terça-feira, 29 de outubro de 2013

Saturno e seus anéis são vistos de cima por sonda espacial da Nasa

Imagem em cor natural foi obtida pela missão Cassini-Huygens no dia 10.
Tons dourados predominam no planeta; apenas polo norte aparece azulado.

Do G1, em São Paulo
 Saturno e seus anéis vistos de cima de pela sonda Cassini, da Nasa (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI/Cornell) 
Saturno e seus anéis vistos de cima pela sonda Cassini, da Nasa 
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI/Cornell)
 
O planeta Saturno e seus anéis foram registrados de cima pela sonda Cassini, da agência espacial americana (Nasa). A imagem em cor natural – vista como os olhos humanos a teriam observado – foi obtida no dia 10 de outubro.

Pela foto, é possível distinguir diferentes climas em Saturno. Uma faixa ondulada e brilhante de nuvens, por volta dos 42 graus de latitude norte, é consequência de uma turbulência gigante que atingiu seu pico no início de 2011.

Já no polo norte do planeta, há o chamado "sistema de nuvens hexagonal", uma misteriosa tempestade que lembra uma figura geométrica com seis lados e tem cerca de 25 mil km de diâmetro – distância na qual seria possível enfileirar quatro Terras.

Quando a sonda Cassini chegou ao planeta, em 2004, o hemisfério norte passava pelo inverno e exibia uma tonalidade azulada. Já o sul, onde era verão, estava dominado por cores douradas. Agora, porém, o verão no norte já começou, e a cor azulada está confinada a um pequeno círculo no polo.

Ao fazer a imagem acima, a Cassini estava inclinada a 62 graus em relação ao equador de Saturno. Até o início de 2015, a sonda deve descer progressivamente ao centro. Grande parte da missão Cassini-Huygens – projeto cooperativo da Nasa, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Italiana (ASI) – ocorreu em volta do equador do planeta, onde fica a maioria de seus anéis e luas.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Lugar mais frio conhecido no Universo lembra forma de fantasma

Nebulosa do Bumerangue está a 5 mil anos luz da Terra.
Sua temperatura é de -272ºC, pouco acima do zero absoluto.

Do G1, em São Paulo
 

Nebulosa Boomerang, lugar mais frio do universo, tem forma de fantasma (Foto: Bill Saxton; NRAO/AUI/NSF; NASA/Hubble; Raghvendra Sahai) 
Nebulosa Boomerang, lugar mais frio do universo, tem forma de fantasma (Foto: Bill Saxton; NRAO/AUI/NSF; NASA/Hubble; Raghvendra Sahai)

Astrônomos do Observatório Alma, no Chile, enxergaram um novo formato da Nebulosa do Bumerangue, nuvem de gás e poeira que é o lugar conhecido mais frio no Universo, com temperatura de -272ºC. As imagens capturadas revelam que ela tem um formato alongado, que se parece com o desenho de um fantasma.

Segundo os pesquisadores, o que se vê nas novas imagens do Alma é um truque de luz. Nebulosas planetárias, como a Boomerang, são estrelas no final de sua existência. Ao centro é possível observar estrelas anãs brancas, que emitem radiação ultravioleta intensa que faz com que o gás ao seu redor brilhe e emita luz com cores vibrantes.

As primeiras imagens da nebulosa, feitas com telescópios terrestres, mostravam uma forma curvada, que deu origem ao seu nome. Outras fotografias, registradas com o Telescópio Espacial Hubble em 2003, exibiam perfil mais semelhante a uma gravata borboleta.

"Este objeto ultrafrio é extremamente intrigante e estamos aprendendo muito sobre a sua verdadeira natureza", diz Raghvendra Sahai, pesquisador e principal cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, em nota divulgada pelo Observatório Nacional de Radioastronomia dos Estados Unidos. "O que parecia um lóbulo duplo ou a forma de bumerangue é, na verdade, uma estrutura muito mais ampla que está se expandindo rapidamente para o espaço."

A Nebulosa do Bumerangue fica a 5 mil anos luz de distância da Terra, na Constelação Centaurus. Segundo os astrônomos do ALMA, trata-se de uma nebulosa pré-planetária, na qual a estrela central ainda não está quente o suficiente para emitir radiação ultravioleta para produzir o brilho característico.

A nuvem de gás e poeira desta estrela estão se expandindo e esfriando rapidamente, num processo semelhante aos que os refrigeradores usam gás expandido para produzir temperaturas frias. Os cientistas mediram a temperatura do gás na nebulosa ao observar como ela absorve a radiação cósmica de microondas, que têm temperatura de menos -270º C.

A pesquisa também revela que as franjas exteriores da nebulosa começam a se aquecer, apesar de ainda serem mais frias do que a radiação cósmica. Segundo os pesquisadores, o aquecimento deve acontecer por conta do efeito fotoelétrico, no qual a luz é absorvida pelo material sólido, que por sua vez reemite elétrons.

sábado, 26 de outubro de 2013

Astrônomos descobrem novo sistema solar com sete planetas

Da BBC -Astrônomos descobriram um raro sistema planetário com um número de planetas que se assemelha ao do sistema solar. Dois times diferentes de pesquisadores apontaram para a recente descoberta de um sétimo planeta ao redor da estrela anã KIC 11442793.

O sistema tem similaridades com o nosso sistema solar - que tem oito planetas -, mas todos os seus sete planetas orbitam muito mais próximos de sua estrela, que está localizada a cerca de 2.500 anos luz da Terra.

O sistema solar foi descrito em dois estudos colocados no Arxiv.org, um arquivo eletrônico para artigos científicos que ainda não foram publicados em um periódico cientifico.

Duas pesquisas
Uma das identificações foi feita por voluntários usando o site Planet Hunters. O site foi criado para permitir que voluntários tivessem acesso a dados públicos enviados pelo telescópio espacial Kepler da Nasa, que foi lançado para procurar os chamados exoplanetas - planetas que orbitam estrelas distantes.

Kepler usa o método de "trânsito" para descobrir novos planetas, o que significa procurar pelas curvas de luz deixadas por um planeta quando este passa em frente à sua estrela hospedeira. Mas a grande quantidade de dados existentes não permite que os cientistas examinem cada curva de luz, e por isso eles desenvolveram programas de computador para procurar a assinatura de um trânsito planetário.

"Este é o primeiro sistema de sete planetas registrado pelo Kepler. Nós acreditamos que a identificação é segura", disse Chris Lintott, da Universidade de Oxford, coautor do artigo do Planet Hunters.

O time de Lintott submeteu sua pesquisa ao Astronomical Journal para ser revisada. Outro time de astrônomos de vários países europeus submeteu um segundo estudo registrando sua descoberta do sétimo planeta à outra publicação científica, o Astrophysical Jounal.
 
Semelhanças
Todos os sete planetas estão bem mais próximo de sua estrela mãe em uma comparação com as distâncias dos planetas do Sistema Solar. Na verdade, todos caberiam dentro da distância entra a Terra e o Sol - mostrando um espaço bastante "lotado". "Esta é uma das razões pelas quais eles são fáceis de ver, porque quanto mais perto eles estão de seu sol, mais frequentemente ele giram ao seu redor", disse Simpson.

O novo planeta é o quinto mais distante de sua estrela mãe, e leva quase 125 dias para completar uma órbita. Com um raio 2,8 vezes maior que o da Terra, ele faz parte de um grupo que inclui dois planetas com praticamente o mesmo porte da Terra, três "super-Terras" e dois corpos maiores.

"De certa forma, ele realmente se parece com o nosso Sistema Solar, com todos os pequenos planetas no interior e os grandes planetas na parte de fora. E isso não é necessariamente o que vemos normalmente", disse o coautor Robert Simpson, também da Universidade de Oxford.

Acredita-se que outra estrela, a HD 10180, tenha sete ou nove sinais planetários. Um sol distante chamado GJ 887C também pode ter uma família de sete planetas.

Sol tem duas erupções fortes nesta sexta-feira

Do G1, em São Paulo

 

Imagem mostra a segunda erupção ocorrida nesta sexta, no lado direito inferior do disco solar (Foto: Nasa) 
Imagem mostra a segunda erupção ocorrida nesta sexta, no lado esquerdo do disco solar 
(Foto: Nasa)
 
Detalhe da erupção ocorrida às 13h03 desta sexta (Foto: Nasa)Detalhe da segunda erupção, ocorrida às
13h03 desta sexta (Foto: Nasa)
 
O Sol teve duas grandes erupções nesta sexta-feira (25), segundo informações do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa. A primeira ocorreu às 6h01 (horário de Brasília)  e a segunda, às 13h03.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos EUA confirmou que houve interferência nos sinais de rádio na Terra em decorrência das duas erupções. No entanto, elas não devem causar tempestades eletromagnéticas em nosso planeta.

As erupções solares são emissões súbitas de radiação na superfície do astro. A Nasa informa que a radiação prejudicial que poderia advir de um fenômeno como esse não ultrapassa a barreira protetora formada pela atmosfera terrestre.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Missione compiuta per la navetta Cygnus

La navetta Cygnus (fonte: Orbital Science)  
La navetta Cygnus (fonte: Orbital Science)

Missione compiuta per Cygnus: la navetta senza equipaggio lanciata dalla società americana Orbital Science per conto della Nasa è bruciata nell'impatto con l'atmosfera, come previsto.

La stessa Orbital ha reso noto che il segnale della navetta era stato interrotto e che la fase di rientro era stata completata come da programma.

E' stata la prima missione della navetta, costruita in Italia dalla Thales Alenia Space e lanciata il 19 settembre scorso dalla base di Wallops Island. Dopo il successo di questa missione dimostrativa, I voli delle navette Cygnus proseguiranno nei prossimi mesi con le missioni operative: le prime tra saranno in grado di trasportare carichi fino a 2.000 chilogrammi, e le prossime cinque carichi di 2.700 chilogrammi.
 
www.ansa.it

Scoperta la galassia più antica

Una rappresentazione artistic di come potrebbe essere la galassia z8_GND_5296 (Foto: V. Tilvi, S.L. Finkelstein, C. Papovich, and the Hubble Heritage Team )  
Una rappresentazione artistic di come potrebbe essere la galassia z8_GND_5296 
(Foto: V. Tilvi, S.L. Finkelstein, C. Papovich, and the Hubble Heritage Team )
 
 
È stata scoperta la più lontana e più antica galassia mai osservata dall’uomo. È nata quando l’universo aveva solo 700 milioni di anni, ossia il 5% della sua età attuale che è di 13.8 miliardi di anni. A scoprirla un gruppo di ricercatori internazionali, tra i quali c’è Adriano Fontana dell’Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf), guidato da Steven Finkelstein dell’Università di Austin nel Texas. Il loro lavoro è stato pubblicato sulla rivista Nature. I ricercatori hanno sfruttato le osservazioni del telescopio spaziale Hubble della Nasa in combinazione ai dati raccolti dallo spettrometro Mosfire, un telescopio che si trova alle isole Hawaii. “La scoperta di questa galassia denominata, z8_GND_5296, rappresenta un altro passo nello studio delle epoche più remote della storia dell’Universo”, spiega Fontana.

“Non solo z8_GND_5296 è la galassia più vicina al Big Bang mai scoperta, ma è anche sorprendentemente piena di elementi pesanti - spiega - formati in generazioni precedenti di stelle''. La galassia è stata selezionata dai ricercatori insieme ad altre quarantadue, ritenute quelle più distanti in base ad un’analisi preliminare sul colore tra le circa 100.000 individuate nelle immagini raccolte da Hubble, che ha impiegato oltre un mese di osservazioni complessive per scansionare una porzione di cielo grande all’incirca quanto la luna quando è piena. I ricercatori hanno esaminato ciascuna delle 43 galassie del loro campione con lo spettrometro infrarosso Mosfire istallato al telescopio Keck I, confermando così che la luce proveniente dalla galassia denominata z8_GND_5296 è stata emessa 13,1 miliardi di anni fa, quando l’universo aveva ‘appena’ 700 milioni di anni. 
 
 
 www.ansa.it
www
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Dal 2018 satelliti europei a propulsione elettrica

L'Esa punta sui satelliti per telecomunicazioni a propulsione elettrica (fonte: ESA)  
L'Esa punta sui satelliti per telecomunicazioni a propulsione elettrica (fonte: ESA)
 
E' previsto per la fine del 2018 il lancio del primo satellite europeo per telecomunicazione a propulsione elettrica solare. La nuova tecnologia porterà ad un risparmio di peso al lancio di oltre il 40%. L’accordo per il progetto Electra è stato firmato tra l’Agenzia Spaziale Europea (Esa) e la società lussemburghese Ses operante nel settore dei servizi satellitari.

Electra è il primo progetto dell’Esa, istituito nell'ambito del programma Artes-33, che supporta le innovazioni orientate al mercato da parte dell'industria. L’accordo serve a definire, sviluppare e validare nello spazio un sistema di propulsione elettrica per satelliti geostazionari per telecomunicazioni con una massa di circa 3 tonnellate.

L’uso della propulsione elettrica permette ai satelliti di avere carichi due volte più grandi e utilizzare vettori di lancio più piccoli. Nell’accordo Electra al fianco di Ses c’è anche la società tedesca costruttrice di satelliti Ohb Systems che mira ad estendere le proprie commesse per piattaforme satellitari per telecomunicazioni inserendo la versione elettrica.

Per il direttore generale dell'Esa, Jean Jacques Dordain, “Electra rappresenta tre accordi in uno'': tra Ses e Ohb per sviluppare la migliore soluzione che Ses adotterà anche per altri satelliti, tra Ses e Esa per offrire la migliore validazione in orbita di una nuova tecnologia e tra Esa e l’Agenzia Spaziale Tedesca Dlr per capitalizzare gli investimenti precedenti. ''Questi tre accordi - ha aggiunge - sono il modo migliore per ottimizzare l'utilizzo dei fondi pubblici e privati per aumentare la competitività del settore spaziale europeo''.


www.ansa.it/scienza

I satelliti a guardia dei meteoriti

Il meteorite di Chelyabinsk studiato dai satelliti meteorologici (fonte: Alex Alishevskikh per la foto del satellite; Steven D. Miller, Colorado State University, per l'immagine satellitare)    .  
Il meteorite di Chelyabinsk studiato dai satelliti meteorologici (fonte: Alex Alishevskikh per la foto del satellite; Steven D. Miller, Colorado State University, per l'immagine satellitare) .
 
I satelliti per le previsioni meteo possono diventare sentinelle utili per sorvegliare i meteoriti: lo testimoniano i dati raccolti nel febbraio scorso, durante l’esplosione del meteorite di Chelyabinsk. Lo studio, realizzato da un gruppo di ricercatori dell'Università del Colorado e pubblicato sulla rivista dell'Accademia delle Scienze degli Stati Uniti (Pnas), dimostra che questo metodo può aiutare a scoprire maggiori dettagli sull'origine di questi corpi celesti e monitorare anche le aree scarsamente abitate.

L'impatto di asteroidi di medie e grandi dimensioni, superiori a una decina di metri, è un fenomeno piuttosto raro che può avere conseguenze molto gravi ma del quale sappiamo molto poco. La scarsità di informazioni è dovuta non solo alla rarità di questi eventi, ma al fatto che gli impatti possono avvenire in zone remote del pianeta e sfuggire all'occhio umano. L'esplosione del meteorite di Chelybinsk, avvenuta sui cieli della Russia pochi mesi fa, ha però ora permesso di mettere a punto un 'nuovo' tipo di sentinelle in grado di analizzare le tracce di eventuali impatti anche in aree desertiche.

I ricercatori statunitensi hanno infatti testato gli strumenti a bordo delle decine di satelliti in orbita per lo studio del pianeta, come quelli meteorologici, e verificare come possano fornire preziose informazioni. Grazie a queste sentinelle spaziali si potrà evitare di 'perdere' l'impatto di meteoriti come avvenne ad esempio a Tunkguska nel 1908, quando un corpo celeste provocò un'enorme esplosione in una vasta regione della Siberia.

Dell'impatto, che se fosse avvenuto in aree urbane avrebbe avuto conseguenze catastrofiche, si ebbero solo pochissime testimonianze e comunque da persone distanti centinaia di chilometri dal sito.

www.ansa.it/scienza

Cygnus lascia la Stazione Spaziale

La capsula Cygnus è stata agganciata alla Stazione Spaziale con una manovra condotta da Luca Parmitano (fonte: NASA TV)  
La capsula Cygnus è stata agganciata alla Stazione Spaziale con una manovra condotta da Luca Parmitano (fonte: NASA TV)

La navetta automatica Cygnus ha concluso la sua missione sulla Stazione Spaziale Internazionale. L'astronauta italiano Luca Parmitano ha distaccato dalla Stazione la capsula tenendola con il braccio robotico poi, a distanza di sicurezza l'ha lasciata andare.

Cygnus rientrerà nell'atmosfera terrestre disintegrandosi domani, mercoledì 23 ottobre, alle 20.18 ora italiana. La capsula è stata costruita in Italia dalla Thales Alenia Space.

La navetta da trasporto Cygnus è stata sganciata dalla Stazione Spaziale Internazionale Iss, alla quale era agganciata dallo scorso 29 settembre. L'astronauta italiano Luca Parmitano, con accanto l'americana Karen Nyberg, hanno operato sul braccio meccanico che ha dapprima distaccato la capsula dal modulo Harmony per poi, una volta a distanza di sicurezza, alle 13.32 ora italiana l'hanno definitivamente rilasciata. La capsula è stata sganciata quando il complesso orbitale viaggiava sopra l'Oceano Pacifico poco ad est dell'Argentina.

Il rientro è previsto per domani alle 20.18 ora italiana quando la capsula, entrando in contatto con gli starti più densi dell'atmosfera terrestre, brucerà senza creare problemi per gli abitanti della Terra. Cygnus, di proprietà della società privata americana Orbital Science Corporation, era stata lanciata dalla base Nasa di Wallops Island in Virginia lo scorso 18 settembre.

L'aggancio previsto tre giorni dopo era stato rinviato per un malfunzionamento ai sistemi di avvicinamento alla Stazione causato da alcuni dati errati inviati dai satelliti per la navigazione Gps. La capsula costruita negli stabilimenti torinesi della Thales Alenia Space aveva a bordo circa 700 chili di cibo, materiale informatico, pezzi di ricambio ed esperimenti ideati da alcuni studenti. La navetta una volta svuotata dagli astronauti è stata riempita con circa una tonnellata di rifiuti e materiale oramai inutile sulla Stazione. Il prossimo lancio di una capsula Cygnus, trasportata da un vettore Antares, è previsto per il prossimo 15 dicembre.


www.ansa.it/scienza

sábado, 19 de outubro de 2013

Appuntamento con l'eclissi lunare di penombra

Diagramma che rappresenta il momento massimo dell'eclissi lunare di penombra del 18 ottobre (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope)      
Diagramma che rappresenta il momento massimo dell'eclissi lunare di penombra del 18 ottobre (fonte: Gianluca Masi, The Virtual Telescope) 
 
Appuntamento con l'eclissi lunare di penombra: nella notte fra il 18 e il 19 ottobre la Luna apparirà un po' meno luminosa del solito. Anche se questa eclissi non sarà delle più spettacolari, l'effetto è comunque visibile a occhio nudo da tutta l'Europa, dall'Africa, dal Brasile e dall'Asia occidentale. E' l'ultima eclissi dell'anno: vale la pena non perderla, osserva l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del Virtual Telescope e curatore scientifico del Planetario di Roma.

Eclissi di questo tipo avvengono quando la Luna entra nel cono di penombra della Terra, cioè nella parte esterna dell'ombra terrestre. Comincerà a sfiorarlo alle 23,51 del 18 ottobre e lo attraverserà fino alle 3,50 del 19 ottobre.

"E' come se qualcuno spegnesse una parte di un lampadario puntato verso il nostro satellite. Non vedremo la Luna sparire ma tutto il disco lunare calare di intensità luminosa'', spiega Marco Faccini, comunicatore scientifico dell'Osservatorio di Roma dell'Istituto Nazionale di Astrofisica (Inaf).


www.ansa.it/scienza

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

La luce aiuta a pesare una galassia

La più lontana lente cosmica mai vista: è una galassia distante 9,4 miliardi di anni luce (fonte:  NASA/ESA/A. van der Wel)     
 La più lontana lente cosmica mai vista: è una galassia distante 9,4 miliardi di anni luce 
(fonte: NASA/ESA/A. van der Wel) 
 
Per la prima volta la luce ha aiutato a pesare una galassia lontanissima. Il risultato, pubblicato sull'Astrophysical Journal Letters, si deve a un gruppo di ricerca internazionale del quale fa parte l'italiano Andrea Grazian, dell'Istituto Nazionale di Astrofisica.

Coordinati da Arjen van der Wel, dell'Istituto tedesco Max Planck per l'Astronomia, i ricercatori hanno scoperto e 'pesato' una galassia distante 9,4 miliardi di anni luce.
 
E' una galassia che funziona come una lente gravitazionale, ossia che devia la luce di una galassia più lontana e allineata ad essa.

Individuata con l'aiuto del telescopio spaziale Hubble, la galassia è la più distante lente cosmica mai osservata. La sua massa ha permesso di deflettere e amplificare la luce di un'altra galassia posta esattamente dietro di essa, come previsto dalla teoria della relativita' generale di Einstein.

La scoperta è preziosa per gli astronomi perche' l'effetto della lente gravitazionale e' direttamente legato alla massa della galassia celeste che funge da lente: tanto maggiore e' la massa della galassia, tanto piu' marcata e' la deflessione della luce. "Questo fenomeno - spiega Grazian - ci permette di stimare la massa della galassia ellittica studiando il suo effetto di distorsione gravitazionale.
 
La massa di questa galassia-lente è di circa 60 miliardi di volte il nostro Sole''.

C'è poi un altro importante aspetto che questa scoperta solleva. "Le nostre conoscenze attuali indicano che questo tipo di allineamenti nell'universo primordiale sono molto rari", prosegue Grazian. "Il fatto di aver trovato questa particolare configurazione in una porzione molto piccola del cielo - rileva - può indicare che gli oggetti cosmici che si trovano dietro le lenti gravitazionali sono molto più numerosi di quanto atteso: un fatto, questo, che potrebbe cambiare le conoscenze che abbiamo dell'universo primordiale''.


www.ansa.it/scienza

Nasa divulga imagem de cometa que pode 'sumir' se chegar perto do Sol

Núcleo do cometa Ison seria gelado e desintegraria com o calor da estrela.
Passagem próxima ao Sol está prevista para o final de novembro.

Do G1, em São Paulo
Imagem captada pelo tescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa), mostra o cometa Ison. Cientistas de todo mundo seguem na expectativa para a passagem do corpo celeste próxima ao Sol, prevista para acontecer em 28 de novembro deste ano. Algumas previsões alegam que o cometa pode se desintegrar quando isso acontecer, já que seu núcleo seria gelado e frágil. (Foto: Nasa/ESA/Reuters) 
Imagem captada pelo tescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa), mostra o cometa Ison. Cientistas de todo mundo aguardam a passagem do corpo celeste próxima ao Sol, prevista para acontecer em 28 de novembro deste ano. A aproximação deve permitir uma visualização mais fácil do cometa. No entanto, algumas previsões alegam que o Ison pode se desintegrar quando isso acontecer, já que seu núcleo seria gelado e frágil. (Foto: Nasa/ESA/Reuters)

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...