segunda-feira, 12 de março de 2012

Casa é atingida por suposto meteorito na Noruega

Da Reuters -O telhado de uma casa em Oslo, capital da Noruega, foi atingido por pedaços de rocha que parecem ser um meteorito. A pedra caiu no domingo (11) e causou estragos na casa de Anne Margrethe Thomassen.

 Pedra que seria uma meteorito se quebrou quando bateu no telhado (Foto: Reuters/Terje Bendiksby/Scanpix)

 Rocha causou estragos na casa de Anne Margrethe Thomassen (Foto: Reuters/Terje Bendiksby/Scanpix)

Radiação solar provoca tempestade magnética moderada na Terra

Do G1 em SP -A Terra está enfrentando tempestades geomagnéticas “moderadas” nesta segunda-feira (12), segundo informações da Nasa. Elas foram provocadas por erupções solares ocorridas no último sábado.

 Atividade do Sol no último sábado (10), quando ocorreu a última erupção
(Foto: NASA/SDO/AIA)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Tempestade solar chega à Terra hoje e pode afetar equipamentos

Da Reuters -Uma forte tempestade geomagnética originária do Sol deve chegar nesta quinta-feira (8) à Terra. O fenômeno pode afetar redes elétricas, transportes aéreos e aparelhos de GPS e de comunicações, segundo especialistas norte-americanos.

A tempestade - uma gigantesca nuvem de partículas expelidas pelo Sol a cerca de 7,2 milhões km/h - foi provocada por duas erupções solares, de acordo com os cientistas.

Essa é provavelmente a mais violenta tempestade solar em quase seis anos, superando uma semelhante no final de janeiro, segundo Joseph Kunches, um meteorologista espacial que trabalha na Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

A perturbação solar, segundo Kunches, tem três estágios, dos quais dois já estão afetando a Terra.

 Imagem fornecida pela Nasa mostra ‘labareda’ solar já em direção à Terra. (Foto: Nasa / AP Photo)
 
Primeiro, duas labaredas solares, movendo-se quase à velocidade da luz, chegaram à Terra, na noite de terça-feira (6). Elas podem afetar transmissões de rádio.

Em seguida, a radiação solar atingiu, na quarta-feira (7), o campo magnético terrestre, com possível impacto sobre o tráfego aéreo, especialmente perto dos polos. Satélites e astronautas em caminhadas espaciais também estão sujeitos aos efeitos dessa fase, que pode durar vários dias.

Finalmente, a nuvem de plasma emitida pela ejeção de massa coronal - que é basicamente um pedaço grande da atmosfera solar - deve chegar na manhã de quinta à Terra.

Essa fase pode afetar o funcionamento de redes elétricas, satélites, GPSs de alta precisão usados em operações petrolíferas e agrícolas, segundo os cientistas.

O GPS comum, como o dos carros, não deve ser afetado, segundo Doug Biesiecker, da NOAA.

Kunches disse que o componente geomagnético da tempestade pode se antecipar um pouco por ocorrer logo depois de uma tempestade anterior, que saiu do Sol no domingo (4) e está atualmente castigando a magnetosfera terrestre. “Quando você já teve uma tempestade de ejeção de massa coronal, às vezes a próxima tempestade de ejeção de massa coronal é mais rápida em chegar aqui”, disse Kunches.

As tempestades podem produzir auroras polares. No Hemisfério Norte, o fenômeno poderia ser visto até em latitudes médias, como em Nova York.

Cientistas dizem que o Sol está numa fase de atividade ascendente no seu ciclo de 11 anos, e o pico está previsto para 2012.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Impatto asteroide raffreddo' terra

Roma - E' stato l'impatto di un asteroide, o forse di una cometa, a causare un raffreddamento del clima sulla Terra che, 12.900 anni fa, provocò la decimazione della popolazione umana nel Nord America e l'estinzione dei grandi mammiferi. Nuove prove a sostegno di questa ipotesi sono state trovate da un gruppo internazionale di ricercatori nei sedimenti del lago Cuitzeo, nel Messico centrale, e sono illustrate sulla rivista dell'Accademia americana delle scienze, Pnas.

Acidente do Titanic foi precedido por alinhamento de Sol e Lua, diz estudo

Da EFE -A colisão do Titanic com um iceberg em 1912 pode ter sido consequência de um raro alinhamento do Sol e da Lua ocorrido mais de quatro meses antes, segundo um artigo publicado na edição de abril da revista "Sky & Telescope".

Aproveitando a renovada fascinação em torno do naufrágio do transatlântico, pela proximidade do centenário do acidente no qual morreram aproximadamente 1,5 mil pessoas, os astrônomos da Universidade Estadual do Texas Donald Olson e Russell Doescher explicaram sua hipótese sobre a abundância de icebergs na rota da embarcação.

Na noite do dia 14 de abril de 1912, o navio, que "nem Deus era capaz de afundar", segundo a publicidade da época, bateu em um iceberg e naufragou.

Outras embarcações que responderam aos chamados de socorro encontraram na região do Atlântico Norte uma abundância incomum de icebergs.


Foto mostra trabalho de resgate na área do naufrágio do Titanic (Foto: Divulgação)

 
Pesquisa
Junto com a proliferação de reportagens, romances e filmes que transformaram o afundamento do Titanic no "acidente do século 20", se multiplicaram por décadas as perguntas sobre o motivo da existência de um número de icebergs superior ao habitual na área.

Os astrônomos partiram do trabalho do oceanógrafo Fergus J. Wood, da Califórnia, um estudioso das marés. Ele sugeriu que uma aproximação rara da Lua à Terra, ocorrida em 4 de janeiro de 1912, pode ter contribuído para marés também mais altas do que o normal.

Olson e Doescher descobriram que nessa data também ocorreu um acontecimento pouco comum: a Lua e o Sol se alinharam de uma maneira que fez com que sua atração gravitacional se reforçasse mutuamente, formando o que é conhecido como maré de sizígia.

Além disso, a proximidade da Lua foi a maior registrada em cerca de 1.400 anos e ocorreu dentro dos seis minutos de uma lua cheia. Já a aproximação máxima do Sol havia ocorrido no dia anterior.

"Foi a maior aproximação da Lua à Terra em mais de 1.400 anos e esta configuração maximizou as forças lunares que levantam as marés nos oceanos da Terra", disse Olson.

Icebergs
Inicialmente, os pesquisadores procuraram determinar se marés mais cheias tinham aumentado os desprendimentos de icebergs na Groenlândia, que é o local de origem da maioria dos icebergs dessa região atlântica.

Mas logo se deram conta que, para chegar à rota de navegação do Titanic por volta de abril, os icebergs desprendidos das geleiras da Groenlândia em janeiro deveriam ter se deslocado muito rápido e em sentido contrário às correntes.

No entanto, segundo o depoimento das tripulações dos outros navios que responderam ao chamado do Titanic, havia muitos icebergs na área, tantos que pelo resto da temporada de 1912 as rotas de navegação foram desviadas para o sul.

A resposta à questão sobre a procedência de tantos icebergs na região está nos icebergs encalhados e à deriva.

À medida que os icebergs desprendidos da Groenlândia se movimentam para o sul, muitos ficam encalhados nas águas menos profundas do litoral de Terra Nova e Labrador (Canadá).

Normalmente, os icebergs ficam ali e não conseguem se movimentar até que derretam o suficiente para voltar a flutuar, ou até que uma maré alta os libere.

Assim, os astrônomos do Texas levantaram a hipótese de as marés mais elevadas do que o normal de janeiro de 1912 terem desencalhado estes icebergs, que se deslocaram rumo ao sul pelas correntes oceânicas e em direção às rotas de navegação.

terça-feira, 6 de março de 2012

Nova erupção solar envia partículas em direção à Terra

Da EFE -Uma forte erupção na superfície do Sol, somada com a temporada de tempestades, enviou ondas de plasma e partículas que alcançarão a Terra, conforme informou nesta segunda-feira (5) o Centro de Prognósticos Climatológicos Espaciais (SWPC).

O SWPC, operado pelo Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos, indicou que o clarão foi de classe X1.1, o que significa que se trata de uma das mais poderosas das erupções solares.

A expectativa é de que a onda de plasma e partículas solares alcance a Terra em dois ou três dias.

As erupções solares interferem no campo magnético da Terra e as ondas, que obrigaram a mudar a rota de alguns aviões comerciais que sobrevoavam os pólos, continuarão se intensificando, segundo os especialistas.

O Sol passa por ciclos regulares de atividade, que a cada 11 anos aproximadamente se intensificam e provocam tempestades que às vezes deformam e inclusive atravessam o campo magnético da Terra.

 Tempestade solar vista por observatório da Nasa em junho de 2011 (Foto: Nasa / SDO)
 
Os especialistas indicaram que a atual temporada de tempestades é a mais intensa registrada desde setembro de 2005 e que estas provocam efeitos especiais únicos como as auroras boreais, além de interferir nas comunicações.

Além disso, as redes de transmissão de eletricidade, as comunicações via rádio e os sistemas de satélites são afetados, mas a Nasa afirmou que os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) não correm perigo.
Em janeiro, os cientistas detectaram duas erupções no período de quatro dias seguidos por ondas com bilhões de toneladas de plasma viajando a cerca de 8 milhões de km/h.

A onda causada pelo segundo dos dois clarões alcançou a Terra cerca de 34 horas depois da erupção, em vez dos dois ou mais dias que habitualmente esse deslocamento demora.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Sonda detecta oxigênio em uma das luas de Saturno

Da EFE -A sonda espacial Cassini detectou oxigênio em uma baixa concentração em Dione, uma das luas de Saturno, o que indica que ela teria uma atmosfera tênue, muito menos densa que a da Terra.

"A sonda Cassini encontrou pela primeira vez íons de oxigênio molecular na gelada lua de Saturno de Dione", anunciou um comunicado emitido na última sexta-feira (2) pela equipe encarregada da missão.

Imagem de 2005 combina fotos em ultravioleta e infravermelho para destacar as crateras de Dione (Foto: Nasa/JPL/Space Science Institute)
 
No entanto, os íons de oxigênio estão muito dispersos -- um por cada 11 centímetros cúbicos --, o que faz esta concentração equivalente à da atmosfera da Terra a uma altitude de 480 quilômetros -- o monte Everest, ponto mais alto do planeta, fica a menos de 9 mil km acima do nível do mar.

"Agora sabemos que Dione, da mesma forma que os anéis de Saturno e sua lua Rhea, é uma fonte de moléculas de oxigênio", indicou Robert Tokar, um membro da missão Cassini no Laboratório Nacional de Los Álamos (EUA).

Em sua opinião, esta descoberta confirma que o oxigênio é comum no sistema de luas de Saturno e que pode surgir em processos que não implicam formas de vida.

O oxigênio, elemento básico para a vida na Terra -- onde sua concentração na atmosfera chega a cerca de 21% --, poderia se originar nas luas de Saturno devido a fótons solares ou partículas de energia que impactam contra a superfície de água congelada do satélite.

Os cientistas não pensavam que Dione, devido a seu pequeno tamanho, pudesse abrigar uma atmosfera. A nova descoberta faz deste pequeno satélite um objeto de estudo muito mais interessante.

A sonda Cassini, lançada em 1997, é uma missão que conta com a participação da Nasa, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Italiana, cujo objetivo é estudar as mudanças climáticas em Saturno e em suas luas.

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