quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Oggi il volo di Cygnus

Il lanciatore Antares nella base di Wallops Island. Porterà in orbita la navetta Cygnus  
Il lanciatore Antares nella base di Wallops Island. Porterà in orbita la navetta Cygnus
 
Conto alla rovescia per il lancio della navetta Cygnus, costruita in Italia dalla Thales Alenia Space per l'azienda privata americana Orbital Science. La navetta porterà rifornimenti sulla Stazione Spaziale Internazionale e il lancio, dalla base della Nasa in Virginia, a Wallops Island, è previsto tra le 16.50 e le 17.05 (ora italiana) di oggi con il vettore Antares della Orbital.

Dopo il debutto, avvenuto il 21 aprile 2013 con un simulacro del modulo Cygnus, la navetta affronta la sua prima missione dimostrativa.

Oggi si spera di poter lanciare, dopo il rinvio di 24 ore imposto ieri dal maltempo, che ha ritardato il posizionamento del razzo sulla rampa di lancio. Si era verificato inoltre un problema tecnico nella comunicazione tra le apparecchiature a terra e il computer di volo del razzo.

La capsula Cygnus, porterà sulla Stazione Spaziale rifornimenti logistici e cibo per gli astronauti e ad attenderla c’è anche l'italiano Luca Parmitano. Sarà proprio l'astronauta dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) a catturare la capsula con il braccio robotico della Stazione Spaziale e ad agganciarla.


www.ansa.it/scienza

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Meteoro 20 vezes mais brilhante que a Lua cruza céu dos EUA; veja vídeo

Pedaço de asteroide de 45 kg passou pela Terra na madrugada de quarta.
Bola de fogo é uma das mais reluzentes observadas nos últimos 5 anos.

Do G1, em São Paulo
Meteoro é visto na quarta-feira (4) no leste dos EUA  (Foto: Foto: Reprodução/YouTube/NasaMarshallTV) 
Meteoro é visto na quarta-feira (4) no leste dos EUA
(Foto: Foto: Reprodução/YouTube/NasaMarshallTV)
 
Um meteoro 20 vezes mais brilhante que a Lua foi visto por seis câmeras da agência espacial americana (Nasa) ao entrar na atmosfera da Terra, entre os estados americanos da Geórgia e do Tennessee, no sudeste americano, na madrugada de quarta-feira (4). Veja o vídeo da Nasa.

Esse pedaço de asteroide, de 45 quilos e 60 cm de diâmetro, cruzou o céu da Terra às 4h27 pelo horário de Brasília, a uma velocidade de 90 mil km/h.

A bola de fogo – uma das mais reluzentes observadas nos últimos cinco anos – começou a se fragmentar na altura da cidade de Ocoee, na Flórida, a uma altitude de 53 quilômetros. A segunda ruptura do objeto ocorreu menos de meio segundo depois, a uma altitude de 46 quilômetros.

A Nasa perdeu a localização do meteoro quando ele chegou a uma altitude de 33 quilômetros e uma velocidade de 31 mil km/h.

Sensores localizados no solo gravaram ondas sonoras desse evento, e o radar meteorológico Doppler registrou indícios de uma chuva de pequenas partículas de meteoritos caindo no leste da cidade de Cleveland, no Tennessee.

Supertempestade em Saturno 'revira' gelo do planeta, diz Nasa

Do G1, em São Paulo
 

Imagem mostra formação de supertempestade no hemisfério norte de Saturno  (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Instituto de Ciência Espacial) 
Imagem mostra formação de supertempestade no hemisfério norte de Saturno 
(Foto Nasa/JPL-Caltech/Instituto de Ciência Espacial)
 
 
Uma supertempestade que atingiu Saturno "revirou" gelo da atmosfera do planeta, segundo uma pesquisa publicada na revista científica "Icarus". As informações sobre o estudo foram divulgadas nesta terça-feira (3) pela agência espacial americana (Nasa), que classificou a tormenta como "monstruosa".

O fenômeno gigantesco irrompeu em dezembro de 2010 no planeta, afirma a agência espacial. Tempestades deste gênero costumam aparecer no hemisfério norte de Saturno a cada 30 anos, em média.

A análise dos cientistas e as medições próximas ao infravermelho feitas pela sonda espacial Cassini formam juntas a primeira detecção já realizada de gelo formado a partir de água em Saturno. A água, afirma a Nasa, se origina das profundezas da atmosfera do planeta.

"A nova descoberta da Cassini mostra que Saturno pode 'desenterrar' materiais a mais de 160 km [no fundo da atmosfera]", afirmou Kevin Baines, um dos autores do estudo e cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em entrevista à instituição.

"Isso demonstra de maneira muito realista que Saturno, apesar de parecer um planeta 'pacato', pode ser tão tão ou mais explosivo que Júpiter, conhecido pelas tempestades", reforçou Baines.

A pesquisa descobriu que as partículas que formam as nuvens no topo da tempestade são compostas de três substâncias: gelo de água, gelo de amônia e uma terceira substância que possivelmente é hidrossulfeto de amônio.

Nasa cria programa para ajudar amadores a detectar exoplanetas

Do G1, em São Paulo


 

 
Concepção artística de um exoplaneta passando perto de sua estrela (Foto: Nasa/ESA/G. Bacon)Concepção artística de um exoplaneta passando perto de sua estrela
 (Foto: Nasa/ESA/G. Bacon)
 
 

A agência espacial americana (Nasa) lançou um programa para ajudar astrônomos amadores a "caçar" exoplanetas - planetas localizados fora do Sistema Solar. O software pode ser acessado gratuitamente pela internet e promete "corrigir" distorções e mudanças no brilho de estrelas que venham a ser causadas pela atmosfera da Terra (veja o link aqui).

Batizado de de Oscaar (sigla para "Código de Fotometria Diferencial de Fonte Aberta para a Pesquisa Astronômica Amadora", em inglês), o programa permite medir as mudanças de brilho de todas as estrelas no campo de visão do telescópio simultaneamente, o que facilita a busca por exoplanetas.

Telescópio
É necessário um telescópio equipado com um detector eletrônico de luz (do tipo CCD) e um computador. 

Também é preciso softwares que permitam transferir informações do telescópio para o computador, de preferência com sistema operacional Windows 7 ou maior, aponta a Nasa. Também há versões para Linux e Mac.

"Não estamos dizendo que o Oscaar vai permitir a você competir com a sonda espacial   Kepler, a menos que você o adapte para isso", brincou Brett Morris, um dos pesquisadores da agência espacial responsáveis pelo programa, em entrevista à Nasa.
 
Os amadores conseguirão detectar exoplanetas do tamanho de Júpiter, muito quentes, em geral orbitando próximos a estrelas, pondera o pesquisador. Ele acredita que os astrônomos poderão fazer medições de no mínimo uma dúzia de estrelas com potencial para abrigar exoplanetas, mesmo em áreas urbanas, onde o céu é menos estrelado devido à poluição.

Astrônomos identificam alinhamento em nebulosas com forma de borboleta



Do G1, em São Paulo

Fenômenos ficam em posição semelhante com relação à Via Láctea.
'Nuvens' de poeira estelar das nebulosas algumas vezes lembram asas.


Conjunto de nebulosas planetárias captadas pelo telescópio Hubble (Foto: Nasa) 
Conjunto de nebulosas planetárias captadas pelo telescópio Hubble (Foto: Nasa)
 
Astrônomos analisaram imagens de mais de 100 nebulosas planetárias captadas pela agência espacial americana (Nasa) e pelo Observatório Europeu do Sul (ESO). Eles descobriram que estes fenômenos, cujo formato em algumas situações lembra uma borboleta, tendem a ficar numa posição alinhada, mesmo tendo e propriedades variadas.

O efeito acontece em estrelas pequenas e médias, de tamanho não muito diferente do Sol. A observação ocorreu com nebulosas bipolares na região central da galáxia 

Apesar do nome, a nebulosa planetária é uma fase da evolução de uma estrela. No caso das nebulosas bipolares, um grande volume de gás e poeira estelar é expelido em duas direções a partir do núcleo, formando as "asas" da borboleta. O seu núcleo é uma anã-branca - uma estrela em um dos seus últimos estágios de existência.

Apesar de as nebulosas planetárias observadas terem se formado em locais diferentes, com características distintas e de não haver interação entre as anãs brancas e suas estruturas, a pesquisa mostra que elas têm um alinhamento semelhante entre si.

"Muitas dessas 'borboletas' fantasmagóricas parecem ter seus longos eixos alinhados ao longo do plano da nossa galáxia", afirmou Bryan Rees, cientista da Universidade de Manchester e um dos autores do estudo, em entrevista à Agência Espacial Europeia (ESA).

"O alinhamento que estamos vendo para essas nebulosas bipolares indica que algo bizarro sobre os sistemas estelares ocorre na região central [da Via Láctea]", disse Rees.

"Para haver o alinhamento da forma que estamos vendo, os sistemas de estrelas que formaram essas nebulosas teriam que estar girando perpendicualrmente às nuvens interestelares de que eles se originaram, o que é muito estranho", completou o cientista.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Meteoros para Septiembre 2013

CAMPAÑA DE OBSERVACIÓN
DE LA SECCIÓN MATERIA INTERPLANETARIA
DE LA LIADA


SEPTIEMBRE 2013


Septiembre tiene una serie de radiantes de meteoros algo irregulares pero en conjunto muy activos.

ALFA AURÍGIDAS

Lluvia de meteoros en la constelación Auriga o Cochero, es visible entre el 25 de agosto y el 5 de septiembre, su actividad llega hasta los 10 meteoros por hora, aunque en ocasiones como en 1935 y 1986, se registraron hasta 40 meteoros por hora, este enjambre de meteoroides produjo un estallido en su actividad a partir del 2007, bajando considerablemente los siguientes años.  Son meteoros muy rápidos con estelas persistentes que resultan espectaculares. Su cometa progenitor es el Kiess C/1911 N1.
Kiess es un misterioso cometa de periodos orbitales largos que visitó el Sistema Solar interno solo dos veces en los últimos dos mil años. En el año 83 antes de nuestra era, el cometa Kiess pasó cerca del Sol y dejó una estela de polvorientos escombros que se han desplazado hacia la órbita de la Tierra desde entonces.

El máximo está pronosticado para el 1 de septiembre, aunque la actividad se prolonga hasta el 5. Los observadores del hemisferio norte tienen mejores condiciones de observación por la posición de la constelación en esas latitudes. 

A continuación la carta estelar donde se muestra la zona de la radiante de las Alfa Aurígidas (AUR) y las constelaciones con sus abreviaciones:


 



PISCIDAS NORTE Y SUR
En la región de Piscis son visibles meteoros lentos durante todo el mes, que provienen de dos ramas activas: Piscidas norte y sur. Estudios realizados mediante radio en ambas regiones han permitido obtener unas órbitas dispersas que dan muestra de una corriente muy irregular. En ocasiones se pueden observar bólidos (meteoros muy brillantes) provenientes de esta zona del cielo. Vale la pena observar esta zona cualquier noche despejada del mes de septiembre barriendo visualmente el mayor tiempo posible la constelación Piscis. En especial la noche del 25 ya que se disponen datos que la radiante Pisicidas del sur es muy activa esa fecha.


KAPPA Acuáridas:
Del 8 al 30 de septiembre en la constelación Acuario siendo su máxima actividad el 21 de septiembre, una lluvia de meteoros de escasa actividad con pocos datos, por lo que valdrá la pena realizar observaciones para obtener mayores elementos de esta lluvia menor.

A continuación la posición de las radiantes  Kappa Acuáridas (KAQ) y Píscidas Sur (SPI)


 
  



Cualquier consulta estamos a su disposición.

Desde la Coordinación de la Sección deseamos tengan todos excelentes cielos, esperamos sus reportes.


Pável Balderas E. pavelba@hotmail.com Tarija-Bolivia
Coordinador General
Sección Materia Interplanetaria
LIADA

Dr. Josep M. Trigo trigo@ieec.uab.es Barcelona-España
Co-coordinador
Sección Materia Interplanetaria
LIADA



Cometas observables en Septiembre de 2013.

Cometas observables en Septiembre de 2013.
Listado de los cometas observables para ambos hemisferios, rango de visibilidad, perihelios y acercamientos durante el presente mes. En gran mayoría para ser observados con grandes binoculares astronómicos, refractores de un diámetro mayor a 10 cm y reflectores de 20 cm o más de abertura.

COMETAS OBSERVABLES HASTA MAGNITUD 13 EN AMBOS HEMISFERIOS.

HEMISFERIO SUR
En el comienzo de la noche:
C/2013 G5 (Catalina) en magnitud 11 y con una altura máxima de 57°;
154P/Brewington en magnitud 12 y con una altura máxima de 64º;
C/2011 L4 (PANSTARRS) en magnitud 12 y con una altura máxima de 6º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 36°;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 25º;
P/2013 CU129 (PANTARRS) en magnitud 13 y con una altura máxima de 47º;
246P/NEAT en magnitud 13 y con una altura máxima de 89º;
C/2006 S3 (LONEOS) en magnitud 13 y con una altura máxima de 23º;
C/2012 L2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 5°;

En la medianoche:
C/2013 G5 (Catalina) en magnitud 11 y con una altura máxima de 23°;
154P/Brewington en magnitud 12 y con una altura máxima de 67º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 16°;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 73º;
246P/NEAT en magnitud 13 y con una altura máxima de 49º;

En el final de la noche:
C/2012 V2 (LINEAR) en magnitud 8 y con una altura máxima de 28º;
C/2012 S1 (ISON) en magnitud 9 y con una altura máxima de 4º;
2P/Enke en magnitud 10 y con una altura máxima de 18°;
C/2013 G5 (Catalina) en magnitud 12 y con una altura máxima de 5°;
154P/Brewington en magnitud 13 y con una altura máxima de 12º;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 12º;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 71°,
C/2012 L2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 21º.

HEMISFERIO NORTE
En el comienzo de la noche:
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 10 y con una altura máxima de 64º;
C/2013 G5 (Catalina) en magnitud 11 y con una altura máxima de 32°;
154P/Brewington en magnitud 12 y con una altura máxima de 47º;
C/2011 L4 (PANSTARRS) en magnitud 12 y con una altura máxima de 48º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 79°;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 2°,
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 10º;
246P/NEAT en magnitud 13 y con una altura máxima de 19º;
C/2006 S3 (LONEOS) en magnitud 13 y con una altura máxima de 1º;

En la medianoche:
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 10 y con una altura máxima de 47º;
2P/Enke en magnitud 10 y con una altura máxima de 28°;
154P/Brewington en magnitud 12 y con una altura máxima de 46º;
C/2011 L4 (PANSTARRS) en magnitud 12 y con una altura máxima de 7º;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 49°;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 25º;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 39°;
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 6º;
246P/NEAT en magnitud 13 y con una altura máxima de 4º;

En el final de la noche:
C/2012 S1 (ISON) en magnitud 9 y con una altura máxima de 28º;
C/2012 F6 (Lemmon) en magnitud 10 y con una altura máxima de 24º;
2P/Enke en magnitud 10 y con una altura máxima de 77°;
C/2013 N4 (Borisov) en magnitud 12 y con una altura máxima de 6º;
46P/Wirtanen en magnitud 13 y con una altura máxima de 2°;
C/2010 S1 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 1°;
290P/2013 N1 (Jager) en magnitud 13 y con una altura máxima de 75º;
(596) Scheila en magnitud 13 y con una altura máxima de 40°;
C/2011 J2 (LINEAR) en magnitud 13 y con una altura máxima de 32º,
154P/Brewington en magnitud 13 y con una altura máxima de 4º.

Fuente: Seiichi Yoshida's Home Page
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Eventos del Mes:

Sep. 01: Cometa C/2013 G5 (Catalina) en el perihelio a 0,929 u.a.
Sep. 01: Cometa 102P/Shoemaker en el perihelio a 1,968 u.a.
Sep. 01: Cometa 74P/Smirnova-Chernykh en oposición a 3,777 u.a.
Sep. 03: Cometa 197P/LINEAR en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,393 u.a.
Sep. 03: Cometa P/2010 V1 (Ikeya-Murakami) en oposición a 3,564 u.a.
Sep. 04: Cometa 133P/Elst-Pizarro en oposición a 1,776 u.a.
Sep. 04: Cometa 95P/Chiron en oposición a 16,608 u.a.
Sep. 05: Cometa P/2013 P5 (PANSTARRS) en oposición a 1,121 u.a.
Sep. 08: Cometa 235P/LINEAR en oposición a 4,188 u.a.
Sep. 10: Cometa P/2013 P5 (PANSTARRS) en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,118 u.a.
Sep. 10: Cometa C/2013 O3 (PANSTARRS) en el perihelio a  3,179 u.a.
Sep. 10: Cometa 94P/Russell en oposición a 3,782 u.a.
Sep. 11: Cometa 121P/Shoemaker-Holt en el perihelio a 3,754 u.a.
Sep. 11: Cometa C/2012 Q1 (Kowalski) en su mayor acercamiento a la Tierra a 8,844 u.a.
Sep. 14: Cometa C/2013 G5 (Catalina) en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,401 u.a.
Sep. 15: Cometa P/2013 CU129 (PANSTARRS) en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,621 u.a.
Sep. 15: Cometa 110P/Hartley en oposición a 2,506 u.a.
Sep. 15: Cometa C/2012 S4 (PANSTARRS) en su mayor acercamiento a la Tierra a 3,396 u.a.
Sep. 17: Cometa P/2005 JN (Spacewatch) en oposición a 2,964 u.a.
Sep. 16: Cometa C/2012 Q1 (Kowalski) en oposición a 8,847 u.a.
Sep. 18: Cometa C/2012 S4 (PANSTARRS) en oposición a 3,398 u.a.
Sep. 18: Cometa 216P/LINEAR en oposición a 4,245 u.a.
Sep. 20: Cometa C/2012 V2 (LINEAR) en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,078 u.a.
Sep. 20: Cometa 252P/LINEAR en oposición a 4,088 u.a.
Sep. 21: Cometa 102P/Shoemaker en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,026 u.a.
Sep. 21: Cometa 234P/LINEAR en oposición a 3,766 u.a.
Sep. 23: Cometa 154P/Brewington en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,889 u.a.
Sep. 24: Cometa C/2013 P3 (Palomar) en oposición a 8,072 u.a.
Sep. 25: Cometa 110P/Hartley en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,493 u.a.
Sep. 27: Cometa 102P/Shoemaker en oposición a 1,030 u.a.
Sep. 28: Cometa P/2002 AR2 (LINEAR) en oposición a 1,889 u.a.
Sep. 28: Cometa 183P/Korlevic-Juric en oposición a 4,056 u.a.
Sep. 28: Cometa C/2013 P3 (Palomar) en su mayor acercamiento a la Tierra a 8,069 u.a.
Sep. 29: Cometa 81P/Wild en oposición a 4,244 u.a.
Sep. 30: Cometa 32P/Comas Sola en oposición a 2,628 u.a.
Sep. 30: Cometa 41P/Tuttle-Giacobini-Kresak en oposición a 3,785 u.a.

Fuente:  Space Calendar JPL.
Departamento de Publicaciones
SECCIÓN de ASTRONOMÍA COMETARIA de la LIADA
Web: http://wp.me/PS5tw-bt
E-mail: cometas.liada@gmail.com
"54 Años ... Semper Observandum"

Fenómenos Asteroidales y otros durante Septiembre.

 
Fenómenos Asteroidales y otros durante Septiembre.
 
 
Sep. 01: Asteroide 26121 (1992 BX) oculta la estrella HIP 20231 (Magnitud 6,2)
Sep. 01: Asteroide 2009 WH106 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,054 u.a.
Sep. 01: Asteroide 2013 GH66 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,067 u.a.
Sep. 01: Asteroide 2865 Laurel en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,539 u.a.
Sep. 01: Asteroide 9523 Torino en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,764 u.a.
Sep. 01: Asteroide 4115 Peternorton en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,112 u.a.
Sep. 02: Asteroide 3 Juno oculta la estrella TYC 5741-02620-1 (Magnitud 11,4)
Sep. 02: Asteroide 6434 Jewitt en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,792 u.a.
Sep. 02: Asteroide 4305 Clapton en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,106 u.a.
Sep. 03: Asteroide 341 California oculta la estrella HIP 20711 (Magnitud 4,3)
Sep. 03: Asteroide 5154 Leonov oculta la estrella HIP 26964 (Magnitud 6,2)
Sep. 03: Asteroide 2013 PD39 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,076 u.a.
Sep. 03: Asteroide 7088 Ishtar en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,220 u.a.
Sep. 03: Asteroide 15058 Billcooke en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,826 u.a.
Sep. 03: Asteroide 5249 Giza en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,593 u.a.
Sep. 04: Asteroide 10386 Romulus oculta la estrella HIP 3419 (Magnitud 2,0)
Sep. 04: Asteroide 18725 Atacama en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,805 u.a.
Sep. 04: Asteroide 7392 Kowalski en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,049 u.a.
Sep. 06: Asteroide 4511 Rembrandt en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,914 u.a.
Sep. 06: Asteroide 263251 Pandabear en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,957 u.a.
Sep. 06: Asteroide 3156 Ellington en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,293 u.a.
Sep. 07: Asteroide 3953 Perth en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,857 u.a.
Sep. 07: Asteroide 4031 Mueller en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,904 u.a.
Sep. 07: Asteroide 6560 Pravdo en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,391 u.a.
Sep. 07: Asteroide 90022 Apache Point en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,603 u.a.
Sep. 08: La Luna oculta a Venus
Sep. 08: Asteroide 1465 Autonoma oculta la estrella HIP 100064 (Magnitud 3,6)
Sep. 08: Asteroide 920 Rogeria oculta la estrella  HIP 20732 (Magnitud 4,7)
Sep. 08: Asteroide 163693 Atira en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,573 u.a.
Sep. 08: Asteroide 2409 Chapman en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,828 u.a.
Sep. 08: Asteroide 736 Harvard en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,839 u.a.
Sep. 08: Asteroide 1584 Fuji en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,795 u.a.
Sep. 09: Asteroide 2010 CF19 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,038 u.a.
Sep. 10: Asteroide 2244 Tesla en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,510 u.a.
Sep. 10: Asteroide 14965 Bonk en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,626 u.a.
Sep. 10: Asteroide 218998 Navi en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,776 u.a.
Sep. 10: Asteroide 3534 Sax en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,811 u.a.
Sep. 10: Asteroide 7367 Giotto en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,546 u.a.
Sep. 11: Asteroide 2013 PH3 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,098 u.a.
Sep. 11: Asteroide 3594 Scotti en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,597 u.a.
Sep. 11: Asteroide 9325 Stonehenge en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,582 u.a.
Sep. 11: Asteroide 8084 Dallas en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,692 u.a.
Sep. 12: Asteroide 324 Bamberga en oposición (Magnitude 7,7)
Sep. 12: Asteroide 2013 PY38 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,044 u.a.
Sep. 12: Asteroide 22521 ZZ Top en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,323 u.a.
Sep. 13: Asteroide 9781 Jubjubbird en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,154 u.a.
Sep. 13: Asteroide 4513 Louvre en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,918 u.a.
Sep. 13: Asteroide 7231 Porco en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,937 u.a.
Sep. 13: Asteroide 78756 Sloan en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,079 u.a.
Sep. 13: Asteroide 5553 Chodas en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,294 u.a.
Sep. 13: Asteroide 1069 Planckia en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,475 u.a.
Sep. 13: Asteroide 308933 (2006 SQ372) en oposición a 24,752 u.a.
Sep. 15: Asteroide 2008 HB38 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,033 u.a.
Sep. 15: Asteroide 2008 KZ5 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,090 u.a.
Sep. 15: Asteroide 115561 Frankherbert en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,343 u.a.
Sep. 16: Asteroide 2595 Gudiachvili oculta la estrella HIP 19718 (Magnitud 6,6)
Sep. 16: Asteroide 2001 SQ263 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,056 u.a.
Sep. 16: Asteroide 8000 Isaac Newton en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,866 u.a.
Sep. 17: Asteroide 215423 Winnecke en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,025 u.a.
Sep. 18: Asteroide 29470 Higgs en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,690 u.a.
Sep. 19: Asteroide 23638 Nagano en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,447 u.a.
Sep. 20: Asteroide 55555 DNA en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,340 u.a.
Sep. 20: Asteroide 6135 Billowen en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,731 u.a.
Sep. 20: Asteroide 17427 Poe en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,350 u.a.
Sep. 21: Asteroide 264020 Stuttgart en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,573 u.a.
Sep. 21: Asteroide 241418 Darmstadt en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,606 u.a.
Sep. 23: Asteroide 89 Julia en oposición (Magnitude 8,5)
Sep. 23: Asteroide 2 Pallas oculta la estrella TYC 5413-02370-1 (Magnitud 11,2)
Sep. 23: Asteroide 243 Ida oculta la estrella TYC 6212-01060-1 (Magnitud 10,0)
Sep. 23: Asteroide 2011 AG5 en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,982 u.a.
Sep. 23: Asteroide 3784 Chopin en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,980 u.a.
Sep. 23: Objeto Cinturón de Kuiper 55636 (2002 TX300) oculta la estrella 2UCAC 42870489 (Magnitud 14,7)
Sep. 24: Asteroide 152664 (1998 FW4) en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,045 u.a.
Sep. 24: Asteroide 2013 QM10 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,078 u.a.
Sep. 24: Asteroide 727 Nipponia en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,400 u.a.
Sep. 24: Asteroide 449 Hamburga en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,824 u.a.
Sep. 26: Asteroide 1865 Cerberus en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,507 u.a.
Sep. 26: Asteroide 3192 A'Hearn en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,693 u.a.
Sep. 26: Asteroide 2404 Antarctica en su mayor acercamiento a la Tierra a 2,215 u.a.
Sep. 26: Asteroide 3688 Navajo en su mayor acercamiento a la Tierra a 3,500 u.a.
Sep. 27: Asteroide 9012 Benner en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,011 u.a.
Sep. 27: Asteroide 24997 Petergabriel en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,175 u.a.
Sep. 27: Asteroide 84225 Verish en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,432 u.a.
Sep. 28: Asteroide 2012 TS en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,092 u.a.
Sep. 28: Asteroide 2003 SW130 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,098 u.a.
Sep. 28: Asteroide 13606 Bean en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,489 u.a.
Sep. 30: Asteroide 2002 NV16 en vuelo muy cercano a la Tierra a 0,036 u.a.
Sep. 30: Asteroide 1981 Midas en su mayor acercamiento a la Tierra a 0,286 u.a.
Sep. 30: Asteroide 18728 Grammier en su mayor acercamiento a la Tierra a 1,865 u.a.

Fuente:  Space Calendar JPL
 

Efemérides Astronômicas - Setembro de 2013


Saturno cede lo scettro nel cielo di settembre

Occhio alle stelle cadenti e alla 'fuga' della cometa Ison

 

La costellazione di Perseo (fonte: Marco Meniero www.meniero.it) 
 La costellazione di Perseo (fonte: Marco Meniero www.meniero.it)

L'estate sta finendo e anche Saturno se ne va. Il brillante protagonista del cielo degli ultimi mesi si prepara a uscire di scena per lasciare spazio a nuovi pianeti, che insieme alla Luna movimenteranno le notti sempre più lunghe per l'avvicinarsi dell'equinozio d'autunno del 22 settembre. Per i nostalgici delle vacanze ci sarà la stella Nova della costellazione del Delfino a mantenere vivi i ricordi agostani, mentre per i sognatori ci sarà ancora qualche stella cadente e pure le piroette della cometa ISON che scalda i motori.

Il mese di settembre offrirà le ultime occasioni per ammirare Saturno, come ricordano gli esperti dell'Unione astrofili italiani (Uai): ''il tempo a disposizione per osservarlo continua a diminuire: l'orario del tramonto del pianeta anticipa giorno per giorno – precisano - fino a scendere a circa un'ora e mezza dopo il tramonto del Sole''.

L'osservabilità di Saturno è simile a quella di Venere, con cui si unirà dopo il tramonto del 19 settembre in una spettacolare congiunzione nella costellazione della Bilancia. Anche se Saturno sta sparando i suoi ultimi colpi (tornerà ben visibile solo l'anno prossimo), con il cielo settembrino continua a girare la 'giostra' dei pianeti osservabili: meglio dunque non perdersi Giove, ''l'astro più luminoso della seconda parte della notte'', e Urano, che si sta avvicinando al periodo di migliore osservabilità per il 2013.

In questo mese anche la Luna avrà il suo bel da fare: sarà infatti impegnata in una vorticosa girandola di congiunzioni nel cielo mattutino e in quello serale. Sono da segnalare in particolare la congiunzione dell'8 settembre con Venere, che offrirà un tramonto davvero imperdibile, e quella con Saturno del 9 settembre.

Agli appassionati di stelle cadenti, gli esperti Uai ricordano che settembre è proprio ''uno dei mesi migliori per osservare meteore. Le notti si allungano, non ci sono più le calure estive e il numero delle stelle cadenti sporadiche, che si sommano a quelle dei vari sciami, raggiunge nel nostro emisfero il suo massimo annuale. Infatti - aggiungono - in questo periodo dell'anno il punto nello spazio verso cui la Terra si muove lungo la sua orbita viene a trovarsi più alto in cielo, così alle nostre latitudini l'atmosfera terrestre viene investita da un numero maggiore di particelle meteoriche. Di conseguenza durante un'osservazione visuale di circa un'ora si possono vedere 10-20 meteore, con un minimo di sera e un massimo prima del crepuscolo mattutino. Quest’anno la prima metà del mese sarà quella più favorevole all’osservazione, non essendoci alcun disturbo dovuto alla Luna. Le regioni di cielo più interessanti da dove sembrano dipartirsi le scie meteoriche si trovano tra le costellazioni dell’Auriga, Perseo, Ariete e Pesci''.

Infine, per i palati più sofisticati, un ultimo appuntamento con la cometa Ison prima dell'atteso exploit di fine anno. L'astro chiomato sembrerà sfuggire all'inseguimento di Marte, che lo avvicinerà a meno di due gradi a fine mese, quando pianeta e cometa avranno varcato i confini del Leone.

www.ansa.it/scienza

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pesquisadores da USP identificam a mais velha estrela gêmea do Sol


Pesquisadores da USP identificam a mais velha estrela gêmea do Sol
 
29/08/2013
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – Um grupo internacional de astrônomos liderados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificou na constelação de Capricórnio a mais velha estrela gêmea do Sol já conhecida: a HIP 102152.

Além de dar pistas sobre como a nossa estrela vai ficar quando envelhecer, o trabalho mostrou que há uma forte correlação entre o teor de lítio existente nesse tipo de astro e sua idade, ajudando a solucionar um velho mistério da astronomia.

A HIP 102152 está situada a 250 anos-luz da Terra e tem idade estimada em 8,2 bilhões de anos – quase o dobro do Sol, que tem 4,6 bilhões de anos. Para observá-la, a equipe – que conta com cientistas dos Estados Unidos, da Austrália, da Alemanha, do Reino Unido e de Portugal, além dos brasileiros – utilizou o Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado no norte do Chile.

Parte do trabalho foi realizada durante o pós-doutorado de TalaWanda Rose Monroe, no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, com apoio da FAPESP. Os resultados já estão disponíveis na versão on-line da revista Astrophysical Journal Letters.

"Como a existência humana é curta demais para estudar a evolução do Sol, uma das formas de fazer isso é observar estrelas similares em diferentes fases de evolução. Esta estrela HIP 102152 nos dá uma oportunidade sem precedentes de saber como o Sol será daqui a 4 bilhões de anos", disse Monroe em uma entrevista coletiva convocada pelo IAG no dia 28 de agosto para anunciar as descobertas.

A pesquisadora explicou que as gêmeas solares são estrelas muito raras, que possuem massa, gravidade, temperatura e composição química muito semelhantes às do Sol. Para analisar as propriedades da HIP 102152 e de outra gêmea solar mais jovem – a 18 Scorpii, cuja idade foi estimada em 2,9 bilhões de anos –, a equipe usou o espectrógrafo UVES, que pertence ao ESO.

"A espectroscopia é uma técnica poderosa que permite quebrar a luz da estrela nas diversas cores que a compõem. Isso nos permite observar com detalhes os elementos químicos que estão presentes na atmosfera estelar, assim como inferir sua massa, idade e metalicidade", explicou Monroe.

Segundo Jorge Luis Meléndez Moreno, que supervisionou a pesquisa de Monroe no IAG, o resultado das análises revela que, assim como o Sol, a HIP 102152 tem uma composição química que permite a formação de planetas rochosos em torno dela.

"Pesquisas anteriores mostraram que no Sol, quando comparado a estrelas similares, há deficiência de elementos químicos que são abundantes em meteoritos, asteroides e em planetas rochosos como a Terra, Marte e Mercúrio. Esse material faltante no Sol provavelmente foi empregado na formação dos planetas terrestres do nosso sistema solar. Como a HIP 102152 tem esse mesmo padrão de deficiência de elementos, há forte possibilidade de ela ter também originado planetas como a Terra", explicou Meléndez.

De acordo com o pesquisador, desde 2011 pesquisas vêm sendo conduzidas no Observatório Europeu Austral em busca desses planetas rochosos, mas nenhum foi encontrado até o momento orbitando a HIP 102152.

"Isso é bom, pois os planetas mais fáceis de serem encontrados são os gigantes gasosos, como Júpiter. E, se um planeta desse tipo existisse nas regiões mais internas da órbita da estrela, a chamada zona habitável, ele desestabilizaria completamente a órbita de um provável planeta rochoso", disse Meléndez.

No entanto, ponderou o pesquisador, encontrar planetas rochosos com massa tão pequena quanto à da Terra não seria possível com os equipamentos hoje existentes.

"Vamos continuar procurando esses planetas até 2015, mas conseguiremos apenas detectar superterras, ou seja, planetas com massa cinco ou dez vezes maior que a nossa. Mas também pretendemos procurar gêmeos da Terra no futuro, com o auxílio de novos instrumentos mais precisos que estão sendo desenvolvidos no ESO, caso a entrada do Brasil no Observatório seja confirmada pelo congresso", contou.

Mistério solucionado

O estudo coordenado por Monroe também ajudou a compreender um antigo mistério que intriga os astrônomos há cerca de 60 anos: por que algumas estrelas têm teores maiores de lítio que outras e, principalmente, por que o teor de lítio do Sol é tão menor que a maioria das gêmeas solares já detectadas.

"O estudo de meteoritos revelou que a quantidade de lítio presente no Sol quando o Sistema Solar estava em formação era cerca de 160 vezes maior. Ninguém sabia explicar ao certo o que tinha acontecido com esse elemento. É um mistério na teoria clássica de evolução estelar", disse Meléndez.

Na HIP 102152, por outro lado, o volume de lítio encontrado foi ainda menor que o do Sol. Já a 18 Scorpii, mais jovem, apresentou teores mais altos que os da nossa estrela. De acordo com a equipe da USP, esses resultados indicam que, à medida que a estrela envelhece, o teor de lítio diminui.

"Esse achado é muito importante não só porque permite usar esse elemento químico para determinar a idade da estrela como também porque acrescenta novos ingredientes ao modelo de como evoluem as estrelas. Pode ajudar os astrofísicos a entenderem os mecanismos que permitem o transporte do lítio de regiões mais externas do astro para as mais internas, onde será então destruído", disse Meléndez.

A primeira gêmea solar foi encontrada em 1997 e, desde então, poucas outras estrelas do gênero foram identificadas.

O artigo High precision abundances of the old solar twin hip 102152: Insights on li depletion from the oldest sun (doi: 10.1088/2041-8205/774/2/L32) pode ser lido em 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

I gioielli spaziali degli antichi Egizi

Lavorati con il ferro dei meteoriti


Alcune perline in ferro e una collana che le conteneva (fonte: UCL Petrie Museum/Rob Eagle)  
Alcune perline in ferro e una collana che le conteneva (fonte: UCL Petrie Museum/Rob Eagle)
 
Arriva dallo spazio il ferro delle perline dei più antichi gioielli Egizi realizzati con questo metallo. Il ferro era contenuto nei meteoriti, come mostra l'analisi della struttura interna delle perle condotta da un gruppo di ricerca dell'University College London e pubblicato sul Journal of Archaeological Science. Realizzati oltre 5.000 anni fa, i gioielli dall'origine cosmica, inoltre, spostano indietro nel tempo di almeno due millenni l'origine della lavorazione del ferro.

Le perline realizzate con il ferro presente nei meteoriti sono nove, sono state scoperte nel 1911 in una tomba egizia del IV millennio avanti Cristo e attualmente sono conservate presso il Museo di archeologia egizia Petrie Museum, dell'University College London. L'origine 'extraterrestre' di questi gioielli è stata scoperta analizzando le perle con fasci di neutroni e raggi gamma, che hanno svelato l'alta concentrazione di nichel, cobalto, fosforo e germanio presente negli oggetti e che è caratteristica del ferro che si trova nei meteoriti.

L'indagine non invasiva ha mostrato anche la struttura interna degli oggetti e ha permesso di scoprire che sono stati realizzati a partire da lamine sottilissime, arrotolate per ottenere le sfere. Le perline così ottenute sono state utilizzate per realizzare le più antiche collane in ferro: gioielli che contenevano anche oro e pietre preziose, e ciò dimostra l'alto valore attribuito a questo materiale dagli antichi Egizi.

Per dare al ferro la forma di sottili lamine, ''il metallo è stato sottoposto a più cicli di martellamento, una tecnica molto diversa da tutte le altre allora usate per realizzare monili'', ha osservato il coordinatore della ricerca, Thilo Rehren, che lavora nella sede del Qatar dell'University College London.

La ricerca ha messo in luce anche la particolare abilità degli antichi artigiani egizi nel lavorare un materiale molto difficile come il ferro meteoritico, una lega di ferro e nichel molto più dura e più fragile di quella del materiale comunemente usato all'epoca, il rame. Secondo gli esperti l’esperienza maturata con la lavorazione del ferro dei meteoriti sarebbe stata tanto più importante nel secondo millennio a.C., con l'arrivo della produzione del ferro con la tecnica della fusione, che avrebbe permesso a questo metallo di sostituire il rame e il bronzo.

www.ansa.it

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