quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estudantes de Campos vão aos EUA para ver pouso de sonda em Marte

Campos também dá nome a uma região do "planeta vermelho".
A sonda vai enviar um robô que vai explorar o terreno marciano.

Do G1 RJ

Três estudantes do Instituto Federal Fluminense de Campos, na Região Norte Fluminese, embarcam nesta quarta-feira (1º) para os Estados Unidos. Eles vão acompanhar a descida de uma sonda espacial em Marte.
Considerada a maior cidade da Região Norte, Campos também dá nome a uma região do "planeta vermelho".

A localização do município de Campos na Terra fica a  -21º e 45 minutos e também em Marte. E é por causa desa semelhança na localização que uma cratera no "planeta vermelho" recebeu o nome da cidade campista.

"Como tem a latitude próxima eles colocaram o nome de Campos para essa cratera, então, Campos, agora, também está em Marte. Só há duas cidades brasileiras lá, e uma é Campos", disse Marcelo Oliveira, presidente do Clube de Astronomia de Campos.

A cratera foi batizada em 1976, e só pode ser vista por meio de fotos, enviadas por sondas espaciais. Os estudantes vão poder acompanhar nos próximos dias o momento que uma delas vai descer em Marte. Isso vai acontecer nos póximos dias, em uma conferência, no EUA..

"É uma grande experiência, muito gratificante, eu poder estar acompanhando isso tudo de perto, e espero que dê tudo certo, para que a gente possa estar realizando essa viagem", disse o estudante Lucas Freitas.

A missãoA sonda vai enviar um robô que vai exploar o terreno marciano: "A gente realmente que ir. A gente quer levar o nome da nossa cidade outra vez para lá, para estar no meio de pessoas importantes, para poder falar da nossa experiência e acompanhar o pouso da sonda em Marte", completou a estudante Monique Barreto.
A previsão é de que a sonda espacial desça em Marte entre domingo e segunda-feira da semana que vem.

L’eco del Big Bang rivela i movimenti delle galassie

L’Atacama Cosmology Telescope (Act) (fonte: Elia Battistelli, Università di Roma Sapienza) L’Atacama Cosmology Telescope (Act) (fonte: Elia Battistelli, Università di Roma Sapienza)
 
L'eco del Big Bang rivela il movimento degli ammassi di galassie. Il fenomeno, previsto 40 anni fa, è stato osservato soltanto adesso, grazie ad una ricerca internazionale pubblicata sulla rivista Physical Review Letterse alla quale l'Italia ha partecipato con l'università di Roma Sapienza. Per la prima volta è stata confermata quindi sperimentalmente la distorsione della radiazione di fondo cosmico prodotta al momento della nascita dell'universo per effetto del movimento degli ammassi di galassie. I ricercatori, fra i quali l'italiano Elia Battistelli, del Dipartimento di Fisica della Sapienza, hanno verificato l'effetto chiamato kSZ (acronimo diSunyaev Zel'dovich Cinematico), che consiste nella distorsione della radiazione cosmica di fondo cosmico (ossia l'ecoelettromagnetico del Big Bang, che riempie lo spazio in ogni direzione) da parte degli ammassi di galassie, gli oggetti più grandi dell'universo. In particolare i ricercatori hanno osservato che la radiazione che passa attraverso un ammasso di galassie in movimento verso la Terra appare più calda di alcuni milionesimi di grado Kelvin, mentre se l'ammasso si allontana la radiazione appare lievemente più fredda. Per osservare l'effetto kSZ i ricercatori hanno combinato e analizzato i dati forniti dai progetti Atacama Cosmology Telescope (Act), che si trova nel deserto di Atacama a 5.200 metri sul livello del mare,e il Baryon Oscillation Spectroscopic Survey (Boss). Ciò ha reso possibile confrontare i valori di radiazione cosmica di fondo rivelata dall'Act con migliaia di posizioni di galassie rilevate da Boss. Secondo gli esperti l'effetto kSZ potrebbe rivelarsi uno strumento eccezionale per la misura della velocità degli oggetti celesti nell'universo anche quando questi sono aun'enorme distanza. "In particolare - afferma Battistelli - si pensa possa fornire nuove informazioni sull'intensità delle forze gravitazionali che tengono insieme gli ammassi di galassie e di fare chiarezza su uno dei problemi ancora aperti della cosmologia moderna: il problema dell'energia oscura. Sono infatti proprio le forze opposte di gravitazione ed energia oscura che governano i moti degli ammassi di galassie stessi".

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Nel cielo d'agosto la festa delle stelle cadenti

La  Via Lattea e la costellazione dello Scorpione nel cielo estivo, vista dagli Stati Uniti, ad Arches Park, nello Utah. La roccia illuminata è Balanced Rock (fonte: Marco Meniero, http://www.meniero.it/) 
 La Via Lattea e la costellazione dello Scorpione nel cielo estivo, vista dagli Stati Uniti, ad Arches Park, nello Utah. La roccia illuminata è Balanced Rock (fonte: Marco Meniero, http://www.meniero.it/)
Il cielo d'agosto non va in vacanza e offre nuove occasioni per stare con il naso all'insù in queste calde sere d'estate. In primo piano il tradizionale appuntamento con le stelle cadenti, con il picco previsto per il 12 agosto. Per ingannare l'attesa, la compagnia della Luna e un buon bicchiere di vino, come proposto dall'iniziativa 'Calici di stelle', che in molte località sarà abbinata alle 'Notti delle stelle', promosse dall'Unione Astrofili Italiani (Uai).
 
Come ogni anno, le 'Lacrime di San Lorenzo' saranno le protagoniste assolute del mese. Il massimo di attivita' dello sciame di Perseidi e' previsto nelle ore diurne del 12 agosto, quando da noi non sara' possibile effettuare osservazioni se non nel dominio radio. L'attività sarà comunque piuttosto intensa anche nelle notti precedenti e seguenti: le ore migliori per l'osservazione saranno dunque quelle centrali delle notti tra l'11 e il 12 e tra il 12 e 13 agosto. Un fattore positivo sarà l'assenza del disturbo lunare: il nostro satellite sarà infatti poco oltre la fase di ultimo quarto e il suo chiarore diventera' tangibile solamente nelle ore che precedono l'alba.

Per ingannare l'attesa delle stelle cadenti sara' possibile osservare la Luna, che nella notte tra il 10 e l'11 agosto sorgera' sull'orizzonte orientale attraversando la costellazione del Toro. Poco sopra la Luna saranno visibili le Pleiadi, mentre piu' in basso brilleranno Giove e la stella Aldebaran. Per chi invece preferisse appagare anche altri sensi oltre a quello della vista, appuntamento con la 15esima edizione di 'Calici di stelle', la manifestazione enogastronomica dell'Associazione Nazionale Citta' del Vino che in molte localita' sara' abbinata alle 'Notti delle stelle' organizzate dalle associazioni astrofili locali e promosse dall'Unione Astrofili Italiani (Uai).

Per Ferragosto è in programma una 'cascata planetaria' prima dell'alba, con Giove, Venere, la Luna e Mercurio che brilleranno sopra l'orizzonte orientale. Dal 14 fino al 22 agosto Marte sarà invece protagonista di una spettacolare sequenza di allineamenti e congiunzioni con Saturno, la stella Spica e la Luna. Il 24 agosto, infine, il pianeta Nettuno raggiungerà l'opposizione e brillerà di magnitudo 7,8 tra le stelle dell'Acquario.

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terça-feira, 31 de julho de 2012

Telescópio da Nasa capta 'destroços' deixados por explosão de supernova

Do G1, em São Paulo

O telescópio Chandra, da agência espacial americana (Nasa), fez a primeira observação por raio-X dos destroços deixados pela explosão de uma supernova ocorrida em 1957. Os resultados serão publicados por pesquisadores americanos e australianos na próxima edição da revista "Astrophysical Journal".

A supernova SN 1957D entrou em colapso na galáxia espiral M83, a 15 milhões de anos-luz da Terra. A região é uma das únicas detectáveis fora da Via Láctea, tanto em ondas ópticas como de rádio, mesmo décadas após o incidente.

A SN 1957D fica perto de um aglomerado de estrelas com quase 10 milhões de anos. Muitas delas têm massa até 17 vezes maior que a do Sol.

Supernova telescópio Chandra (Foto: Nasa/CXC/STScI/K.Long et al./STScI ) 
 
No detalhe, supernova é vista por sistema óptico do telescópio
 (Foto: Nasa/CXC/STScI/K.Long et al./STScI )
 
Entre 2000 e 2001, o Chandra já havia observado essa supernova durante 14 horas, mas não detectou nada remanescente. No entanto, uma nova exposição feita entre 2010 e 2011, por oito dias e meio, revelou a presença de raios-X.

A imagem acima, em que a SN 1957D aparece no detalhe, pode trazer novos dados sobre a explosão, que teria ocorrido após a estrela ficar "sem combustível". A distribuição dos raios-X com energia sugere que a supernova contém uma estrela de nêutrons (pulsar) que gira rapidamente e se formou quando o núcleo da supernova entrou em colapso.

Esse pulsar pode estar produzindo um "casulo" de partículas carregadas que se movimentam quase à velocidade da luz e são conhecidas como uma "nebulosa de vento de pulsar". Se essa interpretação for confirmada, o pulsar teria uma idade de 55 anos, um dos mais novos já observados no Universo.

O que restou de outra nebulosa chamada SN 1979C, situada na galáxia M100, contém um concorrente a mais novo pulsar, mas os astrônomos ainda não têm certeza se há um buraco negro ou um pulsar no centro dela.

Luas de Saturno aparecem 'juntas' em imagem obtida por sonda da Nasa

Do G1, em São Paulo

A sonda Cassini, da agência espacial americana (Nasa), obteve uma imagem impressionante de duas luas de Saturno "sobrepostas". O satélite Mimas aparece à espreita de Dione, que está em primeiro plano. Os anéis do planeta podem ser vistos no canto superior direito.

Saturno Mimas e Dione (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute) 
Luas Dione e Mimas (menor) são vistas por sonda da Nasa
(Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)
 
Mimas tem 396 quilômetros de diâmetro e Dione, 1.123. Na foto, a parte visível da lua maior está do lado oposto de Saturno.

A imagem foi obtida em luz visível no dia 12 de dezembro de 2011. Na época, a Cassini se encontrava a 606 mil quilômetros de distância de Mimas e a 91 mil quilômetros de Dione.

Em julho, a Nasa divulgou a imagem de outra lua de Saturno, Encélado, após fazer uma análise detalhada de Titã, o maior satélite do planeta – que tem pelo menos 60 já conhecidos e nomeados orbitando ao redor de si.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Hubble registra 'berçário' de estrelas a 50 milhões de anos-luz da Terra

Do G1, em São Paulo


O telescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa), captou um "berçário" de estrelas de coloração rosada a 50 milhões de anos-luz da Terra. Nele, nascem e vivem inúmeros astros jovens.

A galáxia NGC 4700 fica na constelação de Virgem e é do tipo "espiral barrada" – semelhante à Via Láctea –, pois seus "braços" saem de uma estrutura parecida com uma barra.

A nebulosa foi descoberta em março de 1786 pelo astrônomo britânico William Herschel, que a descreveu como uma área de intensidade fraca.

Hubble nebulosa (Foto: ESA/Nasa)Hubble capta nebulosa na constelação de Virgem, a 50 milhões de anos-luz da Terra
  (Foto: ESA/Nasa)
 
O brilho das nuvens é causado pela interação entre o gás hidrogênio e a luz ultravioleta emitida pelas estrelas quentes. A NGC 4700 está se afastando de nós a cerca de 1.400 km/s, por causa da expansão do Universo.

A região é conhecida pelos estudiosos como H II. Em 1610, o astrônomo francês Nicolas-Claude Fabri de Peiresc identificou, por meio de um telescópio, o que seria primeira região desse tipo: a Nebulosa de Órion, localizada relativamente próximo ao Sistema Solar.

Os astrônomos estudam essas regiões na Via Láctea e aquelas facilmente vistas em outras galáxias para medir a composição química de ambientes cósmicos e sua influência sobre a formação estelar.

Le più spettacolari valanghe del Sistema Solare

Valanghe di ghiaccio su Rhea, una delle lune di Saturno (fonte: NASA/JPL/Space Science Institute)  
Valanghe di ghiaccio su Rhea, una delle lune di Saturno
 (fonte: NASA/JPL/Space Science Institute)
 
 
Le più spettacolari valanghe del Sistema Solare scivolano dai fianchi di montagne alte 20 chilometri, due volte e mezzo l'Everest, sulla luna ghiacciata di Saturno, Giapeto. Le caratteristiche di queste valanghe sono descritte sulla rivista Nature Geoscience da un gruppo di ricercatori coordinati da Kelsi Singer, della Washington University a Saint Louis. Le frane sono straordinariamente mobili e sembrano rovesciarsi come un fluido piuttosto che rotolare come rocce e a volte addirittura scivolano sulle pianure e impennano in salita. Le valanghe sono state osservate dalla sonda Cassini, frutto della missione in collaborazione fra Nasa, Agenzia Spaziale Europea (Esa) e Agenzia Spaziale Italiana (Asi), che ha sorvolato la luna fra il 2004 e il 2007. Grazie alle immagini di Cassini i ricercatori hanno misurato le dimensioni delle valanghe, che si estendono anche per 80 chilometri di lunghezza. Capire la causa delle valanghe su Giapeto, sottolineano i ricercatori, potrebbe aiutare nella comprensione delle frane insolitamente lunghe sulla Terra che sono pericoli naturali potenzialmente distruttivi. Secondo i ricercatori le frane di ghiaccio su Giapeto viaggiano più lontano di quanto previsto in condizioni normali di attrito. Secondo gli esperti sono molto più grandi di quello che dovrebbero essere e straordinariamente mobili e sono generate da meccanismi complessi. Una spiegazione di questi fenomeni potrebbe essere nel fatto che lo scorrimento del materiale riscalda la superficie sottostante ghiacciata, rendendo il terreno temporaneamente scivoloso e consentendo alla frana di percorrere una distanza insolitamente lunga

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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Estudo identifica estrelas 'vampiras' que roubam massa de outras

Do G1, em São Paulo
 

Impressão artística divulgada pelo ESO de uma estrela vampira e da sua vítima (Foto: Divulgação/ESO)Representação artística mostra par de estrelas gigantes,
 em que uma menor "vampiriza" sua companheira 
(Foto: Divulgação/ESO)
 
 
Uma pesquisa da revista "Science" registrou dois fenômenos curiosos: a existência de estrelas "vampiras", em que uma menor suga matéria da superfície de sua companheira maior, e a comprovação de que astros de grande massa não existem isoladamente, sendo identificadas quase sempre aos pares. O estudo foi feito por astrônomos usando o Telescópio de Grandes Proporções (VLT, na sigla em inglês), construído no Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na tradução do inglês), projeto do qual o Brasil faz parte.

Até agora, os astrônomos pensavam que a existência de estrelas duplas de grande massa eram uma exceção, algo necessário apenas para explicar fenômenos exóticos. O estudo mostra que, para interpretar corretamente o universo, elas precisam ser levadas em conta. As estrelas duplas não só são comuns, mas sua existência é bem diferente de quando estão isoladas, afirma a pesquisa.


O principal autor do estudo, Hughes Sana, da Universidade de Amsterdã, aponta que as estrelas observadas têm 15 vezes ou mais a massa do Sol e podem ser até um milhão de vezes mais brilhantes. Quase 75% destes astros têm uma "companheira" próxima, segundo a pesquisa da revista "Science".

A maior parte dos pares de astros interage de forma violenta, transferindo massa de uma para outra. "Estas estrelas são autênticos monstros", afirmou Sana para a revista. Elas "são tão quentes que brilham com uma luz azul-esbranquiçada e têm temperaturas superficiais que excedem 30 mil ºC".

"Vampiras"
As estrelas "vampiras" ocorrem em 40% a 50% dos casos de pares de astros gigantes, aponta o estudo. São casos em que um corpo celeste menor "rejuvenesce" ao sugar hidrogênio fresco de uma companheira maior. Sua massa aumenta substancialmente e faz ela sobreviver muito mais tempo do que uma estrela isolada com a mesma massa.

A previsão é que um terço dos pares de estrelas gigantes vão se fundir, de acordo com a pesquisa.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Fotógrafo capta estrelas da Via Láctea sobre os Alpes Suíços

Imagem foi feita do topo do monte Stanserhorn, a quase 2 km de altitude.
Do local, também é possível ver a França e a Floresta Negra alemã.

Do G1, em São Paulo

Um fotógrafo registrou a imagem de estrelas da Via Láctea sobre os Alpes Suíços, a quase 2 km de altitude. Do topo do monte Stanserhorn, próximo à cidade de Lucerna, também é possível ver a França e a Floresta Negra alemã.

O suíço Alessandro Della Bella captou a foto nesta quinta-feira (26). Para chegar até o lugar, havia um funicular construído em 1893, que recentemente foi substituído por um teleférico aberto no topo chamado Cabrio, o primeiro do mundo desse tipo.


Estrelas Via Láctea (Foto: Daily Mail/Reprodução)Estrelas da Via Láctea são flagradas do topo de um monte nos Alpes Suíços 
(Foto: Daily Mail/Reprodução)
 
O ascensor feito de vidro na parte inferior tem a capacidade de transportar por vez até 60 passageiros – metade consegue ir em cima, na área descoberta.

Il sosia del Sistema Solare

Rappresentazione grafica dei pianeti che ruotano attorno alla stella Kepler-30, in una configurazione simile a quella del Sistema Solare (fonte: Cristina Sanchis Ojeda)  
Rappresentazione grafica dei pianeti che ruotano attorno alla stella Kepler-30, in una configurazione simile a quella del Sistema Solare (fonte: Cristina Sanchis Ojeda)
 
E' stato scoperto un sosia del Sistema Solare, i cui pianeti ruotano intorno alla loro stella con una configurazione simile a quella del nostro sistema planetario. Descritti sulla rivista Nature, i pianeti orbitano intorno alla stella chiamata Kepler-30 simile al Sole. La scoperta si deve a un gruppo di ricerca statunitense coordinato da Roberto Sanchis-Ojeda, del Massachusetts Institute of Technology (Mit) ed è stata possibile grazie al telescopio spaziale Kepler della Nasa, che ha scoperto i tre mondi extrasolari mentre transitavano davanti alla loro stella. E' la prima volta che viene scoperto un sistema planetario di questo tipo e il risultato potrà aiutare a far luce sulle condizioni che determinano l'architettura di un sistema planetario. I pianeti sono stati chiamati Kepler-30b, Kepler-30c, Kepler-30d e sono tutti più grandi della Terra: hanno un raggio superiore di circa 4 volte, 13 e 10 volte quello del nostro pianeta. Come accade nel Sistema Solare, i pianeti hanno un'orbita allineata all'equatore solare, presumibilmente, spiegano gli esperti, per la loro formazione da un unico disco gassoso. In molti sistemi extrasolari, invece, i pianeti non hanno questa disposizione e presentano orbite non allineate con l'equatore stellare probabilmente a causa di caotiche interazioni dei pianeti durante la loro formazione o a causa di influenze dovute a stelle vicine. Un esempio per tutti sono i cosiddetti 'Giove caldi', pianeti giganti che orbitano vicino alle loro stelle, spesso disallineati con l'equatore stellare e alcuni con orbite retrograde, ossia che ruotano in senso opposto alla loro stella. Il fatto che alcune orbite planetarie possono essere perfettamente allineate con il piano dell'equatore della loro stella, mentre altre sono allineate 'selvaggiamente' dimostra, secondo gli autori della ricerca, che abbiamo ancora molto da imparare circa la formazione e l'evoluzione delle orbite dei pianeti.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Astrônomos acham três planetas em órbita parecida à do Sistema Solar

Telescópio Kepler, da Nasa, obteve dados durante dois anos e meio.
Em geral, gigantes gasosos fora da Via Láctea têm órbita distinta da nossa.

Do G1, em São Paulo

Três planetas fora do Sistema Solar – chamados exoplanetas ou planetas extrassolares – que orbitam uma estrela-mãe em situação semelhante à da Terra estão descritos na edição desta semana da revista científica “Nature”.

Essa observação lança uma nova luz sobre as condições que determinam a arquitetura de um sistema planetário.

No caso da Via Láctea, o equador do Sol e o plano orbital dos planetas estão praticamente alinhados, o que seria consequência da formação dos corpos em um único disco giratório gasoso. Isso permite, por exemplo, que possa haver luz e vida em uma extensa área do planeta, como ocorre com a Terra.

Muitos sistemas de exoplanetas, porém, não apresentam esse mesmo arranjo. Corpos gigantes e quentes, semelhantes a Júpiter – o maior planeta do Sistema Solar –, estão muitas vezes desalinhados. Alguns têm até órbitas retrógradas, ou seja, giram na direção contrária à rotação de sua estrela principal.

Kepler (Foto: Cristina Sanchis Ojeda/Nature) 
 
Três planetas orbitam a estrela Kepler-30 em uma configuração semelhante à do nosso Sistema Solar, contrariando a dinâmica vista em muitos corpos fora da Via Láctea (Foto: Cristina Sanchis Ojeda/Nature)
 
Os cientistas suspeitam que grandes inclinações nas órbitas são resultado das mesmas interações dinâmicas que produzem planetas parecidos com Júpiter.

Desta vez, o astrofísico Roberto Sanchis-Ojeda e colegas analisaram o trânsito dos planetas Kepler-30b, Kepler-30c e Kepler-30d ao observarem manchas sobre a estrela Kepler-30, de massa e raio semelhantes aos do Sol, só que mais jovem e com rotação mais rápida que a da nossa maior estrela.

Os pesquisadores mostram que a órbita dos três planetas desse sistema está alinhada com o equador estelar. Além disso, a órbita do trio está alinhada uns com os outros, em uma configuração parecida com a nossa. Nesse sistema, não há nenhum “Júpiter” quente e gasoso.

Os dados foram obtidos pelo telescópio Kepler, da agência espacial americana (Nasa), captados durante dois anos e meio, em 27 trânsitos dos planetas pela estrela.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

L'universo in brandelli tra 16,7 miliardi di anni


Rappresentazione grafica dell’espansione dell’universo sotto la spinta dell’energia oscura (fonte: MPE/V.Springel, NASA) Rappresentazione grafica dell’espansione dell’universo sotto la spinta dell’energia oscura
 (fonte: MPE/V.Springel, NASA)
 
Per la fine dell'Universo l'appuntamento e' fissato tra 16,7 miliardi di anni, quando ci sara' un 'grande strappo' causato dall'energia oscura, ossia la forma ancora misteriosa di energia che costituisce il motore 
dell'espansione dell'universo e che lo occupa per il 70%. Lo affermano i fisici teorici dell'Accademia cinese delle scienze, in base ai calcoli da loro elaborati e pubblicati sulla rivista Science China: l'energia oscura portera' l'Universo ad espandersi fino a provocare 'strappi' che lo ridurranno in brandelli.

Rivedendo alcuni dei parametri di una delle ipotesi cosmologiche piu' accreditate sul destino dell'Universo, il ''Big Rip'' o grande strappo, i ricercatori asiatici hanno determinato che il tempo ancora a disposizione prima della 'morte' dell'Universo sia poco meno di 17 miliardi di anni.

In una inesorabile catena di eventi, la Via Lattea si smembrera' 32,9 milioni di anni prima della 'fine', mentre la Terra verra' prima strappata via dalla sua orbita e infine, 16 minuti prima della morte dell'Universo, verra' dissolta.

Questa visione catastrofistica e' la diretta conseguenza della recente teoria chiamata ''Big Rip'' ed elaborata nel 2003, sulla base delle conoscenze attuali sull'espansione accelerata dell'Universo. E' noto infatti a partire dagli anni '90 che l'universo, nato dal ''Big Bang'' o grande esplosione 13,7 miliardi di anni fa, sia soggetto ad un'espansione accelerata,

ossia si espanda in maniera 'forzata', sotto la 'spinta' prevista inizialmente dai modelli teorici della relativita' e oggi identificata come energia oscura, una sorta di energia del vuoto che 'allarga' lo spazio e che costituirebbe il 70% dell'Universo.

Secondo la teoria del Big Rip, a causa dell'espansione accelerata ogni oggetto fisico, a partire dalle galassie ai pianeti e agli esseri viventi fino agli atomi,

verra' lentamente 'stirato'; letteralmente fatto a pezzi e ridotto a singole particelle elementari che continueranno ad allontanarsi tra loro in una sorta di gas sempre meno denso, in un lento e inesorabile strappo.

Analizzando alcuni dei parametri legati al destino dell'Universo, in particolare il rapporto tra pressione e densita' della materia oscura, i ricercatori hanno sviluppato uno scenario futuro nel quale, con un livello di fiducia del 95%, il tempo ancora a disposizione per l'Universo sia al massimo 16,7 miliardi di anni.


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