segunda-feira, 10 de setembro de 2007

EFEMÉRIDES DO ECLIPSE PARA A AMÉRICA DO SUL


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Observando o Eclipse COM SEGURANÇA



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OBSERVANDO O ECLIPSE

NÃO OBSERVE DIRETAMENTE O SOL COM INSTRUMENTOS ÓPTICOS.
CEGUEIRA INSTANTÂNEA SERÁ O RESULTADO MAIS PROVÁVEL !



A observação do eclipse implica na observação do Sol. Portanto, todo o cuidado é pouco e a advertência anterior é fundamental e deve ser rigorosamente obedecida. A utilização de filtros deve ser feita, também, com bastante cuidado e critério, evitando-se o uso de materiais e de procedimentos cuja segurança não tenhamos certeza. Não há porque evitar a observação do eclipse e vê-lo pela televisão ou pela Internet. A observação de fenômenos astronômicos, com os devidos cuidados, deve sempre ser feita "ao vivo e em cores"! Aqui vão algumas "dicas" para que você observe o eclipse com segurança:

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"Filtros" e "Métodos" que não devem ser utilizados



Não são seguros os seguintes "filtros" e não devem ser utilizados os "métodos" de observação adiante descritos, pois não eliminam o UV ( ultra-violeta ) e o IV ( infra-vermelho) prejudiciais à visão:


1. "Sanduiches" de pedaços de filmes preto e branco velados ou "sanduiches" de pedaços de filmes coloridos velados ( este último "método" é ainda pior );
2. Vidros esfumaçados, vidros coloridos, pedaços de garrafas escuras;
3. Olhar para o reflexo do Sol em uma bacia com água;
4. Óculos escuros, lentes polaróides ou óculos que "filtram" UV, mesmo que, de acordo com o fabricante, a redução de UV seja grande;
5. Papéis celofanes de quaisquer cores em folhas simples ou associados em "sanduiches";
6. Pedaços escuros de radiografias ( chapas de Raios-X );
7. Não utilize filtros que se acoplem à ocular do seu telescópio, mesmo que tenham vindo junto com o telescópio e indicados pelo fabricante. O calor gerado durante a exposição ao Sol pode romper o filtro expondo, repentinamente, a sua vista aos raios solares;
8. Não "adapte" um vidro para máscara de soldador ( mesmo o de nº 14 ) à ocular ou à objetiva do telescópio.

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Como acompanhar o fenômeno com segurança



Para a observação do eclipse e do disco solar, sem o uso de equipamento óptico, é necessário a utilização de um filtro. Um filtro muito eficiente, de baixo custo e de fácil aquisição é o vidro para máscara de soldador nº 14. Os vidros para máscara de soldador nº 14 são comercializados em placas retangulares, na cor preta (verde escuro), medindo 10,8 cm X 5,0 cm e com espessura de 3 mm. Podem ser adquiridos em lojas de ferragens.
Colocando-o diante dos olhos, é possível atenuar bastante o brilho solar e filtrar as radiações nocivas aos olhos evitando prejuízos à visão. A observação deve ser feita por breves períodos e seguidos de períodos de "descanso". Assim, um bom procedimento é observar o Sol através do vidro por uns 5 a 10 segundos e depois "descansar" por uns 10 ou 20 segundos. Quando se observa o Sol com esse filtro notaremos que a imagem solar tornar-se-á ligeiramente esverdeada.

Vidro para máscara de soldador nº 14, adequado para a observação visual do Sol.



Para mais informações sobre o vidro para máscara de soldador, consulte o texto "Transmitâncias e Densidades - Lentes e Placas Filtrantes" , na série Astronomia e Astrofísica, nº 024.

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Como acompanhar o fenômeno utilizando um telescópio



O leitor que disponha de uma luneta ou de um telescópio, poderá utilizá-lo no acompanhamento do fenômeno servindo-se do método de projeção da imagem como ilustrado na figura abaixo. O observador deve providenciar uma tela branca para projeção ( cartolina ou papel sulfite ) e um anteparo para produzir sombra na tela de projeção aumentando o contraste da imagem.



Observando o Sol pelo método da projeção.




O método de projeção, além de seguro, possui a vantagem de permitir a observação do disco solar simultaneamente por várias pessoas. O método poderá depois ser utilizado por aqueles que desejarem acompanhar o Sol e fazer os registros diários das manchas solares. Orientações sobre como proceder na prática deste importante trabalho de observação astronômica serão objeto de futuras publicações na série Astronomia & Astrofísica.
Existem, também, filtros que podem ser acoplados à objetiva de telescópios, permitindo a observação direta através da ocular do equipamento. Esses filtros, denominados MYLAR, são constituidos por um filme plástico ( ou um celulóide ) sobre o qual está depositada uma camada metálica que reflete grande parte da luz solar e produz forte absorção deixando que apenas uma pequena porcentagem da luz solar atinja a ocular.


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INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O ECLIPSE


O eclipse parcial do Sol de 11 de setembro de 2007 é a repetição, após um período de Saros, do eclipse parcial ocorrido em 31 de agosto de 1989. Ambos fazem parte da Série de Saros de Eclipses Solares nº 154, que se desenvolve em torno do nodo descendente da órbita lunar e que teve início recentemente com o eclipse parcial ocorrido em 19 de julho de 1917 e que se estenderá por 1.262 anos, encerrando-se com o eclipse parcial de 25 de agosto de 3179. O presente eclipse é o 6º da série composta por 71 eclipses ( incluíndo os parciais, os anulares, os totais e os híbridos ) que se deslocarão, ao longo dos séculos, do hemisfério sul para o hemisfério norte da Terra.

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COORDENADAS E GRANDEZAS GEOMÉTRICAS NO MÁXIMO DO ECLIPSE


1
Ascensão Reta do Sol
11h 17m 31,462s
2
Declinação do Sol
+ 04° 34' 05,39"
3
Ascensão Reta da Lua
11h 17m 31,462s
4
Declinação da Lua
+ 03° 23' 38,66"
5
Diâmetro aparente do Sol
31' 46,36"
6
Diâmetro aparente da Lua
30' 00,40"



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Fonte: Uranometria Nova

Adaptação: Lucimary Vargas

EFEMÉRIDES - SETEMBRO

DIA HORA FENÔMENOS

4 0 Aldebaran 10.8°S da Lua
4 0 QUARTO MINGUANTE
4 11 Marte 5.9°S da Lua
7 3 Pollux 3.1°N da Lua
8 14 Vênus estacionário
8 21 Vênus 8.7°S da Lua
9 12 Urano em oposição
9 22 Regulus 0.2°S da Lua
10 1 Saturno 0.5°S da Lua
11 10 LUA NOVA [Eclipse Parcial do Sol]
13 9 Mercúrio 2.2°N da Lua
14 10 Spica 2.0°N da Lua
16 2 Lua no apogeo
18 5 Antares 0.7°N da Lua
18 11 Júpiter 5.2°N da Lua
19 14 QUARTO CRESCENTE
22 7 Mercúrio 0.1°N de Spica
23 7 Equinócio de Primavera
23 17 Netuno 1.3°N da Lua
25 13 Urano 1.6°S da Lua
26 17 LUA CHEIA
28 4 Lua no perigeo
29 8 Mercúrio em máxima elongação (25°E)

Fonte: Observatório Nacional

Eclipse Parcial do Sol em 11 de setembro

Visível em toda a parte Sul da América do Sul e Antártica.
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Magnitude do Eclipse
0.749

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[fuso de Brasília / UT-3h]
Início: 07:25:45.5
Máximo: 09:31:21.2
Fim : 11:36:33.3
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UT [Greenwich]
Início: 10:25:45.5
Máximo: 12:31:21.2
Fim: 14:36:33.3


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por Lucimary Vargas

RedLIADA No. 383

*Projeto Eclipse parcial do Sol de 11 de setembro de 2007*Como parte dos projetos da Seção de Ensino e Divulgação de Astronomia daLIADA estamos propondo projetos para estudantes, professores e público emgeral a respeito do Eclipse parcial do Sol de 11 de setembro de 2007.
Informese em:http://ar.groups.yahoo.com/group/foro-liada/files/

ASOCIESE a la LIADA. Informese //www.liada.net/afilia.htm

InfoLIADA
"Preparándonos para el Año Internacional de la Astronomía 2009..."Los invitamos a participar del...STAR PARTY LIADA 2007"50 Años de Era Espacial"¡Alojamientos y comidas por solamente $ 100.- (U$S 33.-) los 3 días del evento por participante...!Disertaciones-Exposiciones-Cohetería-ObservacionesOrganizado por el Observatorio Nova Persei II11, 12 y 13 de Octubre de 2007Centro de Espiritualidad Juan Pablo IIRuta 81 y Av. Constituyentes; Formosa, ArgentinaContacto: Dr. Raúl PodestáCoordinador del Comité OrganizadorTel.: 03717 422330 (7 a 13 hs.)E-mail: starparty_liada2007@yahoo.com.arInformación General en:www.starparty2007.com.ar_

SIMPOSIO DE COMETAS DE LA LIADA MONTEVIDEO 2007Disertaciones-Ponencias-Trabajos-Exposiciones.Organizado por la Sección Local del Uruguay de Cometas de la LIADA16 de Noviembre de 2007Facultad de CienciasIguá y Mataojo, Montevideo, UruguayContacto: Gerardo Addiego PrósperoMiembro Comisión OrganizadoraFecha de presentación de resúmenes: el 15 de octubre de 2007.E-Mail: cometas@astronomiaonline.comInformación General :http://cometas.astronomiaonline.com/simposio2007/

"DESDE EL SUR EXPLORANDO EL COSMOS" Sintonicen el Programa Radial por Internet"Desde el Sur: Explorando el Cosmos" que hacen Ester Letrica; VíctorBibé y Ricardo Sánchezdesde Argentina por RadioKosmos de México. Con una Programaciónamena, actualizada al día y muy buena música, este excelente programaradial astronómico al que bautizamos como "La Voz de la LIADA" sepuede escuchar los miércoles a las 22:30 Hs. de Argentina (01:30 hs.GMT) y la repetición los jueves a las 21 Hs. de Argentina (00:00 hs.GMT), siempre accediendo desde la siempre accediendo desde la dirección:www.radiokosmos.com.mx osmos.com.mx

OBSERVE ESTA SEMANA.

- El lunes 10, en la madrugada, la conjunción de Saturno con la estrella Regulo.
- El martes 11, el tránsito de la GMR de Júpiter.
- El Martes 11, Eclipse Parcial de Sol
- El miércoles 12, el máximo de las Eta Dracónidas.
- El jueves 13, Mercurio, la Luna y Espiga en el cielo de la tarde.
- El viernes 14, el tránsito de la GMR de Júpiter.

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LA NOTICIA DE LA SEMANA.

UN PEQUEÑO ROCE CÓSMICO.
El pasado 5 de septiembre, el pequeño asteroide 2007 RS1, pasó a apenas 77.248 Kilómetros de la Tierra, 0,2 la distancia que existe entre la Tierra y la Luna.
Su pequeño tamaño (3 metros) no hubiese representado ningún peligro de impacto, ya que se hubiese desintegrado en la atmósfera, pero hubiese sido un tremendo bólido.
Fuente:
http://spaceweather.com/

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ASTRONOTICIAS.

AKARI OBSERVA FORMACIÓN ESTELAR EN LOS LÍMITES DE M101.
7 de septiembre de 2007.
Una nueva imagen tomada por el telescopio espacial AKARI descubrió enormes regiones de formación estelar en los límites externos de la galaxia M101. Para la ciencia astronómica es extraño pues normalmente las galaxias tendrían su formación estelar muy cercana a su núcleo, y no en su parte externa. Los astrónomos piesan que esto ha podido ser generado por una colisión reciente.
M101 es una galaxia espiral en la Osa Mayor que interactuó con otra galaxia recientemente, desprendiendo gran cantidad de gas de la otra galaxia debido a su gravedad. Este gas ahora está cayendo en la zona externa de los brazos de M101, desencadenando la formación estelar. Los astrónomos han estudiado muchas galaxias en su cercanía esperando comprender mejor este extraño proceso.
Más información en:
http://www.isas.jaxa.jp/e/snews/2007/0905.shtml
http://www.universetoday.com/2007/09/07/akari-sees-star-formation-on-the-edge/#more-11736

¿SE FORMARON DIRECTAMENTE LOS AGUJEROS NEGROS SUPERMASIVOS?
7 de septiembre de 2007.
Actualmente se piensa que existe un agujero negro supermasivo en el núcleo de casi todas las galaxias del Universo. Estos pueden tener millones o cientos de millones de veces la masa solar. Una nueva idea plantea que ellos pudieron formarse directamente a partir de una nube de gas, saltándose la etapa de evolución estelar.
Desde el descubrimiento de los agujeros negros aún no se conoce con mucha claridad su origen, pero se encuentran en el interior de muchas galaxias, especialmente en los Quasares, lo cual indica que estaban presentes en los primeros tiempos del Universo. Una posibilidad es que estos monstruos se iniciaron como una estrella masiva, pasaron a supernova y se convirtieron en agujeros negros. El problema con esta posibilidad es que ellos han debido estar devorando materia, justo desde el comienzo del Universo, al máximo ritmo predecido por la física. La otra posibilidad es que se formaron directamente recolectando gran cantidad de materia para saltarse completamente la etapa de evolución estelar.
Esta idea fue presentada por el Dr. Mitchell C. Begelman del Departamento de Astrofísica y Ciencias Planetarias de la Universidad de Colorado, con la cual da a conocer que los agujeros negros supermasivos se formaron de un colapso directo. Después del Big-Bang, el Universo se enfrío para que las primeras estrellas se formaran del hidrógeno y helio original. Este material era puro pues no estaba contaminado por generaciones previas de estrellas, esta población de estrellas llamada Población III tenían un tasa enorme de recolección de gas lo cual pudo haber ocasionado que se sobrepasaran los límites de colapso de material y se hayan convertido directamente en agujeros negros supermasivos.
Más información en:
http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/0709/0709.0545v1.pdf
http://www.universetoday.com/2007/09/07/never-a-star-did-supermassive-black-holes-form-directly/

HUBBLE OBSERVA ANTIGUOS BLOQUES DE CONSTRUCCIÓN GALÁCTICA.
6 de septiembre de 2007
Nuevos datos recogidos por los telescopios espaciales Hubble y Spitzer, muestran la colección más pequeña y compacta de galaxias, jamas vista. Éstas no son las majestuosas galaxias espirales, que conocemos y admiramos, son las galaxias primordiales, aquellas que se constituyeron en los bloques de construcción galáctica para producir las inmensas galaxias que hoy conocemos y que jugaron un papel importante en la evolución de la estructura del Universo. Estos dos grandes observatorios observaron estas galaxias, situadas a unos 12.000 millones de años-luz de distancia, casi en el inicio de lo que hoy se piensa fue el Gran Estallido o Big Bang.
Más información en:
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2007/31/full/
http://www.universetoday.com/2007/09/06/hubble-sees-ancient-galactic-building-blocks/
http://spaceflightnow.com/news/n0709/06lego/

IMÁGENES DE TELESCOPIOS TERRESTRES TAN BUENAS COMO EL HUBBLE.
5 de septiembre de 2007.
El telescopio espacial Hubble tiene un tamaño de 2,4 metros pero tiene una ventaja que ahora pocos poseen: se encuentra en órbita y la atmósfera no distrosiona sus imágenes. Los astrónomos han desarrollado una técnica, conocida como "óptica adaptiva" que logra compensar las distorsiones introducidas por nuestra atmósfera y han permitido a los grandes telescopios con base en Tierra, obtener imágenes tan buenas como la de los telescopios espaciales.
Más información en:
http://mr.caltech.edu/media/Press_Releases/PR13030.html
http://www.universetoday.com/2007/09/05/new-images-from-the-ground-are-better-than-hubble/

IDENTIFICADA FUENTE DEL ASTEROIDE QUE ARRASÓ LOS DINOSAURIOS.
5 de septiembre de 2007.
Un equipo internacional de científicos checos y estadounidenses (Universidad Charles de Praga e Instituto de Investigaciones del Suroeste) han sugerido que el asteroide (298) Baptistina se disgregó en varios fragmentos al ser impactado por otro asteroide y los mismos fueron los causantes de las grandes caídas en la Tierra y la luna que produjeron los cráteres de Chicxulub, en la península de Yucatán, México y Tycho, en la Luna.
Los investigadores combinaron las observaciones de varias simulaciones numéricas sobre la evolución de los fragmentos del asteroide y encontraron que el mismo pudo fragmentarse en unos 300 cuerpos con tamaños superiores a los 10 Km y unos 140.000 objetos con tamaños inferiores a un kilómetro.
El cráter de Chicxulub de 180 Km de diámetro fue creado hace unos 65 millones de años por un asteroide de condrita carbonacea, como revelan las muestras de sedimentos tomadas en el lugar. Muchos investigadores enlazan este impacto con un proceso de extinción masiva de especies en nuestro planeta. El cráter de Tycho, en la Luna, de 85 Km de diámetro, se formó por el impacto de un asteroide hace unos 108 millones de años. Las simulaciones muestran que las probabilidades de que ambos cuerpos impactantes pertenezcan a la familia del asteroide Baptistina son del 90% y 70%, respectivamente.
Más información en:
http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&id=5941
http://www.universetoday.com/2007/09/05/asteroid-broke-up-and-then-it-killed-the-dinosaurs/

SOBRE EL CAMBIO DE HUSO HORARIO EN VENEZUELA.
El gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, a través de su ministro de Ciencia y Tecnología, está haciendo la propuesta de modificar el meridiano que produce la Hora Legal de Venezuela.
En el enlace, se encuentra la opinión de la Asociación Larense de Astronomía, ALDA, expresada a través de un artículo de su presidente, el ingeniero Jesús Guerrero.
Información en:
http://www.tayabeixo.org/articulos/huso_venezuela.htm

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EFEMERIDES

LOS PLANETAS DURANTE LA SEMANA.

Tiempos en Hora Legal de Venezuela (HLV) y Tiempo Universal (UT).

Mercurio:
Se observa temprano en las noches, hacia el horizonte Oeste. Se encuentra en la constelación de Virgo (Virgen). Su Puesta ocurre a las 19:52 HLV (23:52 UT).

Venus:
Se observa en las madrugadas, hacia el cielo del Este. Se encuentra en la constelación de Cancer (Cangrejo). Su Salida ocurre a las 4:20 HLV (8:20 UT).

Marte:
Se observa en las madrugadas, hacia el horizonte Este. Se encuentra en la constelación de Tauro (Toro). Su Salida ocurre a las 00:21 HLV (4:32 UT).

Júpiter:
Se observa en las noches, hacia el Cenit del cielo. Se encuentra en la constelación de Ofiuco (Serpentario). Su Puesta ocurre a las 23:40 HLV (3:40 UT).

Saturno:
Se observa en las madrugadas, hacia el horizonte Este del cielo. Se encuentra en la constelación de Leo (León). Su Salida ocurre a las 5:23 HLV (9:23 UT).

EVENTOS DE LA SEMANA
(Del 10 al 16 de septiembre)
Tiempos en Hora Legal de Venezuela (HLV) y Tiempo Universal (UT).

Lunes 10
10 – Inicio del Día Juliano 2.454.353,5
10 – Efemérides físicas del Sol Po=23,0º Bo=7,1º Lo= 11,5º
10 – La sonda espacial Cassini sobre vuela a la luna Iapeto.
10 – Luna en el Nodo Descendente de su órbita. 10:48 UT.
10 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 57,3º
10 – Puesta de Júpiter 23:53 HLV.
10 – Puesta de la Luna. 18:13 HLV.
10 – Puesta de Mercurio 19:51 HLV.
10 – Salida de Marte 0:21 HLV.
10 – Salida de Saturno 5:26 HLV.
10 – Salida de Venus 4:22 HLV.
10 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 1:27 UT.
10 – Urano en Oposición.
10 – 115 aniversario (1892) del nacimiento de Arthur Holly Compton, físico estadounidense, premio Nobel en 1927, que encontró la explicación del incremento de la longitud de onda de los rayos X y rayos Gamma al chocar con los electrones en los metales (Efecto-Compton).
10 – 150 aniversario (1857) del nacimiento de James Keeler, pionero estadounidense en espectroscopia y astrofísica, fundador del Astrophysical Journal (1895).

Martes 11
11 - 1:36.2 UT. Eclipse de Europa. Reaparece
11 - 3:22.3 UT. Tránsito de Io. Ingreso
11 – Eclipse Parcial de Sol. Visible en Suramérica y Antártica.
11 – Luna Nueva. 13 UT.
11 – Meridiano central de Marte, 00 UT, 106,9º
11 – Puesta de la Luna. 18:49 HLV.
11 – 10 aniversario (1997) de la inserción en orbita de Marte de la sonda espacial Mars Global Surveyor.
11 – 22 aniversario (1985) del primer sobre vuelo a un cometa por una sonda espacial. (ICE, International Cometary Explorer, al cometa Giacobini-Zinner).
11 – 70 aniversario (1937) del nacimiento de Robert Crippen, astronauta estadounidense.
11 – 72 aniversario (1935) del nacimiento de Gherman Stepanovich Titov, cosmonauta soviético, reserva de Yuri Gagarin en la Vostok 1 y tripulante de la Vostok 2.
11 – 94 aniversario (1913) del nacimiento de Jacinto Convit, médico y científico venezolano que desarrolló la vacuna contra la lepra. Postulado al premio Nobel en 1988.
11 – 130 aniversario (1877) del nacimiento de James Hopwood Jean, astrofísico ingles que trabajó sobre los procesos de colapso gravitacional.

Miércoles 12
12 – Inicio del Día Juliano 2.454.355,5
12 - 0:29.7 UT. Ocultación de Io. Desaparece
12 - 23:06.6 UT. Tránsito de la sombra de Io. Ingreso
12 - Máximo de la lluvia de meteoros Aries-Triangúlidas (ATR). Activas del 09 al 16sep. Radiante en AR=2h00m dec=+29º. THZ de 3 meteoros por hora.
12 - Máximo de la lluvia de meteoros Eta Dracónidas. Activas del 28ago al 23sep. Radiante en AR=16h30m dec=+64º. THZ sin cuantificar
12 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 357,5º
12 – Puesta de Júpiter 23:46 HLV.
12 – Puesta de la Luna. 19:25 HLV.
12 – Puesta de Mercurio 19:52 HLV.
12 – Salida de Marte 0:18 HLV.
12 – Salida de Saturno 5:19 HLV.
12 – Salida de Venus 4:15 HLV.
12 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 22:57 UT.
12 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 3:06 UT.
12 - 41 aniversario (1966) del lanzamiento del Gemini 11, con los astronautas Charles Conrad y Richard Gordon.
12 – 48 aniversario (1959) del choque del primer objeto fabricado por la especie humana contra un cuerpo celeste (sonda soviética Luna 2 contra la Luna).

Jueves 13
13 - 0:02.4 UT. Tránsito de Io. Egreso
13 - 1:18.0 UT. Tránsito de la sombra de Io. Egreso
13 – Lanzamiento de Selene 1 (orbitador lunar japones) y los satélites Micro-Labsat 2/R-Star/V-Star en el cohete H-2A.
13 – Lanzamiento del satélite Wideband Gapfiller Satellite (WGS) F-1 en el cohete Atlas 5.
13 – Maniobra de ajuste orbital de la sonda espacial Cassini (OTM-128).
13 – Mercurio 2,2º al Norte de la Luna. 12 UT.
13 – Meridiano central de Marte, 00 UT, 87,8º
13 – Puesta de la Luna. 20:01 HLV.
13 – 24 aniversario (1983) de la fundación de la Asociación Panameña de Aficionados a la Astronomía, APAA.
13 – 85 aniversario (1922) de la medición de la mayor temperatura sobre la faz del planeta (desierto de Libia, 57,7 ºC - 136 ºF).

Viernes 14
14 – Inicio del Día Juliano 2.454.357,5
14 - 1:34.1 UT. Eclipse de Ganímedes. Desaparece
14 – Espiga 1,7º al Norte de la Luna. 12 UT.
14 – Lanzamiento de los satélites Foton M-3/ Yes-2 en el cohete Soyuz U.
14 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 297,8º
14 – Puesta de Júpiter 23:39 HLV.
14 – Puesta de la Luna. 20:38 HLV.
14 – Puesta de Mercurio 19:54 HLV.
14 – Salida de Marte 0:15 HLV.
14 – Salida de Saturno 5:12 HLV.
14 – Salida de Venus 4:09 HLV.
14 – 29 aniversario (1978) del lanzamiento de la sonda Venera 12 (misión soviética a Venus)
14 – 39 aniversario (1968) del lanzamiento de la sonda Zond 5 (misión soviética a orbitar la Luna).
14 – 92 aniversario (1915) del nacimiento de John Lowry Dobson, célebre por el desarrollo de una montura para telescopios de fácil uso.
14 – 238 aniversario (1769) del nacimiento de Friedrich Heinrich Alexander von Humboldt, naturalista y geógrafo alemán que exploró Sudamérica. Considerado el "Padre de la Geografía Moderna Universal".

Sábado 15
15 – Luna en Apogeo. Estará a 405.655 Km.
15 – Meridiano central de Marte, 00 UT, 68,6º
15 – Puesta de la Luna. 21:17 HLV.
15 – Tránsito de la GMR de Júpiter. 0:37 UT.
15 – 31 aniversario (1976) del lanzamiento de la capsula Soyuz 22, con los cosmonautas Vladimir Aksyonov y Valery Bykovsky.

Domingo 16
16 – Inicio del Día Juliano 2.454.359,5
16 – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UT; 237,8º
16 – Puesta de Júpiter 23:32 HLV.
16 – Puesta de la Luna. 22:00 HLV.
16 – Puesta de Mercurio 19:55 HLV.
16 – Salida de Marte 0:11 HLV.
16 – Salida de Saturno 5:05 HLV.
16 – Salida de Venus 4:03 HLV.

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¿SABÍAS QUE?

SONDAS QUE IMPACTARON LA LUNA ANTES DEL PRIMER ALUNIZAJE
El próximo miércoles 12 se cumplen 48 años (1959) del choque del primer objeto fabricado por la especie humana contra un cuerpo celeste (sonda soviética Luna 2 contra la Luna).

Las sondas espaciales que impactaron la Luna antes del primer alunizaje suave fueron:
Num) Sonda; País; Fecha

1) Lunik 2; Unión Soviética; 12 de septiembre de 1959.
2) Lunik 5; Unión Sovietica; 9 de mayo de 1963.
3) Ranger 6; Estados Unidos; 30 de enero de 1964.
4) Ranger 7; Estados Unidos; 28 de julio de 1964.
5) Ranger 8; Estados Unidos; 17 de febrero de 1965.
6) Ranger 9; estados Unidos; 21 de marzo de 1965.
7) Lunik 6; Unión Soviética; 8 de junio de 1965.
8) Lunik 7; Unión Soviética; 4 de octubre de 1965.
9) Lunik 8; Unión Sovietica; 3 de diciembre de 1965.
10) Lunik 9; Unión Soviética; 31 de enero de 1966. Primer vehiculo construido por la humanidad que logra posarse suavemente en la Luna.
Fuente:
La Astronáutica, Félix Llaugé, Editorial Martínez Roca, España. 1975.

Fin de la RedLIADA
No. 383RedLIADA está disponible durante toda la semana enhttp://www.liada.net/lared/lared.htmapta para imprimir.Lectura; suscripción y archivo de Ediciones anteriores enel Grupo RedLIADA de Yahoo Grupos
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sábado, 8 de setembro de 2007

Las Coordenadas Geograficas.

La superficie de la Tierra no es plana debido a la forma casi esférica de nuestro planeta; por tanto, para localizar un punto sobre ella es necesario recurrir a un sistema llamado de coordenadas geográficas, basado en lineas y planos fijos de la Tierra, que forman la latitud y la longitud.

a) Lineas y Planos de referencia. Las líneas que se aprovechan en las coordenadas geográficas son los meridianos, el ecuador y los paralelos.

Los planos de referencia son el Plano del Ecuador y el plano del Meridiano de Greenwich apoyado sobre el eje terrestre, siendo por tanto un semicírculo.

b) La latitud es la distancia entre el ecuador y un punto de la superficie terrestre, ( se mide en grados porque es un ángulo que forma la vertical de un lugar con el plano del Ecuador)

1º- Como el ecuador divide a la Tierra en Hemisferio Norte y Hemisferio Sur, la latitud se mide hacia el Norte o hacia el Sur a partir del ecuador, que tiene 0º de latitud.

2º- La máxima latitud es de 90º y corresponde a los polos, cuya vertica, que es la mitad del eje, forma un ángulo recto con el plano del ecuador.

3º- En las cartas y esferas geográficas, los paralelos sirven para indicar la latitud. Todos los puntos situados sobre un mismoparalelo tienen igual latitud o distancia al ecuador.

4º- La latirud de los trópicos es de 23º 27' y la de los círculos polares es de 66º 33'.

c)- La longitud es la distancia entre el Meridiano de Greenwich y un punto de la superficie terrestre.( se mide también en grados porque es un ángulo formado por el plano del Meridiano de Greenwich y el plano de cualquier otro meridiano).

1º- El Meridiano de Greenwich divide a la Tierra en Hemisferios Oriental y Occidental; la longiturd entonces, puede ser Oriental u Occidental a partir de dicho meridiano, que tiene 0º de longitud.

2º- La máxima longitud es de 180º hacia el Este o hacia el Oeste y corresponde al meridiano opuesto al de Greenwich.

3º- En las esferas y mapas los meridianos sirven para indicar la longitud. Todos los puntos situados sobre un mismo meridiano tienen igual longitud.


d)- En los mapas y esferas se hace una red de paralelos y meridianos que indican latitudes y longitudes, respectivamente, y por medio de ellos se hacen las localizaciones correspondientes.


e)- La altitud se considera también como una coordenada geográfica y expresa la altura de un punto de la superficie terrestre sobre el nivel del mar, que en este caso es el plano de referencia y al que se le asigna una altura de 0 metros.

Las alturas sobre el nivel del mar se expresan en números positivos: 2,240 m. altura de la ciudad de México; y las inferiores al nivel del mar se expresan con números negativos: -394 m., altura del Mar Muerto, en Israel.

Por: Fernando Cruz
AstroSahagun
Meteorologia_Antares

Um gênio chamado Stephen Hawking


Stephen Hawking, 59, nascido em Oxford, Inglaterra, é considerado o mais brilhante físico teórico desde Albert Einstein. Suas teorias já exploradas em seu primeiro livro "Uma Breve História do Tempo", que virou filme, são redimensionadas em um novo livro "0 Universo numa Casca de Noz", ricamente ilustrado pelo não menos genial Malcolm Godwin.

Esse ícone intelectual desvela um universo indecifrável até mesmo pela física que, através de suas teorias incompreensíveis, parece estar convencido de que "ainda não temos uma compreensão completa sobre a origem do universo."Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito", disse Shakespeare, em Hamlet, ato dois, cena dois e interpretado pelo físico: "Hamlet talvez quisesse dizer que, embora nós, seres humanos, sejamos muito limitados fisicamente, nossas mentes estão livres para explorar todo o universo e para avançar audaciosamente para onde até mesmo a 'Jornada nas Estrelas' teme seguir - se os maus sonhos permitirem".

Hawking considera que "o universo possui várias histórias, cada uma determinada por uma minúscula noz. 0 universo é realmente infinito ou apenas enorme? Ele é eterno ou apenas tem uma longa vida? A coisa mais óbvia sobre o espaço é que ele continua e continua e embora ele pareça ser quase igual em cada posição do espaço, ele está definitivamente mudando no tempo. 0 universo está se expandindo."0 físico explica, em seu livro, que "a teoria da relatividade de Einstein falhou ao tentar descrever os momentos iniciais do universo porque não incorporava o princípio da incerteza, o elemento aleatório da teoria quântica a que ele tinha se oposto, com o pretexto de que Deus não joga dados. Entretanto, tudo indica que Deus é um grande jogador. 0 universo pode ser imaginado como um gigantesco cassino, com dados sendo lançados ou roletas sendo giradas a todo momento. Talvez o universo não tenha limite no espaço e no tempo".

Cientistas divergem sobreo princípio da incerteza Stephen Hawking sustenta a existência do tempo imaginário, que forma ângulos retos com o tempo real comum, cuja passagem é sentida pelo ser humano. "A história do universo no tempo real determina a sua história no tempo imaginário e viceversa, mas os dois tipos de história podem ser bem diferentes. 0 universo não precisa ter início e nem fim no tempo imaginário. que se comporta apenas como outra direção no espaço."0 físico chama a atenção para a superabundância de possibilidades para o universo. Por, que o universo é do jeito que é? "0 princípio antrópico diz que o universo tem de ser mais ou menos como o vemos porque, se fosse diferente, não haveria ninguém para observá-lo. Muitos cientistas não gostam dessa teoria porque ela parece vazia e sem muito poder de previsão. Mas ela pode receber uma formulação precisa, e isso parece essencial quando se lida com a origem do universo.

Devido ao princípio da incerteza, sustenta Hawking, que "não haverá apenas uma história do universo contendo vida inteligente. Ao contrário, as histórias do tempo imaginário serão toda uma família de esferas ligeiramente deformadas, cada uma correspondendo a uma história no tempo real na qual o universo infla por um longo tempo, mas não indefinidamente."Hawking acredita que "ficaríamos mais satisfeitos com o princípio antrópico se fosse possível mostrar que diferentes configurações para o universo devêm ter evoluído a fim de produzir um universo como o que observamos. Isso implicaria que o estado inicial da parte do universo que habitamos não deve ter sido escolhido com grande cuidado. Poderá o homem voltar no tempo?Einstcin em sua teoria da relatividade foi o precursor das discussões modernas sobre de viajar no tempo. Haveria a possibilidade de que o espaço-tempo pudesse ser tão deformado a ponto de permitir um pulo no tempo? "Isso poderia acontecer se existissem buracos de minhoca, tubos de espaço-tempo, que interligam diferentes regiões do espaço e do tempo.

A idéia é que você pilote sua espaçonave para dentro de uma boca do buraco de minhocas e saia na outra boca, em lugar e tempo diferentes", explica Stephen Hawking em seu livro "O Universo numa Casca de Noz".Ele argumenta que os buracos de minhoca, caso existam, seriam a solução para o problema do limite de velocidade no espaço: "Seria preciso dezenas de milhares de anos para atravessar a galáxia em uma espaçonave que viajasse abaixo da velocidade da luz, como exige a relatividade. Mas você poderia viajar por um buraco de minhoca até o outro lado da galáxia e voltar a tempo para o jantar. É possível mostrar que, se os buracos de minhoca existem, você também pode usá-los para retornar antes de iniciar a viagem. Então você pode pensar na possibilidade de explodir o foguete na plataforma de lançamento para impedir sua partida antes de qualquer coisa.

O físico brinca com a possibilidade de alguém voltar no tempo e matar seu avô antes que seu pai tenha sido concebido e, ao mesmo tempo, detona com essa alternativa. "Os universos não estão se expandindo na terceira dimensão espacial, que é periódica. Se você avançar certa distância nessa direção, voltará ao ponto de partida."Segundo o cientista, "as leis da física conspiram para impedir as viagens de objetos macroscópicos no tempo. Uma pessoa poderia ser aniquilada por uma descarga de radiação ao cruzar o horizonte de viagem no tempo. Mesmo a mais avançada civilização só conseguiria deformar o espaço-tempo em uma região finita."Um homem brilhante desvenda o abstratoA noz foi a simbologia usada por Stephen Hawking para demonstrar o universo e suas varias dimensões. As teorias do físico convidam a uma overdose pelo mundo da percepção. Ele explora o abstrato com uma segurança desconcertante.

Segundo cálculos do físico Hawking, em 2600, a população mundial ficará ombro a ombro e o consumo de eletricidade deixará a Terra incandescente.Essa situação não pode perdurar. Então o que acontecerá? 0 físico acredita na possibilidade "de nos exterminarmos completamente por algum desastre, como uma guerra nuclear. Os pessimistas dizem que o motivo por que não fomos contatados por extraterrestres é que, quando uma civilização atinge o nosso estágio de desenvolvimento, torna-se instável e destrói a si mesma. Contudo, sou um otimista. Não acredito que a raça humana tenha chegado tão longe simplesmente para se extingir justo quando as coisas estão se tornando interessantes", pontua Hawking.Apesar de toda a evolução, o físico acredita que o futuro da ciência não será como em "Jornada das Estrelas": Um universo povoado por muitas raças humanóides, com ciência e tecnologia avançadas, mas essencialmente estáticas. Em vez disso, acho que continuaremos sozinhos, mas evoluindo rapidamente na complexidade biológica e eletrônica. Pouco ocorrerá nos próximos cem anos. Mas no final do milênio, se lá chegarmos, a diferença entre nós e a ficção será significativa."

Hawking, que passou a vida refletindo sobre a gravidade no Universo, ficou por alguns minutos livre de sua cadeira de rodas em abril passado e experimentou a falta de gravidade, voando com liberdade, algo que classificou de "assombroso".






"Foi assombroso. Podia ter continuado sem parar", relatou Hawking, 65 anos, após aterrissar de uma viagem de duas horas em um Boeing 727-200 modificado e de paredes acolchoadas que, voando em parábolas como uma montanha-russa, produz períodos de ausência de gravidade.
A nave decolou esta tarde do Cabo Canaveral, sob o comando de pilotos especialmente treinados, que subiram em um ângulo de 45 graus até os 10 mil metros de altitude, antes de descer, abruptamente, a 2,5 mil metros, dando aos passageiros 30 segundos de falta de gravidade.

O avião repetiu a manobra oito vezes, dando a Hawking um total de quatro minutos de ausência de gravidade. "O professor Hawking alçou vôo e hoje tocou o céu", disse Peter Diamandis, dono da empresa Zero-G. O cientista viajou sentado durante a subida e, uma vez que a nave começou a descer, foi levantado por duas pessoas que o guiaram no ar, enquanto flutuava livremente.
"Espaço, lá vou eu", disse o cosmólogo, antes de decolar no avião do Centro Espacial Kennedy, no Cabo Canaveral (leste da Flórida). "Estou em cadeira de rodas há quase quatro décadas. A oportunidade de flutuar livremente, sem gravidade, será maravilhosa", continuou Hawking, antes da viagem.

"Há tempos quero viajar ao espaço. Um vôo de gravidade zero é o primeiro passo para uma viagem espacial", acrescentou Hawking, que espera, eventualmente, realizar este sonho em 2009 a bordo da nave da "Virgin Galactic", desenvolvida pelo empresário britânico Richard Branson para realizar vôos suborbitais, nos quais o aparelho chega ao espaço, mas não em uma órbita estável.

Quatro médicos e duas enfermeiras acompanharam o cientista a bordo do avião G-Force One, conhecido popularmente como vomit comet (cometa do vômito), devido aos efeitos desagradáveis que os passageiros que se submetem à experiência podem sentir.







Stephen Hawking comentou que com sua experiência quer promover o interesse do público sobre os vôos espaciais, que segundo ele serão importantes para o futuro da humanidade. "Acho que a raça humana não terá futuro se não voar ao espaço", sentenciou. "Acho que a vida na Terra está cada vez mais em risco de desaparecer por um desastre como o aquecimento global, a guerra nuclear, um vírus desenvolvido geneticamente ou outros perigos", acrescentou.
Hawking, titular da Cátedra Lucasiana de Matemática da Universidade de Cambridge - cargo que foi ocupado por sir Isaac Newton - sofre de uma doença degenerativa, a esclerose lateral amiotrófica, diagnosticada quando ele tinha 22 anos. A doença o mantém preso a uma cadeira de rodas, mas não impediu que o cientista desenvolvesse trabalhos sobre cosmologia teórica, gravidade quântica, a natureza do espaço e do tempo, a teoria do Big Bang e os buracos negros.


fontes: http://www.zenite.nu/
http://www.jornalinfinito.com.br/
http://nmoticiasterra.com.br/

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

terça-feira, 4 de setembro de 2007

M31 - Galáxia de Andrômeda


Uma Estrela com Cauda de Cometa



Una Estrella con Cola de Cometa

El telescopio espacial ultravioleta Galex detectó, inesperadamente, una larga estela de gas que, parecida a un cometa, acompaña a la estrella Mira en su travesía por la galaxia.


Utilizando un telescopio espacial de la NASA, denominado Explorador de Evolución de Galaxias, un grupo de astrónomos divisó una cola sorprendentemente larga, similar a la de un cometa, detrás de una estrella que vagaba por el espacio. La estrella, llamada Mira (que en latín significa "maravillosa"), ha sido una de las favoritas de los astrónomos durante aproximadamente 400 años; sin embargo, esta es la primera vez que se ha podido ver la cola.
El Explorador de Evolución de Galaxias (Galaxy Evolution Explorer o GALEX, en idioma inglés) realizó un barrido de la imagen de la popular estrella durante el censo del cielo, en luz ultravioleta, que está llevando a cabo actualmente. Entonces los astrónomos notaron lo que parecía un cometa con una cola gigantesca. De hecho, la materia que sale de Mira está formando una estela de 13 años luz de largo, o cerca de 20.000 veces la distancia promedio entre Plutón y el Sol. Nada parecido a esto se había observado antes alrededor de una estrella.

Arriba: La cola de la estrella Mira, parecida a la de un cometa, se extiende por más de 13 años luz. [Más información]


"Me sorprendí cuando vi por primera vez esta completamente inesperada y descomunal cola extendiéndose por detrás de una estrella muy conocida", dice Christopher Martin, del Instituto Tecnológico de California. "Era sorprendente cómo la cola de Mira repetía, a enormes escalas interestelares, los familiares fenómenos que produce la estela de una turbina de reacción o la estela turbulenta de una lancha rápida en un lago". Martin es el investigador que lidera el proyecto del Explorador de Evolución de Galaxias y además es el autor principal del artículo que se publicó hoy en la revista "Nature" con el propósito de anunciar el descubrimiento.


Los astrónomos dicen que la cola de Mira ofrece una oportunidad única para estudiar cómo estrellas similares a nuestro Sol mueren y en última instancia siembran nuevos sistemas solares. Mira es una estrella vieja, llamada gigante roja, que está perdiendo cantidades masivas de materia de su superficie. Mientras Mira viaja por el espacio, su cola arroja carbón, oxígeno y otros elementos importantes y necesarios para la formación de nuevas estrellas y planetas e incluso para la aparición de vida. Esta cola compuesta por materia, que ahora se puede observar por primera vez, ha sido liberada durante los últimos 30.000 años.


"Este es un fenómeno completamente nuevo para nosotros y aún estamos en el proceso de entender la física involucrada en él", dice el co-autor del artículo Mark Seibert, del Observatorio del Instituto Carnegie de Washington, en Pasadena. "Esperamos poder leer la cola de Mira como si fuese un teletipo, para aprender acerca de la vida de la estrella".


Hace miles de millones de años, Mira era similar a nuestro Sol. Con el tiempo, comenzó a hincharse hasta convertirse en una gigante roja variable —una estrella pulsante, inflada, que periódicamente se torna lo suficientemente brillante como para poder verla a simple vista. Finalmente Mira expulsará todo el gas que le queda hacia el espacio, formando una cáscara colorida llamada nebulosa planetaria. Con el paso del tiempo, la nebulosa perderá intensidad y dejará sólo el núcleo consumido de la estrella original, al que entonces se llamará enana blanca.



Derecha: Haga clic sobre la imagen para reproducir una animación artística de la gigante roja Mira desarrollando su cola similar a la de un cometa. [Más información]



Comparada con otras estrellas de su clase (gigante roja), Mira viaja excepcionalmente rápido. Es posible que esto suceda debido a impulsos gravitacionales de otras estrellas que pasan cerca suyo con el tiempo. Ahora viaja a 130 kilómetros por segundo, o 468.000 kilómetros por hora. Corriendo junto a Mira va una pequeña y distante compañera que, se piensa, es una enana blanca. La dupla, también conocida como Mira A (la gigante roja) y Mira B (la enana blanca), orbita lentamente, una alrededor de la otra, mientras viajan juntas a través de la constelación de Cetus, a una distancia de 350 años luz de la Tierra.


Además de la cola de Mira, GALEX también descubrió un arco de choque, un tipo de acumulación de gas caliente, delante de la estrella, y dos corrientes sinuosas de materia que salían por delante y por detrás de la estrella. Los astrónomos piensan que el arco de choque está calentando el gas que expulsa la estrella, provocando de esta manera su flourescencia en luz ultravioleta. Esta materia brillante se arremolina detrás de la estrella, creando una turbulenta estela que es parecida a una cola. El proceso es similar a una lancha rápida que deja una estela despareja o a un tren de vapor que produce una estela de humo.


El hecho de que la cola de Mira sólo brille en luz ultravioleta puede explicar por qué otros telescopios no habían podido detectarla. GALEX es muy sensible a la luz ultravioleta y también tiene un campo de visión extremadamente amplio, lo cual le permite hacer barridos de una imagen del cielo para detectar actividad ultravioleta extraña.


"Es sorprendente descubrir un rasgo tan impresionante e importante de un objeto que ha sido conocido y estudiado por más de 400 años", dice James D. Neill, del Caltech. "Este es exactamente el tipo de sorpresas que surgen de una misión de censo como la del Explorador de Evolución de Galaxias".


M16 - Nebulosa da Águia

International TIME ZONES

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