazer um mapa em três dimensões das bilhões de galáxias que formam o universo.
Cientistas planejam fazer isso usando um novo telescópio chamado Square Kilometre Array (SKA), nome dado graças à área combinada ocupada pelas antenas de satélite usadas pelo projeto na Austrália e na África do Sul.
Mas o SKA não monitora emissões de luz como os telescópios convencionais. Ele reúne a fraca radiação emitida pelo hidrogênio, o elemento químico mais comum do universo.
É por isso que cientistas dizem que o telescópio será capaz de "enxergar" qualquer local do cosmos, fornecendo um retrato da forma do universo que nunca foi feito antes.
"Você poderia percorrê-lo e ver as galáxias conforme passa por elas, entender como o gás é distribuído em seus interiores e aprender como se formam as estrelas, sobre o efeito de buracos negros e entender como funciona a energia e a matéria escuras", disse o astrofísico Matt Jarvis, da Universidade de Oxford, na Grã-Betanha, ao programa Today, da BBC.

Leis da física

AFP
Primeira fase do projeto deve estar concluída até 2023
Especialistas dizem que o mapa também os ajudará a testar as leis fundamentais da física, inclusive modelos como a Teoria da Relatividade de Einstein ou até mesmo a buscar vida extraterrestre.
A vantagem do SKA sobre telescópios convencionais é a velocidade com que ele rastreia os céus.
Isso permite que cientistas monitorem as datas de emissões de radiação, o que fornece não apenas a posição de um corpo celeste, mas também sua distância.
A desvantagem é que ele gera uma imagem com resolução bem menor do que as produzidas com a técnica baseada nas emissões de luz.
"Ao observar um bilhão de galáxias em duas datas diferentes, com dez anos de diferença, o SKA poderá medir diretamente a expansão do universo", diz Hans-Rainer Klöckner, do Instituto Max-Planck, na Alemanha.
Como a expansão cósmica ocorre numa escala de tempo bem mais lenta se comparada com o tempo de duração de uma vida humana, ser capaz de medi-la seria considerado um "grande feito técnico", diz Klöckner.
O projeto internacional deve ser completado em 2030, com a primeira fase a ser concluída em 2023.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Tripla eclissi su Giove

tripla eclissi su Giove da parte di tre delle sue lune (fonte: NASA, ESA, and Erich Karkoschka (University of Arizona)


Tripla eclissi su Giove prevista per il 24 gennaio. Tre dellesue lune (Io, Callisto, ed Europa) transiteranno contro il disco del più grande pianeta del Sistema Solare. Per osservare il fenomeno bisognerà essere mattinieri, nonostante il week end. Le tre lune passano infatti sul disco del loro pianeta dalle 7,26 alle 7,54 ed è possibile osservarle anche con un telescopio amatoriale.


Vedere la tripla eclissi dall'Italia non è facile perché è necessario avere l'orizzonte libero. Vale la pena comunque tentare perché ''è un evento che non capita spesso: è stato calcolato che in circa 60 anni (dal 1981 al 2040) le triple eclissi su Giove sono state solo 31'', rileva l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e coordinatore scientifico del Planetario di Roma.

''Ci sono delle condizioni critiche - aggiunge - ma l'osservazione non è impossibile''. Durante la tripla eclissi, il pianeta sarà visibile a Nord Ovest, poco prima del suo tramonto (quindi molto basso sull'orizzonte), e poco prima che sorga il Sole. Condizione obbligatoria per l'osservazione, sottolinea l'astrofisico, è l'orizzonte completamente libero. In ogni caso, chi non può disporre di questa condizione, può tentare l'osservazione qualche ora prima, alle 4,45, senza il disturbo della luce del giorno e quando il pianeta sarà ben alto sull'orizzonte. A quell'ora comincerà il transito delle ombre delle due lune, Io e Callisto alle quali, più tardi si aggiungerà l'ombra di Europa.

Il fenomeno astronomico alla base delle tre eclissi è l'interposizione fra il pianeta e il Sole delle tre lune. ''Se un osservatore si trovasse su Giove - spiga Masi - vedrebbe delle eclissi totali di Sole''.


www.ansa.it

Depois de 9 anos de voo, sonda da Nasa está prestes a chegar a Plutão

Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)

Da Associated Presse - A nave New Horizons, da Nasa, já viajou 4,8 bilhões de km e está quase no fim de sua jornada de 9 anos até Plutão. Neste domingo (25), ela começa a fotografar esse mundo misterioso, inexplorado e gelado atualmente classificado como planeta anão.

As primeiras fotos não devem revelar nada além de pontos brilhatntes - a nave ainda está a mais de 160 milhões de km de Plutão. Ma as imagens ajudarão os cientistas a calcular a distância remanescente e manter o robô no caminho certo para um sobrevoo em julho.
É a primeira viagem da humanidade até Plutão e os cientistas estão ansiosos para começar a explorar. "New Horizons tem sido uma missão de gratificação adiada em muitos aspectos, e está finalmente acontecendo agora", disse o cientista Hal Weaver, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, que participa do projeto.
"Vai ser uma corrida pelos próximos sete meses, basicamente, até a linha de chegada", disse nesta sexta-feira (23). "Mal podemos esperar o momento de transofrmar Plutão em um mundo real, em vez de uma pequena mancha pixelizada."
Etapa final
 Combinação de imagens feita pelo Telescópio Espacial Hubble em 2002 e 2003 mostra Plutão em diferentes ângulos; nave New Horizons começará a fazer imagens do planeta anão neste domingo (Foto: AP Photo/NASA, ESA, M. Buie)Combinação de imagens feita pelo Telescópio Espacial Hubble em 2002 e 2003 mostra Plutão em diferentes ângulos; nave New Horizons começará a fazer imagens do planeta anão neste domingo (Foto: AP Photo/NASA, ESA, M. Buie)
Lançada do Cabo Canaveral em janeiro de 2006 em uma missão de US$ 700 milhões, a New Horizons "acordou" de um período de hibernação no começo do mês passado. Controladores de voo passaram as últimas semanas preparando a nave para a etapa final e mais importante de sua jornada.
"Algumas pessoas estão trabalhando neste projeto por mais de um quarto de suas carreiras para fazer essa missão acontecer", disse o gerente de projeto Glen Fontain, do Laboratório de Física Aplicada.
A câmera de longo alcance da espaçonave fará centenas de fotos de Plutão nos próximos meses. Ela já tirou algumas fotos no ano passado, antes de entrar em hibernação, mas as novas devem ser consideravelmente mais brilhanes. Os cientistas esperam divulgá-las publicamente no início de fevereiro.
Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto: Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)
Concepção artística da espaçonave New Horizons
(Foto: Reuters/Nasa/Johns Hopkins University
Applied Physics Lab./Southwest Research Institute)
A verdadeira conquista será quando a New Horizons sobrevoar Plutão em 14 de julho a uma distância de cerca de 12 mil km e a uma velocidade de quase 50 mil km/h.
Os cientistas não têm ideia de como é a aparência de Plutão. Trata-se do maior objeto no Cinturão de Kuiper. Juntas, as órbitas de Plutão e de sua mega-lua Charon, que tem quase a metade do tamanho do planeta anão, caberiam dentro do território dos Estados Unidos.
Até o momento, cinco luas já foram encontradas em torno de Plutão. Mas outras podem estar esperando para ser descobertas pela New Horizons.
Plutão ainda era oficialmente um planeta do Sistema Solar quando a nave decolou. Era o último planeta que ainda não tinha sido explorado no nosso sistema. Mas, sete meses depois, a União Astronômica Internacional "rebaixou" Plutão à categoria de planeta anão. Depois veio o termo "plutoide".
Alguns cientistas estão esperando que as observações de Plutão possam levar a entidade a reverter sua decisão. A natureza da ciência, afinal de contas, é fluida, como a própria união astronômica defende.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Rosetta scopre il passato violento della sua cometa

Le regioni in cui è stata suddivisa la cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (fonte: N. Thomas et al., SCIENCE, VOL347, ISSUE 6220, 2015)



Scura, polverosa, rivestita di molecole organiche, con un suolo tormentato da crepacci e voragini, e dal passato violento: è il ritratto della cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko che emerge dal primo sguardo ravvicinato della sonda Rosetta, dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa). 

Ai risultati la rivista Science dedica uno speciale, con ben sette studi. Molti gli autori italiani, fra cui Alessandra Rotundi dell'università Parthenope a Napoli e dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf), Fabrizio Capaccioni dell'Inaf ed Enrico Flamini coordinatore scientifico dell'Agenzia Spaziale Italiana (Asi).

Il ritratto descrive forma, composizione e superficie della cometa, caratteristiche che svelano la sua nascita ed evoluzione. Le scarpate, le fratture e i pozzi della superficie, spiega Flamini, ''ci dicono che la cometa ha sperimentato molti scontri con altri oggetti che l'hanno modellata in questo modo''.

La cometa è inoltre ricoperta da un 'guscio' di materiale organico, osservato dallo strumentoVirtis, di cui è responsabile Capaccioni. Questo strato è costituito da un misto di molecole fra cuiidrocarburi (come etano) e tracce di composti assimilabili ad acidi carbossilici, di cui sono fatti i mattoni delle proteine (gli amminoacidi). Da questi composti si risale a luogo e nascita della cometa. La loro formazione, spiega Capaccioni, ''richiede la presenza di ghiacci di elementi molto volatili, come metanolo o monossido di carbonio, che solidificano solo a basse temperature''. 

La regione dove sono nati questi ghiacci doveva trovarsi a grandi distanze dal Sole, come la fascia di Kuiper, nelle prime fasi di formazione del Sistema Solare, circa 4,5 miliardi di anni fa. Inoltre ciò farebbe supporre che la cometa possa contenere, ''tracce dei composti primordiali o addirittura precedenti alla formazione del Sistema solare''. 

Novità arrivano anche dall'analisi dei grani con lo strumento Giada (Grain Impact Analyser and Dust Accumulator) di cui è responsabile scientifica Rotundi. ''Il rapporto fra polvere e gas - dice Rotundi - mostra che la chioma per ora è formata più da polvere (80%) che da gas (20%) e suggerisce quindi che sia una cometa molto polverosa''. Se dai primi dati si è ottenuto un ritratto così dettagliato c'è molta attesa dalle nuove informazioni che sta mandando Rosetta: fra i misteri da sciogliere vi è il possibile 'puzzle cosmico' all'origine della cometa.

La forma, due lobi uniti da un 'collo', fa supporre che la cometa sia formata da due corpi distinti. I primi dati sulla chioma sembrano andare in questa direzione, perché si osservano emissioni non omogenee con picchi di gas diversi. La prova definitiva, per Flamini, potrà arrivare dal radar su Rosetta e sul lander Philae che potrà mostrare se vi è un punto di saldatura nel nucleo.


www.ansa.it

Via Láctea 'pode ser buraco de minhoca para viagens no tempo'

Teoria proposta por equipe internacional de pesquisadores afirma que galáxia pode ser um túnel parecido ao retratado no filme 'Interestelar'.

Cientista diz que, em teoria, túnel galático seria 'navegável' (Foto: Paolo Salucci)

Da BBC - Nossa galáxia pode ser, em teoria, um grande túnel semelhante a um buraco de minhoca (ou túnel de viagens no espaço e no tempo), possivelmente "estável e navegável" e, portanto, "um sistema de transporte galático". É o que sugere um artigo publicado no periódico Annals of Physics.

O estudo - que, ressaltam os cientistas, ainda é uma hipótese - é resultado de uma colaboração entre pesquisadores italianos, americanos e indianos.
Para chegar a essas conclusões, os estudiosos combinaram equações da teoria da relatividade geral, desenvolvida por Albert Einstein, com um mapa detalhado da distribuição de matéria escura (que representa a maior parte da matéria existente no Universo) na Via Láctea.
"Se unirmos o mapa da matéria escura na Via Láctea com o modelo mais recente do Big Bang para explicar o Universo e teorizarmos a existência de túneis de espaço-tempo, o que obtemos é (a teoria) de que nossa galáxia pode realmente conter um desses túneis e ele pode ser do mesmo tamanho da própria galáxia", disse Paolo Salucci, um dos autores do estudo e astrofísico da Escola Internacional de Estudos Avançados de Trieste (Sissa, na sigla em italiano).
"Poderíamos até viajar por esse túnel, já que, com base em cálculos, ele seria navegável. Assim como o visto recentemente no filme Interestelar."
Ainda que túneis desse tipo tenham ganhado popularidade recentemente com o filme de ficção científica, eles já chamam a atenção de astrofísicos há muito tempo, explica comunicado do Sissa.
Salucci afirmou não ser possível dizer com absoluta certeza que a Via Láctea é igual a um buraco de minhoca, "mas simplesmente que, segundo modelos teóricos, essa hipótese é possível".
O cientista explicou que, em teoria, seria possível comprovar essa hipótese fazendo uma comparação entre duas galáxias - aquela à qual pertencemos e outra parecida. "Mas ainda estamos muito longe de qualquer possibilidade real de fazer tal comparação."
Matéria escura
Estudos prévios já haviam demonstrado a possível existência desses buracos de minhoca em outras regiões galáticas. Segundo o estudo do Sissa, os resultados obtidos agora "são um importante complemento aos resultados prévios, confirmando a possível existência dos buracos de minhoca na maioria das galáxias espirais".

O estudo também reflete sobre a matéria escura, um dos grandes mistérios da astrofísica moderna. Essa matéria não pode ser vista diretamente com telescópios; tampouco emite ou absorve luz ou radiação eletromagnética em níveis significativos. Mas a misteriosa substância compõe 85% do universo.
Salucci lembra que há tempos os cientistas tentam explicar a matéria escura por meio de hipóteses sobre a existência de uma partícula específica, o neutralino - o qual, porém, nunca foi identificado pelo CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, que pesquisa o Bóson de Higgs, a chamada "partícula de Deus") ou observado no Universo. Mas há teorias alternativas que não se baseiam nessa partícula.
"Talvez a matéria escura seja uma 'outra dimensão', talvez um grande sistema de transporte galático. Em todo o caso, realmente precisamos começar a nos perguntar o que ela é."
www.g1.globo.com

 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...