segunda-feira, 29 de abril de 2013

Nasa capta imagens em Saturno que sugerem impacto de meteoros

Do G1, em São Paulo

 
 
Cinco imagens dos anéis de Saturno, feitas pela sonda da Nasa Cassini entre 2009 e 2012, apresentam nuvens com material liberado após o impacto de pequenos objetos com os anéis (Foto: Nasa) 
Cinco imagens dos anéis de Saturno, feitas pela sonda da Nasa Cassini entre 2009 e 2012, apresentam nuvens (indicadas pelas flechas) com material liberado após o impacto de pequenos objetos com os anéis (Foto: Nasa)
 
A sonda Cassini, da agência espacial americana (Nasa), encontrou evidências de que meteoros se chocam com os anéis do planeta Saturno.

Segundo a Nasa, que estuda Saturno e suas luas, se tratam de pedaços de rochas espaciais com tamanhos que variam entre um centímetro e vários metros. Ainda de acordo com os cientistas, analisar o impacto desses fragmentos pode ajudar a compreender como se formaram diferentes planetas do Sistema Solar.

Os pesquisadores estudaram nove impactos nos anéis de Saturno que ocorreram em 2005, 2009 e 2012. Eles acreditam que os meteoros se fragmentam ao interagir com os anéis e seus destroços perdem velocidade e entram na órbita de Saturno.

As imagens divulgadas pela agência mostram nuvens detectadas pela Cassini que forma liberadas após o impacto de pequenos objetos com os anéis. De acordo com Linda Spilker, envolvida com o projeto da Cassini, os novos resultados sugerem que a quantidade de meteoros que entram em Saturno é muito similar à quantidade que impacta a Terra.

A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI).  O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia, projetou, desenvolveu e montou a sonda e suas duas câmeras. Atualmente, o JPL administra a missão, e o Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado, fica responsável por operar as imagens.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Astrônomos confirmam que bola de fogo no céu da Argentina era meteoro



Especialistas explicaram o fenômeno de domingo (21) à imprensa local.
Rocha atingiu atmosfera a 130 mil km/h e se desintegrou.

Do G1, em São Paulo



Astrônomos argentinos confirmaram à imprensa local que a bola de fogo vista no céu do norte do país na madrugada de domingo (21) era um meteoro. Além do clarão, o fenômeno provocou um forte barulho e até pequenos tremores nas províncias de Santiago del Estero, Chaco, Salta, Córdoba, Tucumán e Catamarca.

“À noite, é possível observar entre cinco e dez meteoros por hora, e em geral são do tamanho de um grão de areia. O que aconteceu ontem [domingo] foi um bólido de um tamanho maior. Uma rocha de 40 a 45 centímetros que ingressou [na atmosfera] a mais de 130 mil quilômetros por hora”, afirmou Jorge Coghlan, diretor do Observatório Astronômico de Santa Fé, em entrevista à Rádio Continental.

Segundo o astrônomo, o meteoro se desintegrou devido ao atrito com a atmosfera – o que provocou o clarão e o estrondo. Por isso, mesmo se tiver restado algum pedaço, será muito difícil localizá-lo. Pela nomenclatura usada pelos cientistas, se algum pedaço for encontrado, será chamado de meteorito; antes disso, a rocha em contato apenas com a atmosfera recebe o nome de meteoro.

Mariano Ribas, coordenador da área de Astronomia do Planetário de Buenos Aires, afirmou que o meteoro do norte da Argentina tem uma semelhança com o que caiu na Rússia e deixou mais de mil feridos em fevereiro.

“A origem é semelhante, mas esse foi muito inferior a aquele, ainda que daquela vez, pela força do impacto, só foi possível resgatar poucos fragmentos do meteorito”, afirmou o cientista ao jornal “Clarín”.
 
Ao longo dos últimos dias, a Terra foi atingida por uma chuva de meteoros, que ocorre quando o planeta cruza a órbita de algum cometa e alguns fragmentos muito pequenos penetrem a

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Holandeses recrutam voluntários para colonização de Marte

Da BBC
 
Imagem da Nasa (Foto: Divulgação/Nasa) 
O planeta vermelho, Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
 
Uma organização holandesa, a Mars One, informou que, em breve, abrirá inscrições para voluntários que quiserem colonizar o planeta Marte.

Mas há uma particularidade: a passagem será apenas de ida. Mesmo assim, a empresa já recebeu dados de milhares de possíveis candidatos a colonos.

Durante uma visita à BBC em Londres, o fundador da Mars One, Bas Lansdorp, explicou a razão de este ser um voo sem volta e quais características os candidatos precisam ter para serem escolhidos.

Segundo Lansdorp, os voluntários precisarão ser resistentes, flexíveis e engenhosos.

O projeto todo, desde a seleção dos candidatos até a viagem, vai ser transmitido em um programa de televisão, nos moldes de um reality show, como o Big Brother.

Os astronautas terão de enfrentar uma viagem que deve durar entre sete a oito meses e devem perder massa óssea e muscular.

Segundo Lansdorp, depois de passar um tempo vivendo no campo gravitacional bem mais fraco de Marte, será quase impossível se reajustar de volta à gravidade mais forte da Terra.

Os candidatos selecionados passarão por treinamento físico e psicológico. A equipe vai usar tecnologia já existente em todos os aspectos do projeto.

A energia será gerada por painéis solares, a água será reciclada e extraída do solo, os astronautas vão cultivar os alimentos que vão consumir e também contarão com suprimentos de emergência. A cada dois anos, novos exploradores vão se juntar ao grupo de colonos.
 
Ambiente hostil
Marte é um planeta varrido pelo vento solar. Na Terra, por outro lado, estamos protegidos do vento solar graças a um forte campo magnético. Sem ele, seria muito mais difícil sobreviver.

Apesar de Marte ter tido uma proteção parecida há cerca de 4 bilhões de anos, hoje, a maior parte da atmosfera do planeta se foi e não há mais um escudo protetor como este.

A superfície do planeta é extremamente hostil para a vida, segundo Veronica Bray, do Laboratório Planetário e Lunar da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Bray, no entanto, encara o projeto holandês com ceticismo.

De acordo com a cientista, não há água líquida, a pressão atmosféria é "praticamente um vácuo", os níveis de radiação são mais altos e as temperaturas variam muito.

"A exposição à radiação é uma preocupação, especialmente durante a viagem. Isto pode levar ao aumento do risco de câncer, um sistema imunológico mais frágil e, possivelmente, infertilidade", afirmou.

Para minimizar a radiação, os responsáveis pelo projeto vão cobrir com vários metros de terra as cúpulas onde os colonos vão viver. Ela será cavada pelos próprios habitantes do local.

"Não tenho dúvidas de que podemos, fisicamente, colocar um humano em Marte. Se ele vai conseguir sobreviver durante um período maior de tempo, é muito mais duvidoso", acrescentou Bray.

Gerard't Hoof, embaixador do projeto e um dos ganhadores do prêmio Nobel em física teórica em 1999, admite que existem riscos para saúde ainda desconhecidos. Ele afirma que a radiação é "de uma natureza muito diferente" do que qualquer coisa que já tenha sido testada na Terra.

"Comunicaremos aos candidatos que há riscos, mas será nossa responsabilidade manter estes riscos em níveis aceitáveis", afirmou.
 
Desafio
O astronauta da Nasa Stan Love já enfrentou dificuldades tecnológicas na Estação Espacial Internacional.

Os aparelhos que reciclam o lixo humano e transformam "o café de ontem no café de amanhã precisam de manutenção constante e provavelmente não sobreviverão a anos de uso contínuo em Marte".

Love voltou recentemente da Antártida e comparou o ambiente gelado com Marte.

"É cheio de água, você pode sair e respirar ar. É um paraíso comparado a Marte e, mesmo assim, ninguém se mudou permanentemente para lá", afirmou.

No entanto, apesar de suas dúvidas em relação ao financiamento, riscos da radiação e tecnologia, Love aprova a iniciativa da Mars One.

Ele acredita que organizações particulares como esta podem ajudar na elaboração de novas tecnologias para ajudar em viagens futuras ao planeta vermelho.

"Sonhamos com isso há 50 anos. A Lua seria apenas um trampolim para Marte. Mas quando você estuda o problema, você percebe que é imensamente difícil", afirmou.

Alison Rigby, 32 anos, se candidatou, e afirma que o fato de ser uma viagem sem volta não é tão assustador.

"Uma passagem só de ida me assusta, mas não é o bastante para me fazer mudar de ideia. Uma vida bem-sucedida em Marte será o grande feito da minha vida e fico feliz de deixar minhas preocupações de lado na esperança de algo melhor", disse.
 
Dinheiro
Outro problema em relação ao projeto é o dinheiro. O custo para o envio do primeiro grupo é estimado em US$ 6 bilhões.

Chris Lintott, da Universidade de Oxford, afirma que o projeto é tecnologicamente plausível, mas ele não acredita que vai conseguir a verba necessária.

"Está relacionado à vontade política e à solidez financeira para fazer isto acontecer. E [isto] ninguém conseguiu resolver até agora", afirmou.

Mas, o fundador da Mars One acredita que é possível levantar o dinheiro e cita os direitos de transmissão das Olimpíadas de Londres.

"Este será o maior evento da humanidade. Em 15 anos as pessoas ainda estarão assistindo. Explorar nosso mundo e, agora [ir] além, é o que os humanos fazem, está em nosso genoma. O sonho dos colonos de ir para Marte se tornará realidade."

Ainda não se sabe se a missão vai alcançar o objetivo, mas a publicidade gerada pelo processo de seleção ao estilo do Big Brother deve gerar a audiência esperada.

Megaobservatório faz imagem com cem galáxias em poucas horas

Telescópio Alma, recém-inaugurado no Chile, é o mais poderoso do mundo.
Registro teria levado uma década com telescópios tradicionais.

Da France Presse

 
Imagem de mais de cem galáxias obtida pelo Alma (Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), J. Hodge et al., A. Weiss et al., NASA Spitzer Science Center) 
Imagem de mais de cem galáxias obtida pelo Alma
 (Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), 
J. Hodge et al., A. Weiss et al., NASA Spitzer Science Center)
 
 
O radiotelescópio Alma, o observatório mais poderoso do mundo inaugurado em março no norte do Chile, conseguiu elaborar um mapa de mais de cem das galáxias com maior formação estelar no universo antigo em algumas horas, informou o observatório.

A informação disponível até agora sobre este grupo de galáxias, que são chave para o conhecimento sobre a formação e a evolução das galáxias ao longo da história do universo, tinha sido compilada em mais de uma década de observações com telescópios de capacidade inferior à do Alma.

Como o grupo de galáxias está coberto por poeira estelar que as escurece, sua identificação é difícil de fazer com telescópios de luz visível, e só é possível detectá-las com instrumentos que medem as ondas métricas ou submilimétricas, como o faz a Alma, que quando estiver totalmente operacional contará com 66 antenas capazes de funcionar como uma só.

As observações feitas até agora eram difusas e por não saber exatamente qual destas galáxias estava formando estrelas, os astrônomos viam atravancados seus estudos sobre a formação das estrelas no universo remoto.

Usando apenas 16 das 66 antenas na fase inicial do projeto, a equipe de astrônomos não só conseguiu identificar quais galáxias tinham regiões ativas em formação estelar, senão que em mais da metade dos casos descobriram que muitas galáxias com formação estelar tinham sido confundidas com uma única em observações anteriores.

"Antes pensávamos que as mais brilhantes destas galáxias formavam estrelas com uma intensidade milhares de vezes maior que a da nossa própria galáxia, a Via Láctea, correndo o risco de se autodestruir", afirmou, em um comunicado, o pesquisador Alexander Karim, da Universidade de Durham, no Reino Unido.

"As imagens do Alma revelam múltiplas galáxias, menores, formando estrelas em ritmos mais razoáveis", acrescentou Karim.

"Se os comparamos com outros telescópios do tipo, Alma é tão sensível que, em poucas horas conseguiu duplicar o total de observações feitas por este tipo de telescópios", acrescentou a nota.

O Grande Conjunto de Radiotelescópios do Atacama (Alma, na sigla em inglês), com 66 antenas de 7 a 12 metros de diâmetro, está situado na árida Planície Chajnantor, mais de 5 mil metros acima do nível do mar, nas proximidades do povoado de San Pedro de Atacama, 1.600 km ao norte de Santiago.

Cientistas identificam planetas 'mais semelhantes à Terra já encontrados'

Planetas lembram a Terra em tamanho, composição e radiação recebida.
Sistema com cinco planetas foi descoberto com o telescópio Kepler.

Do G1, em São Paulo

 
Ilustração do sistema solar Kepler-62 (Foto: AP Photo/Harvard Smithsonian Center for Astrophysics) 
Ilustração do sistema solar Kepler-62 
(Ilustração: AP Photo/Harvard Smithsonian Center for Astrophysics)
 
Uma equipe internacional de cientistas divulgou, nesta quinta-feira (18), a descoberta de um sistema solar com cinco planetas, sendo que dois deles são, segundo os pesquisadores, “os objetos mais semelhantes à Terra já encontrados”.

A descoberta foi feita com o uso do Telescópio Espacial Kepler, que deu também o nome aos corpos celestes encontrados. A estrela central do sistema se chama Kepler 62, e seus planetas se chamam Kepler 62-b, Kepler 62-c, Kepler 62-d, Kepler 62-e e Kepler 62-f.

Os planetas considerados semelhantes à Terra são os dois últimos. Eles são um pouco maiores que a Terra – o raio de Kepler 62-e equivale a 1,41 raio da Terra, e o de Kepler 62-f a 1,61 raio da Terra – e ambos recebem uma quantidade de radiação também parecida com a que o nosso planeta recebe do Sol – dentro da chamada “zona habitável”, onde teoricamente é possível haver água líquida.

Pelo tamanho dos planetas, os cientistas acreditam que a composição desses planetas seja rochosa, ou seja, também semelhante à da Terra. Outra hipótese considerada é a de que eles sejam cobertos de gelo.

“Pelo que podemos ver, pelo raio e pelo período orbital, esses são os objetos mais semelhantes à Terra que já encontramos”, afirmou Justin Crepp, astrofísico da Universidade Notre Dame, nos EUA, um dos autores do estudo. O artigo com os resultados da pesquisa foi publicado pela revista “Science”.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Remaining Martian Atmosphere Still Dynamic

JPL/NASA News 

News release: 2013-127                                                                    April. 8, 2013 

Remaining Martian Atmosphere Still Dynamic 

Remaining Martian Atmosphere Still Dynamic

The full version of this story with accompanying images is at: 
http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2013-127&cid=release_2013-127 

VIENNA -- Mars has lost much of its original atmosphere, but what's left remains quite active, recent findings from NASA's Mars rover Curiosity indicate. Rover team members reported diverse findings today at the European Geosciences Union 2013 General Assembly, in Vienna. 

Evidence has strengthened this month that Mars lost much of its original atmosphere by a process of gas escaping from the top of the atmosphere. 

Curiosity's Sample Analysis at Mars (SAM) instrument analyzed an atmosphere sample last week using a process that concentrates selected gases. The results provided the most precise measurements ever made of isotopes of argon in the Martian atmosphere. Isotopes are variants of the same element with different atomic weights. "We found arguably the clearest and most robust signature of atmospheric loss on Mars," said Sushil Atreya, a SAM co-investigator at the University of Michigan, Ann Arbor. 

SAM found that the Martian atmosphere has about four times as much of a lighter stable isotope (argon-36) compared to a heavier one (argon-38). This removes previous uncertainty about the ratio in the Martian atmosphere from 1976 measurements from NASA's Viking project and from small volumes of argon extracted from Martian meteorites. The ratio is much lower than the solar system's original ratio, as estimated from argon-isotope measurements of the sun and Jupiter. This points to a process at Mars that favored preferential loss of the lighter isotope over the heavier one. 

Curiosity measures several variables in today's Martian atmosphere with the Rover Environmental Monitoring Station (REMS), provided by Spain. While daily air temperature has climbed steadily since the measurements began eight months ago and is not strongly tied to the rover's location, humidity has differed significantly at different places along the rover's route. These are the first systematic measurements of humidity on Mars. 

Trails of dust devils have not been seen inside Gale Crater, but REMS sensors detected many whirlwind patterns during the first hundred Martian days of the mission, though not as many as detected in the same length of time by earlier missions. "A whirlwind is a very quick event that happens in a few seconds and should be verified by a combination of pressure, temperature and wind oscillations and, in some cases, a decrease is ultraviolet radiation," said REMS Principal Investigator Javier Gómez-Elvira of the Centro de Astrobiología, Madrid. 

Dust distributed by the wind has been examined by Curiosity's laser-firing Chemistry and Camera (ChemCam) instrument. Initial laser pulses on each target hit dust. The laser's energy removes the dust to expose underlying material, but those initial pulses also provide information about the dust. 

"We knew that Mars is red because of iron oxides in the dust," said ChemCam Deputy Principal Investigator Sylvestre Maurice of the Institut de Recherche en Astrophysique et Planétologie in Toulouse, France. "ChemCam reveals a complex chemical composition of the dust that includes hydrogen, which could be in the form of hydroxyl groups or water molecules." 

Possible interchange of water molecules between the atmosphere and the ground is studied by a combination of instruments on the rover, including the Dynamic Albedo of Neutrons (DAN), provided by Russia under the leadership of DAN Principal Investigator Igor Mitrofanov. 

For the rest of April, Curiosity will carry out daily activities for which commands were sent in March, using DAN, REMS and the Radiation Assessment Detector (RAD). No new commands are being sent during a four-week period while Mars is passing nearly behind the sun, from Earth's perspective. This geometry occurs about every 26 months and is called Mars solar conjunction. 

"After conjunction, Curiosity will be drilling into another rock where the rover is now, but that target has not yet been selected. The science team will discuss this over the conjunction period." said Mars Science Laboratory Project Scientist John Grotzinger, of the California Institute of Technology, Pasadena. 

NASA's Mars Science Laboratory Project is using Curiosity to investigate the environmental history within Gale Crater, a location where the project has found that conditions were long ago favorable for microbial life. Curiosity, carrying 10 science instruments, landed in August 2012 to begin its two-year prime mission. NASA's Jet Propulsion Laboratory, a division of Caltech in Pasadena, manages the project for NASA's Science Mission Directorate in Washington. 

For more about the mission, visit: http://www.jpl.nasa.gov/msl , http://www.nasa.gov/msl andhttp://mars.jpl.nasa.gov/msl . You can follow the mission on Facebook and Twitter at:http://www.facebook.com/marscuriosity and http://www.twitter.com/marscuriosity . 

Guy Webster 818-354-6278
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
guy.webster@jpl.nasa.gov 


- end -


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ecco le esplosioni più violente dell'universo

Rappresentazione artistica di un'esplosione di lampi gamma (fonte: Mark A. Garlick)  
Rappresentazione artistica di un'esplosione di lampi gamma (fonte: Mark A. Garlick)
 
Le esplosioni più violente dell'universo sono dovute alla morte di stelle gigantesche, dieci volte più grandi del Sole, che scatenano i lampi gamma più longevi mai osservati. La scoperta, annunciata nel convegno internazionale sui lampi gamma che si svolge negli Stati Uniti, a Nashville (Tennessee), si deve al gruppo di ricerca coordinato da Andrew Levan, dell'università britannica di Warwick.

Delle esplosioni cosmiche eccezionalmente potenti e longeve appena scoperte, una è avvenuta ai confini dell'universo osservabile, a circa 7 miliardi di anni luce di distanza dalla nostra galassia. Mentre la maggior parte delle esplosioni di stelle finisce in circa un minuto, queste di nuovo tipo possono durare per diverse ore.

La prima è stata individuato il giorno di Natale 2010, ma mancava una misura di distanza e così questo evento è rimasto avvolto nel mistero. Inizialmente si pensava a un asteroide caduto su una stella di neutroni nella nostra galassia, oppure all'esplosione di una supernova in una galassia a 3,5 miliardi anni luce di distanza dalla Via Lattea.

Utilizzando il telescopio Gemini nelle Hawaii, i ricercatori hanno ora ricalcolato la distanza dell'esplosione e hanno stabilito che è avvenuta a circa 7 miliardi di anni luce dalla Terra. Sarebbe stata causata dalla morte di una stella supergigante, 10 volte più massiva del Sole, fra le più grandi e brillanti stelle mai osservate nell'universo, con un raggio circa 1.000 volte quello del Sole. Dopo l'evento del Natale 2010 lo stesso gruppo di ricerca ha individuato altre esplosioni di questo tipo.

Si pensa che la maggior parte delle stelle che danno origine ai lampi di raggi gamma siano relativamente piccole e dense e che l'esplosione le distrugga in una manciata di secondi. In questo caso, invece, le esplosioni sono molto lunghe e i lampi  gamma più longevi a causa delle grandi dimensioni della stella. In stelle così grandi, infatti, i lampi gamma richiedono molto più tempo per propagarsi.


www.ansa.it

sábado, 13 de abril de 2013

Após erupção solar, Terra pode ter tempestade geomagnética

Cientistas aguardam neste sábado chegada de partículas emitidas pelo Sol.
Fenômeno pode alterar sistemas de satélites e redes de energia.

Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo
 
Explosões solares captadas na última quinta-feira (11) por instrumentos da agência espacial americana (Foto: Divulgação/ESA&NASA/SOHO/GSFC) 
Explosões solares captadas na última quinta-feira (11) por instrumentos da agência espacial americana (Foto: Divulgação/ESA/NASA/SOHO/GSFC)
 
Erupções ocorridas no Sol nesta semana, consideradas as mais intensas deste ano, podem provocar até o fim da manhã deste sábado (13) uma tempestade geomagnética na Terra, que, dependendo da intensidade, pode afetar sistemas de telecomunicações do planeta e a rede de distribuição de energia elétrica, segundo cientistas.

Na última quinta-feira (11), a agência espacial americana, Nasa, captou explosões na coroa solar que emitiram no espaço jatos com bilhões de partículas que partiram em direção à Terra. Imagens feitas por equipamentos da agência captaram as explosões. Segundo a Nasa, o aumento no número de explosões solares é esperado para este período, em que o Sol está chegando próximo do pico de seu ciclo de atividade, que dura 11 anos.

De acordo com o pesquisador brasileiro José Roberto Cecatto, da divisão de astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), essa massa liberada pelo Sol viaja a uma velocidade de mil quilômetros por hora e deve chegar à Terra nesta manhã.

No entanto, ainda não há como saber se ela provocará uma tempestade geomagnética e, caso isto ocorra, se terá tamanha intensidade a ponto de afetar equipamentos terrestres ou apenas provocará fenômenos como as auroras boreal e austral, um "show natural" de luzes coloridas que podem ser acompanhadas em regiões próximas aos polos Sul e Norte.

“A tempestade pode ser de dois tipos. Se a nuvem geomagnética estiver na mesma direção do campo magnético da Terra, os efeitos serão mais brandos e podem provocar apenas auroras. No entanto, se a nuvem de massa solar vier na direção oposta ao campo magnético terrestre, aí ocorrem tempestades geomagnéticas”, explicou Cecatto.

O fenômeno é medido em uma escala que vai de G1 a G5 – em que G5 é o nível mais forte. Ele não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.

Além disso, a interferência causada pela radiação solar pode fazer com que algumas companhias desviem rotas de voos próximos aos polos.

“Essa nuvem não é uma das maiores já registradas, mas também não pode ser desprezada. Ela deve gerar alguns efeitos moderados no Brasil, como algumas perturbações na rede de distribuição de energia elétrica, de moderada intensidade. Os efeitos mais significativos podem ocorrer nas altas latitudes”, explica o pesquisador.

Os equipamentos do Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial, ligado ao Inpe, que estão instalados na cidade do interior paulista deverão acompanhar o fenômeno neste sábado.

Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa, mostra erupções solares registradas nesta quinta-feira (11) e que liberou partículas devem atingir a Terra neste sábado (Foto: Divulgação/Nasa/SDO) 
Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa, mostra erupções solares registradas nesta quinta-feira (11) e que liberou partículas devem atingir a Terra neste sábado (Foto: Divulgação/Nasa/SDO)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Nasa planeja capturar asteroide e trazê-lo para perto da Terra

Técnica permitiria o acesso direto de astronautas aos objetos.
Corpo celeste ficaria na órbita da Lua.

Do G1, em São Paulo
 

A Nasa apresentou um projeto para capturar um asteroide no espaço e mantê-lo para exploração constante perto da Terra. A ideia foi incluída na proposta de orçamento da agência espacial norte-americana para 2014, concluída durante esta semana.

Grosso modo, o objetivo da missão é lançar uma nave que consiga interceptar a rota de um asteroide e trazê-lo para a órbita da Lua. A partir de então, astronautas poderiam ir até lá para estudar melhor as características dos asteroides.

A estimativa da Nasa é que os astronautas possam chegar a um asteroide pela primeira vez a partir de 2021. Ainda dentro desse cronograma, a agência norte-americana pretende levar o homem a Marte na década de 2030.

Anteriormente, a Nasa já lançou outras missões para o estudo dos asteroides, incluindo a missão Dawn, que está em curso, visitando os maiores corpos celestes do cinturão de asteroides localizado entre Marte e Júpiter.

O desenvolvimento desse campo de pesquisa deve ajudar, inclusive, a defender a Terra caso algum asteroide venha a entrar em rota de colisão com o planeta.

Concepção de como seria a captura de um asteroide por uma nave da Nasa (Foto: Nasa/Advanced Concepts Laboratory) 
Concepção de como seria a captura de um asteroide por uma nave da Nasa 
(Foto: Nasa/Advanced Concepts Laboratory)
 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Nasa divulga imagem que mostra 'tranquilidade' do Sol

Foto foi feita pelo Observatório de Dinâmica Solar, localizado nos EUA.
Em março, agência espacial divulgou ocorrência de tempestades solares.

Do G1, em São Paulo
Imagem feita pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial americana, Nasa, mostra as condições atuais da coroa solar e a região de transição do Sol (Foto: Divulgação/Nasa/SDO) 
Imagem feita pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial americana, Nasa, mostra as condições atuais da coroa solar, que tem registrado poucas explosões. Segundo o astrônomo Cássio Barbosa, neste período é comum o Sol registrar erupções intensas. Em março, a agência espacial divulgou ao menos duas tempestades solare

sábado, 6 de abril de 2013

Brasileiros vão estudar produção de energia das explosões solares

Da EFE -Uma equipe de cientistas brasileiros vai estudar a produção de energia das explosões solares através de equipamento de observação que será enviado a 40 quilômetros da superfície da Terra, em voos de longa duração a bordo de balões estratosféricos.

Os especialistas observarão a faixa dos terahertz (THz) do espectro eletromagnético, situada entre as micro-ondas e o infravermelho próximo, foi praticamente desconsiderada até recentemente, de acordo com a "Agência Fapesp".

Segundo o coordenador do projeto, Pierre Kaufmann, é necessária a análise estratosférica, pois a atmosfera terrestre é opaca para essas ondas de alta frequência. A meta, de acordo com o cientista do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (Craam) da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é "compreender melhor a produção de energia em explosões solares".

A equipe comandada por Kaufmann analisa realizar dois voos de longa duração com balões, com a esperança de capturar alguma explosão solar. "São poucas as oportunidades", admitiu o pesquisador.

Está previsto que o primeiro desses voos tenha duração de entre 7 e 10 dias, e se realize em julho ou agosto de 2014 sobre a Rússia. O segundo voo poderia ser de duas semanas de duração, em 2015 ou 2016, sobre a Antártica. A pesquisa conta com cooperação do Instituto de Física Lebedev de Moscou e da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Descoberta de supernova deve servir em cálculo de expansão do Universo

Nasa detectou fenômeno ocorrido há mais de 10 bilhões de anos.

G1.globo.com

A Nasa divulgou nesta quinta-feira (4) a descoberta de uma supernova localizada a mais de 10 bilhões de anos-luz da Terra. A novidade, que será publicada na revista “The Astrophysical Journal”, deve ajudar os astrônomos em cálculos sobre a expansão do Universo.

Supernovas são corpos celestes originados por explosões de estrelas de grande massa. A supernova UDS10Wil, descoberta nesta pesquisa, é do tipo Ia, que tem um nível constante de brilho e, por isso, ajuda nos cálculos de expansão do Universo. A mais de 10 bilhões de anos-luz da Terra, essa é a supernova mais distante do tipo Ia já observada.

Imagem do Universo com destaque para a supernova SN Wilson (Foto: NASA, ESA, A. Riess (STScI e JHU), e D. Jones e S. Rodney (JHU)) 
Imagem do Universo com destaque para a supernova SN Wilson 
(Foto: NASA, ESA, A. Riess (STScI e JHU), e D. Jones e S. Rodney (JHU))
 
“Essa nova recordista em distância abre uma janela para os primórdios do Universo, trazendo noções importantes de como essas estrelas explodem”, afirmou o autor David Jones, da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, em material de divulgação da Nasa.

Como está a mais de 10 bilhões de anos-luz, UDS10Wil – ou SN Wilson, como foi apelidada, em homenagem ao ex-presidente americano Woodrow Wilson – permite aos cientistas a observação de uma explosão que, na verdade, ocorreu há mais de 10 bilhões de anos.

Segundo a teoria vigente, o Universo se formou há cerca de 13,8 bilhões de anos, e SN Wilson está entre as explosões que deram origem ao Universo como ele é hoje.

A observação foi feita com o Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, e é resultado de um programa que, há três anos, busca exclusivamente por esses fenômenos no espaço. Mais de cem supernovas de diferentes tipos e distâncias já foram descobertas desde então.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...