terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sonda Cassini registra Saturno com anéis, luas e planetas ao redor


Do G1, em São Paulo

 

Cassini fez registro de Saturno com Terra, Lua, Vênus e Marte ao fundo (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI ) 
Cassini fez registro de Saturno com Terra, Lua, Vênus e Marte ao fundo
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI )
 
A sonda espacial Cassini, da Nasa, fez um registro inusitado de Saturno com seus anéis e luas em que também é possível "ver" a Terra, a Lua, Marte e Vênus. Ao todo, identificam-se sete satélites do planeta (Mimas, Pandora, Encélado, Tétis, Prometeu, Epimeteu e Jano), numa imagem que se estende por mais de 650 mil km de diâmetro, a uma distância de 1,2 milhão de km de Saturno.

As fotos foram feitas no dia 19 de julho, por câmeras a bordo da Cassini, e divulgadas agora pela Nasa. Nelas, dá para ver detalhes de todo o sistema de Saturno, seus anéis e luas iluminados ao fundo pelo Sol. Além disso, estão presentes 809 estrelas em segundo plano.

Segundo os astrônomos, esta é a terceira vez que a Terra foi flagrada a partir do Sistema Solar exterior (onde ficam os gigantes gasosos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), e a segunda vez em que o nosso planeta foi visto dessa região pela Cassini.

No total, a sonda registrou 323 imagens em pouco mais de quatro horas. Esse mosaico final usou 141 fotos em grande angular. Também foram utilizados filtros em diferentes comprimentos de onda (vermelhos, verdes e azuis) e combinados para criar esse visual em cor natural.
Saturno com seus anéis e luas, e os planetas em volta (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI) 
Saturno com seus anéis e luas, e três planetas rochosos em volta
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI)
 

Nasa registra nova imagem do cometa Ison em direção ao Sol

'Cometa do século' foi visto a 156 milhões de km da Terra na sexta-feira (8).
Encontro com Sol está previsto para o dia 28, e objeto pode se desintegrar.

Do G1, em São Paulo

Cometa Ison visto em foto feita durante 5 minutos de exposição no Centro de Voos Espaciais Marshall da Nasa, no Alabama, na sexta-feira (8)  (Foto: Aaron Kingery/Nasa/MSFC/Reuters) 
Cometa Ison registrado em foto durante 5 minutos de exposição no Centro de Voos Espaciais Marshall da Nasa, no Alabama, na sexta-feira (8) (Foto: Aaron Kingery/Nasa/MSFC/Reuters)
 
Uma nova imagem do cometa Ison – apelidado de "cometa do século" – foi obtida pelo Centro de Voos Espaciais Marshall, da agência espacial americana (Nasa), na sexta-feira (8). A foto foi obtida no Alabama durante 5 minutos de exposição e divulgada esta semana.

O registro foi feito com uma câmera colorida acoplada a um telescópio. No momento do clique, o cometa estava a 156 milhões de quilômetros da Terra, indo em direção ao Sol – cujo encontro está previsto para o dia 28.

Essa aproximação deve permitir uma visualização mais fácil do Ison, localizado na constelação de Virgem. 

Atualmente, ele está visível com um bom par de binóculos, segundo os astrônomos.

Apesar disso, algumas previsões alegam que o cometa pode se desintegrar quando chegar perto do Sol, já que seu núcleo seria gelado e frágil.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Sonda indiana a Marte tem breve falha, mas missão continua

Da AFP

 

Imagem de arquivo mostra a sala de controle da sonda indiana (Foto: Reuters) 
Imagem de arquivo mostra a sala de controle da sonda indiana (Foto: Reuters)

A nave espacial indiana enviada a Marte sofreu uma breve falha mecânica nesta segunda-feira (11) quando cientistas tentaram colocá-la em uma órbita mais alta em volta da Terra, mas os controladores negaram ter ocorrido um revés nesta missão de baixo custo.

A Missão Orbitadora de Marte, lançada em 5 de novembro para uma viagem de 11 meses ao planeta vermelho, usa um incomum método de "estilingue" em viagens interplanetárias.

Na falta de um foguete grande o suficiente para enviá-lo diretamente para fora da atmosfera terrestre e de seu empuxo gravitacional, a nave indiana deverá orbitar a Terra até o final do mês, enquanto ganha velocidade suficiente para se libertar desse empuxo.

Nesta segunda-feira, durante o quarto reposicionamento para levá-la a 100.000 quilômetros da Terra, os motores de propulsão falharam por pouco tempo, acionando o piloto automático.

"Não é um revés. Amanhã voltaremos a elevar a órbita para 100 mil quilômetros", disse à AFP um porta-voz da agência espacial indiana (ISRO, na sigla em inglês), Deviprasad Karnik.

A espaçonave se encontra atualmente em uma órbita de 78.276 quilômetros e voltará a ser elevada às 05h00 de terça-feira (21h30 de segunda-feira, horário de Brasília), indicou a ISRO em um comunicado.

É a primeira vez que a Índia se aventura em viagens interplanetárias em uma difícil empreitada, já que mais da metade de todas as missões a Marte terminaram em fracasso, incluindo a da China, em 2011, e a do Japão, em 2003.

O custo do projeto, de 4,5 bilhões de rúpias (US$ 73 milhões), corresponde a menos de um sexto dos US$ 455 milhões destinados para uma sonda que a Nasa (agência espacial americana) planeja mandar a Marte no final do mês.

O presidente da ISRO K. Radhakrishnan considerou a missão um "ponto crítico" para as ambições espaciais indianas, algo que permitirá provar suas capacidades na tecnologia de foguetes.

Astronautas de volta à Terra ganham 'matrioshka' e traje do Cazaquistão

Fyodor Yurchikhin, Luca Parmitano e Karen Nyberg retornaram da ISS.
Bonecas tradicionais russas foram pintadas em homenagem ao trio.

Do G1, em São Paulo
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Bonecas russas foram pintadas em homenagem aos astronautas Luca Parmitano, Fyodor Yurchikhin e Karen Nyberg (Foto: Shamil Zhumatov/Pool/AFP) 
Bonecas russas foram pintadas em homenagem aos astronautas Luca Parmitano, da Itália, Fyodor Yurchikhin, da Rússia, e Karen Nyberg, dos EUA, que voltaram à Terra (Foto: Shamil Zhumatov/Pool/AFP)
 
Os três astronautas que voltaram à Terra nesta segunda-feira (11) a bordo da nave russa Soyuz TMA-09M, vindos da Estação Espacial Internacional (ISS), ganharam bonecas russas, trajes e instrumentos típicos em homenagem a eles, durante uma conferência de imprensa em Karaganda, no Cazaquistão.

As "matrioshkas" foram pintadas com o rosto do comandante russo Fyodor Yurchikhin, do italiano Luca Parmitano e da americana Karen Nyberg, que passaram quase seis meses no espaço e fizeram parte da Expedição 36 da ISS.

Yurchikhin e Parmitano também receberam trajes típicos do Cazaquistão e um instrumento musical de cordas chamado dombra, uma espécie de alaúde de pescoço longo comum no país, no Uzbequistão e em outras nações da Ásia Central.

O trio de astronautas retornou à Terra com a tocha das Olimpíadas de inverno de Sochi, na Rússia, que serão realizadas em 2014. Eles aterrissaram nas estepes do Cazaquistão.

Atualmente, a Expedição 37 da ISS é composta pelos americanos Michael Hopkins e Rick Mastracchio, pelos russos Oleg Kotov, Sergey Ryazanskiy e Mikhail Tyurin, e pelo japonês Koichi Wakata.
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O comandante russo Fyodor Yurchikhin e o astronauta italiano Luca Parmitano ganham traje típico do Cazaquistão e instrumento chamado dombra, um tipo de alaúde (Foto: Shamil Zhumatov/Pool/AFP) 
O comandante russo Fyodor Yurchikhin e o astronauta italiano Luca Parmitano ganham traje típico do Cazaquistão e um instrumento de cordas chamado dombra, um tipo de alaúde (Foto: Shamil Zhumatov/AFP)
 

Nascimento de estrela a 1.400 anos-luz é registrado por telescópios

HH 46/47, na constelação da Vela, liberou jatos supersônicos ao se formar.
Registros foram feitos pelos telescópios Spitzer, da Nasa, e Alma, no Chile.

Do G1, em São Paulo

Imagem de nascimento estelar combina observações dos telescópios Spitzer, da Nasa, e Alma, no norte do Chile (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Alma) 
Imagem de nascimento estelar combina observações feitas pelos telescópios Spitzer, da Nasa, e Alma, instalado no norte do Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Alma)
 
 
Uma combinação de dados do Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, e do telescópio terrestre Alma, instalado no norte do Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), mostra o nascimento turbulento de uma estrela a 1.400 anos-luz da Terra, na constelação da Vela.

Os "espasmos" vistos acima foram gerados pelo objeto Herbig-Haro (HH) 46/47, formado após jatos liberados por estrelas recém-nascidas colidirem com o material cósmico ao redor, o que produz pequenas regiões nebulosas e brilhantes.

A olho nu, essa estrela ficaria obscurecida pelo gás e pela poeira que a envolvem. Mas os telescópios usaram ondas de luz infravermelhas e submilimétricas para ultrapassar a nuvem escura.

As observações feitas pelo Spitzer mostram jatos gêmeos supersônicos que saem do centro do astro, destroem o gás em volta e dividem o objeto em duas metades borbulhantes.

Segundo o cientista Alberto Noriega-Crespo, do Centro de Processamento e Análise de Infravermelho do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, estrelas jovens como o nosso Sol precisam remover um pouco do gás que cai sobre elas para se manterem estáveis, e a HH 46/47 é um excelente laboratório para estudar como ocorre esse processo.

Noriega-Crespo liderou a equipe que começou a estudar esse astro com o telescópio Spitzer, há quase dez anos. Agora, ele e seus colegas conseguiram obter uma imagem em melhor resolução.

Com as informações do Alma, captadas pela equipe do cientista Hector Arce, da Universidade Yale, nos EUA, os astrônomos viram que o gás contido nos dois lobos do objeto está se expandindo mais rapidamente que o imaginado. Esse mecanismo exerce um efeito sobre a turbulência gerada na nuvem gasosa que originou a estrela. Os resultados do Alma foram publicados recentemente na revista "The Astrophysical Journal".

sábado, 9 de novembro de 2013

La Luna è asimmetrica

 Le variazioni dello spessore della crosta derivate dalle informazioni della missione della Nasa  Gravity Recovery and Interior Laboratory (Grail) (fonte: Science/AAAS)  
Le variazioni dello spessore della crosta derivate dalle informazioni della missione della Nasa Gravity Recovery and Interior Laboratory (Grail) (fonte: Science/AAAS)
 
 
La Luna è asimmetrica: i bacini nati dall'impatto con i meteoriti sono più vasti sul lato che guarda verso la Terra. È quanto mostra sulla rivista Science il gruppo coordinato da Katarina Miljkovic. dell'Istituto di Fisica del globo di Parigi, analizzando i dati della missione (Grail Gravity Recovery and Interior Laboratory) della Nasa.

Nella missione due sonde hanno lavorato insieme per misurare il campo gravitazionale della Luna al fine di determinare la sua struttura interna, e questi dati ora hanno svelato anche l'asimmetria delle due facce della Luna.

Il motivo sarebbe nella crosta del lato visibile, in passato più calda e plasmabile, che quando è stata colpita ha dato origine a bacini più estesi. La scoperta, secondo gli esperti, potrebbe aiutare a chiarire anche la formazione dei bacini da impatto su altri corpi del Sistema Solare.
 
Questi bacini sono depressioni della crosta formate dal rapido impatto di oggetti come gli asteroidi. Il numero di crateri sulla Luna indica che circa 4 miliardi di anni fa il nostro satellite naturale è stato bombardato da un numero enorme di questi oggetti. Tuttavia finora molti aspetti della formazione dei bacini lunari sono rimasti poco chiari, a partire dalle dimensioni: è infatti difficile misurare il diametro di queste depressioni essendo erose anche dagli impatti successivi.

Per superare il problema i ricercatori hanno sfruttato una misura alternativa: la variazione dello spessore della crosta della Luna. Gli impatti infatti assottigliano la crosta. Analizzando i dati della missione Grail, è stato scoperto che sia il lato visibile sia quello sempre nascosto della Luna hanno 12 bacini da impatto più grandi del diametro calcolato in precedenza, e che sulla faccia visibile si concentrano i crateri più grandi. Questa asimmetria, secondo i ricercatori, va ricercata nella diversità delle due facce della Luna: la crosta del lato visibile è stata riscaldata dall'attività vulcanica e il calore tendeva a farla espandere di più quando era colpita.


www.ansa.it/scienza

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Impacto de meteorito na Rússia foi maior do que se calculava, diz estudo

Análise de queda foi feita com base em vídeos publicados na internet.
Eventos deste tipo podem ser mais comuns do que se pensava.

Do G1, em São Paulo


O meteorito Chelyabinsk estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera (Foto:  Andrea Carvey, Mark Boslough & Brad Carvey) 
O meteorito Chelyabinsk estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera (Foto: Andrea Carvey, Mark Boslough & Brad Carvey)

Dois estudos publicados nesta quarta-feira (06) apontam que o impacto causado pelo meteorito que atingiu a Rússia em fevereiro deste ano foi ainda maior do que havia sido calculado e que a frequência de eventos deste tipo também pode ser maior do que se imaginava.

O artigo publicado na revista "Nature" calcula que a explosão do objeto na Terra foi de 500 quilotoneladas de TNT (trinitrotolueno), atrás apenas do objeto que caiu em Tunguska, na Sibéria, em 1908.

Os cálculos das propriedades do asteroide e de sua rota apontam que o meteorito estava a 19 km por segundo no momento em que atingiu a atmosfera. Sua massa era de 12 mil a 13 mil toneladas, maior e quase duas vezes mais pesado do que havia sido calculado em junho deste ano.

Quando chegou à altitude de 45 a 30 quilômetros, o objeto se partiu em pedaços e explodiu a 27 km do solo, emitindo gás e poeira.

As análises foram feitas a partir de vídeos publicados na internet, que foram gravados por pessoas que estavam perto no momento em que o meteorito atingiu a Terra.

Pela análise de sua trajetória e composição mineral – principalmente silicatos que formaram o Sistema Solar – os pesquisadores concluíram que antes de o asteroide atingir a Terra sua órbita era semelhante a de outro asteroide maior, de 2 km de diâmetro.

A pesquisa divulgada pela "Science" estima que o risco de um objeto similar atingir a Terra novamente pode maior do que havia sido estimado antes.

A partir de pesquisa global que analisou explosões aéreas de mais de um quilotonelada, os cientistas apontam que há uma quantidade maior de asteroides de 10 a 50 metros de diâmetros perto da Terra, o que aumenta as chances de um desses objetos impactá-la.

O estudo também afirma que o brilho do meteorito Chelyabinsk era 30 vezes mais intenso do que o brilho do Sol.
Foto fornecida pela polícia de Chelyabinsk mostra buraco de seis metros em um lago congelado, supostamente provocado pela queda de meteoritos, na região de Chelyabinsk. (Foto:  AFP / Chelyabinsk Region Police Department) 
Foto fornecida pela polícia de Chelyabinsk mostra buraco de seis metros em um lago congelado provocado pela queda de meteoritos, na região de Chelyabinsk.
 (Foto: AFP / Chelyabinsk Region Police Department)
 
Trilha de um meteorito é visto em Chelyabinsk, na Rússia, nesta sexta (15). O meteorito se desintegrou numa enorme onda de choque explosão, que quebrou vidros e deixou quase mil feridos, segundo as autoridades (Foto: AP/Chelyabinsk.ru) 
Trilha de um meteorito é visto em Chelyabinsk, na Rússia. O meteorito se desintegrou numa enorme onda de choque explosão, que quebrou vidros e deixou quase mil feridos, segundo as autoridades (Foto: AP/Chelyabinsk.ru)
 

Tocha olímpica de inverno é levada ao espaço

Ela foi levada pelo foguete Soyuz, que decolou para a ISS.
Tocha será levada durante caminhada espacial.

Do G1, em São Paulo

 

Soyuz decola rumo à ISS levando a tocha olímpica de inverno. (Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo) 
Soyuz decola rumo à ISS levando a tocha olímpica de inverno. (Foto: Dmitry Lovetsky / AP Photo)
 
 
A tocha olímpica de inverno está a caminho da Estação Espacial Internacional (ISS). Ela está a bordo do foguete Soyuz, que decolou nesta quinta-feira (7) do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

O voo deve durar pouco menos de seis horas. A "Soyuz olímpica" deve se acoplar à ISS por volta das 8h31, hora de Brasília, segundo o programado.

A espaçonave recebeu adesivos com o logotipo do comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Sochi, na Rússia, que vão acontecer em fevereiro de 2014

A tocha está sob os cuidados de três astronautas: o japonês Koichi Wakata, o russo Mikhail Tyurin e o norte-americano Rick Mastracchio.

Ao chegarem no espaço, eles deverão entregar a tocha para os cosmonautas os russos Oleg Kotov e Sergey Ryazanskiy, que já estão na estação desde setembro. Os dois serão responsáveis por caminharem com a tocha do lado de fora da ISS.
 
Retorno
Depois da etapa inédita, a tocha retornará à Terra a bordo da cápsula Soyuz, desta vez acompanhada pelos astronautas Fiodor Iurtchikhin (russo), Karen Nyberg (americana) e Luca Parmitano (italiano), que estão no espaço há cinco meses. O retorno está previsto para 11 de novembro.

Após a aventura espacial, a chama olímpica visitará as profundidades do lago Baikal, na Sibéria, depois de já ter viajado ao Polo Norte, em uma viagem de 123 dias que começou em 7 de outubro em Moscou e terminará com a cerimônia de abertura dos Jogos, em 7 de fevereiro de 2014.

Tanto a bordo da Soyuz TMA-11M como na ISS foram adotadas precauções para não afetar a vestimenta dos astronautas. Assim, por razões de segurança, a chama ficará excepcionalmente apagada durante toda a missão espacial.


Foguete recebeu adornos que remetem às Olimpíadas de Inverno de Sochi, que acontecem em fevereiro na Rússia (Foto: Bill Ingalls/Nasa/AP) 
Foguete recebeu adornos que remetem às Olimpíadas de Inverno de Sochi, que acontecem em fevereiro na Rússia (Foto: Bill Ingalls/Nasa/AP)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Il lancio di Gaia previsto il 20 dicembre

Rappresentazione artistica della missione Gaia (fonte: ESA/Medialab) 
 Rappresentazione artistica della missione Gaia (fonte: ESA/Medialab)
 
 
E' stato fissato per il 20 dicembre il lancio della sonda dell'Agenzia Spaziale Europea (Esa) Gaia, destinata a fornire il più dettagliato catalogo delle stelle mai ottenuto. Lo rende noto la società Arianespace.

Il via della missione era inizialmente previsto per il 20 novembre ma, a causa di un malfunzionamento di alcuni componenti elettronici istallati su un satellite europeo già in orbita, simili a quelli montati su Gaia, i tecnici hanno preferito verificare prima della partenza. Il lancio è previsto dalla base europea di Kourou, nella Guyana Francese, con il vettore russo Soyuz.

La missione di Gaia, che durerà cinque anni, sarà realizzare una mappa 3D della nostra galassia individuando e catalogando circa un miliardo di stelle. Per fare questo la sonda si posizionerà in un punto chiamato L2, distante 1.5 milioni di chilometri dove le forze gravitazionali di Terra e Sole si bilanciano.

La sonda sarà dotata di due telescopi per focalizzare la luce sull'unico sensore digitale, il più grande mai lanciato, dalla capacità di quasi un miliardo di pixel. Alla realizzazione di Gaia, che per via del suo compito è stata soprannominata "il collezionista", hanno partecipato diverse industrie italiane tra le quali la Thales Alenia Space e la Selex Galileo. 
 
 
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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Planetas habitáveis podem ser comuns, diz estudo

Um quinto das estrelas parecidas com o Sol tem planetas habitáveis.
Estrela mais próxima com planeta habitável está a 12 anos luz.

Do G1, em São Paulo

 

Kepler-62 é um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de uma estrela menor e mais fria do que o Sol, a 1.200 anos-luz da Terra, na constelação de Lyra (Foto:  REUTERS/NASA Ames/JPL-Caltech/Handout via Reuters) 
Kepler-62 é um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de uma estrela menor e mais fria do que o Sol, a 1.200 anos-luz da Terra, na constelação de Lyra (Foto: REUTERS/NASA Ames/JPL-Caltech/Handout via Reuters)

Uma em cada cinco estrelas como o Sol têm planetas habitáveis, afirma estudo de astrônomos da Universidade do Havaí e da Universidade de Berkeley, na Califórnia. Para ser definido como “habitável”, um planeta precisa ter tamanho semelhante ao da Terra e temperatura de superfície propícia à presença de água na forma líquida.

O estudo foi baseado em análises de observações do telescópio espacial Kepler, da Agência Espacial Americana (Nasa), que têm o objetivo de apontar quantas estrelas, das 100 bilhões desta galáxia, têm planetas potencialmente habitáveis. Também foram utilizados dados de espectros de estrelas com planetas do Observatório W. M. Keck, no Havaí.

Segundo Erik Petigura, um dos pesquisadores responsáveis pela pesquisa, a estrela semelhante ao Sol mais próxima da Terra com um planeta habitável em sua órbita provavelmente está a 12 anos luz e pode ser vista a olho nu.

Todos os planetas potencialmente habitáveis citados na pesquisa estão ao redor das estrelas K, mais frias e menores do que o Sol. Mas a análise dos astrônomos mostra que os resultados das estrelas K podem ser extrapolados para as estrelas G, que são como o Sol.

O estudo é o primeiro censo de planetas do tamanho da Terra feito pelo Kepler que estima com precisão as zonas habitáveis em estrelas.

Segundo os pesquisadores, o resultado deste estudo permite à Nasa construir telescópio adequado à distância dos planetas habitáveis e que suas missões sucessoras ao Kepler de fato registrem imagens de um planeta.

A equipe de pesquisadores alerta que planetas do tamanho da Terra não necessariamente são habitáveis, mesmo que estejam na zona habitável de uma estrela onde a temperatura não é muito quente nem muito fria.

Na semana passada, a equipe divulgou uma foto de um planeta, descoberto pelo Kepler, que tem tamanho e densidade semelhantes aos da Terra e provavelmente é formado por rochas e ferro.

I sosia della Terra più comuni del previsto

Rappresentazione grafica della zona abitabile, ossia della posizione di un pianeta rispetto alla sua stella tale da permettere l’esistenza di acqua liquida (fonte: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley) 
 Rappresentazione grafica della zona abitabile, ossia della posizione di un pianeta rispetto alla sua stella tale da permettere l’esistenza di acqua liquida
(fonte: Petigura/UC Berkeley, Howard/UH-Manoa, Marcy/UC Berkeley)
 
Nella Via Lattea i sosia della Terra sono più comuni del previsto, al punto che il 22% delle stelle simili al Sole potrebbe ospitare un mondo simile al nostro.
 
Alcune stelle di questo tipo potrebbero essere così vicine da essere visibili a occhio nudo. La scoperta, pubblicata sulla rivista dell'Accademia delle Scienze degli Stati Uniti (Pnas), si deve al gruppo coordinato dall'astronomo Geoffrey Marcy, dell'università della California, a Berkeley.

I ricercatori hanno analizzato tutti i dati raccolti in quattro anni dal telescopio Kepler della Nasa, reso inutilizzabile dal maggio scorso per un guasto al sistema di puntamento. Anche dopo l'uscita di scena del telescopio, però, i numerosissimi dati che ha prodotto continuano a dare risultati e adesso indicano che una su cinque delle stelle simili al Sole finora scoperte abbia un pianeta delle dimensioni della Terra e con una temperatura superficiale favorevole alla presenza di acqua allo stato liquido e alla vita. Secondo i ricercatori la stella più vicina che abbia un pianeta simile alla Terra si trova probabilmente a soli 12 anni luce di distanza e può essere vista ad occhio nudo.

Per gli esperti sapere che una stella su cinque ospita un pianeta simile al nostro è davvero importante per programmare nuove missioni e per progettare i futuri telescopi che avranno l'obiettivo di osservare in modo diretto i mondi potenzialmente in grado di ospitare la vita.

Lanciato nel 2009, Kepler aveva l'obiettivo di cercare pianeti simili alla Terra mentre transitavano davanti alla loro stella. Tra le 150.000 stelle osservate in quattro anni nella costellazione del Cigno, sono stati individuati oltre 3.000 candidati pianeti. Molti di questi sono molto più grandi della Terra, quasi tutti giganti gassosi come Giove. Ora i ricercatori hanno analizzato tutti i transiti osservati da Kepler intorno a stelle simili al Sole con un algoritmo progettato dagli stessi autori, scoprendo che i pianeti rocciosi come la Terra, potrebbero essere persino più numerosi dei giganti gassosi. ''L'obiettivo principale di Kepler – ha rilevato Marcy - è stato rispondere alla domanda: quando si guarda il cielo stellato quanti astri possono ospitare pianeti simili alla Terra, potenzialmente in grado di ospitare acqua liquida e la vita?''. Fino ad ora, ha aggiunto, nessuno aveva potuto rispondere a questa domanda e calcolare esattamente quanti siano i pianeti potenzialmente abitabili attorno a stelle simili al Sole nella nostra galassia.


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Índia lança sua primeira missão ao planeta Marte nesta terça-feira

Projeto só foi atingido com sucesso por Rússia, Estados Unidos e Europa.
O veículo deve ficar na órbita terrestre até 1º de dezembro.

Da EFE

 

Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) no momento do lançamento da missão. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan) 
Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) no momento do lançamento da missão. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan)
 
 
A Índia lançou nesta terça-feira (5) sua primeira missão ao planeta Marte, um ambicioso projeto que só Rússia, Estados Unidos e Agência Espacial Europeia conseguiram com sucesso, informou o órgão espacial indiano em seu site.

O primeiro lançamento interplanetário do país asiático, com custo de US$ 73 milhões, estava previsto para as 14h38 locais (7h08 de Brasília) no Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, no estado de Andhra Pradesh, sul do país.

A aeronave Mangalyaan - veículo de Marte - de 1,35 toneladas ficará na órbita terrestre até 1º de dezembro quando começará sua viagem de 300 dias até o planeta vermelho. O módulo espacial deve chegar a Marte no dia 24 de setembro de 2014, após percorrer 400 milhões de quilômetros.


Funcionários andam perto do Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV – C25) no Centro Espacial Satish Dhawan em Sriharikota, no sul da Índia. Esta é a primeira missão da Índia rumo ao planeta Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.) Esta é a primeira missão da Índia rumo ao planeta
Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.)
 
 
O veículo que orbitará ao redor do planeta vermelho leva cinco instrumentos para estudar a superfície, a topografia e a atmosfera de Marte, e vai se concentrar na busca de metano.

"Orbitar Marte é um desafio por si só", disse ao jornal local "The Times of India" o presidente da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO, sigla em inglês), K. Radhakrishnan, que acrescentou que haverá "missões maiores depois".

A Índia comemorou no ano passado 50 anos do início de seu programa espacial. Seu primeiro lançamento foi em 1975, quando enviou ao espaço o satélite Arybhatta, utilizando um foguete russo. Desde 1999, a ISRO, através de seu braço comercial, também coloca em órbita satélites estrangeiros.

A Índia, que enviou em 2008 sua primeira sonda lunar, tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.
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Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) momentos após a decolagem. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan) 
Imagem do canal de televisão NDTV mostra o Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PLSV - C25) momentos após a decolagem. (Foto: AFP Photo/NDTV/Doordarshan)
 
 
 
Técnicos verificam Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV - C25); Índia realiza sua primeira missão para Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.) 
Técnicos verificam Veículo de Lançamento de Satélite Polar (PSLV - C25); Índia realiza sua primeira missão para Marte. (Foto: AP Photo/Arun Sankar K.)
 

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