terça-feira, 14 de julho de 2015

Sonda da Nasa descobre que Plutão é maior do que o previsto

Plutão tem diâmetro de 2.370km, cerca de 80km a mais do que se pensava.
Sonda New Horizons vai se aproximar de planeta anão nesta terça-feira.


Da Reuters

Nova imagem feita pela sonda New Horizons mostra Plutão mais de perto. Equipamento da Nasa está chegando cada vez mais próximo do planeta anão (Foto: NASA/JHUAPL/SWRI)

Plutão sempre surpreende. Cientistas descobriram que o planeta anão é maior do que se previa, à medida que a espaçonave New Horizons, da Nasa, se aproxima para um voo rente na terça-feira, após uma jornada de quase uma década.

A sonda, que funciona com energia nuclear, estava em posição para passar no centro de uma zona-alvo de 97 a 145 quilômetros entre as órbitas de Plutão e sua lua principal, Charon, na manhã de terça-feira, disseram gerentes do controle da missão New Horizons, no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, nos arredores de Baltimore.
Após uma jornada de quase 5 bilhões de quilômetros, traçar essa trajetória é como um jogador de golfe em Nova York acertar com uma tacada um buraco em Los Angels, disse o gerente do projeto, Glen Fountain, a repórteres.
Durante a passagem por Plutão e suas cinco luas, que deve durar 30 minutos, a New Horizons realizará uma série cuidadosamente coreografada de manobras para posicionar suas câmeras e instrumentos para centenas de observações.
Cientistas já descobriram que Plutão, antes considerado o nono e mais distante planeta do Sistema Solar, é maior do que se pensava, com um diâmetro de cerca de 2.370 quilômetros, cerca de 80 quilômetros a mais do que previsões anteriores.
Plutão agora é oficialmente maior do que Eris, um dos centenas de milhares de miniplanetas e objetos parecidos com cometas que circulam a região além de Netuno chamada de Cinturão de Kuiper. A descoberta desta região, em 1992, levou a uma reclassificação oficial de Plutão, que passou a ser chamado de "planeta anão".
E tamanho é documento, mesmo para planetas anões. Ser um pouco maior significa que Plutão consiste significativamente de mais gelo e um pouco menos de água do que o previsto, um detalhe importante para cientistas determinarem a história de como ele e o resto do Sistema Solar foram formados.
"O sistema de Plutão é um remanescente fóssil das origens de nosso Sistema Solar", disse o cientista-chefe da Nasa, John Grunsfeld. "Vamos aprender mais sobre isso."
www.g1.globo.com

domingo, 12 de julho de 2015

Fotografato un 'bersaglio' cosmico

A destra il 'bersaglio' disegnato dai raggi X, con il buco nero al centro. Il suo diametro appare inferiore a quello della Luna (fonte: a sinistra NASA's Scientific Visualization Studio, Andrew Beardmore (Univ. of Leicester); a destra, NASA/Swift)
A destra il 'bersaglio' disegnato dai raggi X, con il buco nero al centro. Il suo diametro appare inferiore a quello della Luna (fonte: a sinistra NASA's Scientific Visualization Studio, Andrew Beardmore (Univ. of Leicester); a destra, NASA/Swift)
Sembra un bersaglio sospeso nell’universo, ma è il buco nero V404 Cygni, il più attivo mai visto nella nostra galassia. Si trova al centro dei cerchi concentrici fotografati dal satellite Swift, prodotti dalla 'eco' dei raggi X generati dal buco nero mentre 'divora' una stella simile al Sole. La sequenza di foto fatte in giorni diversi si deve ai ricercatori guidati da Andrew Beardmore, dell'università britannica di Leicester.

Visto con il telescopio spaziale a raggi X della Nasa Swift, realizzato in collaborazione con Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e Consiglio britannico per le ricerche di Astronomia e Fisica delle particelle (Pparc), sono visibili degli anelli concentrici che si estendono per circa un terzo della dimensione apparente della luna piena. 


La sequenza delle foto mostra l'espansione e la dissolvenza graduale degli anelli, un fenomeno che potrebbe essere dovuto a una sorta di eco prodotta dall'incontro dei raggi X con le polveri che circondano il buco nero. 

V404 Cygni, che in questi giorni è l'oggetto più 'brillante' della Via Lattea, è in realtà un sistema binario composto da una stella grande come il nostro Sole e chiamata V404 Cygni e dal buco nero GS2023+338, la cui massa è 10 volte superiore a quella del Sole. Si tratta del buco nero conosciuto più vicino alla Terra, distante 8.000 anni luce, e la sua scoperta risale al 1989, quando attraversò un periodo di attività. Da allora è rimasto spento, scomparendo completamente alla vista dei nostri telescopi fino allo scorso 15 giugno.


www.ansa.it

Foto inédita mostra ‘coração’ na superfície de Plutão



Após viajar nove anos e quase cinco bilhões de quilômetros, a sonda espacial New Horizons começou nesta semana a aproximação final a Plutão, revelando as melhores imagens já feitas de um dos planetas mais distantes do Sistema Solar.
A Nasa (agência espacial norte-americana) divulgou nesta quarta-feira o registro feito no dia anterior pela New Horizons, quando a sonda estava a "apenas" oito milhões de quilômetros de Plutão.
Nesta quinta, a sonda chegaria a seis milhões de quilômetros, rumo ao ponto de maior aproximação (12,5 mil km), passagem histórica prevista para 14 de julho.
Essa última imagem foi o primeiro registro enviado após a sonda entrar inesperadamente em modo de segurança, no último dia 4, e perder o contato com a Terra.
O "rosto" de Plutão visto na imagem é, em grande parte, o que será examinado de perto na próxima semana. Inclui uma ampla área escura próxima à linha do Equador de Plutão, conhecida informalmente por cientistas como "a baleia", e uma área clara em formato de coração com cerca de 2.000 km.

Planeta estranho

Na aproximação final, a sonda New Horizons ficará a apenas 12,5 mil km da superfície de Plutão.
Sua câmera de alta resolução Lorri (Long Range Recconnaissance Imager) deverá então captar imagens de resolução até 500 vezes superior aos últimos registros.
A câmera Lorri é responsável pela imagem mostrada nesta página, mas as informações sobre cores foram fornecidas pela outra câmera da sonda, a Ralph.
"As imagens ainda estão um pouco borradas, mas são, de longe, as melhores que já vimos de Plutão, e vão só melhorar", afirmou John Spencer, do instituto de pesquisa SxRI (Southwest Research Institute), de Colorado, um dos parceiros da Nasa na empreitada.
"Nesse momento as imagens revelam apenas que Plutão é um planeta realmente esquisito. Ele tem algumas áreas muito escuras, outras extremamente claras, e não sabemos nada sobre o que são ainda", afirmou Spencer ao programaNewshour, da BBC.
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O astrônomo Alex Parker, da equipe da New Horizons, publicou essa ilustração no Twitter
Spencer e seus colegas acreditam que a área mais clara pode estar coberta por monóxido de carbono congelado e que a mancha escurecida possa ser um depósito de hidrocarbonetos, queimados na atmosfera de Plutão por raios cósmicos e radiação ultravioleta.
Mas por ora tudo não passa de palpite.
"Teremos registros 500 vezes melhores na próxima terça, quando teremos nossa passagem mais próxima", disse Spencer.
Na aproximação final, a New Horizons estará viajando a quase 14km por segundo – muito rápido para entrar em órbita.
A sonda fará um voo automático de reconhecimento, coletando o máximo de imagens e dados ao passar pelo planeta de 2.300 km de diâmetro e suas cinco luas conhecidas: Charon, Styx, Nix, Kerberos e Hydra.
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O sistema de Plutão tem cinco luas conhecidas
A missão ocorre durante o 50o aniversário da primeira passagem bem sucedida de uma sonda norte-americana por Marte, feita pela Mariner 4. A New Horizons irá coletar 5.000 vezes mais informações do que a Mariner conseguiu quando passou pelo planeta vermelho.

Um dos grandes desafios da missão a Plutão é enviar toda a informação de volta até a Terra. A distância é enorme, o que torna o ritmo de envio dos dados muito lento. Serão ao menos 16 meses para encaminhar todos os dados científicos a serem reunidos nos próximos dias.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Astrônomos descobrem sistema com cinco sóis em Ursa Maior


                Um dos pares de estrelas binárias do novo sistema poderia estar em processo de fusão

Da BBC - Astrônomos britânicos anunciaram a descoberta de um sistema solar com nada menos que cinco sóis, na constelação de Ursa Maior.
Distante 250 mil anos-luz da Terra, o grupo de estrelas é inédito por conta de sua configuração: duas estrelas binárias e uma "simples", um agrupamento jamais antes encontrado.
A descoberta foi anunciada num encontro anual de astrônomos britânicos, na cidade de LLandudno, no País de Gales. Ela foi possível graças ao uso de um sistema robotizado de telescópios operando continuamente nos dois hemisférios terrestres - um nas Ilhas Canárias, próximo à Espanha, e outro em Sutherland, na África do Sul.

'Sol-satélite'

Os pares de binárias seguem uma órbita em torno do mesmo centro de gravidade, mas estão separados por uma distância de mais de 21 bilhões de quilômetros - mais de três vezes maior, por exemplo, que a separando Plutão do Sol.
Uma das estrelas duplas é o que a astronomia conhece como "binária de contato" - elas estão próximas o suficiente para se tocarem ou mesmo se fundirem, e compartilham da mesma exosfera (atmosfera externa).
O outro par está separado por 3 milhões de km. E conta com uma espécie de "sol-satélite".
Segundo um dos astrônomos que fizeram a descoberta, Marcus Lohr, o sistema solar pode conter planetas ou mesmo abrigar vida.
"Trata-se de um sistema verdadeiramente exótico. Em princípio, não há razão para que ele não contenha planetas. Habitantes teriam um céu capaz de botar os produtores de Guerra nas Estrelas no chinelo", brincou Lohr, referindo-se às paisagens fantásticas da série de filmes de ficção científica.
"Eles poderiam ter nada menos que cinco sóis de diferentes brilhos ao mesmo tempo no céu".
Lohr disse ainda que, apesar da configuração inédita do sistema em Ursa Maior, um outro grupo de cinco estrelas já foi descoberto pelo telescópio Kepler, na Nasa, a Agência Espacial dos EUA.

sábado, 4 de julho de 2015

Imagens da Nasa mostram buraco negro 'arrotando' raios-X

Da BBC - Um satélite dos Estados Unidos fotografou o que astrônomos descreveram como simplesmente o "arroto" de um buraco negro.

O Swift, controlado pela Agência Espacial Americana (Nasa), detectou um pulso de raios-X emitido por um buraco negro batizado de V404 Cygni.
Localizado na constelação de Cisne, a 8 mil anos-luz da terra, o corpo celeste já tinha "arrotado" antes, mas a última vez tinha sido em 1989.
Raridade
"Esse tipo de erupção é bastante raro. Quando detectamos um, usamos tudo o que temos para monitorar suas emissões, dos sinais de rádio aos raios gama", explica Neil Gehrels, astrônomo da Nasa.

"No momento, V404 Cygni está mostrando uma variação excepcional nas emissões e oferece uma rara chance de observarmos (o fenômeno)".
O Swift não é um satélite comum: ele tem a habilidade de girar rapidamente para observar as emissões de raios gama, que normalmente duram menos de um minuto, assim como outras rajadas energéticas, incluindo os raios-X. Emissões deste tipo são brilhantes, mas atingem seu pico de intensidade em apenas alguns dias.
Ocorrem quando gases são atraídos pela gravidade dos buracos negros - apesar do nome, eles são estrelas contraídas e cujo pulso gravitacional é capaz de atrair até a luz.
Os buracos negros são extremamente difíceis de serem observados e sua localização normalmente é "denunciada" pelo movimento de corpos celestes próximos.
Por isso, a oportunidade apresentada pelo V404 Cygni foi preciosa. Ainda mais porque o buraco negro voltou a "dormir", segundo a Nasa.
BBC/g1.globo.com

Satélite Gaia faz foto inédita da Via Láctea


                                             Imagem inédita da Via Láctea foi capturada pelo satélite Gaia. EFE

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou nesta sexta-feira uma imagem diferente da Via Láctea feita pelo satélite Gaia, cuja missão é elaborar um mapa 3D da galáxia e produzir um catálogo de 1 bilhão de estrelas.
A imagem, na qual também aparecem as galáxias vizinhas conhecidas como Nuvens de Magalhães, mostra a Via Láctea de perfil, de modo que as regiões mais brilhantes da foto indicam uma maior concentração de estrelas.
"As regiões mais escuras correspondem a densas nuvens interestelares de gás e pó que absorvem a luz das estrelas ao interpor a linha de visão. Esse é plano galáctico, ou seja, a projeção no céu do disco galáctico, uma estrutura plana de 100 mil anos luz de diâmetro e grossura de apenas 1.000 anos luz", explicou a ESA em comunicado.
Além do plano só são visíveis alguns poucos objetos, especialmente as Nuvens de Magalhães - Grande e Pequena -, e duas galáxias anãs que orbitam a Via Láctea, na parte inferior direita da imagem.
www.efe.com


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Una culla di stelle ai margini della Via Lattea

In blu le giovani stelle nascoste al centro dell'ammasso NGC 2367, fotografato dai telescopi dell'Eso (fonte: ESO/G. Beccari)In blu le giovani stelle nascoste al centro dell'ammasso NGC 2367, fotografato dai telescopi dell'Eso (fonte: ESO/G. Beccari)
Una culla di stelle si nasconde nei 'sobborghi' della Via Lattea, si tratta di un ammasso stellare formato da stelle giovanissime, nate appena 5 milioni di anni fa. Il gruppo di stelle Ngc 2367 è stato fotografato dai telescopi dell'Osservatorio Meridionale Europeo (Eso) e rivela importanti informazioni sull'evoluzione delle prime fasi di vita delle stelle.

Ngc 2367 è un ammasso stellare aperto visibile nella costellazione del Cane maggiore e dista dalla Terra appena 7.000 anni luce, un'inezia considerando che la Via Lattea ha un diametro complessivo di circa 100.000 anni luce. E' stato scoperto nel 1784 dall'astronomo William Herschel, ma ora i potenti telescopi dell'Eso installati nel deserto cileno di Atacama ne svelano importanti dettagli, utili per comprendere le prime fasi della vita delle stelle.

L'intera famiglia di stelle sarebbe nata da una stessa nube di gas e polveri ed è quindi composta da stelle giovani e della stessa età.
Questa nebulosa, spiegano i ricercatori, rappresenta il nucleo di una nebulosa più grande, a sua volta parte di un'enorme 'guscio' noto come GS234-02. 

La culla di stelle rappresenta quindi il centro di un gigantesco sistema concentrico di 'bolle' di gas, particolarmente complesso e dal quale gli astronomi possono imparare molto sulla storia della nostra galassia.


www.ansa.it

Nel cielo di luglio danza di pianeti e Luna blu




I pianeti sono i grandi protagonisti del cielo di luglio, anche se dovranno dividere la scena con la 'Luna blu', mentre si affacciano anche le prime stelle cadenti estive, come osserva l'Unione Astroili italiani (Uai). 

Le notti estive, seppur corte, inizieranno pian piano ad allungarsi. Oltrepassato il solstizio d'estate infatti, dal primo al 31 luglio la durata del giorno diventerà più breve di circa 44 minuti.

Ad aprire la 'danza' dei pianeti sono Venere e Giove, vicinissimi nella congiunzione del primo giorno del mese e che gradualmente cominceranno ad allontanarsi. Nel frattempo Saturno sarà ancora ben visibile a Sud, al calare dell'oscurità, e Plutone sarà in opposizione al Sole il 6 luglio, nella costellazione del Sagittario. Il pianeta sarà quindi visibile con un telescopio per tutta la notte, gurdando a Sud-Est nelle prime ore di oscurità, poi a Sud e a Sud-Ovest prima dell'alba.

Non solo pianeti però. Luglio sarà anche il mese della 'Luna blu'. Non significa che cambierà colore, ma che nello stesso mese vedremo due volte la Luna piena, il 2 e 31. Un evento non molto frequente, che si verifica in media ogni 2 anni e mezzo. Per la prossima dovremo attendere attendere infatti gennaio 2018. 



Luglio è, infine, anche una buona occasione per chi vuole cominciare con le meteore, dato che aumenta il numero degli sciami e delle stelle cadenti, e che, in buone condizioni di tras.

www.ansa.it

Torna la "Luna blu": luglio regala un doppio plenilunio



Due pleniluni in un solo mese. L'evento, che non si ripete dall'agosto del 2012, è chiamato "Luna blu" o "Blue Moon" e si verificherà il 2 e il 31 luglio. "Si tratta di un fenomeno legato esclusivamente al calendario e non alla fisica - spiega Paolo Volpini, della Uai - Il ciclo lunare dura 29,5 giorni, e quindi a volte può capitare che se si ha la Luna piena l'1 o il 2 del mese, se ne abbia un'altra alla fine". Per la prossima Luna blu bisognerà attendere gennaio 2018.

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Sonda Rosetta descobre grandes buracos em superfície de cometa

Da Reuters
Imagem do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feita por sonda Rosetta mostra buracos na superfície  (Foto: Vincent et al., Nature Publishing Group, ESA via AP)Imagem do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feita por sonda Rosetta mostra buracos na superfície (Foto: Vincent et al., Nature Publishing Group, ESA via AP)
O cometa que está sendo estudado pela espaçonave europeia Rosetta tem gigantescos buracos em sua superfície, grandes o suficiente para encobrir a pirâmide de Gizé, no Egito, de acordo com pesquisa publicada nesta quarta-feira (1º).
Cientistas suspeitam que esses fossos foram formados no colapso de materiais com a superfície do cometa, semelhante aos buracos na Terra, mostrou um estudo publicado na revista científica "Nature".
As cavidades do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, orbitado pela Rosetta desde agosto, são enormes, alongando-se por cerca de 200 metros em diâmetro e 180 em profundidade. A pirâmide egípcia, em comparação, possui 230 metros de largura por 140 de altura.
A descoberta deve ajudar cientistas a compreender melhor como cometas se formaram e evoluíram.
“Encontrar os buracos foi uma surpresa total”, disse o físico espacial Paul Weissman, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia.
Cientistas estudaram a presença de grandes crateras em cometa (Foto: Vincent et al., Nature Publishing Group, ESA via AP)Cientistas estudaram a presença de grandes crateras em cometa (Foto: Vincent et al., Nature Publishing Group, ESA via AP)

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Giove e Venere mai così vicini





In arrivo la congiunzione più spettacolare dell'anno: Giove e Venere sono 'vicinissimi' nel cielo e ben visibili anche a occhio nudo già dopo il tramonto. Da giorni spiccano nel cielo, sempre più vicini, e il primo luglio  raggiungono la distanza minima nella costellazione del Leone.

''Lo spettacolo è assicurato'', osserva l'astrofisico Gianluca Masi, responsabile del progetto Virtual Telescope, che trasmetterà l'appuntamento in diretta streaming dalle 21,00 del primo luglio sul canale ANSA Scienza e Tecnica. ''La congiunzione tra i due pianeti si compie fra il 30 giugno e il primo luglio - spiega Masi - e la distanza minima, inferiore al diametro della Luna piena, si avrà la mattina del primo luglio alle 11.20, quindi Venere passerà oltre. Il momento ideale per osservare i due pianeti in tutto il loro splendore sarà verso le 21.30 del primo luglio, da una postazione con l'orizzonte sgombro''. Ma saranno perfettamente visibili anche la sera del 30 giugno.

Nessuna paura di sbagliare: ''Giove e Venere saranno come due luci, visibili a Ovest, piuttosto bassi'', assicura Paolo Volpini, dell'Unione Astrofili Italiani (Uai). ''Con un piccolo telescopio - aggiunge - si potranno vedere anche i satelliti di Giove e la falce di Venere. Le congiunzioni non sono così rare, ma questa è particolare, perchè i pianeti sono vicinissimi''. 
A completare lo spettacolo c'è Saturno, ben visibile a Sud, mentre a Est sorge la luna quasi piena, che non disturba affatto lo spettacolo di Giove e Venere, che si trovano dalla parte opposta.

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L'abbraccio di Giove e Venere: spettacolo nel cielo dopo il tramonto




Molti lo avranno già notato: i due corpi celesti più luminosi del nostro cielo (dopo la Luna e il Sole) si stanno avvicinando ogni giorno di più. Un tête-à-tête culminato la sera del 30 giugno, quando Giove e Venere sono apparsi davvero "intimi", stretti in uno spazio inferiore a quello apparente del disco lunare. La congiunzione è stata visibile osservando le due brillanti luci verso Ovest che si sono accese gradualmente, dopo il calare del Sole. Sono facilmente riconoscibili perché, essendo due pianeti, - uno piuttosto vicino (Venere) l'altro di grandi dimensioni (Giove) - la loro luce non tremola come succede per le stelle a causa delle turbolenze atmosferiche. Per chi si fosse perso la congiunzione, Giove e Venere continueranno comunque a viaggiare a braccetto, come è successo nei giorni scorsi, almeno fino alla sera del 2 luglio, per poi allontanarsi progressivamente


a cura di Matteo Marini
30 giugno 2015

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